O Fascismo (Aqui) Nunca Existiu! na Povoa de Varzim e em Braga


O primeiro espetáculo de um tríptico teatral denominado  "IDENTIFICAÇÃO  DE UM (O MEU!) PAÍS" sobre a vida em Portugal nos últimos 70 anos, de 1945 até aos nossos dias.

Esta primeira abordagem, abarca o período que vai de 1945, ano em que terminou a Segunda Guerra Mundial e em que nasceu a personagem, um homem que dá testemunho de como foi viver em Portugal nesses tempos, até à manhã do 25 de Abril de 1974. Um olhar muito pessoal, uma revisitação, uma retrospetiva do quotidiano da(s) vida(s) de um português e dos portugueses, através de alguém que, intervindo ativamente na vida política, social e cultural do nosso país, interpreta com os olhos de hoje, as suas vivências pessoais e os acontecimentos nacionais e globais que o marcaram como pessoa e nos marcaram como povo. Como o poeta, diz a personagem, VIVER PARA CONTAR.

Histórias, uma verdadeiras  (ou mais ou menos) outras inventadas do seu pequeno mundo, próprias, da sua família ou dos seus vizinhos da ilha do Porto em que habitou durante a sua infância e juventude, misturadas com a vida das personagens e heróis que conheceu nos seus primeiros livros e filmes, na telefonia onde o mundo (ainda que censurado) entrava em sua casa, a primeira que teve um rádio em todo o bairro, antes do aparecimento da televisão que o apanhou já rapazote, das notícias e acontecimentos que diariamente acompanhava pelos jornais e as longas conversas com os outros que lhe contavam o mundo. 

O MUNDO EM QUE VIVI, vivemos!
A pobreza, a fome, o medo, a condição e a luta das mulheres, as eleições do regime, o movimento sindical, as greves, a emigração, a tropa, a guerra colonial, a PIDE, a prisão e a tortura, as manifestações, as lutas, a igreja e o estado, os estudantes, a oposição, a descoberta do Teatro...a liberdade a (não) passar por aqui! 
 A história do País, do nosso Mundo. 

 O Fascismo (Aqui) Nunca Existiu! | 3 Março - Povoa de Varzim - 13 Março - Braga

Espetáculo em coprodução com o Teatro Aveirense – Temporada de Estreia em Teatro Diogo Bernardes – Casa das Artes Porto – Casa das Artes de Famalicão

Texto, Dramaturgia, Direção e Encenação José Leitão Assistência de Encenação Daniela Pêgo Interpretação Flávio Hamilton, Inês Marques, Luís Duarte Moreira, Patrícia Garcez e Susana Paiva Direção Técnica, Desenho de Luz e Vídeo André Rabaça Direção de Movimento Costanza Givone e Daniela Cruz Figurinos Luísa Pinto Espaço Cénico José Leitão e José Lopes Música de Pedro ´Peixe` Cardoso  Fotografia Paulo Pimenta Produção Sofia Leal e Daniela Pêgo M/12 90M (aprox.)

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