"Memorial do Convento" no Convento

MEMORIAL DO CONVENTO
no Palácio Nacional de Mafra
produção TEATRO NACIONAL D. MARIA II em colaboração com o PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA
texto “Memorial do Convento" de José Saramago, adaptação dramatúrgica de FILOMENA OLIVEIRA e MIGUEL REAL

a partir de 3 de Março
Horário 4ª, 5ª e 6ª 14h00 Sábado às 16h00
(Capela do Campo Santo, sempre sob marcação)

Memorial do\nConvento de José Saramago em cena a partir de 3 de Março no Palácio\nNacional de Mafra
Memorial do Convento de José Saramago em cena a partir de 3 de Março no Palácio Nacional de Mafra

O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, em colaboração com o Palácio Nacional de Mafra, Memorial do Convento. Uma encenação Filomena Oliveira a partir do texto que lançou a carreira de José Saramago. A crónica de uma obsessão real com a descendência, que valeu a Mafra um palácio magnífico que o Papa Bento XIV inaugurou em 1744, mas cuja magnificência não pode apagar os sacrifícios feitos pelo país quer em recursos materiais quer em vidas humanas.
Resumo da acção
Ansiando por um filho que tarda, o rei D. João V é avisado por frei António de S. José: “Mande V. Majestade fazer um convento de franciscanos em Mafra e Deus vos dará descendência”. O desejo real desencadeará uma epopeia de homens, um esforço hercúleo de milhares de trabalhadores arregimentados em todo o país, de arquitectos, engenheiros e materiais vindos do estrangeiro e pagos a peso de ouro do Brasil, esgotando-o.
Unidos por um amor natural, Blimunda e Baltasar reúnem-se a Bartolomeu de Gusmão e ao seu sonho de voar. A passarola, máquina voadora, misto de barco e de pássaro, nasce do saber científico de Bartolomeu, da força de trabalho de Baltasar e dos poderes de Blimunda, recolhendo as vontades humanas (as “nuvens fechadas”), que alimentarão a máquina e a farão voar. Sobre as obras do Convento de Mafra terá passado o Espírito Santo, dizem os padres e acredita o povo. Voar, nesse tempo, não sendo obra de Deus, só poderia sê-lo do demónio, e assim se anuncia o fim trágico das três personagens maravilhosas.

encenação FILOMENA OLIVEIRA

orgânica sonora
direcção música original DAVID MARTINS
masterização e operação: BRUNO OLIVEIRA
arranjos para piano: SANDRA NUNES
arranjos para voz: ANDREIA LOPES

guarda-roupa FLÁVIO TOMÉ
adereços JOÃO MAIS

concepção e construção da passarola
FLÁVIO TOMÉ e JOÃO TIAGO
assistente técnico/montagem JOÃO TIAGO
criação e adaptação do espaço CARLOS ARROJA
estruturas cénicas e desenho 3D CARLOS BRUNO

direcção técnica DAVID MARTINS
desenho de luz CARLOS ARROJA, DAVID FLORENTINO e PAULO CUNHA
cenografia e criação do espaço cénico
coordenação VITO e CARLOS ARROJA
equipa de montagem BRUNO OLIVEIRA BRUNO RIBEIRO CARLOS BRUNO JOÃO MOTA ZÉ PEDRO


actores
CLÁUDIA FARIA PAULO CAMPOS DOS REIS FLÁVIO TOMÉ
JOÃO MAIS FILIPE ARAÚJO

Comments

Cláudia Faria said…
Obrigada por divulgar, mas já agora informo que a peça se prolonga até 12 de Agosto Sáb e Dom às 18h.

Saudações Teatrais
Cláudia Faria
ou Blimunda

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