Saturday, April 28, 2007

cassting Tiago Guedes

Audição para novo projecto coreográfico de Tiago Guedes
O coreógrafo Tiago Guedes abriu audições para o seu novo projecto coreográfico Tudo tem que mudar, com data de estreia prevista para Fevereiro de 2008, em Armentiéres, França. As audições decorrerão dias 26 e 27 de Maio, em Lisboa, no espaço da REAL, sendo a data limite de inscrição o dia 11 de Maio. O criador procura dois intérpretes que devem levar um instrumento de música, não sendo, no entanto, necessário um conhecimento musical específico.
A peça, cujos ensaios decorrerão entre 05 de Novembro 07 e 31 Janeiro 08, em Lisboa, Montemor-o-Velho, Bruxelas e Armentiéres, tem estreia marcada para 01 Fevereiro em França, estando também marcada a sua apresentação, na Culturgest, em Maio, no âmbito do Alkantara Festival.
Para mais informações: Dina Lopes (Produção) - 21 390 92 56 ou email: prod.materiaisdiversos@gmail.com

Casa d'os Dias da Água

Wednesday, April 25, 2007

Raquel Tavares no Trindade


HISTÓRIA DE UMA CANTADEIRA
Raquel Tavares em concerto

Sala Principal do Teatro da Trindade
Sábado, 5 MAIO 21h30

Se fado quer dizer destino; então que se fale de Raquel Tavares.
Sente-se na voz, na atitude, na expressão e acima de tudo na coragem que tem em assumir-se como “Uma Fadista”. Tudo isto não pode ser por acaso, nem pelo facto de se falar de uma artista com um enorme talento para representar. Nenhuma grande actriz poderia assumir tão bem este papel…

Alem da versatilidade, Raquel Tavares tem o talento de recriar aquilo que poderia ser um “Fado Balada” ou um “Fado Canção”, num grande fado dos nossos tempos, como nos temas “Noite”, “Querer Cantar”, “Por Momentos” ou “Trazes pedaços de mim”. Dando-lhes assim a sua interpretação de forma tão carismática.

Existe ao redor da artista um “íman” que atrai a criação de todos os que a rodeiam, desde o disco ao espectáculo que se foi criando por si só, na inspiração daquilo que é o personagem principal e ao mesmo tempo a “musa” deste projecto. Tinha de ser mesmo assim. Não se poderia abordar outro tema, senão a “História de uma Cantadeira”. A história de Raquel Tavares.
Inevitavelmente “O Seu Destino”, aquilo que ela nunca poderia deixar de ser.

Ficha Técnica
Voz: Raquel Tavares
Guitarra Portuguesa: Bernardo Couto
Guitarra Clássica: Diogo Clemente
Baixo: Fernando Araújo
Direcção Musical: Diogo Clemente
Stylist: Carlos Gonçalves
Fotografia: Steve Stoer
Direcção técnica e concepção do espectáculo: Hélder Moutinho
Produção: HM Música

Classificação etária: Para todos
Duração: 60 minutos (s/ intervalo)

Preços: 7€ a 12€
Descontos: 20% - Jovens c/ – 25 anos, Seniores e Sócios cartão FNAC, Pin Cultura e Profissionais Espectáculo 30% - Grupos + 10 pax e Sócios INATEL

Monday, April 23, 2007

FITEI


Lliure no espectáculo de abertura

European House (Pròleg d’un Hamlet sense paraules) do grupo catalão Teatre Lliure será o espectáculo de abertura do XXX FITEI que decorrerá em Maio e Junho na cidade do Porto. Trata-se de uma criação e encenação de Alex Rigola, estreado na Temporada Alta de Girona e já apresentado em Bordéus, Dusseldorf, Roma e Berlim. O espectáculo é apresentado graças à parceria do Teatro Nacional de S. João com o Fitei.


Marília Gabriela

A actriz, apresentadora e jornalista brasileira Marília Gabriela chegou a estar anunciada para o Fitei 2007. De facto, a organização do Fitei e a actriz estiveram em conversasões para apresentação no Porto do espectáculo “A Senhora Macbeth” de Griselda Gambaro, com encenação de António Abujamra, texto onde se inventa um novo olhar sobre uma das obras mais ricas da literatura dramática. No entanto, a actriz está neste momento a trabalhar numa série para a televisão e as datas e horários das gravações não lhe permitiram confirmar a sua presença no Fitei 2007.


Grupos espanhóis no Fitei

O grupo espanhol Titzina, que apresentou no Fitei de 2005, com grande êxito, o espectácuo “Folie a deux”, volta este ano ao Fitei com a sua nova produção “Entrañas”. Também de Espanha já garantiram a sua presença no Festival os Tricicle, que recentemente estiveram em Lisboa e que apresentarão o espectáculo “Tricicle 20” e as Producciones Imperdibles, de Sevilha, para além do espectáculo de abertura pelo Teatro Lliure, de Barcelona.

Saturday, April 21, 2007

CONTOS DE SHAKESPEAR até 31 de Maio


"CONTOS DE SHAKESPEARE"
NA SALA GARRETT DO TEATRO NACIONAL D. MARIA II
A PARTIR DE WILLIAM SHAKESPEARE
PRODUÇÃO TNDM II


ATÉ 31 DE MAIO
SÁB. 16H00 DOM. 11H00
4ª, 5ª e 6ª para escolas sob marcação

Shakespeare para todas as idades na Sala Garrett do TNDM II

Quatro actores, muitos recursos, seis contos, muita imaginação, um autor muito conhecido, uma obra muito divertida. Contar, contar e contar, de mil e uma maneiras. Contar cantando, contar dizendo, contar com objectivos e bonecos, contar fazendo e desfazendo personagens, contar em silêncio. Contar contos de viagens e aventuras, contos de amor e desamor, contos de duendes distraídos e reis malucos. Doze cubos que se vão transformando nos diferentes cenários e um espaço para imaginar muitos espaços. Os contos de Shakespeare que tocam o imaginário infantil, apresentados numa linguagem ágil, lúdica e surpreendente. Quatro intrépidos actores saltando de um conto para o outro, montando e desmontando um puzzle como um espelho das emoções da vida.
Contos contados para trazer histórias de há muito tempo que continuam a encantar os públicos do nosso tempo.

Encenação e Dramaturgia Claudio Hochman
Cenografia e Guarda-Roupa Daniela Roxo
Composição Musical Daniel Schvetz

COM
Catarina Guerreiro Fernanda Paulo Joana de Carvalho Luís Godinho

"Memórias D'Algodão Doce" no Trindade


O INATEL/Teatro da Trindade e Propositário Azul Associação Artística apresentam

MEMÓRIAS D’ALGODÃO DOCE

Sinopse
Quantas memórias são necessárias para construir um Carrossel?
Quantas histórias passeiam nas feiras que sempre foram populares?
Quantas paixões nasceram, quantas brigas perfuraram o punhal no corpo que ficou estendido?
Memórias d’Algodão Doce é uma viagem hilariante através de vidas que nos são próximas e que reconhecemos por fazerem parte de cada um de nós.

Ficha Técnica
Dramaturgia e concepção: Ana Limpinho e Maria João Miguel
Encenação: Maria João Miguel
Cenografia, Figurinos e Adereços: Ana Limpinho
Musica Original: Adriano Silva
Direcção Vocal: Isabel Campelo
Atelier de Gesto: Anabela Mira
Atelier de Consciência Rítmica: José Salgueiro
Desenho de Luz: Gi Carvalho
Sonoplastia: Rui Santos
Fotografia e Design Gráfico: Clementina Cabral
Interpretação: Anabela Mira, Hugo Sovelas, Nuno Nunes, Rui Sérgio, Sónia Neves
Produção: Propositário Azul – Associação Artística

Sala Estúdio
18 Abril a 6 Maio 4ª-feira a sábado às 22h00 e domingo às 17h00

Preço único: 8€
Desconto 30%: Sócios do INATEL, Grupos + 10 pax, Jovens c/ – 25 anos, Pin Cultura, Profissionais do Espectáculo e Seniores
Classificação etária: M/12 anos
Duração: 60 minutos (sem intervalo)

Crimes Conjugais agora no Teatro Aberto



"PEQUENOS CRIMES CONJUGAIS"
NA SALA VERMELHA DO TEATRO ABERTO
DE ERIC-EMMANUEL SCHMITT
Tradução LUIZ FRANCISCO REBELLO
PRODUÇÃO TEATRO NACIONAL D. MARIA II
ABR 26 – MAI 31
3ª a SÁB. às 21h30 DOM. às 16h00

A partir de 26 de Abril, na Sala Vermelha do Teatro Aberto, uma nova oportunidade para ver Pequenos Crimes Conjugais com Paulo Pires e Rita Salema

A partir de uma peça do conceituado autor francês Eric-Emmanuel Schmitt, traduzida por Luiz Francisco Rebello, Paulo Pires e Rita Salema interpretam um casal que enfrenta uma situação insólita. Na sequência de um misterioso acidente doméstico, Jaime fica amnésico. Ao fim de quinze dias no hospital, regressa a casa, para junto da mulher, Luísa, que vai procurar reconstruir, a pouco e pouco, toda a sua história em comum. Pelo seu diálogo passam todos os grandes temas da vida em conjunto: a fidelidade, o desejo, o envelhecimento, a paixão e, finalmente, o amor. Numa sucessão de revelações, a verdade esconde-se nas entrelinhas e terá de ser decifrada.
A peça, que tem conhecido montagens um pouco por todo o mundo, estreou originalmente em Paris, numa interpretação de Charlotte Rampling.

encenação JOSÉ FONSECA E COSTA
cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
figurinos MANUEL ALVES JOSÉ MANUEL GONÇALVES
desenho de luz DANIEL WORM D’ASSUMPÇÃO
assistente de encenação FRANÇOISE ARIEL

COM
RITA SALEMA PAULO PIRES

"Movimento Reciclante" na FIL


O Palco Oriental na FUTURÁLIA
FIL- Parque das Nações/Expo 98

A peça de animação teatral "Movimento Reciclante", será representada nos próximos dias: 19, 20 (quinta e sexta-feira, às 12,50h) e 21(sábado, às 15,50h).

A dramaturgia da animação assenta no tema:

"Movimento Reciclante"
Ficha Técnica
Autoria de Texto e Encenação – Nuno Loureiro
Produção – Palco Oriental

Elenco
Nuno Loureiro – João Renovado
Fátima Apolinário – Bicla Recicla
Nelson Ideias – Amália e D. Afonso Henriques
João Jorge – Cão Fado e Luís Vaz de Camões

Cenografia - Patrícia Raposo
Figurinos – Palco Oriental
Adereços – Mimosa
Duração: 30 minutos

Patrocinadores
Câmara Municipal de Lisboa e Valorsul
Apoio
Junta de Freguesia do Beato
Agradecimentos
Ana Limpinho e Paulo (Desire)

Sinopse
Bem vindos ao Movimento Reciclante!!!
João Renovado apresenta com a sua assistente Bicla Recicla, pela primeira vez em Portugal, acompanhados da única e inovadora Máquina do Tempo!!
Esta inovadora Máquina do Tempo trará aos futuros aderentes ao movimento, testemunhos reais de antepassados portugueses que já aderiram …
D. Afonso Henriques
Amália Rodrigues
Camões…
Através de testemunhos reais João Renovado e Bicla Recicla irão colocar à prova o conhecimento da reciclagem destas figuras emblemáticas de Portugal com a sua Mesa da Verdade (onde estarão vários objectos para reciclagem que os convidados terão de colocar no depósito correcto).
Serão também convidados a participar elementos do público, que para além de terem o prazer de conviver com tão distintas figuras, também serão submetidas á Mesa da Verdade.

“ Se os mais antigos já aprenderam,
você também é capaz!” é o lema deste Movimento, que promete converter milhões de pessoas por todo o Mundo, através de “Reciclar está a Bombar”.

Hoje no Teatro Viriato




Teatro físico QUARTO INTERIOR Circolando
Sábado, 21 Abr. 21h30
Todos os públicos 65 min. aprox. Preço A (5 a 10€) Preço Jovem 5€

Mais uma vez, em Quarto Interior, a Circolando rompe com os cânones de teatro ou dança, enquanto disciplinas estanques, para reafirmar a sua singularidade, privilegiando as formas híbridas das artes cénicas. Com um teatro dançado, sem palavras e próximo da poesia, Quarto Interior fala dos quartos que transcendem as quatro paredes, onde se revela a solidão e a intimidade de cada um.


Quarto Interior abre um ciclo de longa duração na Circolando, intitulado Poética da Casa. Um ciclo que procura as paisagens do sonho, insistindo nos manifestos poéticos que invocam um homem inconformado que inventa um mundo onde prevalece o tempo dos espantos e da beleza. Desta vez, essas paisagens são procuradas nas moradas do espaço íntimo… casas, sótãos, quartos, abrigos de memórias e devaneios. Este ciclo Poética da Casa reúne em si vários projectos. Abre-o Quarto Interior, encerra-o Mansarda. Pelo meio, haverá um projecto de pesquisa transdisciplinar, que terá por centro as artes plásticas, o cinema e a música, e que há-de ficar materializado no que o Circolando chamou “Casa-Abrigo”.

Criação colectiva Direcção Artística André Braga e Cláudia Figueiredo Interpretação André Braga e João Vladimiro Co-produção com Teatro Nacional S. João e em colaboração com Centro Cultural de Belém Apoios
Fundação Calouste Gulbenkian e IEFP / Cace Cultural do Porto

//Biografias
Circolando
Desenvolvendo a sua actividade desde 1999, Circolando vem afirmando a singularidade do seu projecto artístico com a criação e difusão dos espectáculos “Caixa Insólita”, “Giroflé”, “Charanga”, “Cavaterra” e “Quarto Interior”.

Espectáculos que propõem um teatro visual e interdisciplinar que cruza o teatro físico, a dança, o teatro de objectos, o circo, a música e o vídeo.

Um teatro dançado que habita as paisagens do sonho. Um teatro próximo da poesia que traz histórias libertas de toda a lógica narrativa. Histórias que, mais do que contadas, querem-se livremente inventadas por um espectador contemplativo. Histórias que não pretendem oferecer um sentido, mas despertar todos os sentidos... com imagens, músicas, cheiros, emoções...

Um teatro que resulta da pesquisa, da experimentação e do work in progress, submetendo continuamente os projectos a novos questionamentos. As estreias, em vez de constituírem o tradicional encerramento do processo criativo, indicam sempre o seu relançamento.

Um teatro itinerante com forte difusão internacional. Fora de Portugal, Circolando já foi acolhida em Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Alemanha, Áustria, Eslovénia, Coreia do Sul e China.


De modo complementar à criação e difusão de espectáculos, Circolando promove também ateliers de formação em diversos campos artísticos. Recentemente, vem ainda produzindo pequenos projectos de criação cujo objecto final se desvia do formato espectáculo. Performance, instalação, vídeo vêm então abrindo novos campos de expressão e experimentação.

L'Italiana in Algeri no S. Carlos


"L’italiana in Algeri"
Teatro Nacional de São Carlos
2. 3. 4. 5. 8. 9. 10. Maio _ 20:00h 6. Maio 2007 _ 16:00h

"L’italiana in Algeri", ópera de enorme êxito de Gioachino Rossini, regressa
ao palco do São Carlos numa produção do Festival International d’Art Lyrique
d’Aix-en-Provence em co-produção com o Grand Théâtre do Luxemburgo e
o Teatro Nacional de São Carlos.

Com direcção musical de Donato Renzetti e encenação de Toni Servillo.
Donato Renzetti, depois de ter dirigido a Messa da Requiem no quase esgotado Grande Auditório do CCB a 30 de Março último, regressa agora ao fosso do São Carlos.
Toni Servillo, encenador e actor italiano, está de volta ao São Carlos onde já encenou novas produções de Boris Godunov (2001) e Ariadne auf Naxos (2003), para assinar a encenação desta ópera. Da equipa artística destaca-se Daniela Dal Cin na assinatura da cenografia, Ortensia di Francesco na assinatura dos figurinos e Pasquale Mari na concepção do desenho de luz.
Do elenco, destacam-se as duas interpretações dos papéis de Isabella por Kate Aldrich (a Rosina da última produção de Il barbiere di Siviglia em Fevereiro de 2006), e Barbara di Castri; de Mustafà por Lorenzo Regazzo e Wojtek Gierlach; de Lindoro por John Osborn e David Alegret; e de Taddeo por Paolo Rumetz e José Julián Frontal. A jovem soprano Lara Martins (que participou na última produção de O Nariz) interpreta o papel de Elvira, mulher de Mustafà, Filippo Morace empresta a voz a Haly, capitão dos corsários, e Paula Morna Dória canta Zulma, escrava confidente de Elvira.
Dramma giocoso em dois actos. Libreto inspirado (substancialmente) no libreto de Angelo Anelli para L’italiana in Algeri de Luigi Mosca (1808). L’italiana in Algeri (A Italiana em Argel) teve a sua estreia absoluta em Veneza, no Teatro de San Benedetto, a 22 de Maio de 1813. A estreia em Portugal ocorreu no Teatro Nacional de São Carlos em 1815.
L’italiana in Algeri, sumptuoso modelo da ópera buffa ao estilo napolitano, foi a obra com que Rossini congregou a maior atenção do público, tendo a sua estreia – em Maio de 1813 – atingido um imenso êxito. Espontânea e desenvolta, a comédia distingue-se pelo argumento delirante, no qual sobressai a agilidade das peripécias e o hábil desenho dos personagens, enquadrados por um ambiente orientalizante, que propicia um estilo coloratura plenamente desenvolvido.
Acto I
Elvira, mulher de Mustafà, Rei de Argélia, confia tristemente à sua escrava Zulma que o marido já não a ama. Quando Mustafà entra, acompanhado por Haly, capitão dos corsários, tenta falar-lhe, mas o Rei ordena-lhe que se retire para os seus aposentos com Zulma e os eunucos. Para se ver livre dela, resolve dá-la em casamento ao seu escravo italiano, Lindoro, sem atender às razões de Haly. Acaba por ordenar a este que lhe arranje uma italiana, daquelas que tanto arreliam os seus apaixonados, farto como estava de mulheres dóceis e modestas. Concede-lhe seis dias para o conseguir ou espera-o a morte.
Lindoro, que recorda Isabella, a sua noiva que ficara em Itália, não se sente nada gratificado com a proposta de Mustafà e tenta escapar, com argumentações capciosas, à vontade de Rei, mas este, entre lisonjas e ameaças, obriga-o a segui-lo para admirar a mulher que decidira dar-lhe por esposa.
Entretanto, um navio italiano naufraga na costa e Haly, com os seus piratas, acorre para o pilhar e fazer prisioneiros. Entre estes encontram-se Isabella, vinda por mar à procura de Lindoro, e Taddeo, que a acompanha como seu admirador e que ela, para o salvar da morte, faz passar por seu tio. Haly anuncia à bela italiana que será apresentada ao Rei e que se tornará a rainha do seu harém. Taddeo fica horrorizado, mas Isabella assegura-lhe que com a sua astúcia feminina e sua desenvoltura saberá fazer frente àquele terrível Mustafà.
Numa sala do palácio, o Rei informa Lindoro que um navio veneziano, que acaba de pagar o seu resgate, vai partir e que se o jovem deseja voltar à pátria, se apresse a levar Elvira; além disso, dar-lhe-á tanto ouro que ficará riquíssimo. À notícia que lhe traz Haly que entre os prisioneiros do navio naufragado se encontra uma formosíssima italiana, Mustafà, radiante, afasta-se com o seu séquito para ir recebê-la dignamente, enquanto Lindoro procura convencer Elvira a esquecer o marido ingrato e a segui-lo para Itália, onde poderá ter os amantes que quiser.
Isabella é apresentada a Mustafà, que de imediato se apaixona; ela finge corresponder a fim de tirar as maiores vantagens da situação. Entretanto entram Lindoro e Elvira, para se despedirem do Rei: o encontro imprevisto faz inflamar ainda mais o coração dos dois jovens. Mas Isabella não perde a cabeça e, ao saber por Mustafà que a sua ex-mulher e o seu escravo vão partir para Itália, simula uma grande indignação. Se o Bei quer ter uma atitude digna, que fique com Elvira e que ponha o escravo Lindoro ao seu serviço. Mustafà, fascinado por Isabella, cede à sua vontade provocando o espanto geral.

Acto II
Elvira, Zulma, Haly e um grupo de eunucos comentam a condescendência de Mustafà e a esperteza de Isabella, que poderá ser útil à causa de Elvira. Mustafà, entrando a seguir, afirma que saberá conquistar a bela italiana, excitando a sua ambição. Na sala deserta, encontram-se Isabella e Lindoro, o qual assegura à sua bem amada que nunca fizera tenções de a atraiçoar e que a projectada viagem a Itália com Elvira era apenas um estratagema para poder voltar para junto dela.
Isabella arquitecta então um plano com Lindoro para abandonarem a Argélia e fugirem juntos no mesmo barco para Veneza. Saem os dois e entra Mustafà que, cada vez mais apaixonado por Isabella, decide atribuir a Taddeo, que naturalmente julga seu tio, o título de Kaimakan, ou seja, Lugar-Tenente; em troca, este deverá ajudá-lo a conquistar Isabella. Tadeo, obrigado a escolher entre a tortura da empalação e a tarefa humilhante de fazer de alcoviteiro, aceita o título prestigioso, respeitado por todos.
Num maravilhoso aposento face ao mar, Isabella veste-se à turca. Conversando com Elvira, ensina-lhe a maneira mais conveniente para conservar um marido. É necessário dominar os homens e não ser dominada. Mustafà, à parte, ordena a Lindoro que conduza Isabella à sua presença e Taddeo que lhe faça companhia e se retire assim que ele fizer sinal, espirrando. Isabella entra, murmurando palavras ternas a Mustafà, que espirra várias vezes, mas Taddeo finge não ouvir. Então Isabella, divertida com a situação, manda servir o café em três chávenas, uma das quais destinada a Elvira. Mustafà mostra-se muito aborrecido com a presença de Elvira, mas Isabella recorda-lhe a sua promessa de ser gentil com a esposa e o Rei, obrigado a condescender para não irritar a bela e prepotente italiana, começa a suspeitar que está ser alvo de troça.
Enquanto Haly louva a inteligência e a astúcia das mulheres italianas, Lindoro e Taddeo (que não descobriu ainda que o escravo é o noivo de Isabella) asseguram a Mustafà que Isabella está apaixonadíssima por ele e que o quer nomear, com grande pompa e solenidade, o seu «Pappataci» («Come e cala»). O Rei fica muito lisonjeado, mesmo sem saber o que significa aquele título. Os dois explicam-lhe que se trata de um título muito considerado em Itália reservado aos conquistadores irresistíveis: um verdadeiro «Pappataci» deve pensar somente em comer, beber, dormir e divertir-se.
Isabella, que obteve do Rei os escravos italianos para preparar a cerimónia, disfarça alguns de «Pappataci». Encarrega outros de se manterem no barco prontos para a fuga e informa todos da partida que pretende pregar a Mustafà. Taddeo ajuda-a, convencido naturalmente de que ela deseja enganar o Bei por amor dele. Inicia-se a cerimónia. Mustafà, vestindo solenemente de «Pappataci» e lisonjeado por se encontrar no meio de tantos italianos com o mesmo título, promete observar escrupulosamente o regulamento da ordem: deve jurar não ver, não ouvir e não se intrometer, comer e gozar apenas. Fingem depois pô-lo à prova; Isabella e Lindoro trocam frases amorosas e ele, obedecendo às ordens, continua a comer sem se preocupar com o que acontece. Quando um navio acosta ao palácio, Lindoro, Isabella e os escravos italianos entram nele à pressa, enquanto Taddeo apercebendo-se finalmente que Lindoro é o noivo da mulher que serviu com tanta devoção, procura despertar Mustafà para que ele impeça a fuga dos dois apaixonados. Mas Mustafà mantém-se fiel ao juramento dos «Pappataci». De novo, Taddeo tem de escolher entre a tortura de ser empalado se ficar, e a humilhação de auxiliar os objectivos de Lindoro e Isabella; escolhe a humilhação e embarca com os outros.
Acorrem entretanto Elvira, Zulmira e Haly com os eunucos completamente embriagados (obra também de Isabella), aos quais Mustafà, dando-se conta de que foi mistificado, ordena inutilmente que prendam os fugitivos, que se afastam já no barco. «Mulheres italianas nunca mais!», afirma Mustafá, resignado. Pedindo perdão, volta para junto da sua dócil esposa Elvira.
Personagens e Intérpretes
Isabella, dama italiana
Kate Aldrich [2. 4. 6. 8. 10. Mai.]
Barbara di Castri [3. 5. 9. Mai.]
Lindoro, jovem italiano e escravo preferido de Mustafà
John Osborn [2. 4. 6. 8. 10. Mai.]
David Alegret [3. 5. 9. Mai.]
Mustafà, o sultão
Lorenzo Regazzo [2. 4. 6. 8. 10. Mai.]
Wojtek Gierlach [3. 5. 9. Mai.]
Taddeo, companheiro de Isabella
Paolo Rumetz [2. 4. 6. 8. 10. Mai.]
José Julián Frontal [3. 5. 9. Mai.]
Haly, capitão dos corsários
Filippo Morace
Elvira, mulher do sultão Mustafà
Lara Martins
Zulma, escrava confidente de Elvira
Paula Morna Dória
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
maestro titular Giovanni Andreoli
Produção
Festival International d’Art Lyrique de Aix-en-Provence em co-produção com o
Grand Théâtre do Luxemburgo e o Teatro Nacional de São Carlos│ Preço dos bilhetes: entre 25€ e 70€ │

Gala Internacional do Bailado


Casting para Cinema

Casting Actores
Actores para longa metragem
Masculino: Idade superior a 40 anos
Feminino: Idade entre os 20 e 35 anos
Masculino: Idade entre os 20 e 35 anos
Crianças Feminino: Idade entre os 08 e 12 anos
Crianças Masculino: Idade entre os 10 e 14 anos
Casting dia 21 de Abril entre as 10h e 16h
Marcações para: 21 845 36 67 / hugodiogos@msn.com
Morada: Av. Eng. Arantes e Oliveira, 11, 1ºA Lisboa

Casting para Cinema

Enviar c.v.s e fotos para castingcinema@netcabo.pt e ligar para 918719420
A partir de dia15 de Maio e falar com a Olga para marcar casting.

Monday, April 16, 2007

POR DETRÁS DOS MONTES, No Viriato


Banda sonora original de Fernando Mota premiada com uma menção honrosa atribuída pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, no âmbito do Prémio Nacional de Crítica

Teatro POR DETRÁS DOS MONTES Encenação de Miguel Seabra Teatro Meridional
Sexta, 13 Abr. 21h30 >12 anos 65 min. aprox. Preço A (5 a 10€) Preço Jovem 5€

De uma procura colectiva que descobriu e propôs caminhos, que desenhou mapas, que inquietou certezas adquiridas, que alargou horizontes, que rasgou fronteiras e provocou instabilidades surge Por detrás dos Montes, um percurso pelos segredos detrás dos montes do distrito de Bragança. No palco encontram-se os emigrantes, os idosos, os pauliteiros, os mitos, os costumes e a religião e descobre-se uma exímia exploração plástica deste mundo transmontano quase mítico.

Este espectáculo do Teatro Meridional não utiliza a palavra. Há a música interpretada ao vivo em palco e que foi criada sob o signo de John Cage, ou melhor, sob o signo das ideias de Cage acerca do silêncio e do som.

No âmbito do Prémio Nacional de Crítica, da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, esta peça foi distinguida com uma menção honrosa a Fernando Mota pela banda sonora original do espectáculo.

Por detrás dos Montes é o segundo trabalho do projecto Províncias, actualmente, um dos caminhos artísticos do Teatro Meridional, que se caracteriza pela criação de espectáculos que têm como conceito de partida a procura da especificidade e o respeito pela singularidade identitária que marca as diferentes regiões de Portugal. O primeiro trabalho deteve-se na região do Alentejo, através do espectáculo Para Além do Tejo (Prémio Nacional da Crítica 2004) e agora, Por detrás dos Montes debruça-se sobre a região de Trás-os-Montes, tendo como de partida referencial o distrito de Bragança, no Nordeste Transmontano.

Na base de construção deste espectáculo estiveram três residências artísticas de alguns elementos da equipa em diferentes momentos do ano (Dezembro de 2005 e Fevereiro e Agosto de 2006), e duas residências artísticas com todos os criadores do espectáculo (Setembro e Novembro de 2006). O trabalho artístico e técnico desenvolvido integrou ainda um workshop sobre marionetas, com o encenador, João Paulo Seara Cardoso (Teatro de Marionetas do Porto), e um trabalho de Taiji Qigong, diário e continuado, com Pedro Rodrigues.

Criação Teatro Meridional Concepção e direcção cénica Miguel Seabra Dramaturgia e Assistência artística Natália Luíza Interpretação Carla Galvão, Carla Maciel, Fernando Mora, Mónica Garnel, Pedro Gil, Pedro Martinez e Romeu Costa Música Fernando Mota Marionetas Eric da Costa Co-produção Teatro Meridional - Ass. Meridional de Cultura / Teatro Municipal Bragança / Câmara Municipal de Bragança / Teatro Nacional S. João

//Biografias
Teatro Meridional
O Teatro Meridional é uma companhia portuguesa que nos seus espectáculos procura um caminho onde o trabalho de interpretação do actor é protagonista.
As principais linhas de actuação artística do Teatro Meridional prendem-se com a encenação de textos originais (lançando o desafio a autores para arriscarem a escrita dramatúrgica), com a criação de novas dramaturgias baseadas em adaptações de textos não teatrais (com relevo para a ligação ao universo da lusofonia, procurando fazer da língua portuguesa um encontro com a sua própria história), com a encenação e adaptação de textos maiores da dramaturgia mundial, e com a criação de espectáculos onde a palavra não é a principal forma de comunicação cénica.
Realizou até à data 29 produções, tendo já apresentado os seus trabalhos em 17 países - Espanha, Itália, França, Cabo Verde, Brasil, Timor, Marrocos, Jordânia, Colômbia, Bolívia, Argentina, EUA, México, Chile, Paraguai, Equador e Uruguai - para além de realizar uma itinerância anual por Portugal Continental e ilhas.
Desde 1992, ano da sua fundação, os trabalhos do Teatro Meridional já foram distinguidos 17 vezes a nível nacional e 5 a nível internacional.

Miguel Seabra (Concepção, Direcção Cénica e Desenho de Luz)
Lisboa, 1965
Terminou a Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa – Curso de Formação de Actores – em 1992. Nesse mesmo ano funda o Teatro Meridional, companhia que dirige e que tem marcado o seu percurso artístico como actor, encenador, desenhador de luz, formador e produtor.

Natália Luíza (Dramaturgia e Assistência Artística)
Moçambique, 1960
Licenciada pela Escola Superior de Teatro e Cinema, bacharel em Psicologia e Ciências da Educação de Lisboa. Encontra-se actualmente a frequentar o mestrado em Estudos Africanos no ISCTE. Tem dividido a sua actividade como encenadora, formadora e actriz. É co-directora artística do Teatro Meridional.

Fernando Mota (Interpretação – Música)
Lisboa, 1973
Faz música para teatro, dança e vídeo desde 1994. Trabalhou como compositor, músico e actor com diversas companhias e encenadores europeus. Enquanto multi-instrumentista, tem explorado instrumentos tradicionais portugueses e de outras culturas. Trabalha na construção de instrumentos experimentais e na manipulação sonora através da electro-acústica e da informática. Desde 2002 que colabora regularmente com o Teatro Meridional.

FÉRIAS GRANDES COM SALAZAR

FÉRIAS GRANDES COM SALAZAR

no TEATRO DA POLITÉCNICA
DE MANUEL MARTINEZ MEDIERO
CO-PRODUÇÃO TEATRO NACIONAL D. MARIA II TEATRO DAS BEIRAS
COLABORAÇÃO JUNTA DE EXTREMADURA

ABR 24 – MAI 13
3ª a SÁBª 21H30 SÁB. e DOM. 16H00
3 únicas semanas de representação
O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, a partir de 24 de Abril, Férias Grandes com Salazar, de Manuel Martinez Mediero. Esta co-produção entre o TNDM II e o Teatro das Beiras conta com a colaboração da Junta de Extremadura. Um dramaturgo espanhol decidiu escrever sobre a História de Portugal recente e desmistificar essa figura até há bem pouco tempo intocável que foi António de Oliveira Salazar. Manuel Martinez Mediero, autor que Luiz Francisco Rebello classifica de "radicalmente simbólico" nas suas abordagens ao género teatral, escreveu, em tom de comédia burlesca, Férias Grandes com Salazar um espectáculo originalmente estreado em Idanha-a-Nova em 1997. Nesta revisitação da peça, a encenação mantém-se a cargo de José Carretas que assume também a cenografia. Em volta de Salazar, o público encontrará figuras bem conhecidas: desde a "famosa" Maria, a governanta inseparável, até Barbieri Cardoso, Silva Pais, o Cardeal Cerejeira, Carmona, Franco ou Humberto Delgado.

sinopse
Nos últimos dias da vida de António de Oliveira Salazar, vamos encontrar o velho ditador a lutar furiosamente contra a decadência física e intelectual, obrigado a confrontar-se com os fantasmas do passado. Maria, a governanta que dele cuidou a vida inteira, exige-lhe agora aquilo a que se sente com direito: o casamento. Nesse pedido é fortemente apoiada pelo próprio Cardeal Cerejeira, que quer que o Presidente do Conselho – e seu amigo de longa data – morra em paz com Deus…
Entretanto, outras duas visitas se insinuam: o primeiro amor de Salazar, a professora Felismina, que lhe aparece nua em sonhos, e o fantasma de Humberto Delgado, que lhe anunciará que o seu fim está próximo.
Temendo conspirações de bastidores, Salazar desconfia que muitos, nomeadamente Marcello Caetano, esperam a sua morte para poderem, finalmente, chegar ao poder. No entanto, mantém, até ao fim, a doce ilusão de que ainda governa o país…

encenação cenografia JOSÉ CARRETAS
música original FERNANDO MOTA
figurinos MAITE ÁLVAREZ
desenho de luz FERNANDO SENA
assistente de encenação VERA MIRANDA
COM
FRANCISCO BRÁS ANA MARGARIDA CARVALHO ELISA NEVES FERREIRA
EVA FERNANDES CÂNDIDO FERREIRA PEDRO FIUZA CÁNDIDO GÓMEZ FILOMENA GIGANTE CARLOS MARQUES JOÃO MIGUEL MELO
MIGUEL TELMO RINI LUYKS (MÚSICO)

VINTE E ZINCO no D.Maria II

VINTE E ZINCO
NO SALÃO NOBRE DO TEATRO NACIONAL D. MARIA II
DE MIA COUTO

PRODUÇÃO TNDM II
ABR 25 – JUL 01
3ª a SÁB. 22H00 DOM. 16H30

O Teatro Nacional D. Maria II estreia, a 25 de Abril, Vinte e Zinco, de Mia Couto - a história de um Pide em Moçambique nos dias que antecederam e precederam o 25 de Abril de 1974. Este espectáculo, encenado por Maria João Rocha, conta com as presenças de Estrela Novais, Alda Gomes, Augusto Portela, Júlio Martin, Maria Amélia Matta e Vítor Ribeiro. É a primeira vez que o TNDM II leva à cena um texto de Mia Couto, autor maior da literatura Lusófona, um dos escritores moçambicanos mais traduzidos no estrangeiro.

Numa pequena cidade do Norte de Moçambique, o 25 de Abril de 1974 é recebido de forma peculiar… O português Lourenço de Castro, inspector da PIDE, perturbado pela morte do pai, vive com a mãe, Margarida e com a tia Irene. Lourenço de Castro conhece o que é ser membro da PIDE em solo africano, essa «fabricação do medo» que mais não é do que o medo do próprio futuro. “Vinte e Zinco” é uma reflexão sobre o significado da Revolução e sobre as vidas cruzadas de estrangeiros que vivem em território colonial e aqueles que acreditam no poder da terra, o que ela aceita ou não. Oscilando entre dois tempos diferentes, o passado e o presente, mas também o tempo interior, as personagens agem e narram-se simultaneamente a si próprias, como se reordenando o tempo ele se pudesse corrigir. Nesta curta história de memórias, onde a literatura, a história e a ficção se entrelaçam, conta-se o arrivismo português nas colónias negras, a distância que separa os colonizados dos colonizadores.
encenação dramaturgia MARIA JOÃO ROCHA
cenografia figurinos MARIA JOÃO SILVEIRA RAMOS
música original LUÍS CÍLIA
vídeo (sobre colagem de Maria João Silveira Ramos) MARIA JOÃO ROCHA PEDRO LIMA (TRIGITAL)
desenho de luz JOSÉ CARLOS NASCIMENTO
coreografia CATARINA CÂMARA
COM
ALDA GOMES AUGUSTO PORTELA ESTRELA NOVAIS JÚLIO MARTIN
MARIA AMÉLIA MATTA VÍTOR RIBEIRO
BRUNO ALVES LUÍS MARRAFA (bailarinos)

Thursday, April 5, 2007

Mind Fx no Trindade


MIND FX
Teatro-Bar do Teatro da Trindade
De 12 a 28 Abril – 5ª-feira a sábado 23h00

Sinopse
Alguma vez pensou que a sua mente pode ser controlada?
Que escolhas aparentemente livres, não são tão livres assim?
O espectáculo MIND FX apresenta-lhe um novo olhar sobre o pensamento humano e seus modos de comportamento, sua manipulação e previsibilidade. Experiências Extra-Sensoriais tomam lugar numa atmosfera intimista e num tom descontraído, com uma mistura de psicologia, entretenimento e sugestão.
MIND FX traz até si a possibilidade de dar à sua mente uma nova experiência.

Ficha Técnica
Autores e Intérpretes: Leandro Morgado e Alejandro Kei
Técnico de Som: Sérgio Gonçalves
Vídeo: José Santos
Assistência em Palco: Marianela Santos
Produção: Kei Producciones
Duração: 65 minutos
Classificação etária: P/ todos