Friday, August 16, 2013

Poe nas Caldas da Rainha


"LA MALDICIÓN DE POE"
Os contos do escritor norte-americano Edgar Allan Poe (1809-1849) misturam-se em “A maldição de Põe”; contos terríficos como “O gato negro”, em que um homem fica obcecado com um gato; “Os crimes da rua Morgue”, em que um símio vai barbear um velhote; e o poema “Annabel Lee”, o amor impossível e trágico do par protagonista.

Na trama principal, dois adolescentes, Edgar e Annabel, vivem um amor incipiente, sem por isso deixar de jogar como verdadeiras crianças. Ao longo da obra, esta relação vai encontrar diversos obstáculos, tanto por parte dos personagens que Edgar vai conhecer na sua aventura (entre eles um policia que o quer caçar), como pela frágil saúde de Annabel. Os personagens aparecem em tramas secundárias sucessivas que acabam por afetar a trama principal.

Poe apresenta nos seus contos um universo assustador e ao mesmo tempo poético. Poucos como ele conseguiram fascinar-nos com as imprevisíveis fronteiras da morte, essa aparente possibilidade de mover-se nos dois lados da linha. Os seus personagens ficam obcecadas com pessoas, animais e objetos, mas a sua desventura é comovente.

Em “A maldição de Poe” todos os personagens parecem manipulados por uma força desconhecida (e é verdade que na sua condição de títeres estão submetidos a uma severa manipulação). No entanto, a sua maldição não é outra senão uma repetida má sorte, definitivamente cómica.

CRÍTICAS

“Atmósfera perfecta. Una creación atractiva, original, con un terror muy bien orquestado” (Santiago Fondevila. LA VANGUARDIA)

“Un espectáculo poco menos que magistral, en el que la música, los sugestivos y enormes personajes marionetas y un sorprendente trabajo de manipulación conforman una producción sin precedentes” (EL PERIÓDICO DE CATALUNYA)

“Uno de los mejores espectáculos de títeres para adultos del festival. Su espíritu horripilante es contagioso” (Donald Utera. THE TIMES)

“Transmite emociones intensas al espectador. Los expertos manipuladores manejan las marionetas de un modo asombroso. Un montaje excepcional” (Julia Amezúa. ABC)

“Rigurosa, bella e inquietante. Una pequeña obra de arte” (Manuel Sesma. PRIMER ACTO)

“Unos títeres realmente impresionantes, de realismo fantástico, en la ya legendaria ‘La maldición de Poe’, un espectáculo redondo” (Carlos Gil. ARTEZ)

“De nuevo triunfó Teatro Corsario y su espectacular, magnífico, terrorífico y único (ninguna compañía ofrece un espectáculo similar) montaje de títeres” (Ferran Baile. Feria de Lleida 2010. CYBERPADRES)

“Angoixa, inquietud, el ritme axfisiante d'un malson. Massa! Un espectacle que es recorda” (Marcos Ordóñez. AVUI)

“Imágenes impactantes, atmósferas muy bien ambientadas que hacen abrir los ojos con asombro, produciendo un placer superior a la contemplación del mejor cine de género” (Xoán Carlos Riobó. REVISTA GALEGA DE TEATRO)

“Una de las ofertas más interesantes la presentó Teatro Corsario con un espectáculo de marionetas que consiguió atemorizar al público” (Alex Salmón. EL MUNDO)

“Los espectadores fueron captados por la belleza de sus imágenes. Largos y cálidos aplausos” (Fernando Herrero. EL NORTE DE CASTILLA)

“Parece como si desde la ultratumba el propio Poe hubiera guiado a este equipo. Lo inquietante, lo siniestro y lo enigmático adquieren una dimensión fuera de lo común. Adecuadísima la música. Espectáculo magistral” (Carlos Toquero. EL MUNDO DE VALLADOLID)

“Espectáculo de marionetas altamente inventivo, por elas, pela manipulación, pela estructura dramatúrgica, pelo cómico de todos os elementos. Um trabalho supreendente que o público justamente aplaudiu” (Carlos Porto. JORNAL DE LETRAS, ARTES E IDEIAS)

“Ha dejado una estela de éxitos en los festivales en que ha participado. Delicioso cuento de terror” (Pablo Ley. EL PAÍS)

BILHETES

Bilhete Geral: 10.00€
Bilhete Estudante, Sénior: 7.50€
Pack 3: 20.00€
Pack 4: 25.00€
Pack Família 2 adultos + 3 crianças (até 12 anos): 20€

Jean Cocteau estreia no Teatro da Trindade pela mão de Alves do Ó


O SANGUE DO POETA: 50 ANOS DEPOIS
Jean Cocteau é um homem do fascínio. Multifacetado, empreendedor, genial, louco, brilhante, é tudo em tudo o que fez. Este ano comemoramos os 50 anos da sua morte, como se a morte fosse uma verdade na existência imortal de Cocteau. Não é. A morte não existe. Ele iludiu-a, convocou a sua presença para depois matá-la. Basta ver os seus filmes, obras-primas dum cinema único e irrepetível. Há qualquer coisa de bardo e de feiticeiro na obra e na presença deste francês amador do mundo, dos homens e mulheres, da palavra, da imagem, como se essa “arte de viver” fosse, afinal, a única que vale a pena perseguir. E ele perseguiu-a com malabarismos e reflexos. Por isso, tantos anos depois, o seu legado continua tão brilhante como na época em que viu a luz do dia. Não morre, não ganha pó, não ganha tempo, não ganha a terminologia mortífera do clássico.
Tudo em Cocteau: é. E não: foi.

“A Voz Humana” é um dos seus textos mais representados. Desafio pecaminoso e irresistível para qualquer actriz. Feito e refeito de mil formas, actualizado, distorcido, dividido, ampliado, tudo já foi feito com este simples e intermitente telefonema. Tudo. O que nos resta fazer? Pouco, muito pouco. Resta-nos no fundo, mantê-lo vivo, resgatá-lo sempre, como quem alimenta um corpo, uma emoção, um momento.
É um texto para uma voz. A voz como elemento fundamental de todas as histórias. A oralidade que vamos perdendo e que é preciso resgatar do silêncio e do barulho ensurdecedor do mundo que grita muito e diz muito pouco. Aqui, todas as palavras têm um peso e uma intenção. E foi essa arqueologia que decidi fazer. Não apenas ler e dizer o que as palavras formam, mas o que elas escondem. Cocteau, o mágico, o dissimulado, o manipulador da caixa de pandora, brinca com as palavras como quem constrói um labirinto de intenções e angústias. A verdade estampada no texto é frágil, contraditória, exige a nossa máxima atenção. Cocteau faz neste texto o que viria depois a fazer nos seus filmes – nem sempre o que parece, é. Nem sempre o que se ouve, é.
O desafio era exactamente esse – prestar atenção às palavras mil vezes repetidas de Cocteau e abrir uma outra porta para a sua interpretação e para isso voltámos ao local do crime. À cidade de Paris dos anos 30. Voltámos à casa, como detectives de palavras de um assassino que não matando ninguém, nem nada, convoca o mistério como a maior de todas as ambições humanas.
Vicente Alves do Ó
Encenador

Em busca da personagem
Mme. De Merteuil declara guerra ao homem que ama, acreditando ser esse o caminho para o ganhar.
Xerazade embala o seu amante/verdugo contando-lhe histórias intermináveis durante mil e uma noites. A sua voz adormece o carrasco, evita o fim fatal.
Na peça de Jean Cocteau, uma personagem sem nome – destino icónico anunciado – ameaçada de abandono, de morte de amor, recorre também à fala, à palavra, como meio de resistência, de sobrevivência.
A personagem de Cocteau tem a energia da fera Merteuil, na sua lucidez e na estratégia forjada.
Numa situação imaculada de contágio físico, em que só a voz conta, joga-se um jogo de mentira verbal e emocional. Um jogo a dois, mesmo que apenas se oiça um dos jogadores.
Como manda o teatro, o resultado da contenda cabe aos espetadores construir.
Carmen Santos
Atriz

”A VOZ HUMANA” de JEAN COCTEAU – Sinopse
Madame de... espera, impaciente, por uma chamada telefónica. Sabe que virá. Sabe que será uma chamada derradeira. O último telefonema. Através dum fio de telefone, espera recuperar ainda o amante que parte, que a abandona, que se escapa como um fantasma que agora é apenas passado. A realidade dos últimos tempos transformou uma história de amor numa história de memórias e são essas memórias que Madame de... usa para resgatá-lo, trazer de volta, como se o amor fosse um corpo à espera de ser agrilhoado, ou um destino do qual nunca se escapa incólume.
Durante uma hora e meia, Madame de... usa todas as palavras possíveis, todos os silêncios e interrupções, num diálogo que se transforma em combate, em confissão, em fervoroso jogo de enganos e mentiras. A voz, elemento primordial, é onde tudo reside. O coração na boca, dirão, sim, o coração na boca, o sangue num fio de telefone que atravessa a cidade de Paris dos anos 30 e que na penumbra da noite bate com a velocidade de uma pequena tragédia doméstica. Mas todas as tragédias são enormes, gigantes para quem as vive. Diante da noite e do abandono, não há palavra que salve um amor que se desfaz. A verdade é apenas uma questão de tom. Como na música. O tom da voz revela, o que as palavras escondem.


Teatro da Trindade
22 Agosto a 8 Setembro, 2013
Quarta a Sábado às 22H00 | Domingos às 18H00
Classificação Etária: M/12
Bilhetes: entre 8,00€ e 15,00€ (Teatro da Trindade; Ticketline; Fnac)
Descontos: não cumulativos
40% Cartão INATEL e entidades c/ Protocolos c/ INATEL
30% Profissionais do espectáculo; Seniores (+65); Jovens (-25);
Grupos: mínimo 10 bilhetes (marcação prévia, aquisição conjunta)
20% Cartão Fnac

A VOZ HUMANA*
Peça em um acto de Jean Cocteau (1889-1963)
*”La Voix humaine”, 1930, com a amável autorização de Pierre Bergé,
Presidente do Comité Jean Cocteau e titular exclusivo dos direitos da obra de Jean Cocteau

Interpretação Carmen Santos
Encenação Vicente Alves do Ó
Assistente Encenação Anaísa Raquel
Música original João Gomes
Cenografia Eurico Lopes
Figurino Atelier Maria Gonzaga
Penteado Leonel – Le Salon | Cabeleira: Hairplus
Maquilhagem Paulo Julião
Fotografia de cena Rogério Martins

Agradecimentos Comité Jean Cocteau
Institut Français du Portugal

Apoios Encena - Agência de Actores
Auditório Lopes Graça – Câmara Municipal de Almada
Leonel – Le Salon | Hairplus
BIOGRAFIAS
Carmen Santos
Licenciada em Filologia Germânica, é no teatro universitário que tem as primeiras experiências teatrais. Começa também nessa época uma colaboração frequente na rádio e televisão. No ano de 1974 assume a situação de profissional. Começa em Os Bonecreiros e passa pela maior parte dos grupos teatrais de Lisboa – Teatro da Cornucópia, Companhia Nacional II (Teatro da Trindade), Teatro Estúdio de Lisboa, Teatro “A Barraca”, Companhia de Teatro de Lisboa (Graça Lobo), Teatro da Politécnica (de que foi co-fundadora), ACARTE, Teatro Aberto Comuna, Teatro da Malaposta, Teatro Maria Matos, Teatro da Trindade, Teatro Aberto e TNDM II.
Foi ainda co-fundadora do Novo Grupo de Teatro, sediado no Teatro Aberto. Depois do ano 2000, interpreta e protagoniza peças de Tennessee Williams – Bruscamente No Verão Passado; Anton Tchekov – Partitura Inacabada; Ligações perigosas de Christ. Hampton, adapt. do texto de C. Laclos; Imaculados de Dea Loher.
Tem sido presença frequente na TV – em novelas, séries e filmes televisivos, bem como no cinema, em curtas e longas-metragens. Trabalhou com realizadores como – Eduardo Geada, Jorge Queiroga, Joaquim Leitão e Manoel de Oliveira.

Vicente Alves do Ó
Assinou a sua entrada no mundo do cinema em 2000 com dois telefilmes da Sic/Animatógrafo 2 – Monsanto e Facas e Anjos, e a colaboração no projecto de António-Pedro Vasconcelos Os Imortais. Depois de três curtas metragens e alguns argumentos para realizadores portugueses, estreou-se como realizador de longas-metragens em 2011 com “Quinze Pontos na Alma”, com Rita Loureiro, João Reis e Marcello Urghege. Em 2012 lançou o seu primeiro romance “Marilyn à beira-mar” e o filme “Florbela”, com Dalila Carmo, Ivo Canelas e Albano Jerónimo. Sucesso de bilheteira, vencedor de vários prémios, actualmente em digressão internacional por vários países e festivais do mundo.
A sua ligação ao teatro começou no início dos anos 90. Trabalhou no Alentejo, Sines, onde fez algumas formações, escreveu e encenou peças para um grupo amador até ao momento em que se mudou para Lisboa. Desde então escreveu a peça “Amália em Nova Iorque” levada à cena com Maria José Pascoal, no Museu do Fado e tem apresentado micro-peças no Teatro Rápido, onde escreveu e encenou para os actores Anabela Teixeira, Eurico Lopes, Carmen Santos, Márcia Cardoso e Ricardo Barbosa.
Actualmente prepara a sua próxima longa-metragem e escreve o segundo romance com saída em 2014.

Teatro e Dança | Setembro, Outubro 2013 no Teatro Maria Matos



teatro e dança setembro, outubro 2013
no Teatro Maria Matos
( Bilhetes à venda para todos os concertos a partir de hoje na bilheteira física e online do Teatro Maria Matos, ABEP, Agência de Alvalade, CTT, Fnac, Teatro São Luiz e Worten )

teatro
Two Maybe More (na foto)
Marco Martins

6 a 14 setembro (exceto 9 a 11) 21h30
14€ / 7€
Two Maybe More é um projecto multidisciplinar que reflecte sobre as temáticas da relação do indivíduo com o mundo exterior, do privado com o espaço público. Partindo da linguagem coreográfica de Sofia Dias e Vítor Roriz, moderada pelos textos de Gonçalo M. Tavares e a música de Pedro Moreira, conta ainda com a colaboração do Coro Gulbenkian, que surge aqui não no tradicional papel de acompanhamento musical dos intérpretes, mas como parte da estratégia do próprio movimento.

There’s no such thing as society
Ao longo dos próximos meses, o Teatro Maria Matos e os seus parceiros da rede House on Fire irão dedicar atenção ao ressuscitado debate sobre o individual e o comum.

There’s no such thing as society
performance
Re-presentación: Númax 1979
Roger Bernat (Barcelona)

18 setembro 21h30
Entrada livre
Em 1979, depois de dois anos e meio de greves, mobilizações e autogestão, os trabalhadores da fábrica de eletrodomésticos Númax decidiram fazer um filme ― Númax presenta ― com o realizador catalão Joaquim Jordà a narrar esta luta. O filme é uma recolha das discussões e de alguns comités e assembleias dos trabalhadores da fábrica. Em Re-presentación: Númax 1979, Roger Bernat convida o público a participar na reconstituição de algumas cenas do filme de Jordà, recriando os debates e as lutas dos operários da Númax.

There’s no such thing as society
performance
In Common
Ivana Müller (Zagrebe/Paris)

20 e 21 setembro 21h30
12€ / 6€
Dez performers partilham o mesmo palco, a mesma linguagem e o mesmo conjunto de regras, e inevitavelmente deparam-se com situações que têm de resolver em conjunto, problemas comparáveis aos que conhecemos das democracias contemporâneas. O que acontece quando as pessoas se juntam? Aquilo que representamos e como somos representados são as questões cruciais que atravessam este trabalho, em que uma série de proposições coreográficas criam um surpreendente espaço de explorações sociopolíticas.

There’s no such thing as society
performance
We are still watching
Ivana Müller (Zagrebe/Paris)

21 setembro 19h30
Entrada livre
We are still watching tem o formato de um primeiro ensaio, em que os atores, sentados à volta de uma mesa, se confrontam pela primeira vez com a peça. A diferença é que aqui são os próprios espectadores que leem pela primeira vez o texto da peça. Ao longo de uma hora passada na companhia uns dos outros, os espectadores dão corpo a uma comunidade temporária tomando decisões individualmente e em conjunto, mas nunca se desviando do guião. Na sociedade em miniatura que se desenvolve ao longo do espetáculo, cada um vai, aos poucos, assumindo o seu papel.

There’s no such thing as society
workshop
Futuro 2.0
Harald Welzer (Berlim)

28 setembro 10h30 às 13h00
Entrada livre (sujeita à lotação da sala) mediante inscrição até 26 setembro para producao@teatromariamatos.pt
Neste workshop, Harald Welzer apresenta o projeto FUTURZWEI, as suas razões, o seu conteúdo, os seus objetivos. Os participantes são convidados a partilhar projetos e iniciativas similares do seu próprio conhecimento.

dança
What the Body Does Not Remember
Wim Vandekeybus (Bruxelas)

27 e 28 setembro 21h30
15€ / 7,50€
Corria o ano de 1987 e Wim Vandekeybus surpreendia o mundo da dança estreando com a sua companhia Ultima Vez o espetáculo What the Body Does Not Remember. No ano seguinte, em Nova Iorque, o coreógrafo e os compositores Thierry de Mey e Peter Vermeersch receberam os prestigiados prémios de dança e performance Bessie e a peça consagrou-se como uma das mais influentes criações da dança contemporânea. Passados 25 anos e com um novo elenco, What the Body Does Not Remember faz uma nova digressão mundial e passa por Lisboa.


teatro | coprodução mm
Macbain
Gonçalo Waddington e Carla Maciel

16 a 20 outubro
quarta a sábado 21h30 domingo 18h00
12€ / 6€
O holandês Gerardjan Rijnders é um dos dramaturgos mais fascinantes da atualidade. Após um encontro com o casal de atores Gonçalo Waddington e Carla Maciel, decidiu escrever uma peça de teatro para eles sobre dois outros casais: o casal Macbeth, a partir de Shakespeare, e Kurt Cobain & Courtney Love, a partir da biografia Heavier than Heaven de Charles R. Cross.

Imagem gráfica desenvolvida

44.º Aniversário Teatro Maria Matos + 10.º Aniversário mala voadora & Mundo Perfeito
Ao longo de 5 semanas o Teatro Maria Matos apresenta um vasto programa de espetáculos que assinala o décimo aniversário da mala voadora e do Mundo Perfeito. Não há aniversário sem festa e, a convite do Teatro, as duas companhias juntam-se para organizar uma maratona artística intitulada 10 anos 10 horas que servirá também para assinalar os 44 anos do Teatro Maria Matos.

10 anos 10 horas
44.º Aniversário Teatro Maria Matos + 10.º Aniversário mala voadora & Mundo Perfeito
26 outubro 16h00 às 02h00

Tristeza e Alegria na Vida das Girafas
Mundo Perfeito
30 outubro e 2 novembro 21h30

overdrama
mala voadora
31 outubro e 1 novembro 21h30

Se uma janela se abrisse
Mundo Perfeito
7 novembro 21h30

what I heard about the world
mala voadora + Third Angel
8 e 9 novembro 21h30

Os Justos
mala voadora
14 novembro 21h30

Três dedos abaixo do joelho
Mundo Perfeito
15 e 16 novembro 21h30

By heart (nova criação)
Mundo Perfeito
20 a 23 novembro 21h30

Paraíso 1 (nova criação)
mala voadora
26 a 29 novembro 21h30

Cada espetáculo 12€ / 6€
Passe especial para todos os espetáculos 28€ / 14€

"Sala Vip" no Teatro da Politécnica de 4 de Setembro a 19 de Outubro

 

SALA VIP de Jorge Silva Melo

No Teatro da Politécnica de 4 de Setembro a 19 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
RESERVAS | 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)

Com Andreia Bento, Maria João Falcão, Elmano Sancho, António Simão e João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves assistida por Ângela Rocha Construção Thomas Kahrel Músico João Aboim Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Assistente de Encenação João Delgado Encenação Pedro Gil Uma produção Pedro Gil/Artistas Unidos/Culturgest M16

Gente que espera, gente que já morreu? São quem? Personagens do mundo lírico, Leonoras, Huskymiller, Azucenas? Esperam - desesperam. Já tudo acabou?

Huskymiller/Dr. House Não funcionam os rins
nem o baço – não funcionam
os pulmões.
Leonora Respiração assistida?
Açucena E a visícula, o apêndice?
O estômago, a laringe?
O diafragma, os intestinos.
Leonora Funciona alguma coisa?
Huskymiller/Dr. House Nem o cérebro.
Não responde.
Karsenty Jr, Não funciona o coração?
Huskymiller/Dr. House Não.

Jorge Silva Melo, Sala VIP

"A Estalajadeira" na Festa de Teatro - Forúm Luisa Tódi (Setúbal), 5ª 29 Agosto


A ESTALAJADEIRA de Carlo Goldoni

Na Festa de Teatro - Forúm Luisa Tódi (Setúbal), 5ª 29 Agosto

Tradução Jorge Silva Melo Com Américo Silva, António Simão, Catarina Wallenstein, Elmano Sancho,Rúben Gomes, Maria João Falcão, Maria João Pinho, João Delgado, Tiago Nogueira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Assistência Leonor Carpinteiro e João Delgado Encenação Jorge Silva Melo Co-produção AU/ TNSJ/ Centro Cultural de Belém com o apoio do Centro Cultural do Cartaxo M12

E vós, senhores, aproveitai de tudo o que vistes para vantagem e segurança dos vossos corações. E se alguma vez estiverdes numa ocasião de duvidar, quase a ceder, pensai nos artifícios que vistes. E lembrai-vos da Estalajadeira!

Carlo Goldoni, A Estajaladeira

O texto está publicado no Teatro Escolhido de Carlo Goldoni nos Livros Cotovia.

Lisbon Players apresentam programação para a temporada 2013/2014.


O grupo de teatro em inglês The Lisbon Players, de Lisboa, anunciou a programação para 2013/2014, que começa em outubro, com a comédia “Hay Fever”, de Noel Coward (na foto), a primeira das seis peças a apresentar na temporada.
A companhia anuncia a programação que estará em cena no Estrela Hall, numa altura em que a continuidade naquele espaço, que ocupa há 40 anos, é incerta, pelo facto de o Governo inglês, proprietário de todo o quarteirão que integra o teatro, o ter vendido.

Em declarações à Lusa, Jonathan Weightman, de The Lisbon Players, disse que decorrem já negociações com o Governo inglês e com o comprador, “e tudo indica que se continuará a apresentar as peças no Estrela Hall”.

"Acreditamos que vamos continuar lá, e daí estarmos a trabalhar nesse sentido, com uma programação que irá até junho do próximo ano", enfatizou Whightman.

“Hay Fever”, de Noel Coward, terá encenação de António Andrade, seguindo-se, em cartaz, o drama épico de William Shakespeare "Antony and Cleopatra", encenado por José Henrique Neto, que estará em cena em novembro e dezembro.

“The Road to Mecca”, do autor contemporâneo Athol Fugard, abre o cartaz em janeiro próximo e estará em cena até fevereiro, com encenação de Elettra Sacchi.

Em março, sobe à cena “Blind Eye”, de Susannah Finzi, uma peça sobre o julgamento de crimes de guerra, que se passa entre Lisboa e Paris em 1952 e 1982, encenada por Valerie Braddell

“A ação dramática desta peça coloca em confronto, os interesses conflituantes de um advogado dos Direitos Humanos, um negociador de paz e um idoso simpatizante nazi”, explicou fonte dos Lisbon Players.

Em abril e maio estará em cartaz uma peça sobre a I Grande Guerra (1914-1918), “Journey’s End”, de R.C. Sherriff, encenada por Jonathan Weightman.

Situada “por ocasião do centenário da eclosão da I Guerra Mundial, esta peça é um jogo emocionante e comovente que nos traz um vislumbre das trincheiras em Saint-Quentin, durante quatro dias, em março de 1918”, explicou o encenador.

“Pygmalion”, de George Bernard Shaw, encerra a temporada. Esta peça será, desta feita, encenada por Celia Williams. A obra, publicada em Portugal sob o título "Pigmalião", deu origem ao filme “My Fair Lady”, de George Cukor, protagonizado por Audrey Hepburn, Rex Harrison e Stanley Holloway.

Recentemente, a Câmara de Lisboa reconheceu o "elevado interesse cultural" de The Lisbon Players. Numa nota assinada pela vereadora da Cultura, enviada em finais de julho à direção do grupo de teatro, Catarina Vaz Pinto reconhece "o trabalho e o elevado interesse cultural" da companhia, e manifesta "a disponibilidade para contribuir para a obtenção de uma solução que permita viabilizar a manutenção da atividade da The Lisbon Players nos atuais moldes de funcionamento".

Entretanto, está disponível uma petição na Internet, em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=SOSlisbonplayers, na qual se exige a permanência dos Lisbon Plyers no Estrela Hall.

Esta petição já reuniu mais de 2.000 assinaturas, mas são necessárias 4.000 para ser levada à Assembleia da República, como é o propósito do grupo.

“Os Lisbon Players são a mais antiga companhia teatral em atividade contínua em Lisboa, com quatro a seis produções anuais no Estrela Hall desde 1947. Sem qualquer subsídio, têm pago inteiramente a manutenção, obras, licenças e despesas correntes do edifício, integrado num quarteirão doado por D. Maria I no séc. XVIII para usufruto das comunidades estrangeiras residentes na cidade”, lê-se no texto da petição que defende que os Lisbon Players “devem permanecer na sua casa-mãe, o Estrela Hall”.

9ª edição do Circular Festival de Artes Performativas


CIRCULAR FESTIVAL DE ARTES PERFORMATIVAS 9ª edição
21 Setembro a 5 Outubro, Vila do Conde
De 21 de Setembro a 5 de Outubro de 2013 o Circular Festival de Artes Performativas traz a Vila do Conde novas criações, algumas em estreia absoluta, nas áreas da dança contemporânea, performance e música. O programa do Festival inclui nomes como Tânia Carvalho, Ghuna X, Paulo Mendes, Rogério Nuno Costa, Susana Chiocca, Ana Borralho & João Galante, Alina Bilokon, Léa Rault e Urândia Aragão, João dos Santos Martins e Min Kyoung Lee, Tropa Macaca, Joclécio Azevedo, HHY & The Macumbas e programação paralela.

Programa XV Festa do Teatro Setúbal


Nova revista em preparação no Maria Vitória


Friday, August 2, 2013

"Isto é Que Me Dói" em Portimão em Agosto


Numa homenagem a Raul Solnado, José Raposo apresenta a comédia de 1977 que se destacou no panorama teatral português.

Uma adaptação de “Check-up”, com a peça do dramaturgo brasileiro Paulo Pontes, sobre as peripécias do internamento de um actor num hospital público, a ganhar nova vida. Para tal, conta com actores conhecidos do grande público onde se enquadram alguns convidados especiais, como o actor Joel Branco – que fazia parte do elenco original – e o actor Mário Jacques.

A encenação está a cargo de Francisco Nicholson, assistido por Frederico Corado.

Texto de Paulo Pontes
Produção de Estreia, Sucesso e Despedida | Encenação de Francisco Nicholson | Interpretação de José Raposo, Sara Barradas, Joel Branco, Mário Jacques, Fátima Severino, Miguel Raposo, Pedro Carvalho |
Cenografia de António Casimiro e Miguel Sá Fernandes | Assistência de Enceção de Frederico Corado

Morada: TEMPO - Teatro Municipal de Portimão
Largo 1.º de Dezembro, 8500-538 Portimão
Telefone : 282402470
Fax : 282402471
E-mail: info@teatromunicipaldeportimao.pt
Site : http://www.teatromunicipaldeportimao.pt

QUANDO: 31 Jul 2013 a 03 Ago 2013
ONDE: Teatro Municipal de Portimão, Portimão
QUANTO: 12,00€ | 10,00€ para menores de 12, maiores de 65 anos e para grupos com mais de 10 pessoas
HORAS: 22h


"Loucura dos 50" no Teatro Villaret



Comédia com Joaquim Nicolau; António Melo; Almeno Gonçalves e Fernando Ferrão. Encenação de Adriano Luz.
De 8 de Agosto a 15 de Setembro. De quinta a sábado às 21h45 e aos domingos às 17h.
Preço : 15€ (com desconto para grupos e maiores de 65)
Reserve já o seu bilhete através dos contactos: 21 353 85 86 ou 1820

XV Festa do Teatro - Setúbal



Entrou Agosto e a XV Festa do teatro vai entrar com (a)gosto!
De 24 a 31 de Agosto em Setúbal!

Aulas Balleteatro


AULAS
ABERTAS AS INSCRIÇÕES 2013 / 2014 TODAS AS IDADES
DANÇA, TEATRO, BALLETEATRINHO, FOTOGRAFIA E VÍDEO, TAI CHI*, ACROBACIA*, TEATRO FÍSICO*, ATELIERS...
EDIFÍCIO AXA

*actividades gratuitas de inscrição obrigatória dentro do programa 1ª Avenida
+ INFO: producao@balleteatro.pt / servicoeducativo@balleteatro.pt | 935239025 / 937631900
www.balleteatro.pt

"Contos D'Avó"


CONTOS D'AVÓ | 15 a 25 AGOSTO
Joane, Pousada de Saramagos e Vermoim
+ info: www.espacomutante.teatrodadidascalia.com