Monday, January 2, 2017

"Amália" regressa ao Politeama


A peça “Amália — o Musical”, de Filipe la Feria, que também encena, regressa ao palco do Teatro Politeama, em Lisboa, em janeiro, anunciaram as Produções La Feria. “Atendendo a centenas de pedidos, o Teatro Politeama [em Lisboa] vai pôr de novo em cena ‘Amália – o Musical’ no próximo mês de janeiro”, lê-se no comunicado divulgado este sábado.

“Amália — o Musical”, protagonizado por Alexandra, no papel de Amália Rodrigues, estreou em finais de 1999 no Casino do Funchal, na ilha da Madeira. Em seguida a peça esteve em cena no Teatro Politeama e no S. Luiz, em Lisboa, bem como no Auditório do Casino Estoril, entre outras salas como a do Zenith, em Paris.

Em “seis anos em cena com 1.375 representações”, a peça registou “mais de três milhões de espetadores”, segundo a mesma fonte.

“‘Amália – o Musical’ de Filipe La Féria, foi uma das últimas vontades de Amália Rodrigues que em 1998 manifestou ao encenador o desejo de ver a sua vida num grande musical. Em 1999 o musical subiu a cena no Casino do Funchal tornando-se no maior sucesso de sempre a nível nacional e internacional do espetáculo em Portugal que, só em Paris teve cinquenta mil espectadores na sua apresentação no Zenith, percorrendo todas as capitais francesas e suíças e ultrapassando todos os recordes de audiências”, segundo a mesma fonte.

A “nova versão terá a participação de todo o elenco original”, entre eles, Alexandra, Anabela, Liana, Carlos Quintas e Tiago Diogo. Um elenco com “mais de 50 fadistas, atores, bailarinos e músicos”, remata o teatro.

A Noite da Iguana no São Luiz Teatro Municipal


A NOITE DA IGUANA de Tennessee Williams Tradução Dulce Fernandes Com Nuno Lopes, Maria João Luís, Isabel Muñoz Cardoso, Joana Bárcia, Pedro Carraca, Tiago Matias, João Meireles, Vânia Rodrigues, Pedro Gabriel Marques, Catarina Wallenstein, Américo Silva, João Delgado, Bruno Xavier, Ana Amaral Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves, Luz Pedro Domingos, Som André Pires Coordenação Técnica João Cachulo Produção João Meireles Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Bernardo Alves Encenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos/SLTM/TNSJ

No São Luiz Teatro Municipal de 19 de Janeiro a 5 de Fevereiro de 2017
No Teatro Nacional de São João de 9 a 26 de Fevereiro de 2017


HANNAH Fui ver a iguana.
SHANNON Foi? E o que achou?

Tennessee Williams, A Noite da Iguana


Uma modesta pensão junto ao mar, na costa do Pacífico. Um ex-pastor no limiar de um colapso nervoso. Uma viúva, Maxine, é quem se ocupa do hotel. E surge uma pintora amadora que tenta vender os seus quadros, enquanto passeia o seu avô moribundo de hotel em hotel, sem dinheiro.
E uma iguana presa que se vai soltar naquela noite.


Fotografia © Jorge Gonçalves

A Estupidez no Teatro da Politécnica



A ESTUPIDEZ de Rafael Spregelburd Tradução Alexandra Moreira da Silva e Guillermo Heras Com Andreia Bento, António Simão, David Esteves, Guilherme Gomes e Rita Cabaço Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Maria Jorge Encenação João Pedro Mamede M16


No Teatro da Politécnica de 11 de Janeiro a 25 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961 960 281 | 213 916 750 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

RICHARD Vamos pôr as coisas noutros termos. O valor desta pintura reside fundamentalmente no facto de pouco restar daquilo que ela foi. É como o ouro, como o petróleo, como os recursos naturais: o preço aumenta em função do seu lento – mas persistente – desaparecimento.
Rafael Spregelburd, A Estupidez

O segredo do universo está prestes a ser revelado.

Eis a peça-catástrofe de Rafael Spregelburd para um tempo estúpido, em que ninguém se ouve. Pode a razão adaptar-se? Ou devemos conservá-la pura, como a própria catástrofe?

Para lá do que é visível (a deficiência de Ivy permanecerá um mistério) existe nesta farsa um princípio de organização e sustentação do real que é extra-humano, uma vez que a vertigem e a velocidade do presente já não são uma coisa que o homem possa controlar. Bem-vindos a Las Vegas.

Fotografia © Jorge Gonçalves

Paula Garcia nova directora do Viriato

Paula Garcia é a nova diretora-geral e de programação do Teatro Viriato, sucedendo no cargo a Paulo Ribeiro, recentemente nomeado pelo Ministério da Cultura para diretor artístico da Companhia Nacional de Bailado. Diretora adjunta do Teatro Viriato, desde 2007, Paula Garcia colaborou ativamente com o coreógrafo Paulo Ribeiro na definição da estratégia de programação da instituição; na criação/consolidação de relações de parceria nacionais e internacionais; bem como no desenvolvimento de conceitos e conteúdos artísticos que têm alicerçado projetos de produção própria do Teatro Viriato. O seu percurso iniciou-se em 1998, como Assistente de Direção; tendo acumulado, posteriormente, a coordenação da Produção (desde 1999).

A direção do Centro de Artes do Espetáculo de Viseu - Associação Cultural e Pedagógica (CAEV) - que foi constituído, em 1998, para programar e gerir o Teatro Viriato ao abrigo de um protocolo de financiamento tripartido assinado com a Câmara Municipal de Viseu e Ministério da Cultura - considera que a escolha de Paula Garcia garantirá a continuidade e identidade do projeto artístico do Teatro Viriato.

À semelhança do que aconteceu quando Paulo Ribeiro foi nomeado para assumir a direção artística do Ballet Gulbenkian, em 2003, a Companhia Paulo Ribeiro mantém-se como estrutura residente do Teatro Viriato e passará a ser dirigida pelos coreógrafos António Cabrita e São Castro.

Janeiro no São Luiz