Sunday, July 27, 2008

"Diz-me como a Chuva" na Comuna"






Um espectáculo sobre o Amor, a Fuga e a Morte tão presentes na escrita de Tennessee Williams.

A partir do texto “Talk to me like the rain and let me listen”, onde um homem e uma mulher contam as suas fugas, fechados em si próprios e cumprindo inevitavelmente o seu destino, surge um olhar para outras personagens do autor, arrancadas dos seus enredos para viverem ali os seus momentos.

Com Isabel Medina e Cucha Carvalheiro, duas actrizes que se transformam em personagens masculinas e femininas reforçando o universo da escrita de Tennessee Williams.

SALA UM DO TEATRO DA COMUNA - ESTREIA DIA 17, ÀS 21H45

Ficha Artística
textos Tennessee Williams
tradução Colectiva
encenação Marta Lapa
cenografia Ana Vaz
figurinos Marta Lapa Ana Vaz
música João Lucas
assistência de encenação e desenho de luz Inês Pombo
assistência e execução cenografia e adereços Marinel Matos
fotografia do cartaz Margarida Dias
design Gráfico Marta Coelho
produção Manuela Jorge

Sala Um do Teatro da Comuna
De Quarta a Sábado às 21.45
Domingo às 17 h.
A partir de 17 de Julho
Maiores de 12 anos
Informações, reservas: 931619217
Marcação de entrevistas: 963006001

Preços:
12,50€ (bilhete normal)
7.50€ (desconto menores 25 e maiores 65 anos)

A Verdadeira Treta no Casino de Lisboa






Zézé e Toni estão de regresso!
Em “A VERDADEIRA TRETA”, ZEZÉ e TÓNI vão levantar dinheiro a uma caixa Multibanco e, como conversa puxa conversa, ou melhor, no caso deles, como conversa da treta puxa conversa da treta, passam uma infinidade de tempo a falar de tudo e mais alguma coisa.
Desde o preço do petróleo, às operações plásticas, desde a paranóia com a segurança, até à educação, à saúde, passando pelo aumento dos juros, tudo é esmiuçado pela óptica arrevesada e demente destes dois mamíferos da famosa espécie "Chico-Espertus Lusitanus". Uma raça que, infelizmente para uns, e, felizmente para outros, está muito longe da extinção.
A aventura Conversa da Treta começou no Auditório Carlos Paredes, em 1997, e desde então já correu o país, esgotou o Coliseu dos Recreios várias semanas, foi um programa de rádio e uma série televisiva. O DVD, o livro e o filme vieram mais tarde confirmar o sucesso da dupla. Em 2008, apresentam A Verdadeira Treta, um regresso à essência da "filosofia do disparate" que já fez rir milhares de espectadores...que há muito reclamavam por mais!

No Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa
Estreia 9 Setembro
18€ e 20€

Hoje - último dia







Vieira na Ruinas





“VIEIRA – O CÉU NA TERRA”
de FILOMENA OLIVEIRA e MIGUEL REAL
encenação FILOMENA OLIVEIRA

com
António Banha, Bruno Schiappa, Carmen Santos, Cláudia Faria, Félix Fontoura, João Brás, João Lagarto, José Henrique Neto, Júlio Martin, Marques D’Arede, Maurício Vitoria


O Teatro Nacional D. Maria II estreou a peça “Vieira – O Céu na Terra”, um original de Miguel Real e Filomena Oliveira apresentado ao ar livre, nas Ruínas do Convento do Carmo, no âmbito da iniciativa “Teatro Nacional – Outros Palcos”, que conta com o apoio do Turismo de Portugal.
O espectáculo, com que os autores homenageiam o Padre António Vieira no ano em que se celebra o IV centenário do seu nascimento, estará em cena até 16 de Agosto.

“Vieira – o Céu na Terra” retrata o tempo e a figura de uma personagem emblemática da cultura e um dos maiores prosadores de língua portuguesa. No histórico cenário das Ruínas do Carmo, celebra-se a existência de um dos maiores pensadores de sempre, evidenciando-se a sua fabulosa singularidade. Com espaço cénico de Andrzej Kowalski, o espectáculo conta com um elenco de 16 actores, onde se destacam Bruno Schiappa, Cármen Santos, João Lagarto, Júlio Martin ou Marques D’Arede, entre outros. No papel do Padre António Vieira, estará José Henrique Neto.

Da ligação entre o céu e a terra, ou entre o intemporal e o temporal, vem o título deste espectáculo que pretende não só retratar a figura de Vieira, mas também o próprio tempo histórico em que ele viveu.
“Padre António Vieira foi o português mais fracassado de todos os tempos. Nada do que sonhou se cumpriu, todas as suas profecias se frustraram, todos os seus planos políticos se goraram e toda a sua glória foi póstuma”. Assim definem Filomena Oliveira e Miguel Real, em poucas palavras, o destino de um homem que se viu, até ao fim dos seus dias, apreciado como orador, apesar de votada a sua obra e o seu papel na sociedade ao esquecimento. Tendo sido o mais famoso pregador religioso português, homem de muitos ofícios – missionário, diplomata, político, orador, escritor –, a sua imaginação social e as suas práticas religiosas, sociais e políticas são indispensáveis à compreensão do século XVII. A construção de uma sociedade livre, sem fronteiras, era defendida através de uma retórica única onde o sermão, os bons exemplos e as boas práticas sociais vigoravam.


Ruínas do Carmo
22 JUL a 16 AGO
3ª a Sáb 22h00

Violino no telhado e muita gente na sala

OPINIÃO
Violino no telhado e muita gente na sala
por Manuel Serrão

in JN
O gosto não se discute? É verdade. O gosto não se discute. Acontece que é frequentemente por causa do gosto não se discutir, que as questões de gosto que envolvem despesa pública são altamente discutíveis. E bem.

O gosto não é democrático? É verdade. O gosto, porque não é discutido e é uma atitude individual, não é democrático. No sentido de que ninguém é obrigado a gostar do que gosta a maioria. Como também ninguém é impelido a detestar o que a maioria detesta.

Em qualquer dos casos há gostos que podem ser educados. Há uma educação do gosto que é possível e até é tolerável quando não é totalitária nas suas atitudes ou ambições. A educação para esse gosto tem que estar de braço dado com o gosto por essa educação.

Em qualquer dos casos há sempre democracia no gosto individual. A liberdade do gosto disto ou daquilo, tem é que andar de mãos dadas com a liberdade de não gostar do mesmo e até de gostar precisamente do contrário.

Dito isto, em tese, aterramos no plano concreto e importa-nos saber quem paga o que se faz, independentemente do gosto de todos e de cada um. É na altura das contas (das que se pagam, porque as que vão para o "tecto", não contam!) que esta filosofia da democracia e da liberdade se cruza inexoravelmente com a realidade.

No Teatro Rivoli acaba de estrear mais um espectáculo de Filipe La Feria, onde há um violino no telhado mas muita gente na sala.

No lazer do Porto há muito que ninguém começa as casas pelo telhado e só há violinos quando há gente que gosta de ouvir violino, ou há mecenas dispostos a pagar esses violinos para quem os quiser ouvir. É a política certa.

Os públicos minoritários têm que fazer pela vida, percebendo que, ou se organizam, se financiam e se sustentam, ou não hão-de ser os públicos maioritários a tratarem da vida deles.

Estive na estreia de " Um Violino no Telhado" e adquiri várias certezas:

1- A encenação, a coreografia, o guarda roupa, a qualidade artística do elenco, a banda sonora e a adaptação são de nível europeu.

2- Nenhum dos itens descritos no ponto anterior foi feito a poupar, como se houvesse medo das receitas a gerar pelo espectáculo.

3- A sobrevivência da coisa só será garantida pela efectiva adesão dos espectadores, o que não só recomendo como praticamente dou como garantido, na convicção de que o boca-a-boca é o melhor marketing e não duvido que a esmagadora maioria dos que já viram vai dar boa conta disso.

4- Independentemente das doutas decisões dos tribunais, a decisão política de transformar o Rivoli num Teatro ao serviço dos munícipes deixando de o tratar como uma sala de espectáculos para entreter meia dúzia de pseudo intelectuais politicamente comprometidos, foi talvez a decisão mais acertada dos mandatos de Rui Rio.

Depois destas certezas, ficou-me a dúvida sobre a utilidade da redoma VIP onde os convidados podiam beber e comer à vista de quem não podia. Não é assim que se ganha o apoio popular, nem é disso que o Rivoli e o La Feria precisam para que o espectáculo tenha o sucesso que merece. Pode ser o estilo de Lisboa, mas não é o gosto do Porto. Eu, à cautela, pirei-me logo.

Útero - Figurantes





A Associação Cultural - Útero na sua próxima produção - "Se não puder dançar esta não é a minha revolução", dirigida por Miguel Moreira, com estreia em Setembro 08, procura 16 pessoas:

- figuração
- profissionais ou não profissionais
- disponibilidade física
- 4 ensaios e 12 espectáculos em Setembro 08
- remuneração de despesas de alimentação e transportes
- local: Espaço Ginjal - Cacilhas

Os interessados devem enviar o CV (resumido) e um pequeno texto de motivação para raquelsandre@gmail.com até 10 de Agosto 08.

in coffeepast

São Luiz em Obras






direitos reservados

"Obras prosseguem mas mantém-se programação" - Jorge Salavisa
A próxima temporada do Municipal São Luiz, em Lisboa, irá começar só em Fevereiro, devido a obras na sala principal do teatro, disse o director artístico da entidade, Jorge Salavisa.

"Apesar de a próxima temporada se iniciar mais tarde, não iremos estar fechados e temos até um programa de actividades que intitulámos `Abertos para obras`", assinalou Salavisa.

As obras centrar-se-ão no palco, "designadamente na sua estrutura, já que a teia [parte superior] está impecável", precisou.

Segundo o mesmo responsável, "a fragilidade do palco, que assenta numa estrutura de madeira, tem sido uma preocupação constante e está na altura de ser estabilizada, há que reforçá-lo".

Relativamente à programação especial "Abertos para obras", Salavisa esclareceu "que permitirá fazer outras coisas num outro horário, pois em termos sonoros deixa de haver qualquer interferência com a sala principal".

A programação, que será apresentada em Setembro, desenrolar-se-á no Jardim de Inverno até Fevereiro e "irá atingir um outro tipo de público, além de permitir certas experiências artísticas".

Relativamente à temporada que termina este mês, Jorge Salavisa asseverou que o Teatro Municipal "fidelizou público que tem tido, paralelamente, um crescimento constante".

Para o director artístico, o segredo da programação está "nos seus contrastes e em criar vários focos de interesse".

"Há que apresentar um espectáculo cuidado, ou fazer um bom texto de teatro, apresentar a Pina Bausch e logo a seguir o Camané ou Pedro Abrunhosa com a Maria João e o Mário Laginha", explicitou.

Uma programação paralela que atraia os jovens, "diversa e experimental", é outro vector a ter em conta, advogou ainda.

A temporada que termina somou, segundo dados do teatro, 68 actividades, em 296 sessões, das quais oito foram produções próprias.

Os espectáculos de teatro, dança, música, novos talentos, debates, cinema e festivais realizados no S. Luiz foram vistos por 67.326 espectadores.
Lusa/Fim

Workshops Teatro Negro





TEATRO NEGRO WORKSHOPS por Cengiz Özek (Turquia)
AGOSTO 2008
destinado a profissionais de teatro e alunos de escolas de teatro e demais interessados
CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ESTUDANTES DE TEATRO

Técnicas de Teatro Negro
De 14 a 18 de Agosto
Local: Auditório Municipal da Póvoa de Varzim
Módulo 1 - para Estudantes de Teatro:
9h/13h - 20h/total
Módulo 2 - para profissionais de teatro e outros interessados:
18h30/24h (com pausa de meia hora/jantar) - 25h/total
Máximo de Participantes:
25 (por módulo)
Custo de participação estudantes de teatro - módulo 1: 80?
Custo de Participação - módulo 2: 150?
Desenho e Construção de Marionetas para o Teatro Negro
De 19 a 23 de Agosto
Local: Espaço d?Mente do Varazim Teatro
Módulo 3 - para Estudantes de Teatro:
9h/13h - 20h/total
Módulo 4 - para profissionais de teatro e outros interessados:
18h30/24h (com pausa de meia hora/jantar) - 25h/total
Máximo de Participantes:
25 (por módulo)
Custo de participação estudantes de teatro - módulo 3: 80?
Custo de Participação - módulo 4: 150?
Técnicas + Desenho e Construção de marionetas para o Teatro Negro
Custo de participação estudantes de teatro - módulo 1+3: 120?
Custo de Participação - módulo 2+4: 250?

Inscrições:
Envio Postal ou electrónico de:
Ficha de Inscrição
Pagamento ou prova do mesmo
Curriculum resumido
Solicite a ficha de inscrição por telefone ou e-mail

CONTACTOS:
http://www.varazimteatro.org/
916439009 912420129
963676174

Envio de Inscrições:
Varazim Teatro - Rua da Fortaleza, nº20 - 4490-511 Póvoa de Varzim
MAO - Edifício palácio, 3º - Sala 308 - 4900 - 495 Viana do Castelo

CENGIZ ÖZEK
Nasceu em Istambul, 1964.
Formado do Departamento do Teatro do Conservatório Nacional do Istanbul.
Também formado pelo Departamento das Artes Tradicionais Turcas da Faculdade de belas Artes.
E trabalhou na restauração das muitas obras históricas.
Aprendeu a construção das figuras do Karagoz com o seu mestre Ali Kiyak e estudou em vários museus e colecções particulares.
Os seus trabalhos encontram-se neste momento em diferentes colecções dos diversos museus, entre eles, Museu Nacional da Holanda.
Participou em centenas de festivais, com os espectáculos de Karagoz e também com seminários e exposições. Desde o ano passado trabalha como professor convidado na Universidade de Kocaeli leccionando Teatro Tradicional Turco.
Fez parte do concelho fundador do Museu Das Artes Cénicas Turcas.
Assinou várias encenações em Istambul, na área do Teatro Negro e do Teatro de Sombras e na grande maioria das peças que encenou, também desenhou os cenários e os cartazes.
Dentro Teatro "Kenter", fundou a "galeria Kenter" , um espaço de exposição para os jovens artistas.
É membro da UNIMA e Fundador de "Teatro de Sombras Cengiz Ozek"
Deu aulas na Fundação da Criança e ajudou a aproximação dos jovens ás artes tradicionais.
Recebeu:
1º prémio nacional "Karagoz" em 1998
1º Prémio nacional, "Teatro", em 2003

Teatro do Mar apresenta duas peças no Festival dos Oceanos





A companhia Teatro do Mar apresenta em Agosto, no âmbito do Festival dos Oceanos, as peças «Daimonion» e «Nusquam», duas encenações do teatro de rua multimédia.


«Daimonion» sobe ao palco no Largo do Teatro de S. Carlos, em Lisboa, nos dias 3 e 4 de Agosto. Trata-se de uma peça que mostra o mito e a tragédia de Fausto, devido à sua aspiração da vida eterna.

A peça conta com acrobacias aéreas, dança, música original e novas tecnologias de imagem e vídeo.

Nos dias 12 e 13 do mesmo mês, no palco do Pavilhão de Portugal, é a vez da representação da peça «Nusquam», que demonstra um retrato do Homem contemporâneo que busca em si próprio a razão de ser o Mundo.

OPART assina protocolo de cooperação com Teatro Stanislavski





Carlos Vargas, administrador do Organismo de Produção Artística (OPART), empresa que gere o Teatro S. Carlos e a Companhia Nacional de Bailado, assinou hoje um protocolo de cooperação com o Teatro Stanislavski da capital russa, que possui grupos de ópera e bailado clássicos.

"O protocolo de cooperação tem por objectivo realizar uma troca de projectos no campo da ópera e do bailado, o que permitirá o enriquecimento mútuo", declarou Carlos Vargas à Lusa depois da assinatura do documento.

"Os bailarinos do Stanislavski são excepcionais na dança clássica, os portugueses têm o que comunicar, transmitir no campo da dança moderna. O intercâmbio de escolas será muito importante para ambos os lados", acrescentou.

Segundo Carlos Vargas, o documento assinado prevê "o intercâmbio de professores, coreógrafos e troca de experiências na área do marketing cultural".

"Temos tradição e experiência no campo do marketing cultural, da gestão e publicidade de espectáculos. A Companhia Nacional de Bailado tem uma tradição muito grande de convidar fotógrafos para fotografar os bailados, coisa que não existe na Rússia. Por outro lado, os russos têm excelentes oficinas de cenários, de adereços e de sapatilhas de bailado".

"Na época passada - referiu -, tivemos um professor russo a dar aulas de dança clássica na Companhia Nacional de Bailado. A nossa companhia mantém conversações com a parte russa para trazer ao Teatro Stanislavski obras de coreógrafos portugueses no próximo mês de Janeiro".

Carlos Vargas disse à Lusa que gostaria de levar ao palco do Teatro Camões um bailado clássico russo, mas sublinha que a realização dos projectos deve ser feita "sem saltos, passo a passo".

Entretanto, artistas portugueses estão a participar no Festival Internacional Não Verbal, organizado pela agência russa TsEKh, com o apoio da Embaixada de Portugal na Rússia, Instituto Camões, as fundações Pro-Helvetia (Suíça) e Ford (EUA).

Neste festival participam artistas da Rússia, Portugal e Suíça.

Ivo Serra e a Associação Bomba Suicida apresentam a "performance" "When I fall". Na sexta-feira, Sónia Baptista leva ao palco "Icebox Fly. Winter Kick", no sábado é a vez de Tiago Guedes e a Associação Materiais Diversos mostrarem "Materiais Diversos" e, no Domingo, Inês Jacques interpreta "Falling Up".

Em Moscovo encontra-se também o coreógrafo português João Fiandeiro, que está a realizar um curso de Verão para coreógrafos russos de dança moderna.

Em Dezembro, no âmbito do Festival de Dança Contemporânea Russa, actuará na capital russa o grupo musical luso Audiomicrowaves, que estreará uma coreografia de Rui Horta.

foto: Alfredo Rocha

Vanguarda no Citemor







Na 30.ª edição, o Citemor reafirma a posição como o mais antigo festival de teatro em Portugal, mas mantém a abertura a outras artes, apostando em temáticas vanguardistas. Até 16 de Agosto, em Montemor-o-Velho.

A vila medieval há muito que faz parte do roteiro incontornável dos eventos cénicos em Portugal. Mercê do seu festival Citemor, mas também pela acção cultural desenvolvida pelo CITEC (Centro de Iniciação Teatral Esther de Carvalho), que organiza o certame.

Criado há 30 anos, o que o torna no mais antigo festival de teatro em Portugal, o Citemor sofreu, desde 1992, uma importante viragem estratégica e estética, abrindo-se a outras artes como a dança, a música e o cinema, apostando em criações em residência, produzidas em exclusivo em Montemor-o-Velho.

Uma viragem que coincidiu com a entrada de Armando Valente para a direcção do festival. Hoje, 16 anos depois, mantém-se como director do Citemor e "na luta permanente" para ocrescimento do certame. Considera que esse crescimento tem alcançado patamares de reconhecimento bem mais altos a nível internacional do que propriamente na região em que o evento está inserido.

Aceita os sucessos que o festival tem coleccionado, mas entende que a aventura ainda "é frágil", embora o projecto tenha conquistado consolidação crescente. Afinal, a "a luta é permanente" e, apesar da sua idade adulta, o festival "é ainda um embrião, uma criança". Consolidada parece estar a aposta na "diferença", na produção e co-produção de trabalhos artísticos originais, muitos deles longe dos padrões "mainstream", percorrendo caminhos criativos mais vanguardistas.

A procura de novos espaços para as produções tem sido também constante. Se exceptuarmos o Castelo (verdadeiro ex-libris da vila), o Citemor tem levado as artes aos locais mais impensáveis, como armazéns devolutos e casas em ruínas, ruas e praças, mas também a pontes e túneis da auto-estrada. Este ano, o certame recupera um velho armazém de uma sociedade agrícola, onde vão decorrer vários espectáculos. Mas o de abertura, hoje, com a criadora catalã Angélica Liddell, vai estrear um novo espaço, numa sala do antigo tribunal, no edifício dos Paços do Concelho.

Com um orçamento global de 250 mil euros, o Citemor recebe a maior fasquia do Ministério da Cultura, com 55%. A autarquia montemorense contribuiu com 15%, um valor que não é alterado desde 2000. O Citemor consegue equilibrar as finanças do evento, reunindo 30% do orçamento, com receitas próprias.
Américo Sarmento in JN

Outros Palcos Ganhos






TEATRO NACIONAL
OUTROS PALCOS

Concertos na Esplanada – Uma aposta ganha

Estão a decorrer, com extraordinária afluência de público, os Concertos na Esplanada, com que o TNDM II está a animar a praça do Rossio, no âmbito da iniciativa “Teatro Nacional – Outros Palcos”.

Durante os meses de Julho e Agosto, o Teatro Nacional, em parceria com o Turismo de Portugal, apresenta uma oferta cultural diversificada em vários espaços espalhados pela cidade de Lisboa. “Outros Palcos” aposta numa programação surpreendente, fora do edifício, que estabelece uma ponte entre a cidade e o mundo, através de expressões artísticas que o convidam a desfrutar os muitos palcos da capital. Através desta iniciativa, pretende-se também contribuir para o desenvolvimento do turismo cultural, associando o teatro e uma programação de qualidade à valorização e divulgação de alguns dos monumentos da cidade.

Na Praça do Rossio, de 3ª a Sáb. às 23h30
Até 16 de Agosto

Friday, July 25, 2008

Um Fado para Fernanda Baptista


A fadista e actriz Fernanda Baptista, de 89 anos, criadora de êxitos como "Fado da carta", faleceu hoje ao princípio da madrugada, no hospital de Cascais, onde se encontrava internada, disse à Lusa um familiar.

Além do "Fado da carta" (João Nobre/Amadeu do Vale) a fadista criou vários outros êxitos e foi primeira figura de várias operetas e revistas, entre elas, "Chuva de mulheres" e "Fonte luminosa".

A sua estreia na revista deu-se em 1945, em "Banhos de sol", a convite do compositor e maestro João Nobre, mas já anteriormente integrara o cartaz do Café Luso, a convite de Filipe Pinto, no início da década de 1940.

O êxito alcançado levou-a a deixar a profissão de costureira que exercia.

"Saudades de Júlia Mendes", "Fui ao baile", "Trapeiras de Lisboa", "Pedrinha da rua", "Fado toureiro" ou "Fado das sombras" foram alguns dos seus êxitos.

A sua última presença em palco foi no musical "Canção de Lisboa" de Filipe la Féria, em 2005.

A fadista foi alvo de várias homenagens, nomeadamente da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, da Câmara de Lisboa e, em 2003, foi condecorada com a Ordem de Mérito pelo Presidente da República, Jorge Sampaio.

Ao longo de mais de 65 anos de carreira artística, a fadista e actriz actuou em cerca de 50 revistas e operetas, gravou centenas de discos e realizou várias digressões, tendo actuado nos Estados Unidos, Brasil, Argentina e Angola.
Lusa/fim.

Saturday, July 12, 2008

Trigo Limpo em Saragoça









Golpe d'asa agigantou-se para apresentar em Tondela, antes da partida para a aventura da Expo 2008 - Saragoça, integrado na programação cultural da participação portuguesa, para celebração do dia de Portugal onde estreou a 11 de Julho e premanecerá até dia 14.

O desfile desta ave "gigante" que remete para o nosso imaginário popular e colectivo é animado por uma equipa de onze actores e músicos que interagem com a " máquina" e com o público tornando ainda mais mágica a passagem de um animal cuja riqueza simbólica apenas se esgota na capacidade imaginativa de cada um dos espectadores.

Algumas paragens povoam todo este andamento numa narrativa baseada principalmente na "imagem" e no relacionamento ora próximo, ora longínquo da equipa de animadores com o público.

Logo no início o pássaro inerte é descoberto pelo grupo de animadores que como "populares" lhe dá vida e inicia o movimento. Pouco depois o aparecimento inesperado de grande quantidade de ovos obriga a uma tentativa frustrada de os chocar. Rapidamente todos são galinhas mas rapidamente também reencontram a normalidade e o andamento. Mais uma paragem. O medo de algo grandioso, talvez o dilúvio, leva à descoberta de que apenas com os outros conseguirá continuar a caminhada.

Caminhada finalmente interrompida pelo ancestral desejo de voar: a descoberta de pares de asas leva a que cada um dos animadores tente voar. Essa tentativa leva ao abandono do pássaro-mãe e à viagem individual de cada um deixando os espectadores como que ao espelho frente ao pássaro gigante e adormecido.

Wok em Digressão 2








"The Sound Of Music" em Londres com descontos








Teatro Clássico no Fundão






A Câmara Municipal do Fundão e o Museu Arqueológico Municipal José Monteiro trazem ao Fundão duas peças de teatro clássico pelo Grupo Thíasus do Instituto de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
A obra de Aristófanes “As Vespas” subirá a palco dia 19 de Julho (Sábado) pelas 21h30, no Jardim das Tílias no Fundão, e a peça de Eurípides “As Suplicantes” dia 20 de Julho (Domingo), será representada na Quinta do Ervedal - Castelo Novo. Para este dia estará à disposição dos interessados serviço de transporte gratuito entre o Fundão e a Quinta do Ervedal.

Integradas no X Festival Internacional de Teatro de Tema Clássico, estas peças terão entrada gratuita.

Para mais informações e reservas, poderá ser contactado o Museu Arqueológico Municipal José Monteiro pelo número 275 779 582 ou pelo endereço de correio electrónico: geral@museuarqueologicofundao.com.

Duarte Barrilaro Ruas na ZDB





"The Curator's House", de Rogério Nuno Costa na ZDB









Dia 18 de Julho_ Aquário da ZDB às 21h30


THE CURATOR’S HOUSE de Rogério Nuno Costa


BLOG VOU A TUA CASA 'DOGMA 2005'



Carlos Fragateiro à frente do Nacional desde 2006






Quem é e o que fez o ainda director do D. Maria
O Teatro da Trindade foi a sua grande escola em termos de direcção artística e admnistrativa de um teatro. Em 2006, Isabel Pires de Lima nomeou-o director do D. Maria e reconduziu-o no cargo no ano seguinte, quando o Nacional adquiriu o estatuto de empresa pública, num mandato de três anos.

À frente dos destinos do Teatro da Trindade, propriedade do INATEL (do qual foi vice-presidente entre 1996 e 1999) e tutelado pelo Ministério do Trabalho e Segurança Social, Carlos Fragateiro evidenciou-se pela capacidade de voltar a levar o público para uma das salas mais emblemáticas da cidade de Lisboa. Cem mil espectadores assistiram a espectáculos no Trindade só na última temporada por si programada. Por lá passaram variadíssimos criadores, do teatro à dança e à música. Com uma ligação muito forte ao público infantil, durante a sua direcção, o Trindade solidificou um serviço educativo e apostou ainda na formação. As digressões nacionais foram outra marca deixada por Fragateiro naquele teatro, bem como o início de várias parcerias com Festivais, de onde se destaca o Festival de Almada.

Homem próximo do PS, desde os tempos de Ferro Rodrigues no Ministério do Trabalho e Segurança Social foi eleito pela ex-ministra da Cultura Isabel Pires de Lima para chefiar o Teatro Nacional D. Maria II em 2006. Uma nomeação polémica no meio, por Fragateiro não ser considerado um "verdadeiro intelectual" do teatro, mas sim um homem de perfil mais popular. De resto a sua programação para o Trindade nunca deixou de acentuar essa vertente a quem também muitos chamam "comercial". No entanto, quando o D. Maria adquiriu a personalidade jurídica de empresa pública voltou a ser reconduzido, assumindo por um mandato de três anos os cargos de director artístico e presidente do Conselho de Administração, órgão que até dia 4 contava ainda com o cenógrafo José Manuel Castanheira, e que hoje, após a demissão deste, é constituído apenas por mais Amadeu Basto Lima.

No maior teatro do país, Carlos Fragateiro apostou numa programação eclética, privilegiando a dramaturgia portuguesa, mas criando também espaço para os clássicos e contemporâneos mais destacados a nível internacional. Voltou a realizar digressões. Chegou a levar espectáculos do D. Maria ao Brasil, a França e Espanha, colaborando com encenadores de outras nacionalidades. No entanto, o trabalho a que a sua imagem à frente daquela casa está mais associada é à sua dispersão pela cidade. Para além das duas salas do edifício do Rossio, Fragateiro passou a gerir através do Nacional também o Teatro Villaret e a programar espectáculos em salas com o Teatro da Politécnica. Do seu lado continua a ter o número de espectadores. Em 2007 o balanço que apresentava contava com 100 mil "visitantes".

Carlos Fragateiro nasceu no Porto há 57 anos, fez o curso superior de teatro do Conservatório Nacional e especializou-se mais tarde em expressão dramática na Universidade de Montréal, Canadá. É doutorado em Ciências e Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro, cidade onde dirigiu a Efémero - Companhia de Teatro de Aveiro, depois de ter passado pelo Teatro Experimental de Leiria.

Continuando incontactável até hoje, o ainda director do Teatro Nacional D. Maria II aguarda uma comunicação do Ministério da Cultura sobre o seu futuro no cargo.
Alexandra Carita in Expresso (10 de Jul de 2008)
Foto de Luiz Carvalho

Os "Outros Palcos" do Teatro Nacional







"On The Rocks" no Hampstead Theatre até 2 de Agosto







We are delighted to announce that due to popular demand and outstanding reviews, “On the Rocks” by Amy Rosenthal has been extended until 2 August.

'Amy Rosenthal's enjoyable comedy'
Guardian

**** 'It's a comedic joy'
Metro

**** 'A witty and intelligent study of friendship'
London Paper

**** 'Fine performances from Tracy-Ann Oberman as a gloriously sensual, blowsy defiant Frieda, and the intense Ed Stoppard... as the cultural pirate king'
Times

**** 'Clare Lizzimore's engaging production'
Time Out (Show of the week)

'Highly entertaining...all four performances are a treat... Charlotte Emmerson beautifully catches both the dry wit and the underlying depression of Mansfield, while Nick Caldecott gives a delicious comic display of English diffidence in Murry...Rosenthal has a superb eye for comic possibilities...a quirkily entertaining hit'
Daily Telegraph

'This is entertaining stuff'
Sunday Times

Tickets £14 - £23. Book now

Photographs by Robert Day

“Mistério do Cristo dos Gascões” em cena na Cornucópia






O Teatro da Cornucópia, em Lisboa, vai servir de palco para a peça “Mistério do Cristo dos Gascões”, em cena de 15 a 17 de Julho.

A peça será encenada por Ana Zamora e apresentada pela “Não d´Amores”, uma companhia de teatro que se dedica ao teatro dramático renascentista.

O “Mistério do Cristo dos Gascões” é a recriação livre de uma cerimónia litúrgica que ocorreu na Igreja de S. Justo, em Segóvia, sendo que a única semelhança com a escultura de Cristo dos Gascões é o nome da peça.

A narração, protagonizada pelos actores Elvira Cuadropani, David Farazo, Alejandro Sigüenza e Nti Vera, será acompanhada por música litúrgica e profana.

Encenação Ana Zamora
Interpretação e manipulação Elvira Cuadrupani, David Faraco, Alejandro Sigüenza, Nati Vera
Interpretação musical Alicia Lázaro, Elvira Pancorbo, Isabel Zamora, Sofía Alegre
Música original Alicia Lázaro
Trabalho de títeres David Faraco
Realização do Cristo Miguel Ángel Coso
Cenografia Richard Cenier
Figurinos Deborah Macias
Iluminação Miguel Ángel Camacho
Coreografia Lieven Baert
Versificação Ernesto Arias
Assistente de encenação Elena Rayos
Coordenação técnica Amália Portes
Realização do vestuário Ángeles Marín, Nuria Martínez
Fotografia Ivan Caso, Miguel Ángel Coso, Esther Candela
Produção Nao d’Amores

Co-apresentação: Festival de Almada / Teatro do Bairro Alto (Cornucópia)
Com o apoio da Embaixada de Espanha em Portugal e Instituto Cervantes

Língua Castelhano
Duração 1h00

"Yakamoz" na Malaposta







péantepé apresenta

"YAKAMOZ"
Nova Performance

JUL 26 E 27
SAB - 21H30
DOM - 16H00

Auditório Centro Cultural Malaposta

No corpo e no movimento descobrimos um espaço-metáfora para um universo de água e luz, onde tudo se cria, de onde tudo nasce. De uma esfera de mil faces surgem jogos de fusão entre o ser e a água, onde mergulhamos os nossos corpos dialogantes e nos perdemos entre as gotas. Num ensaio nocturno exploramos o desenho da luz, preenchemos os seus contornos e deixamo-nos envolver no seu lençol. Lançamo-nos nesse mundo, brincamos, manipulamos e transfiguramos o espaço que por sua vez nos redescobre e molda. Num encontro com diversos e sucessivos quadros exploramos jogos de fusão, integração contraste ou estranhamento. Dos reflexos do sol na lua recriamos o yakamoz.

"Jesus Cristo Superstar" em Portimão







Anabela protagoniza na Portimão Arena no mês de Agosto “Jesus Cristo Superstar”
Filipe La Féria e a Câmara Municipal de Portimão apresentam durante o mês de Agosto no Portimão Arena, no centro da cidade Algarvia, o maior espectáculo desta temporada.
“Jesus Cristo Superstar”, a célebre ópera-rock de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, que durante mais de um ano e meio esgotou as lotações em Lisboa e Porto.
Considerado pela crítica como “o melhor espectáculo de La Féria”, a versão portuguesa de “Jesus Cristo Superstar” obteve os mais rasgados elogios dos próprios autores ingleses, que classificaram como “uma das mais belas produções de sempre de “Jesus Cristo Superstar”, de uma surpreendente beleza plástica e com grandes interpretações”.
A música rock nunca foi a mesma após “Jesus Cristo Superstar”, o espectáculo que revolucionou em todo o mundo no século XX a música e o teatro.
La Féria concebeu uma encenação contemporânea para “Jesus Cristo Superstar”, transportando a paixão de Cristo para os escombros das Torres Gémeas, destruídas a 11 de Setembro de 2001.
Uma encenação polémica que deu um novo fôlego e leitura contemporânea à mais célebre ópera-rock de todos os tempos.
Um grande elenco de 58 actores, cantores, músicos e bailarinos e uma fabulosa montagem, exploram novas tecnologias da luz, do som e do vídeo, que fizeram de “Jesus Cristo Superstar” o espectáculo do ano.
Anabela, a popular cantora que protagonizou “Música no Coração”, ”My Fair Lady” e “ A Canção de Lisboa”, e representou Portugal na Eurovisão, interpreta em “Jesus Cristo Superstar” o controverso papel de Maria Madalena, partilhando-o com Laura Rodrigues, outra das grandes revelações de “Jesus Cristo Superstar”.
David Ventura é o intérprete ideal no papel de Jesus da Nazaré, contemplando-o com uma comovente humanidade e uma prodigiosa capacidade vocal, ao lado de um exuberante e explosivo Judas Iscariotes, que foi a grande oportunidade de Pedro Bargado, que todas as noites electriza os espectáculos de “Jesus Cristo Superstar”.
Pedro Bargado foi um dos grandes vencedores do “Chuva de Estrelas”, tal como Sérgio Lucas um vencedor do “Ídolos” que interpreta a personagem de Simão, o mais rebelde Apóstolo de Cristo.
Bruno Galvão é Pôncio Pilatos e Pessoa Júnior, o actor brasileiro radicado em Portugal, é Herodes. Eles são os protagonistas de “Jesus Cristo Superstar” à frente de um numeroso elenco que durante o mês de Agosto actuará diariamente, às 22h, no Portimão Arena.
“Jesus Cristo Superstar” é representado e cantado em português e legendado em inglês e espanhol.
Para reservas: 282 414 333 ou Fax: 282 411 320
Texto e informações da produção do espectáculo

Casa da Comédia reabre dia 23, após três anos de obras







A Casa da Comédia em Lisboa, fechada cerca de três anos para obras, reabre dia 23 de Julho com a peça "Otário doing again", de Filipe Crawford.

"A Casa da Comédia foi hoje licenciada para reabrir como espaço público de espectáculo, depois de garantidas todas as exigências legais", disse à Lusa Cláudia Regina, da Casa da Comédia.

Com a autorização da Inspecção-geral das Actividades Culturais, a reabertura será assinalada com a estreia de "Otário Doing again", a continuação da saga de "Otário Doing", escrita por Filipe Crawford.

"Otário Doing again" estará em cena todas as quintas e sextas-feiras às 22:00 e aos sábados e domingos às 17:00, com João Paulo Silva e Pedro Diogo.

Aos sábados, pelas 23:00, será apresentado um original de João Paulo Silva, com o próprio em palco, intitulado "Supper Bigg Magik Shoow".

As duas peças estarão em cena até 09 de Agosto, altura em que o Festival de Máscaras de Lisboa passará pela Casa da Comédia.

A Casa da Comédia, situada na zona da Lapa, tem sido um espaço de teatro desde finais da década de 1950, tendo por ali passado encenadores e actores como Fernando Amado, João Osório de Castro, Fernanda Lapa, Maria do Céu Guerra e Filipe La Feria, entre outros.
Lusa/Fim