6º Encontro de Teatro Ibérico em preparação







3 a 7 de Dezembro em Évora, subordinado ao tema: Solos na Multidão

O 6º Encontro de Teatro Ibérico irá realizar-se em Évora de 3 a 7 de Dezembro, no Teatro Garcia de Resende, organizado pelo CENDREV – Centro Dramático de Évora e pelo Fórum Teatral Ibérico, com os apoios do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças e da Câmara Municipal de Évora, em colaboração com o Instituto Internacional del Teatro del Mediterrâneo (Madrid).
Estes encontros teatrais, únicos no seu género na península, têm reunido em Évora, desde 2003, profissionais das diversas valências com que se faz a arte teatral, provenientes de Espanha e de Portugal, tendo por motivação nuclear a criação dramatúrgica recente oriunda de ambos os países.

Solos na Multidão é o mote temático do 6º Encontro de Teatro Ibérico, que pretende ser uma metáfora suscitadora de diálogo e reflexão a vários níveis. Num primeiro olhar, Solos na Multidão surge graças a um ponto de afinidade que, de um modo ou de outro, une vários espectáculos e eventos participantes na mostra.

Para além das sessões de debate, de entrada livre, no dia 6 de Dezembro, que irá decorrer no Salão Nobre do teatro, o programa do Encontro inclui ainda uma pequena mostra de espectáculos, de companhias portuguesas como o CENDREV – Centro Dramático de Évora, a Companhia Teatro Intenso, o Teatro da Garagem, e ainda um texto de Luís Assis e de companhias espanholas como a Companhia Síntesis Producciones Teatrales, a Companhia Al Suroeste Teatro e a Companhia Z Teatro.

Este Encontro inclui ainda a exibição de alguns trabalhos filmicos seleccionados do FICAP – Festival Internacional de Cinema de Artes Performativas, com a apresentação de Frederico Corado, no Salão Nobre do Teatro, a leitura dramatizada de peças de Luísa Monteiro e de Rui Pina Coelho e ainda um encontro com Angélica Liddell e lançamento do seu livro “Trilogia da Aflição”, na Intensidez Bibliocafé .
in Jornal das Freguesias

Tema: Solos na Multidão

O 6º Encontro de Teatro Ibérico irá realizar-se em Évora de 3 a 7 de Dezembro no Teatro Municipal Garcia de Resende, organizado pelo CENDREV – Centro Dramático de Évora e pelo Fórum Teatral Ibérico, com os apoios do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças e da Câmara Municipal de Évora, em colaboração com o Instituto Internacional del Teatro del Mediterráneo (Madrid). Estes encontros teatrais, únicos no seu género na península, têm reunido em Évora, ano após ano, profissionais das diversas valências com que se faz a arte teatral, provenientes de Espanha e de Portugal, tendo por motivação nuclear a criação dramatúrgica recente oriunda de ambos os países.

Tal como vem sendo realizado nas edições anteriores, também este 6º Encontro de Teatro Ibérico se constituirá em duas vertentes:

1) por um lado, pela realização de um conjunto de sessões públicas de comunicações e debates, que integram também leituras dramatizadas e/ou encontros com criadores (estas últimas numa parceria com a livraria/editora eborense Intensidez), e ainda, pela primeira vez neste ano, a exibição de alguns trabalhos fílmicos seleccionados do FICAP – Festival Internacional de Cinema de Artes Performativas (cuja primeira edição ocorreu este ano no Museu Nacional do Teatro, em Lisboa);
2) por outro lado, o programa do Encontro inclui uma pequena mostra de espectáculos, portugueses e espanhóis, em cujas equipas existe, por vezes, a participação de criadores de ambas as nacionalidades (como acontece com uma das produções da mostra do presente ano, que nos chega de Espanha, encenada pelo português João Mota).

Solos na Multidão é o mote temático do 6º Encontro de Teatro Ibérico, que pretende ser uma metáfora suscitadora de diálogo e reflexão a vários níveis. Num primeiro olhar, Solos na Multidão surge graças a um ponto de afinidade que, de um modo ou de outro, une vários espectáculos e eventos participantes na mostra (ver programação em anexo): seja pela presença efectiva da voz e do corpo de um actor solitário na cena (On the Road ou a Hora do Arco-Íris, de Carlos J. Pessoa, pelo Teatro da Garagem, com Maria João Vicente; Muda a tua Vida de e com Luís Assis; Memórias de Branca Dias, de Miguel Real e versão cénica de Filomena Oliveira, pelo Cendrev, com Rosário Gonzaga); Solos na Multidão também nos casos em que existe uma figura que, pela sua singularidade, se confronta face a um mundo que se lhe torna estranho (são os casos de El Angel de la Luz, de Miguel Murillo, pelo Al Suroeste Teatro; e Antígona Gelada, de Armando Nascimento Rosa, pelo Cendrev); Solos na Multidão ainda se tormarmos por referência o universo interior e onírico, existencial ou intempestivo com que as personagens demarcam o seu território de comunicabilidade para com o exterior que as envolve e condiciona (e neste caso teríamos Mundos, de Isidro Timón, pelo Z Teatro; Das questões Inerentes…, de Nelson Boggio, pelo recém-criado Teatro Intenso; e Próxima cita? Hotel Paraíso, de António Hernández Centeno, pelo Síntesis Producciones Teatrales). Mas poderíamos ainda falar do mote Solos na Multidão para acolher a voz inconformista e provocadora da escritora-performer espanhola Angélica Liddell, que lança neste Encontro a sua primeira colectânea de peças em tradução portuguesa (Trilogia da Aflição, pela editora Intensidez, sedeada em Évora).
in sitio CENDREV

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