Dia Mundial do Teatro no Teatro da Trindade

TEATRO DA TRINDADE INATEL
DIA MUNDIAL DO TEATRO
27 DE MARÇO / ENTRADA LIVRE*

Este ano, o Teatro da Trindade celebra o Dia Mundial do Teatro, com um conjunto de espetáculos e actividades de entrada livre.



A pensar nos mais novos, apresentamos, às 15h, o musical O PRINCIPEZINHO,  uma história intemporal sobre o amor, a amizade, a importância da honestidade e de mantermos o fascínio pelo mundo que nos rodeia. A partir de “O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry, a direção e versão portuguesa são de Pedro Penim e o elenco conta com Mariana Pacheco, Paulo Vintém, Joana de Brito Silva, José Lobo e Diogo Bach.



Ainda durante a tarde, às 16h, decorre, na Sala Estúdio, o ensaio aberto de ODISSEIA. Temos excertos de Homero, na tradução de Frederico Lourenço, temos as aventuras de Odisseu, nos seus episódios mais espetaculares envolvidos numa música pulsante e num ambiente teatral. A interpretação está a cargo de José Raposo, Miguel Sobral Curado, Teresa Sobral e Philippe Trovão.

Às 18h, no Salão Nobre, terá lugar uma iniciativa dedicada ao CONCURSO INATEL – TEATRO NOVOS TEXTOS, criado com o intuito de estimular  novos autores para a escrita de textos originais  em língua portuguesa, promovendo  e divulgando novos valores literários na área do Teatro. A sessão inicia-se com a leitura de um excerto do texto premiado (Grande Prémio), pelos atores Nelson Cabral e Sara Gonçalves, seguido da entrega dos Prémios da XXI Edição e da apresentação do livro do texto vencedor.



Já à noite, pelas 21h30, será a vez de  Diogo Infante, Rita Salema, Patrícia Tavares e Jorge Mourato subirem ao palco da Sala Eça, com a peça O DEUS DA CARNIFICINA de Yasmina Reza. Nesta comédia negra de maus costumes, encenada por Diogo Infante, dois casais encontram-se para resolver um incidente protagonizado pelos seus filhos, ambos de 11 anos, em que um deles agrediu o outro. O que era para ser uma tentativa de reconciliação entre os pais dos miúdos, acaba num confronto onde as máscaras vão caindo e a violência intrínseca à natureza humana, acaba por se manifestar em toda a sua plenitude! 

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