Thursday, July 30, 2009

Morreu Merce Cunningham aos 90 anos





Merce Cunnigham, considerado o maior coreógrafo do mundo, morreu a semana passada em Nova Iorque. Nascido em Centralia, EUA, em 1919.
Antes de se destacar como criador, tornou-se um dos grandes dançarinos americanos, fazendo carreira a solo. Na década de 40 conheceu o compositor John Cage, e em 1944 Merce e Cage deram o primeiro concerto juntos em Nova Iorque. Desde então tornaram-se companheiros de vida até à morte de Cage em 1992. Merce Cunningham fundou a sua própria companhia em 1953, no Black Mountain College, que se tornou um lugar mítico da criação contemporânea.
Durante meio século, a Merce Cunningham Dance Company foi derrubando as fronteiras da dança convencional e alargando os seus limites. Esta semana os palcos perderam mais um dos seus grandes nomes.

ARTISTAS UNIDOS vencem festival no Rio de Janeiro






O espectáculo "Uma solidão demasiado ruidosa", dos Artistas Unidos de Lisboa, conquistou o prémio revelação do Festival de Teatro da Língua Portuguesa (Festlip) que há dias terminou no Rio de Janeiro.
O monólogo do escritor checo Bohumil Hrabal é encenado por António Simão. Em cena, está um homem solitário que vive numa casa escura e velha cheia de livros cuja função é prensar o papel velho numa cave.
Estreado no Centro Cultural de Belém em 1997, este espectáculo foi reposto em 2007 na Cadeia das Mónicas e tem sido apresentado em digressão desde então.

“DEZANOVE” no Clube Estefânia





"Um homem e uma mulher, fechados numa sala, divagam, brincam, fantasiam... à volta de raptos e homicídios, de mentiras e verdades, de culpados e inocentes. Quem serão? O que planeiam? Ele o raptor, ela a vítima, ela o raptor, ele a vítima? Entre a fantasia e a realidade, jogam o jogo da vida e da morte. Será que alguém vai ganhar?"
Uma Co-produção Cena de Eventos / Qatrelcolectivo, com Dora Bernardo e Nuno Veiga, Figurinos de Rosa Bernardo, Desenho de Luz de João Almeida

"Muito Barulho Por Nada" pelo Teatro Experimental de Cascais











"Muito Barulho Por Nada" é uma peça percorrida por uma análise perspicaz do alcance e natureza da comédia isabelina, com as suas respostas rápidas, complicados jogos de palavras, ideias extravagantes, infindáveis alusões sexuais e algo a que só poderemos chamar uma forma de melancólica indiferença.
A era isabelina parece estar sempre à beira do desespero ou da dissolução, com a perspectiva de estar tudo a ruir em chamas.
O título da peça é já de si indicativo da intriga, em que os protagonistas são movidos por uma série de falsas informações e impressões erróneas.
Tem também um significado lascivo, já que nothing [nada] era calão para o orgão genital feminino.
É uma peça de improbabilidades e coincidências, muito da estima de Shakespeare que parece favorecer tudo o que acresça os efeitos teatrais. Assemelha-se a uma dessas danças ligeiras tantas vezes referidas no texto, a cinque pace ou a giga escocesa, em que a velocidade e delicadeza dos passos são supremas.
MUITO BARULHO POR NADA de William Shakespeare tem encenação de Carlos Avilez e será apresentado no Parque Palmela, em Cascais, todos os dias, de 23 de Julho a 11 de Agosto, pelas 20:30h.
O elenco é composto pelos actores da Companhia: António Marques, Santos Manuel, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real, Gonçalo Carvalho, e pelos alunos finalistas da Escola Profissional de Teatro de Cascais: Adriana Besteiro, Alexandre Carvalho, Ana Gomes, Anna Eremin, Bruno Santos, Christopher Hunstock, David Ferreira, Eric Vinícius, Filipe Ferreira, Francisco Martins, Gonçalo Carvalho, Guilherme Macedo, Henrique de Carvalho, Inês Cunha, João Pedro Jesus, Leonor Biscaia, Leonor Salgueiro, Lídia Munhoz, Mafalda Luís de Castro, Margarida Alves-Diniz, Mariana Faria Leal, Marta Queiroz, Mauro Silva, Mónica Alves, Natacha Almeida, Raquel Batista, Rita Cleto, Rita Santana, Ruben Chama , Rúben Lima, Sadie Exley-Myers, Sérgio Oliveira, Soraya Lopes, Tiago Assunção , Vanda Rodrigues e ainda pelos alunos dos 1º e 2º anos.

Licenciatura Em Cenografia





Na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa estão abertas inscrições para a Licenciatura em Cenografia. Com a participação de alguns cenógrafos internacionais como Joaquin Roy, Yannis Kokkos, Raymond Sarti, Marcel Freydefont, Mahtab Mazlouman, José Carlos Serroni, Guy-Claude François e José Manuel Castanheira, sendo o coordenador do Curso, Rui Barreiros Duarte.

Escola da Noite Estreia “Este Oeste Éden”






Pela segunda vez no seu percurso, o grupo volta a apresentar ao público um texto inédito de Abel Neves, dramaturgo português contemporâneo. Para além da sua obra mais conhecida “Além as estrelas são a nossa casa”, Abel Neves é autor de muitas outras peças de teatro, como “Amadis”, “Touro”, “Terra”, “El Gringo”, “Lobo-Wolf”, “Inter-Rail” e “Nunca estive em Bagdad”.
Em “Este Oeste Éden”, Abel Neves propõe-nos uma arrojada visão da humanidade, revisitando alguns dos mais enraizados mitos fundadores da civilização ocidental e propondo o seu cruzamento, em palco, com sinais da nossa vida quotidiana. Uma reflexão sobre a condição humana e os ciclos de que se constrói a sua história, plena de metáforas e interrogações: seremos nós, humanos, a mais imperfeita e mais irresistível das criações artísticas?
Encenação de Sílvia Brito, Cenografia de António Jorge, Interpretação de Ana Mota Ferreira, António Jorge, Hugo Santos Fonseca, Igor Lebreaud, Maria João Robalo, Miguel Magalhães, Ricardo Kalash, Sílvia Brito e Sofia Lobo
De 16 a 25 de Julho, de quarta a sábado, às 21h30, Teatro da Cerca de São Bernardo
Tel 239 718 238

Tuesday, July 14, 2009

“PIAF” no Politeama







Dez anos depois da estreia de “Callas” e de “Amália”, Filipe La Féria estreia agora no Teatro Politeama “Piaf”, um espectáculo extremamente emotivo com as interpretações de Wanda Stuart e Sónia Lisboa ao lado de Noémia Costa, Paula Sá, Mafalda Drummond, Jorge Pereira, Ricardo Loscar, Bruno Galvão, Silvano Magalhães, Ruben Madureira, Nuno Barbosa, Arménio Pimenta e Rui Andrade. A partir de dia 16 de Julho o palco do Teatro Politeama em Lisboa será invadido pela vida, as canções e a voz de “Piaf”.


FESTEIXO 2009 em Viana do Castelo





Em Viana do Castelo decorre o Festeixo – Festival de Teatro do Eixo Atlântico 2009 até dia 19 de Julho. Com grandes dificuldades se realiza mais um ano, sendo este o 14º, no entanto Castro Guedes, director artístico do Festival lamenta-se nas páginas iniciais do programa da total falta de apoio dos serviços centrais que estão de costas voltadas para este festival que teima em chamar a sua atenção. Os amantes de teatro podem ver dia 13 “Pedras nos Bolsos” com Diogo Morgado e Rui Unas, dia 15 “Rosa Enjeitada” num excelente espectáculo musical de Fernando Gomes e para terminar no dia 17 “Variações Enigmáticas” encenado por João Mota com Carlos Paulo e Álvaro Correia. Para mais informações passe por www.centrodramaticodeviana.com

Teatro Capitólio arranca com obras





Segundo António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, as obras para a reconstrução do Teatro Capitólio no Parque Mayer vão começar dentro de três semanas. O teatro, um dos grandes marcos do Parque Mayer, foi construído em 1931 e a sua reconstrução está orçamentada em dez milhões de euros, sendo a primeira obra a marcar o começo da reabilitação do Parque Mayer.
Depois da “saga” de Frank Gehry é agora a vez do arquitecto Manuel Aires Mateus ver o seu projecto em andamento (projecto muito mais abrangente, tendo em conta que se estende desde o Museu da Escola Politécnica e Jardim Botânico). As obras de reposição da traça original do Teatro Capitólio, e reabilitação das características que o tornaram no primeiro edifício do Movimento Moderno, começam desde já com a demolição de todos os elementos que não integravam o projecto original.

"DEMO – um musical Teatro Praga” no S. Luiz






O espectáculo «Demo – um musical Teatro Praga» vai estrear no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, dia 17 de Julho, com música de Kevin Blechdom, Christopher Fleeger e Andres Lõo e com a participação de Rão Kyao.
“Demo” parte da experiência do Ciclo Outras Lisboas, em 2008 e a propósito do Ano Europeu do Diálogo Intercultural. Em 2009, não querendo deixar de pensar a relação com outras Culturas, o Teatro Praga vê-se desafiado, pelo São Luiz, a olhar a Índia e as suas múltiplas expressões. Demo, na indústria musical, é um ensaio ou "sample", mas também pode abreviar "democracia", "demonstração" ou a versão incompleta ou limitada de um programa de computador.
Com André e. Teodósio, André Godinho, Andres Lõo, Carlos António, Christopher Fleeger, Cláudia Jardim, Joana Barrios, Joana Manuel, José Maria Vieira Mendes, Kevin Blechdom, Luís Madureira, Miguel Bonneville, Patrícia da Silva, Pedro Penim e Rita Só. As sessões decorrerão na Sala Principal de quinta-feira a sábado, às 21:00 horas; e aos domingos, às 17:30. O preço varia entre 10 e 20 euros, havendo descontos habituais. http://www.teatrosaoluiz.pt/ ou www.teatropraga.com

"O Rancor” nas Aguncheiras






O Espaço das Aguncheiras estreia “O Rancor, Exercício sobre Helena” de Hélia Correia, com encenação de Alberto Lopes e São José Lapa com as interpretações de Jorge Fraga, São José Lapa, Valerie Braddell, Inês Lapa Lopes, João Paiva, Rui Pedro Cardoso, Paulo Pinto. “Um espectáculo de emoções e ligações, por vezes perigosas, este nosso RANCOR leva até si todo o amor de uma equipa de entusiastas.”
“O Rancor” estará em cena na Fortaleza de Sesimbra às 20.15h nos dias 3,4 e 5 de Julho e no Espaço das Aguncheiras nos dias 11, 12, 18, 19, 25 e 26 de Julho e 1 e 2 de Agosto. Para mais informações passe por http://espacodasaguncheiras.blogspot.com/

“A Caravana” no Meridional






Estará em cena até 02 de Agosto de Quarta a Domingo às 22h “A Caravana” de Nuno Pino Custódio do Teatro Meridional. Espectáculo que evoca a Rota da Seda, “através do comércio de um tecido leve, macio e brilhante, feito de fibra natural, o Oriente e o Ocidente deram-se a conhecer. Foi com a Rota da Seda, entre povos, culturas e singularidades, que se expandiram tantas novas ideias sobre o mundo!”
Interpretação de Carlos Pereira, Catarina Guerreiro, Nuno Nunes, Rui M. Silva e Yolanda Santos.