Monday, June 29, 2009

Teatro da Garagem x 20 no São Luiz em Acontecimento Único!






Odisseia Cabisbaixa, os vinte anos do Teatro da Garagem
Odisseia Cabisbaixa, constituída por duas peças de teatro: António e Maria e Bela e o Menino Jesus, é um projecto do Teatro da Garagem com o qual se pretende assinalar e comemorar o aniversário dos vinte anos desta companhia de teatro. Tratando-se de uma celebração teatral, o Teatro da Garagem pretendeu que esta se realizasse no encontro com o outro. Este encontro assumiu essencialmente duas formas: a inclusão de actores não profissionais no projecto, a saber, membros do Teatro de Estudantes de Bragança, a Dr.ª Helena Genésio, directora do Teatro Municipal de Bragança, um elemento do Clube de Teatro Sénior do Teatro da Garagem, o Sr. Carlos Martins, e alunos do primeiro ano de actores da ESTC; a concepção de um projecto que não seria possível nem teria a actual realização cénica sem as parcerias com o Teatro Municipal de Bragança, onde as duas peças já estrearam, em Março passado, e com o Teatro Municipal S. Luís, onde as duas peças são agora repostas de um só fôlego.
Como todas as odisseias, Odisseia Cabisbaixa tem algo de labiríntico e, por isso, António e Maria divide-se, por sua vez, em duas partes: A Terra Treme e Vapor de Água. Em António e Maria, revisita-se um tema emblemático do Teatro da Garagem, integrando-se o seu desenvolvimento, numa reflexão sobre o percurso da própria companhia. O tema é Portugal, naquilo que inevitavelmente o identifica como Portugal: o portugal dos pequenitos e dos eufemismos; o portugal dos projectos megalómanos e do presidente da junta risonho; o portugal da poesia e das batatas à murro com bacalhau assado; o portugal do António e da Maria e da revolução tecnológica; o portugal de New York, que afinal é Newark; o portugal de Carlos e de Pessoa, o Portugal de muito mais do que tudo isto, que é provavelmente aquilo que nos faz amar este país.
O modo como este Portugal nos aparece surge através do desfile de um conjunto de personagens que compõem uma família, não exclusivamente de sangue, mas principalmente de estilo (não será isto afinal uma companhia de teatro?). O retrato dos seus segredos, medos, glórias, desejos e ambições surge-nos através do desenvolvimento de três planos fundamentais, numa acção que começa na Terra e acaba na Lua: a história de um amor proibido entre um António, Rei da Batata a Murro, e uma Maria que, tendo desejos muito terrestres, começa por cair do céu; a construção de um teleférico para a Lua que é, ao mesmo tempo, metáfora da hilariante demência política, da soturna alienação religiosa e da inevitável desmesura artística; a utopia de uma existência resplandecente, num ambiente de ficção científica de cordel e de artesanato tecnológico, que caracteriza a fantasia lunar da segunda parte.
Sendo uma sequela de António e Maria, Bela e o Menino Jesus estrutura-se também em duas partes, Em volta do lume e Ares da Serra, e é evidentemente uma peça sobre a natalidade. Talvez seja no entanto mais correcto supor que se trata de uma alegoria, de Carlos J. Pessoa, sobre a peculiar e arriscada tarefa da criação artística e sobre a crença na necessidade da utopia, muito embora, e paradoxalmente, se saiba que as utopias são não-lugares e, por consequência, realidades inabitáveis. Como história que toma a ideia de Criação como paradigmática para a ideia de criação artística, Bela e o Menino Jesus implica necessariamente uma nova mitologia, um novo espaço, um novo homem e uma nova zoologia. Mas ao contrário das noções de perfeição, de estabilidade e de missão, associadas à ideia de criação, são sobretudo as ideias de imperfeição, de mutação e de sonho que, em Bela e o Menino Jesus, surgem associadas à ideia de criação artística. Isto é muito claro no espaço onde decorre a acção, um Marte com ares de Trás-os-Montes, onde se sonha com extensos bananais e se cultivam batatas, enquanto ovelhas balem e moscas zunem, e no desenho das personagens. Bela é a este respeito exemplar. Sendo uma espécie rara de anjo malfeito e encantatório, ela é também a pitonisa tosca, objecto de escárnio e maravilha de tantas aldeias portuguesas, e é ainda uma metáfora do resultado do risco criativo, do ímpeto demoníaco de querer trazer algo mais. Acompanham-na uma galeria de personagens, entre o telúrico e o etéreo— o pastor-filósofo, o profeta-animal, o acólito-crente, a amélia-poesia, o presidente-presidente e o Coro-do-teatro-dos-estudantes-de-Bragança-liderados-pela-Cronista-Helena-Genésio, integrando também alunos do primeiro ano da ESTC — que não fazem propriamente coisas, mas instalam tensões, ambientes e paisagens e que progridem do mais concreto, a história de Bela e do seu filho, para o alegórico, onírico e feérico, aspectos que dominam a segunda parte de Bela e o Menino Jesus. Nesta segunda parte, encontramos criaturas de uma zoologia fantástica, a Ovelha Biónica, o Sapo Golias, o Sr. Amável Aspertini, por exemplo, que orientam Bela numa viagem de sonho pelo seu mundo interior, em busca de si própria e do Menino Jesus, talvez a maior das epopeias que cada um de nós tem de realizar: a de se conhecer e situar entre os limites do real e da fantasia.
David Antunes


Teatro da Garagem
ODISSEIA CABISBAIXA
ANTÓNIO E MARIA
BELA E O MENINO JESUS

Ficha Artística e Técnica
Texto, encenação e concepção plástica - Carlos J. Pessoa
Dramaturgia - David Antunes
Música original e Desenho de som - Daniel Cervantes
Cenografia e Figurinos - Sérgio Loureiro
Desenho de luz - Miguel Cruz
Interpretação
“António e Maria” - Ana Palma, Carla Bolito, Carlos Silva, Diogo Bento, Fernando Nobre, Francisco Tavares, Joana Jorge, Maria João Vicente, Miguel Damião e Miguel Mendes
Interpretação
“Bela e o Menino Jesus” - Ana Palma, Carla Bolito, Diogo Bento, Fernando Nobre, Francisco Tavares, Helena Genésio, Joana Jorge, Maria João Vicente, Miguel Damião e Miguel Mendes

Coro - Alexandra Vaz, Ana Guerra, Carolina Matias, Carolina Sales, Cecília Jorge, Eduardo Palma Pessoa, David Cabecinha, Guilherme Teixeira, Joana Duque, Joana Pinto, José Alberto Alves, Maria João Rêgo, Nuno Nolasco, Nuno Pinheiro, Paula Moreira, Ricardo Ladeira, Rui Bordalo, Sérgio Higino, Sofia Ângelo, Sónia Moreira e Tiago Lameiras
Direcção de produção - Maria João Vicente
Produção - Teatro da Garagem
Fotografia - Marisa Cardoso
Operação de Som - Daniel Cervantes
Operação de Luz - Miguel Cruz
Carpintaria - Cristóvão Neto
Apoio à cenografia e figurinos - André Ramos da Silva, Inês Costa, Márcia Duarte e Rita Pico
Mestras de guarda-roupa - Beatriz Henriques, Olga Amorim e Teresa Louro
Co-Produção - Teatro da Garagem, Teatro Municipal de Bragança e Teatro Municipal S. Luiz
Apoios Barbot, SinColour, Hertz, Paulo Vieira Cabeleireiro, CEPAB, Clube Nacional de Natação, Arte e Beleza

Agradecimentos - Ana Vicente, António Manuel Miranda, Francisco Carvalho, Glória Cheio, João Dias, José Peixoto, Luísa Marques Vicente, António Pinto e Maria Anjos (Centro de Formação Profissional de Penteado, Arte e Beleza), Fernanda Matias (Clube de Campo da Aroeira), André Pinto (Hertz), Fernando Alvarez (Teatro Experimental de Cascais), Zé Rui (Teatro Municipal Maria Matos), José Carlos Nascimento e Manuel Guicho (Teatro Nacional D. Maria II), Francisco Vicente e Bernardo Azevedo Gomes (Teatro Nacional de S. Carlos), Teatro O Bando e Teresa Azevedo Gomes




APRESENTAÇÃO
Teatro da Garagem

O TEATRO DA GARAGEM, companhia fundada em 1989, dedica o seu trabalho artístico à pesquisa e experimentação, através da investigação de novas formas de escrita para teatro e de novas formas cénicas que a acompanham. A companhia trabalha com um autor/encenador residente, Carlos J. Pessoa, que é também o responsável pela Direcção Artística do Teatro da Garagem, um músico residente que compõe e interpreta a banda sonora dos espectáculos, um núcleo de actores fixos, uma equipa de produção, um dramaturgista, um desenhador de luz e um cenógrafo e figurinista.
Para além das criações próprias, a partir de textos originais de Carlos J. Pessoa, e da releitura de alguns clássicos, a companhia desenvolve um trabalho pedagógico, através do Serviço Educativo, com as escolas e associações da zona onde se encontra situado o teatro.

HISTORIAL
CRIAÇÕES
Teatro da Garagem

1990 - PEQUENO AREAL JUNTO À FALÉSIA COM CRAVOS, PARECE-ME..., Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Lisboa
1991 - O DIA DO QUARTETO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Lisboa1992 - O VESÚVIO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Teatro da Comuna, Lisboa; A CIDADE DE FAUSTO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Teatro da Malaposta, Loures
1993 - CAFÉ MAGNÉTICO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Lisboa
1994 - D. JOÃO a partir de Molière. Encenação de Carlos J. Pessoa Teatro da Malaposta, Loures; Amadora; Portimão; A GESTA MARÍTIMA, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Estufa Fria, Lisboa; Teatro Universitário do Porto
1995 - A NOSSA ALDEIA, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Teatro da Comuna, Lisboa; Torres Vedras; Citemor, Montemor-o-Velho; Cairo; Teatro Universitário do Porto; Teatro Gil Vicente, Cascais; Portimão
1996 - OS PIRATAS. Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção com o Centro Cultural de Belém Pequeno Auditório do CCB, Lisboa; Citemor, Montemor-o-Velho; Almada; Portalegre; Teatro Gil Vicente, Cascais; Porto
1997 - HOTEL SAVOY, Texto de Joseph Roth e encenação de Jorge Listopad Co-produção com o ACARTE ACARTE, Lisboa; PENTATEUCO MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA PARA O ANO 2000:O HOMEM QUE RESSUSCITOU – EPIFANIA EM 20 ESTAÇÕES, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Teatro Nacional D. Maria II, Centro Cultural de Belém, Rivoli Teatro Municipal, Expo’98 Belém Clube, Lisboa; Citemor, Montemor-o-Velho
1997 1998 - DESERTOS – EVENTO DIDÁCTICO SEGUIDO DE UM POEMA GRÁTIS, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Teatro Nacional D. Maria II, Centro Cultural de Belém, Rivoli Teatro Municipal, Expo’98 Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa; Citemor, Montemor-o-Velho; Seixal; Teatro Garcia de Resende, Évora; Teatro Viriato, Viseu; PEREGRINAÇÃO – O FIO DE ARIADNE, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Pequeno Auditório do CCB, Lisboa; Citemor, Montemor-o-Velho; São Paulo
1998 - ESCRITA DA ÁGUA – NO RASTO DE MEDEIA, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Teatro Nacional D. Maria II, Centro Cultural de Belém, Rivoli Teatro Municipal, Expo’98 Rivoli Teatro Municipal, Porto; Black Box do CCB, Lisboa; Citemor, Montemor-o-Velho; São Paulo; Porto Alegre; A MENINA QUE FOI AVÓ – PEÇA TEATRAL EM JEITO DE CONTO DE FADAS, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Teatro Nacional D. Maria II, Centro Cultural de Belém, Rivoli Teatro Municipal, Expo’98 Pequeno Auditório do CCB, Lisboa; Almada; Citemor, Montemor-o-Velho; São Paulo; Lisboa; ESBOÇO SOBRE A ANSIEDADE, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Belém Clube, Lisboa; DEUSES GENIAES, HISTÓRIAS DE A MAR, Encenação de Inês Vicente, Jorge Andrade, José Espada e Maria João Vicente Co-produção EXPO’98 Expo’98, Lisboa; HISTÓRIA DE UM TROPEÇAR, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção com o Instituto do Emprego e Formação Profissional de Lisboa FIL, Lisboa
1999 - O PAVILHÃO DOS NÁUFRAGOS – SOBRE A COMPAIXÃO, 1ª peça de O Livro das Cartas do Tesouro, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Teatro Municipal de Almada; Teatro Carlos Alberto, Porto; Teatro Aveirense, Aveiro; Teatro da Malaposta, Loures; MUDANÇAS, Texto e encenção de Carlos J. Pessoa Citemor, Montemor-o-Velho
1999 2000 - SAGA PRESS, A partir de textos de João Pedro Grabato Dias, selecção de textos e dramaturgia de Maria de Santa-Cruz, encenação de Carlos J. PessoaEspectáculo integrado na 4ª Estação Cena Lusófona Escola da Noite, Coimbra; Teatro D. João V, Damaia
2000 - IN(SUB)MISSÃO – SOBRE A LIBERDADE, 2ª peça de O Livro das Cartas do Tesouro, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Teatro Nacional S. João Teatro Nacional S. João, Porto; Teatro D. João V, Damaia; ERNESTO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Citemor, Montemor-o-Velho; O PAITexto e encenação de Carlos J. Pessoa Teatro O Bando, Lisboa2001 - MIGALHAS DE UM DEUS INTRATÁVEL – SOBRE O PODER, 3ª peça de O Livro das Cartas do Tesouro, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Centro Cultural de Belém Pequeno Auditório do CCB, Lisboa; AS FILHAS DO MARAJÁ – Parte I, Acção Pedagógica com os meninos e meninas do Bairro de Ramalde do Meio Co-produção Porto 2001, Capital Europeia da Cultura integrado no ciclo Teatros do Outro Rivoli Teatro Municipal, Porto; AS FILHAS DO MARAJÁ – Parte II, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Porto 2001, Capital Europeia da Cultura Rivoli Teatro Muncipal, Porto; Loulé; Hospital Miguel Bombarda, Lisboa; Teatro Lethes, Faro; O GATO LUCAS E A TIA ZIZI, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Festival Internacional de Teatro de Almada; Covilhã; Coimbra; Citemor, Montemor-o-Velho; CAPa, Faro; OS TESTEMUNHOS DE ADÉLIA, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Citemor, Montemor-o-Velho; CAPa, Faro; TRÍPTICO TEC, Dramaturgia e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Teatro Experimental de Cascais Teatro Municipal Mirita Casimiro, Estoril
2002 - AS FILHAS DO MARAJÁ, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Festa da Primavera – CCB, Lisboa; A DERIVA DOS FRAGMENTOS – SOBRE O AMOR, 4ª peça de O Livro das Cartas do Tesouro, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Espaço Teatro da Garagem, Lisboa; OS DONOS DOS CÃES, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção DRAMAT Citemor, Montemor-o-Velho; Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa; Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão; Teatro Helena Sá e Costa, Porto; CAPa, Faro
2002 2003 - PAIXÃO SEGUNDO O MEU ANJO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Espaço Teatro da Garagem, Lisboa
2003 - ADÉLIA Z, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Espaço do Teatro da Garagem, Lisboa; Centro Cultural Calouste Gulbenkian, Paris; Théàtre Saint-Louis, Pau; Auditório da Universidade do Minho, Guimarães; Largo da Sé, Braga; Teatro Regional da Serra de Montemuro; MORANGO E A LUZ INTERIORTexto e encenação de Carlos J. Pessoa Espaço do Teatro da Garagem, Lisboa; CIRCO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Espaço Teatro da Garagem, Lisboa
2004 - QUADROS DE UMA EXPOSIÇÃO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Espaço Teatro da Garagem, Lisboa; MORANGO E A LUZ INTERIORTexto e encenação de Carlos J. Pessoa Teatro Campo Alegre, Porto; Cine-Teatro de Arraiolos; ADÉLIA Z, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Oficina de Teatro, Coimbra; TeCA, Porto; Teatro Ribeiragrandense, S. Miguel Açores; Auditório da Academia de Música Eborense, Évora; O SIGNIFICADO DA MOBÍLIA, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa TeCA, Porto; Espaço Teatro da Garagem, Lisboa; Teatro Ribeiragrandense, S. Miguel Açores; OS PERSASTexto de Ésquilo, encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Centro Cultural de Belém Grande Auditório do CCB, Lisboa
2005 - 7 CRÓNICAS DE NATAL PARA UM AUTÓGRAFO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Espaço Teatro da Garagem, Lisboa; ADÉLIA Z, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa CAPa, Faro; A VIDA CONTÍNUA, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Espaço Teatro da Garagem, Lisboa; CAPa, Faro; Teatro Municipal da Guarda; ÁCIDO, Texto e encenação de Carlos J. Pessoa Teatro Viriato, Viseu Teatro Municipal de Bragança; OS PERSAS, Texto de Ésquilo, encenação de Carlos J. Pessoa Co-produção Centro Cultural de Belém, Teatro Municipal de Faro Teatro Municipal de Faro; A CAIXA DOS SEGREDOS, Criação colectiva a partir de uma ideia original de Carlos J. Pessoa Teatro do Campo Alegre, Porto
2006 – ÁCIDO, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa Teatro Taborda, Lisboa Sala La Fundición, Sevilha; CAPa, Faro; 29º F.I.T.E.I., ACE/Teatro do Bolhão, Porto; À PROCURA DE JÚLIO CÉSAR, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa Co-produção Teatro dos Aloés Teatro Taborda, Lisboa; 23º Festival de Almada, Almada; ROSA DA MOURARIA, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa Teatro Taborda, Lisboa; MÁGOA, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa Teatro Taborda, Lisboa; O EXAME, Texto de Patricia O’Higgins-Eckerson, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa Teatro Taborda, Lisboa; A CAIXA DOS SEGREDOS, Criação colectiva a partir de uma ideia original de Carlos J. Pessoa Teatro Taborda, Lisboa
2007 - A MORTE DE DANTON NA GARAGEM, Texto (a partir de A MORTE DE DANTON de Georg Büchner) e encenação de Carlos J. Pessoa Teatro Taborda, Lisboa Teatro Muncipal de Bragança Teatro de Vila Real.; COMÉDIA EM 3 ACTOS, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa Teatro Taborda, Lisboa I CAPa, Faro; TEATRO-CLIP, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa Teatro Taborda, Lisboa; A CAIXA DOS SEGREDOS, Criação colectiva a partir de uma ideia original de Carlos J. Pessoa I Co-Produção Teatro do Campo Alegre e Teatro Municipal de Bragança; TARTARUGAS & LEBRES, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa Teatro Taborda, Lisboa
2008 - TEATRO-CLIP, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa CAPa, Faro I Teatro Municipal de Bragança; ON THE ROAD OU A HORA DO ARCO-ÍRIS, Texto de Carlos J. Pessoa. Encenação de Ana Palma, ODISSEIA CABISBAIXA. ANTÓNIO E MARIA, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa
2009 - ODISSEIA CABISBAIXA. BELA E O MENINO JESUS, Texto, encenação e concepção plástica de Carlos J. Pessoa

PRÉMIOS Teatro da Garagem

1992 - Menção honrosa do Prémio Madalena de Azeredo Perdigão, atribuída a Carlos J. Pessoa, pela encenação de A Cidade de Fausto.
1993 - Prémio Texto de Teatro atribuído a Carlos J. Pessoa no Concurso Teatro na Década do Clube Português de Artes e Ideias pelo projecto Café Magnético.Prémio de Produção Executiva do Teatro na Década do Clube Português de Artes e Ideias, atribuído a José Espada e João Rodrigues pela produção executiva de Café Magnético.
2000 - Prémio CyberKyoske99 - Género Drama atribuído a Carlos J. Pessoa pela peça Desertos – evento didáctico seguido de um poema grátis.
2003 - Menção Especial para Melhor Espectáculo pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, atribuído ao espectáculo Circo.
2009 – Prémio Melhor Texto Original Português atribuído a Carlos J. Pessoa, Melhor Actriz atribuído a Maria João Vicente e Melhor Desenho de Som atribuído a Daniel Cervantes pelo Guia dos Teatros, pelo espectáculo ON THE ROAD – ou a hora do Arco-Íris.



EQUIPA Teatro da Garagem

CARLOS J. PESSOA director artístico, autor e encenador
Nasceu em Lisboa, em 1966. Tem o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema e a Licenciatura em Teatro e Educação pela mesma escola, onde é professor, Director do Departamento de Teatro e coordenador pedagógico-artístico do Mestrado em Teatro, especialização em Encenação. Frequenta o Mestrado em Ciências da Comunicação – Área de especialização em Comunicação e Arte na Universidade Nova de Lisboa. É co-fundador e Director Artístico do Teatro da Garagem. Desde 1989, escreveu e encenou a quase totalidade das peças que a companhia tem apresentado. Tem publicadas as peças Cidade de Fausto, Café Magnético, Pentateuco-Manual de Sobrevivência para o Ano 2000 (ciclo de 5 peças), A portageira da Brisa, 7 Crónicas de Natal para um Autógrafo, Ácido, À procura de Júlio César, Rosa da Mouraria, Mágoa, A Morte de Danton na Garagem, Comédia em 3 Actos, Teatro-Clip e On the Road ou A Hora do Arco-íris. Em 1992 recebeu uma Menção Honrosa do prémio Madalena de Azeredo Perdigão, pela encenação de A Cidade de Fausto; em 1993 recebeu o prémio Texto de Teatro do Teatro na Década, do Clube Português de Artes e Ideias, pela peça Café Magnético; em 2000 foi-lhe atribuído o Prémio CyberKyoske99 – Género Drama, pela peça Desertos / evento didáctico seguido de um poema grátis; em 2003 recebeu uma Menção Especial, pelo o espectáculo Circo, da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro; em 2009 foi-lhe atribuído o Prémio Melhor Texto Original Português do Guia dos Teatros pelo texto On the Road, ou a hora do arco-íris.

MARIA JOÃO VICENTE directora de produção, actriz e responsável pelo serviço educativo
Nasceu no Porto, em 1969. Tem o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema e a Licenciatura em Teatro e Educação pela mesma escola, onde é professora assistente na Licenciatura em Teatro – ramo de Actores e no Mestrado de Teatro/Teatro e Comunidade. Frequenta o Mestrado em Ciências da Comunicação – Área de especialização em Comunicação e Arte na Universidade Nova de Lisboa. Pertenceu ao elenco do Teatro Universitário do Porto, de 1988 a 1992, sob a orientação de A. Capelo. Participou no espectáculo O Jardim das Cerejeiras, de A. Tchekov, com encenação de Rogério de Carvalho, no TEAR (1989). Leccionou a disciplina de Dramaturgia na Academia Contemporânea do Espectáculo do Porto. Foi coordenadora do DRAMAT - Centro de Dramaturgias Contemporâneas do Teatro Nacional S. João. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 1993, como Directora de Produção e Actriz. Em 2003 foi nomeada para Melhor Actriz nos Globos de Ouro pela sua interpretação em Adélia Z e em 2009 foi-lhe atribuído o Prémio Melhor Actriz do Guia dos Teatros pelo interpretação em On the Road, ou a hora do arco-íris.

ANA PALMA actriz e responsável pelo serviço educativo
Nasceu em Lisboa, em 1976. Tem a Licenciatura em Teatro no Ramo Actores pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem formação em dança pela Escola Armando Jorge. Estreou-se profissionalmente em 2001, numa co-produção entre o Teatro da Garagem e o Teatro Experimental de Cascais, no espectáculo Tríptico TEC - A Portageira da Brisa, de Carlos J. Pessoa. Em 2002 colabora com o Teatro dos Aloés no espectáculo Ensaio, escrito e encenado por José Peixoto. No ano de 2003 nasce o seu filho Eduardo. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2001.

FERNANDO NOBRE actor
Nasceu em Moçambique, em 1971. Tem o curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema. Participou em vários projectos musicais como vocalista e/ou bailarino (Grupo FDM, Sara Tavares, Cântico Novo e Shout). É vocalista, compositor e produtor musical de Funky Messengers que conta com um CD gravado e com um projecto musical a solo intitulado Nobre. Trabalhou com Pier Luigi Pizzi (Ópera Rinaldo); companhia SubUrbe (A gente vê-se lá fora) e Teatro Meridional (Histórias 100 Tempo e História de um gato que ensinou uma gaivota a voar). Foi professor de técnica vocal nas companhias SubUrbe e Teatro Meridional. Editou em 2002 o seu primeiro disco com a banda Funky Messengers, Cheira a Funky, albúm que recebeu o Prémio Banda Talento, 2002. É membro fundador do projecto musical Confraria da Paixão, 2003/2004. Trabalhou como actor na peça Alma em Lisboa, de Paulus Manker. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2003.

MIGUEL MENDES actor
Nasceu em Lisboa, em 1966. Tem o curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema e é em licenciado em Teatro - ramo Actores/Encenadores da mesma escola. Frequentou o Bacharelato em Artes Cénicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1991. Em Porto Alegre (Brasil), de 1987 a 1991 trabalhou com António Oliveira, Iriom Nolasco, Marcos Barreto e Miriam Freitas. Em Portugal participou em António, um Rapaz de Lisboa e O Fim, ou tende misericórdia de nós, ambos de Jorge Silva Melo. Criou e interpretou com Joana Bárcia Controle de terra para major tom; criou com o CITEC, de Montemor-o-Velho, Shakespeare Global. Na televisão participou em Na Paz dos Anjos, Desencontros, Os Filhos do Vento e na série Sociedade Anónima. No cinema participou em O Mal, de Alberto Seixas Santos. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 1997.

DAVID ANTUNES dramaturgista
Nasceu em França, em 1969. Fez licenciatura (Línguas e Literaturas Modernas), mestrado e doutoramento (Teoria da Literatura) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e fez investigação na New York University. Escreve artigos sobre filosofia, poesia e teatro e trabalha na dramaturgia de espectáculos. É professor na Escola Superior de Teatro e Cinema. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2004.

DANIEL CERVANTES músico
Nasceu em Lisboa, em 1976. Trabalha como compositor, vocalista e guitarrista na banda Zorg. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 1997. Em 2009 foi-lhe atribuído o Prémio Melhor Desenho de Som do Guia dos Teatros pelo texto On the Road, ou a hora do arco-íris.


MIGUEL CRUZ desenhador de luz e responsável técnico
Nasceu em Lisboa, em 1976. Tem a Licenciatura em Teatro, no ramo de Produção da Escola Superior de Teatro e Cinema, onde frequenta actualmente o Mestrado em Teatro, especialização em Produção. Trabalhou como actor no Grupo Cénico Marconi, Teatro de Carnide e alguns projectos pontuais, com encenadores como João Ricardo, Paulo Ferreira, Luccia Maria, Carlos Cabral e Ricardo Gageiro. Na área da Iluminação estagiou no Teatro Municipal São Luiz onde esteve envolvido em diversos espectáculos de teatro, dança e música. Em 2004 frequentou no Teatro Maria Matos um workshop de direcção técnica orientado por Philippe Mulon. Foi produtor do Grupo Cénico Marconi. Actualmente é Professor Assistente na Escola Superior de Teatro e Cinema. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2005.

SÉRGIO LOUREIRO cenógrafo e figurinista
Nasceu no Estoril, em 1972. Tem a Licenciatura em Design de Cena pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, onde é Professor Assistente na cadeiras de Tecnologias. Mantém actividades de Cenografista, Decorador, Figurinista e Aderecista em Teatro, Televisão e obras particulares e em empresas desde 1992. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2004.


COLABORADORES

MARISA CARDOSO fotógrafa
Nasceu em 1977 na Figueira da Foz. É licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior, e teve formação adicional e especializada em Fotoreportagem pelo Cenjor (Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas). Trabalha como fotógrafa freelancer há cerca de 4 anos, sendo colaboradora regular das publicações Sabado, Dance Club, Agência Zero, Rua de Baixo e Le Cool. Conta ainda com trabalhos publicados no Jornal de Letras e Jornal Semanário; foi responsável pela fotografia oficial do evento internacional de equitação "Global Champions Tour - CSI Estoril 2006", e frequentemente faz assistência de fotografia em campanhas publicitárias de marcas como TMN e CGD. Ainda recentemente fez a coordenação editorial e fotográfica da revista CAIS Best of Festivais de Verão 2005. Desde 2004 é colaboradora em iniciativas organizadas pela Apordoc (Associação pelo Documentário), - nomeadamente doclisboa (Festival Internacional de Cinema Documental), Doc’s Kingdom (Seminário Internacional de Cinema Documental), Panorama (Mostra de Cinema Português) e revista Docs PT. Actualmente, está também ligada à Associação Procur.arte, nomeadamente no Roteiro das Artes do Espectáculo - Pisa-Papéis. Iniciou a sua colaboração com o Teatro da Garagem em 2006.

JOÃO FIGUEIREDO DIAS produção
Nasceu em 1989 em Lisboa. Frequenta a Licenciatura de Teatro, ramo Produção, na Escola Superior de Teatro e Cinema. Realizou curso secundário em Produção Artística na Escola Secundária Artística António Arroio e curso de formação de actores no Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral (I.F.I.C.T.). Mantém actividade como produtor de eventos relacionados com espectáculos e hotelaria, para a empresa Dia-a-Dia Catering e para o Atelier Teresa Capitão desde 2007; integrou a equipa de produção do espectáculo “Guernica” de Fernando Arrabal com encenação de Adolfo Gutkin pelo I.F.I.C.T.; espectáculo “Retábulo das Maravilhas” de Jacques Prévert e “Cenitas de Ricardito” a partir de Ricardo III de W. Shakespeare, com encenação de Ávila Costa pelo G.T.L.; espectáculo “Aqui no Paraíso” de Pär Largerkvist, com encenação de Miguel Fonseca pelo Teatro Agita. Concluiu o curso de organização e gestão de eventos, pela CERTFROM. Integra a equipa do Teatro Agita e da Keep Dreaming como elemento da Produção desde 2008. Iniciou a sua colaboração com o Teatro da Garagem em 2009.

"Agosto em Osage" no Teatro Nacional








"Onde Vamos Morar" no balleteatro









DANCEM no Viriato





DANCEM’09!
Extensão do festival do Teatro Nacional S. João no Teatro Viriato em Julho

Dancem’09! porque Julho é o mês da dança… Da dança pura, vigorosa e orgânica do coreógrafo português e comissário desta edição do Dancem’09! Paulo Ribeiro e da dança de duas referências da coreografia mundial: Philippe Decouflé e Marie Chouinard… Do ballet aquático e novas interacções entre a dança, imagem, luz e música de Philippe Decouflé e da visceralidade da dança de Marie Chouinard. Em Julho, Dancem’09! é uma oportunidade única de Viseu assistir a manifestações artísticas únicas. E para um mês irrepetível, criámos um preço especial. Na compra de bilhetes para os três espectáculos de dança de Julho, os espectadores pagarão apenas 30€!

02 e 03 JUL
MAIORCA
Coreografia Paulo Ribeiro

qui e sex 21h30 60 min. aprox.
Preços: B (7,5€ a 15€) / Jovem 5€
m/ 12 anos

*Preço especial na compra de bilhete para os três espectáculos de dança de Julho: 30€

ESPAÇO CRIANÇA DISPONÍVEL

Maiorca é um espaço habitado de muitas sensualidades que só fazem sentido quando são partilhadas. Maiorca é o princípio da ternura e da delicadeza… Uma ideia muito pessoal do romantismo visível e invisível!
O desafio partiu de Jorge Salavisa quando idealizou que o movimento vigoroso do coreógrafo Paulo Ribeiro e o romantismo associado à música de Chopin poderiam resultar numa criação de forte temperamento. Incitou Paulo Ribeiro a coreografar os Prelúdios, do compositor, interpretados por Pedro Burmester mas, na altura, outras vontades coreográficas acabaram por adiar este desafio.

Após as criações à volta do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa e a sua inerente teatralidade, o regresso à coreografia pura e à capacidade do gesto de criar dramaturgias diversas impôs-se como uma necessidade premente.

Paulo Ribeiro volta à essência. Para o coreógrafo não é o movimento que conta, é a sua génese, não é o coração, é a alma. Já Chopin fazia a apologia da primazia da forma, em detrimento da alma. É neste contra-ciclo, que coreógrafo e compositor se encontram. Em Maiorca, o coreógrafo cria dança à dimensão da música, provocando o público a deixar-se transportar sem reivindicar a racionalidade, tantas vezes redutora, da razão. Porque, ao fim de 25 anos de criações, o desafio maior para Paulo Ribeiro continua a ser o de tornar a dança uma arte que convoca todos, independentemente das particularidades de cada um.

Maiorca em co-apresentação: Teatro Nacional S. João e Teatro Viriato

Direcção e coreografia Paulo Ribeiro
Intérpretes Erika Gustamacchia, Gonçalo Lobato, Marta Cerqueira, Pedro Mendes, Romulus Neagu e São Castro
Música F. Chopin (24 Prelúdios) Interpretada por Pedro Burmester
Figurinos Ana Luena
Desenho de Luz Nuno Meira
Produção Companhia Paulo Ribeiro
Co-produção Centro Cultural Olga Cadaval – Festival de Sintra’09, Teatro Municipal São Luiz, Teatro Nacional São João – Festival Dancem’09 e Teatro Viriato


10 e 11 JUL
SOLO
Coreografia e interpretação Philippe Decouflé

sex e sáb 21h30 75 min.
Preços: C (10€a 20€) / Jovem 5€
m/ 6 anos

*Preço especial na compra de bilhete para os três espectáculos de dança de Julho: 30€

ESPAÇO CRIANÇA DISPONÍVEL

Coreógrafo de referência na dança mundial, Philippe Decouflé dança na primeira pessoa. Em Solo usa o seu próprio corpo para gerar novas interacções entre a dança, imagem, luz e música, produzindo uma sinfonia visual a partir de uma só pessoa.

Através de uma simples e ao mesmo tempo sofisticada fileira de ecrãs e câmaras, o coreógrafo oferece fragmentos de existência e de sensações, gerando um universo tão excessivo como a sua imaginação. Neste mergulho nas águas mais profundas da sua memória, o coreógrafo e intérprete oscila entre o vídeo e uma espécie de ballet aquático. Único no cruzamento de diferentes linguagens com a dança, em Solo, Philippe Decouflé revela a essência da sua obsessão na arte: como contemplar um objecto a partir de vários ângulos ao mesmo tempo, como contar uma história em detalhe e em geral, como metamorfosear o corpo num abstracto caleidoscópio. A dúvida habita-me, explica o coreógrafo na abertura de Solo.

Submerso na ilusão, este Solo é como uma ficção auto-coreográfica: o ideal de vida para um homem e intérprete à procura da constante maravilha.

Solo em co-apresentação: Teatro Nacional S. João e Teatro Viriato

Direcção artística e interpretação Philippe Decouflé
Música Joachim Latarjet
Vídeo Olivier Simola
Luz Patrice Besombes
Som Claire Thiébault
Figurinos Pierre-Jean Verbraeken
Produção Compagnie DCA - Philippe Decouflé
Co-produção Grand Théâtre de Luxembourg,Festival de danse de Cannes Operação vídeo Laurent Radanovic

15 e 16 JUL
ORFEU E EURÍDICE
Coreografia Marie Chouinard

qua e qui 21h30 65 min.
Preços: C (10€ a 20€) / Jovem 5€
m/ 12 anos

*Preço especial na compra de bilhete para os três espectáculos de dança de Julho: 30€

ESPAÇO CRIANÇA DISPONÍVEL

Fascinada pelo corpo e as suas manifestações mais íntimas e secretas, a coreógrafa de referência mundial, Marie Chouinard concebeu uma “dança exploratória, que ousa a devassidão do corpo, o excesso próximo da loucura, retratada por intérpretes de um empenhamento total”, descreve Michèle Fébvre. Orfeu e Eurídice é “uma obra vigorosa, excessiva, habitada por vagas de humor”. A coreógrafa canadiana Marie Chouinard transforma a narratividade do mito antigo de Orfeu e Eurídice em emoções e sensações, jogando com as noções de liberdade, de transcendência e de superação do corpo, reivindicando a totalidade do mesmo.

Corpos possuídos por forças subterrâneas, que surgem através deles, num universo si­nistro e surreal, onde o grotesco rivaliza com a beleza do deus grego do amor, Eros. Descrita por Michèle Fébvre como “demoníaca”, esta peça “ex­põe as fontes viscerais da criação”. As respirações, os gritos, as vogais e as consoantes são arrancadas do orgânico, extirpadas das profunde­zas do corpo, como se fossem uma infra-língua.

Não se trata de um mito sobre o amor. Não se trata de apenas uma Eurídice e um Orpheu, mas vários, múltiplos em número e género. “Orfeu e Eurídice oscila entre a harmonia e o cortar do fôlego, a comédia e a crueldade, as pulsações vitais da vida são aparentes nos corpos possuídos”, finaliza Michèle Fébvre.

Orfeu e Eurídice em co-apresentação: Teatro Nacional S. João e Teatro Viriato

Coreografia e concepção Marie Chouinard
Interpretação Todos os intérpretes da COMPAGNIE MARIE CHOUINARD
Música Louis Dufort
Luzes, cenografia e acessórios Marie Chouinard
Figurinos Vandal
Texto Excertos de Profanations, de Giorgio Agamben, com a permissão do mesmo
Produção COMPAGNIE MARIE CHOUINARD
Co-produção Carolina Performing (Chapel Hill), Festival TransAmériques (Montreal), Fondazione Musica per Roma (Roma), the Gulbenkian Foundation (Lisbon), Movimentos Festwochender Autostadt (Wolfsburg), National Arts Centre (Ottawa), Place des Arts (Montreal), Théâtre de la Ville (Paris), with the support of ImPulsTanz (Vienna).

"Saia Curta e Consequência" nas Caldas da Rainha






Cláudia Vieira e Luís Gaspar são os protagonistas da peça “Saia curta e Consequências”, a partir de um texto de Hervé Devolder, com encenação de Paulo Matos, que vai ser apresentado no CCC a 4 de Julho, a partir das 21h30.

Esta peça é uma surpreendente comédia romântica sobre o amor absoluto, que marca a estreia nos palcos da actriz Cláudia Vieira. O amor é visto e analisado de todos os ângulos.

«Gosta do meu rabo? Não pára de olhar para ele é porque gosta!». Esta é a primeira frase de Cláudia Vieira.

Antes de ter tempo para uma resposta, o personagem masculino (Luís Gaspar), sentado a ler o seu artigo de economia, num banco de jardim, vê-se confrontado por aquela mulher revoltada com os homens.

Ela, decidida a ajustar contas com o primeiro que lhe aparecer, lança-se num desafio arriscado que passará por ameaças, declarações e até confissões inesperadas.
«Você vem de saia curta… porque está calor. E de botas altas… porque está frio».

Depois de um primeiro round claramente derrotado, o homem mostra-se capaz de contestar e de elaborar o seu contra-ataque.

E a situação torna-se ainda mais surpreendente. As duas personagens vão agora a caminho dum “encontro” que mudará as suas vidas para sempre.

E sorrimos e rimos, durante pouco mais de uma hora, de nós e de todos os nossos amores que ali vemos dissecados, partindo com o secreto desejo de passar por um qualquer banco de jardim e termos a oportunidade de vivermos o nosso «encontro».

Os bilhetes custam 20 euros (1ª Plateia), 18 euros (2º Plateia), 15 euros (Tribuna) e 12 euros (Camarotes).

Monólogo com Marília Gabriela pode chegar a Portugal com Filipe La Féria







O monólogo teatral "Aquela Mulher", da autoria do escritor José Eduardo Agualusa, poderá estrear-se em Portugal no final deste ano na sequência de um acordo de princípio entre o encenador Filipe La Féria e a jornalista e actriz brasileira Marília Gabriela, a protagonista.

Filipe La Féria disse hoje ao PÚBLICO que, depois de um encontro em Lisboa, na quarta-feira, com Marília Gabriela, as partes estão “muito interessadas” em trazer "Aquela Mulher" para Portugal e que tudo depende agora de organização de calendários e condições de produção, bem como condições financeiras. “Ela é uma belíssima actriz”, comentou, depois de ter visto o monólogo, escrito para Gabriela por Agualusa e que é baseado na figura de Hillary Clinton no limiar de se tornar a mulher mais poderosa do planeta, ao assumir a presidência dos Estados Unidos.

O texto nasceu quando Hillary Clinton estava “a candidatar-se a candidata”, explica Marília Gabriela ao PÚBLICO. “Depois de ela ter perdido as primárias chegámos a ponderar se seria preciso mexer alguma coisa, mas concluímos que não. A temática é muito mais rica do que o factual”.

A peça, que se estreou no Brasil em 2008 e na qual o actor António Fagundes fez pela primeira vez a direcção de actores, poderá então chegar a Lisboa e ao Porto, no teatro Rivoli, precisou La Féria. Tal só acontecerá em Dezembro porque até lá a actriz está a gravar a nova novela da Globo, "Cinquentinhas".

Os autores planeiam também levar "Aquela Mulher" a Luanda, confirmou Agualusa.

O Teatro Municipal São Luiz chegou a mostrar interesse no projecto, segundo Marília Gabriela, mas as obras na sala principal do teatro inviabilizaram essa possibilidade.

Joana Amaral Cardoso in “Público”

Festlip - A Festa





Saturday, June 20, 2009

Personagem de "A Gaiola das Malucas" cria um blog na net


Zazá Napoli, uma das personagens de "A Gaiola das Malucas" em cena no Teatro Rivoli encenado por Filipe La Féria, criou um blog na internet para, diáriamente, contar ao público em geral o que se passa no seu dia-a-dia e nos bastidores de um grande musical como é "A Gaiola das Loucas". Para quem quiser visitar o seu blog, "O BLOG DA ZAZÁ" basta carregar aqui ou visitar http://www.oblogdazaza.blogspot.com/

Entretanto "A Gaiola das Loucas" com encenação de Filipe La Feria, interpretaçãoes de José Raposo, Carlos Quintas, Rita Ribeiro, Joel Branco, Helena Rocha, Hugo Rendas, Alezandre Falcão, etc, Libretode Harvey Fierstein, Música e Letra de Jerry Herman, Segundo a comédia de Jean Poiretno está em cena no Rivoli Teatro Municipal (Porto) de 3ª a 6ª às 21H30, Sábados às 17H00 e às 21H30 e Domingos às 17H00 e podem ser feitas reservas pelos telefones 222071260 / 65 / 67 ou 222031074 ou pelo e-mail geral@todosaopalco.pt

Thursday, June 18, 2009

Segunda Edição do Festlip - Festival de Teatro Da Língua Portuguesa

Shows, mostra gastronômica, palestras e oficinas complementam a programação gratuita

Em tempos de reforma ortográfica e propostas de unificação da língua portuguesa, a segunda edição do Festlip (Festival de Teatro da Língua Portuguesa) mostra como o teatro pode ser um elo tão forte quanto o idioma. Entre 2 e 12 de julho, onze espetáculos de seis países (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal) se alternarão no Teatro Sesc Ginástico, no Sesc Tijuca e no Espaço Sesc. Sempre com entrada franca, a programação deste ano homenageia o escritor moçambicano Mia Couto e se estende por outras áreas e espaços da cidade, como a Lapa, palco do Festlip Show, e o 00 Cozinha Contemporânea, que ganhará um cardápio inédito, inspirado na culinária típica dos países participantes. A segunda edição do Festlip tem produção da Talu Produções em parceria com o Sesc Rio.

Mais conhecido por sua obra literária, Mia Couto será lembrado no festival por suas criações como dramaturgo e virá ao Brasil receber o troféu Festlip 2009 pela expressiva contribuição e aprimoramento do teatro em Moçambique. Além de uma palestra sobre as relações entre teatro e literatura, o público poderá conferir a montagem de uma peça de sua autoria, ‘Mar me quer’, encenado pelo Grupo Tijac, de Moçambique. ‘A homenagem vem a calhar, pois a ideia do Festlip nasceu de uma visita minha a Moçambique, onde conheci o teatro local e o próprio Mia Couto’, explica Tânia Pires, idealizadora e produtora do Festlip.

Devido ao sucesso da última edição, este ano o festival precisou abrir um edital para dar conta do volume de companhias interessadas em participar da mostra. Com mais de 400 inscritos, um conselho da curadoria – a cargo da pesquisadora Maria Helena Werneck, de Zé Alex, diretor do palco giratório do Sesc, e de Tânia Pires – chegou aos onze grupos selecionados. Ao todo serão mais de 80 profissionais que virão ao Brasil especialmente para as apresentações. Cada país será representado por duas companhias, a exceção de Guiné-Bissau, que faz sua estreia no Festlip com montagem do Grupo do Teatro do Oprimido, criado no país pelo recém-falecido Augusto Boal.

‘Ainda existe, no Brasil, o não despertar para o conhecimento e consumo das culturas dos nossos irmãos de língua. Enquanto isso, a cultura brasileira adentra sem grandes dificuldades e permeada de aplausos em todos os países da língua lusófona. Na primeira edição do Festlip, ficou claro que a unificação da língua falada é algo intangível. A peculiaridade das expressões e vocabulários é a referência mais forte de um povo. Essa distância só tem um caminho a ser quebrada, através do intercâmbio cultural entre esses países’ reflete Tânia Pires.

Esta ideia central de intercâmbio é reforçada pelos eventos paralelos à mostra teatral. Um dos destaques fica por conta de uma oficina de três dias com o diretor português Miguel Seabra, do celebrado grupo Meridional, direcionada aos atores participantes do Festlip e para estudantes de teatro como ouvintes. Um dos principais expoentes do teatro contemporâneo europeu, o diretor vai dirigir um espetáculo no Brasil com estreia prevista até o final do ano. No elenco estarão Tânia Pires e Carla Marins, que escolherão um texto – de língua portuguesa – ao longo do festival.

Em outro dia, uma mesa de debates reunirá os onze diretores do festival em conversa mediada por Tania Brandão. Na via oposta, três companhias brasileiras com sede na Lapa – o Tá na Rua, de Amir Haddad, a Cia. dos Atores, de Enrique Diaz, e o Teatro do Anônimo – apresentarão seus métodos de trabalho para os participantes.

A celebração entre os brasileiros e estrangeiros terá seu clímax no primeiro sábado do Festlip, quando a festa, FestlipShow, contará com a apresentação de grupos e artistas dos países participantes.

Já o 00 Cozinha Contemporânea, na Gávea, terá um cardápio criado especialmente pelo chef Ray Cardoso inspirado na cultura e na culinária típica dos países de língua portuguesa. Durante todo o mês de julho, o menu estará disponível para os clientes da casa.

‘Um dos objetivos do festival é justamente tornar possível este diálogo entre as linguagens de trabalho em diferentes culturas, de tornar viável um encontro de irmãos de língua para uma comunicação sem fronteiras. Se a unificação do idioma é uma questão complexa, a unificação pelo teatro também é, mas vem se tornando realidade. Através das artes cênicas pode-se refletir sobre esta questão. A ideia é, inclusive, criar um banco de dados com os atores de língua portuguesa e, no futuro, dar origem a uma cooperativa de profissionais de teatro’, explica Tânia Pires.

O segundo Festlip conta com apoio das embaixadas de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal, Instituto Camões, Ministério da Cultura, Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro, Fundação Palmares, Funarte e CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.


Programação por dia – Festlip – Festival de Teatro da Língua Portuguesa - 2009

Toda a programação – com exceção da Mostra Gourmet – tem entrada franca, com distribuição de senhas até 30 minutos antes do início da sessão. No teatro Sesc Ginástico, as senhas serão distribuídas 60 minutos antes do início da sessão.

De 2 a 31 de julho:

Mostra Gourmet – O sabor da Língua Portuguesa
Restaurante 00 Cozinha Contemporânea – Pratos especialmente criados pelo chef do restaurante, Ray Cardoso, inspirado na cultura e culinária dos países participantes do Festlip.

2 de julho (quinta-feira)

Abertura oficial do FESTLIP

19h - Teatro Sesc Ginástico
Grupo Tijac, de Moçambique, com o espetáculo “Mar me Quer”, baseado na obra de Mia Couto. Apresentação para convidados.
Entrega do Troféu Festlip - 2009 em homenagem ao premiado escritor moçambicano Mia Couto.

3 de julho (sexta-feira)

19h – Teatro Sesc Ginástico – Palestra com Mia Couto: ‘Metamorfose da literatura para o teatro’

20h – Teatro Sesc Tijuca. Peça: ‘Sobreviver no Tarrafal’, com o Grupo de Teatro Horizonte Nzinga Bandi (Angola- Luanda)

21h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Peça: ‘Uma solidão demasiado ruidosa’, com a Cia Teatral Artistas Unidos (Portugal - Lisboa)

21h30 – Espaço Sesc – Mezanino. Peça: ‘Complexo sistema de enfraquecimento da sensibilidade’, com Cia de Teatro Antro Exposto (Brasil- São Paulo)

4 de julho (sábado)

19h – Teatro Sesc Ginástico. Peça: ‘Lindos dias’, com a Cia. Teatral Primeiros Sintomas (Portugal - Lisboa)

20h – Teatro Sesc Tijuca. Peça: Peça: ‘“Psycho’, com a Companhia de Teatro Solaris (Cabo Verde - Cidade de Mindelo)

21h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Peça: ‘Kimpa Vita - A Profetisa Ardente’, com o Grupo Elinga-Teatro (Angola - Luanda)

21h30 – Espaço Sesc – Mezanino. Peça: ‘O Homem ideal’, com o Grupo M'Bêu (Moçambique - Maputo)

23h – Palco na Lapa: FestlipShow

5 de julho (domingo)

19h – Teatro Sesc Ginástico. Peça: ‘Cortiços - Cia de Teatro Luna Lunera’ (Brasil – Belo Horizonte)

19h30 – Espaço Sesc – Teatro Arena. Peça: ‘No Inferno’, com o Grupo de Teatro do Centro Cultural Português de Mindelo (Cabo Verde – Cidade de Mindelo)

20h – Espaço Sesc – Mezanino. Peça: ‘Nó mama - Frutos da Mesma Arvore’, com o GTO
(Guiné Bissau - Bissau)

20h – Teatro Sesc Tijuca. Peça: ‘Mar me quer’, com o Grupo Teatral Tijac (Moçambique – Maputo com Ilha da Reunião)

6 de julho (segunda)

13h às 18h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Oficina teatral com diretor Miguel Seabra (Teatro Meridional - Portugal)

7 de julho (terça)

13h às 18h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Oficina teatral com diretor Miguel Seabra (Teatro Meridional - Portugal)

20h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Mesa ‘Encenação do Teatro da Língua Portuguesa’, com os diretores participantes e mediação de Tania Brandão

8 de julho (quarta)

13h às 18h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Oficina teatral com diretor Miguel Seabra (Teatro Meridional - Portugal)

19h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Vitrine do Teatro Carioca no Corredor Cultural da Lapa – Grupos condadados: Tá Na Rua, Teatro do Anônimo e Armazém Cia. de Teatro

9 de julho (quinta)

19h – Teatro Sesc Ginástico. Peça: ‘Cortiços, com a Cia de Teatro Luna Luneta (Brasil)

20h – Espaço Sesc – Mezanino. Peça: ‘Sobreviver no Tarrafal’, com o Grupo de Teatro Horizonte Nzinga Bamdi (Angola)

20h – Teatro Sesc Tijuca. Peça: ‘Psichou’, com a Companhia de Teatro Solaris (Cabo Verde)

21h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Peça: ‘No Inferno - Grupo de Teatro do Centro Cultural Português de Mindelo’ (Cabo Verde)

10 de julho (sexta)

19h – Teatro Sesc Ginástico. Peça: ‘Cortiços’, com a Cia de Teatro Luna Lunera (Brasil)

21h30 – Espaço Sesc – Mezanino. Peça: ‘O Homem ideal’, com o Grupo M'Bêu (Moçambique)

21h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Peça: ‘Uma solidão demasiado ruidosa’, com a Cia Teatral Artistas Unidos (Portugal)

20h – ‘Teatro Sesc Tijuca’. Peça: ‘Lindos dias’, com a Cia Teatral Primeiros Sintomas (Portugual)

11 de julho (sábado)

19h – Teatro Sesc Ginástico. Peça: : ‘Mar me quer’, com o Grupo Teatral Tijac (Moçambique – Maputo com Ilha da Reunião)

21h30 – Espaço Sesc – Mezanino. Peça: ‘Complexo sistema de enfraquecimento da sensibilidade’, com a Cia de Teatro Antro Exposto (Brasil)

21h – Espaço Sesc – Teatro Arena. Peça: ‘No Inferno’, com o Grupo de Teatro do Centro Cultural Português de Mindelo (Cabo Verde)

20h – Teatro Sesc Tijuca. Peça: ‘O Homem ideal’, com o Grupo M'Bêu (Moçambique)

23h – Lapa – FESTLIPShow

12 de julho (domingo)

19h – Teatro Sesc Ginástico. Peça: ‘Lindos dias’, com a Cia Teatral Primeiros Sintomas (Portugal)

20h – Espaço Sesc – Mezanino. Peça: ‘Nó mama - Frutos da mesma árvore’, com o CTO (Guiné-Bissau)

19h30 – Espaço Sesc - Teatro Arena. Peça: ‘Kimpa Vita - A profetisa ardente’, com o Grupo Elinga-Teatro (Angola)

20h – Teatro Sesc Tijuca. Peça: ‘Uma solidão demasiado ruidosa’, com a Cia Teatral Artistas Unidos (Portugal)

22h – Espaço Sesc – Mezanino: Cerimônia de encerramento - entrega do Prêmio Festlip 2009 de espetáculo revelação



Grupos teatrais participantes na programação do FESTLIP:

Portugal:

Companhia Teatral Primeiros Sintomas
Espetáculo: “Lindos Dias”, com texto de Miguel Castro Caldas e direção de Bruno Bravo.

Companhia Teatral Artistas Unidos
Espetáculo: “Uma Solidão Demasiado Ruidosa”, com texto de Bohimil Hrabal e
Direção de Antônio Simão.

Moçambique:

Grupo M'BEU
Espetáculo: “O Homem Ideal”, com texto e direção de Evaristo Abreu.

Grupo Tijac:
Espetáculo: “Mar Me Quer”, de Mia Couto com direção de Mickael Fontaine.

Angola:

Grupo Elinga Teatro
Espetáculo: “Kimpa Vita: A Profetiza Ardente”, com texto e direção de José Mena Abrantes.

Grupo Horizonte Nzinga Bandi
Espetáculo: “Sobreviver No Tarrafal”, com de texto Antônio Jacinto e direção de Adelino Caracol .

Guiné Bissau:
Grupo Teatro do Oprimido – Bissau GTO
Espetáculo: “Nó Mama – Frutos da Mesma Árvore”

Brasil:

Cia. Luna Lunera – Belo Horizonte

Espetáculo: “Cortiços”, concepção Cia. Luna Lunera e Tuca Pinheiro e direção de Tuca Pinheiro.

Cia. De Teatro Antroexposto – São Paulo

Espetáculo: “Complexo Sistema de Enfraquecimento as Sensibilidade”, com texto de direção de Ruy Filho

Cabo Verde:

Grupo de Teatro do Centro Cultural Português de Mindelo
Espetáculo: “No Inferno”, com texto e direção de João Branco

Eventos paralelos:

04 de julho (sábado)
FestlipShow

22h – Palco na Lapa
Festa musical com apresentações de músicos brasileiros e internacionais (todos os países participantes). Entrada franca.

4 de julho
Programação a confirmar

6 a 8 de julho (segunda a quarta)
Oficina Teatral:
Com o diretor português Miguel Seabra, do grupo teatral Meridional, direcionada aos atores participantes do Festlip e para estudantes de teatro como ouvintes, com entrada franca (distribuição de senhas).

7 de Julho:
20h – Espaço Sesc Arena
Mesa de debates – ‘Encenação do Teatro da Língua Portuguesa’
A mesa será composta pelos diretores dos grupos teatrais participantes do Festlip, com mediação de Tania Brandão.

8 de Julho:
19h – Espaço Sesc Arena
Vitrine Carioca do Teatro do Corredor Cultural da Lapa
Exposição do trabalho realizado por três grupos teatrais cariocas, Tá Na Rua, Cia. dos Atores e Teatro de Anônimo, através dos seus diretores: Amir Haddad, Enrique Diaz e João Carlos Artigos. Participação dos atores das companhias.

Tuesday, June 16, 2009

Estreia "Gaiola das Loucas"

Estreia "Gaiola das Loucas" no Teatro Rivoli no Porto. Filipe La Féria agradece ao seu elenco, equipa, patrocinadores e apoiantes no dia da estreia, 13 de Junho de 2009. A seu lado José Raposo, Carlos Quintas, Hugo Rendas, Joel Branco, Helena Rocha, Alexandre Falcão, Filipe Albuquerque, entre outros actores e bailarinos e ainda a coreografa Inna Lisniak, o figurinista João Rolo e outros colaboradores.

Friday, June 12, 2009

“A gaiola das loucas”, novo musical de La Féria, estreia amanhã no Rivoli







"A gaiola das loucas" é o novo musical de Filipe La Féria. E tem estreia amanhã, sábado, no Teatro Rivoli, Porto.
José Raposo volta, depois de “Um violino no telhado”, a protagonizar um musical.
Carlos Quintas, Rita Ribeiro, Joel Branco, Helena Rocha, Hugo Rendas e Alexandre Falcão.
Filipe La Féria garante que esta é uma das suas produções mais caras de sempre, tendo contribuído em muito o guarda-roupa assinado por João Rolo e o equipamento de som, alta tecnologia.
"A gaiola das loucas" envolve mais de 120 pessoas, entre actores, cantores, bailarinos, músicos e técnicos.
A partir de domingo, às 17h00, o espectáculo é aberto ao público em geral. O novo musical pode ser visto às 21h30, de terça a sábado, e às 17h00 aos fins-de-semana e feriados.
Para a estreia, toda a Praça de D. João I, onde se situa o Rivoli, será transformada numa imensa discoteca onde actuarão os mais famosos travestis portugueses e estrangeiros, convidados especialmente para a estreia nacional de “A Gaiola das Loucas”.