"Aqui no Paraiso" no Trindade

A Fundação Inatel/Teatro da Trindade e a AGITA apresentam

“Aqui no Paraíso” de Pär Lagerkvist

Estreia a 21 de Janeiro, na Sala Estúdio do Teatro da Trindade às 22h00.

A Sala Estúdio do Teatro da Trindade, confirmando a sua tendência para a apresentação de dramaturgias contemporâneas, acolhe “Aqui no Paraíso”, criado a partir de uma obra de um dos mais importantes nomes da literatura sueca, Pär Lagerkvist, prémio Nóbel em 1951.

“Os homens gostam de se ver reflectidos em espelhos pouco transparentes”
Pär Lagerkvist

SINOPSE
Aqui no Paraíso é um espectáculo baseado no tríptico “A hora difícil” do prémio Nobel da Literatura, Pär Lagerkvist. Em três momentos distintos uma personagem é confrontada com a sua própria morte, não tendo porém total consciência do estado em que se encontra ou do rumo a seguir. Os instantes imediatos pós morte e a “vivência” nessa condição moribunda num purgatório vazio são neste espectáculo metáforas e reflexões do Homem contemporâneo e da brutalidade da sua existência.

Interpretado por três actores, com setenta minutos de duração onde se transporta o espectador para o mundo do inconsciente, privilegiando a livre interpretação e as diferentes sensibilidades aos símbolos presentes no texto do prémio Nobel Sueco. Um espectáculo onde Sonho e Pesadelo, o Bem e o Mal, o Amor e a Solidão, o Inconformismo e a Resignação se confrontam e complementam duma forma insólita. Aqui no Paraíso revela momentos cruciais que deambulam entre o real e o fantástico, carregados de ironia e tormento, apelando à eminência da utilidade da Vida.
O Autor:
É considerado uma das mais importantes figuras da literatura sueca contemporânea, fazendo parte da Academia Sueca e tendo recebido o Prémio Nobel da Literatura em 1951.

Filho de um chefe de estação de caminhos-de-ferro e o mais novo de sete crianças, Pär Fabian Lagerkvist nasceu a 1891 a sul duma província de Smaland na Suíça. Educado no seio de uma família tradicionalmente religiosa, Lagerkvist decidiu desde muito cedo que queria ser escritor. Ainda estudante, começou por publicar poemas nos jornais locais.
Lagerkvist estudou história de arte na Universidade de Uppsala entre 1911 – 1912 e publicou o seu primeiro livro, a colecção de histórias Människor (People) em 1912. Em 1913, numa visita a Paris, publicou o ensaio Ordkonst och bildkonst (Literary Art and Pictorial Art), no qual criticou a “degenerada” arte literária actual propondo o cubismo e o expressionismo como modelos de desenvolvimento do estilo literário moderno.
Durante a I Guerra Mundial viveu na Dinamarca, onde escreveu Ångest (Anguish, poems, 1916) e começou a estudar teatro. O seu ensaio Teater, 1918 (Modern Theatre) demonstrou que o naturalismo defendido por Ibsen era antiquado para os teatros modernos. Em vez disso, Lagerkvist promoveu as últimas peças expressionistas de August Strindberg como modelos de teatro moderno. Também em 1918, Lagerkvist escreve Den Svare Stunden (The Difficult Hour I, II, III).
Depois da sua visita a Itália em 1919, Lagerkvist escreveu Det eviga leendet (The Eternal Smile, 1920), uma das duas histórias mais famosas. Gäst hos verkligheten (Guest of Reality), um pequeno romance baseado na sua própria infância em Växjö, escrito em 1925. Depois de alguns anos a viver no estrangeiro, Lagerkvist voltou para a Suécia em 1930, estabelecendo-se perto de Estocolmo. O seu romance, mais tarde adaptado para palco, Bödeln (The Hangman, 1933; peça, 1934) mostra a sua crescente preocupação com o totalitarismo que começou a expandir-se por toda a Europa nos anos que antecederam a II Guerra Mundial.
Em 1940 Pär Lagerkvist foi eleito pela academia sueca. O seu romance de 1944 Dvärgen (The Dwarf), um conto acerca do Mal, trouxe-lhe a atenção internacional. Barabbas (1950) teve ainda mais êxito. Lagerkvist adaptou o livro, a história do ladrão que foi libertado da crucificação em vez de Jesus, para os palcos em 1953. Dino Di Laurentis produziu uma versão cinematográfica em 1962 protagonizado por Anthony Quinn.
O prémio nobel da literatura em 1951 foi atribuído a Pär Lagerkvist “pelo seu vigor artístico e pela sua verdadeira liberdade de espírito que se esforçou sempre através da sua poesia por encontrar as respostas para as eternas questões que confrontam a humanidade”. Com 60 anos de idade e mundialmente famoso, produziu um último livro de poemas, Aftonland (Evening Land) em 1953, antes de se ter voltado para o romance como seu estilo preferido de expressão.
Sibyllan (The Sibyl), o primeiro numa série de romances com tema religioso, apareceu em 1956, seguida por Ahasverus död (The Dead of Ahasuerus, 1960), Pilgrim pä havet (Pilgrim at Sea, 1962), e Det heliga landet (The Holy Land, 1964). O seu último romance e também último livro foi a problemática história de amor chamada Mariamne (Herod and Mariamne) publicada em 1967.
Pär Lagerkvist morreu em Estocolmo em 1974.
Sobre a encenação

A aventura começou em Dezembro de 2007. Tinha lido um texto chamado O Túnel de um tal Pär Lagerkvist cuja introdução o apresentava como uma de três peças de um tríptico chamado A hora difícil. Interessante, misterioso, insólito, o texto agradava mas era necessário ler o tríptico completo para equacionar a hipótese de o encenar.
Ninguém o conhecia, nunca ninguém havia lido nada deste autor sueco e as duas peças em falta não se encontravam em parte alguma.
Bibliotecas, livrarias, alfarrabistas... nada. Laureado com um prémio Nobel em 1951, de nacionalidade sueca, uma peça chamada O Túnel e pouco mais se sabia.
Iniciou-se a demanda a nível global: Onde poderia encontrar as duas peças em falta?
Com mais ou menos ironia do destino...acabaram por ser importadas... dos Estados Unidos.
Ao ler o tríptico na íntegra tive a certeza que era o texto que queria encenar. As razões artísticas que me levaram a fazer esta escolha prefiro que o espectador as descubra durante o espectáculo.
Existe uma frase que um estimado mestre de teatro nunca se cansa de dizer (e que eu nunca me canso de a ouvir) relativamente aos bons textos que esteve sempre presente no processo de construção deste espectáculo: O texto é apenas a ponta do iceberg.
Poderia igualmente adiantar algumas das características expressionistas deste texto e do seu carácter onírico que o transforma numa sequência de pulsões e delírios mas, e uma vez mais, prefiro que seja o espectáculo a revelá-lo, na esperança de tornar visível um pouco mais do que a ponta do iceberg.
Compreender e interpretar este tríptico assemelhou-se à montagem de um puzzle: Três peças em um acto, cada uma delas repleta de pistas e estilhaçada em pedaços que, sem uma lógica imediata, acabavam por criar um fio condutor. No entanto, ao contrário da maioria dos puzzles, o resultado final depois da união dos diversos pedaços destes textos não era uma linda fotografia ou paisagem mas antes um anagrama onde só com alguma distância e olhar desfocado conseguimos intuir o que talvez seja um discurso organizado sobre diversos temas.
Fomos confrontados com uma lógica dos sonhos onde parece não existir uma coerência de acontecimentos e onde se percepciona a realidade de uma forma distorcida e codificada. Numa perspectiva diferente das literárias interpretações de sonhos, fomos levados a decifrar os símbolos que Lagerkvist apresentava para que, através da distorção e do aparentemente ilógico, pudéssemos captar o sentido e a realidade em que as suas palavras surgiram.
Foi neste universo simultaneamente naïf e complexo, distorcido, grotesco e codificado que encontrámos a linguagem e motivação para falarmos da condição humana, da relação do indivíduo com o que o rodeia, da capacidade de agir, de amar, de construir ou destruir Vs. Razões que o levam a nada fazer. Reflectimos sobre sonhos, religião e conformismo mas optámos, contra todas as contrariedades, por agir na realidade e apelar à acção, ao inconformismo e ao que nos diferencia/va dos restantes seres vivos. É tudo o que nos resta... enquanto tivermos onze a doze centímetros de vela (tal como ao Rapaz do texto).
Sobre a equipa

A AGITA, Associação Cultural e Juvenil,
nasce a 5 de Outubro de 1997 e desde então tem tido como sua área artística de eleição e especialização o Teatro nas suas diversas vertentes e manifestações. Embora promova e desenvolva projectos na área social e pedagógica, é através de espectáculos de teatro e animações de rua que por todo o país se tem afirmado e destacado. Talvez por ter as suas origens num grupo de teatro amador que a determinada altura decidiu levar mais longe a dedicação ao Teatro, em boa verdade se pode dizer que a profissionalização se tornou inevitável e que o crescimento da Associação é comprovado pela notoriedade e dimensão dos eventos para os quais é convidada. Desde workshops, espectáculos de teatro para escolas seguidos de ateliers pedagógicos por todo o país, espectáculos de teatro para público adulto inseridos em Festivais de Teatro e em espaços não convencionais até animações de rua com elevado número de actores e integradas em eventos como a ExpoMinho ou o Mercado Medieval de Óbidos, a Agita é após 10 anos sinónimo de qualidade profissional e artística.

Miguel Fonseca, encenador
Nasceu a 24/03/1978. É formado em Encenação pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Estagiou na empresa N.B.P. – Fealmar, lda onde desempenhou funções de direcção de actores e é há três anos consecutivos assistente de formação, direcção e encenação de teatro com Ávila Costa no GTL – Grupo de Teatro de Letras da Universidade de Lisboa onde venceu o Prémio de melhor espectáculo do FATAL – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa em 2007 com o espectáculo A Missão de Heiner Muller.
Como encenador e director artístico trabalhou com a Companhia de Teatro Comédias do Minho no espectáculo A lenda de Inês Negra (Melgaço), A queima de Judas – Da última ceia ao enforcamento (Vila Nova de Cerveira) e O alcaíde do Castelo de Cerveira (Vila Nova de Cerveira).
Na Associação Teatro Construção encenou três espectáculos infanto-juvenis integrados no Projecto Viagens pelo Património da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e há sete anos que coordena artisticamente o Cortejo Histórico nas Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão.
Em 2007 encenou o espectáculo Adamastor, uma co-produção da Associação Teatro Construção/Escola Bernardino Machado e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.
Também em 2007 foi coordenador artístico do PACTO – Projecto de Animação e Criação Teatral de Óbidos integrado no Mercado Medieval de Óbidos pela Câmara Municipal de Óbidos/Óbidos Patrimonium e Teatro Agita.
Como docente de Teatro lecciona por todo o país em contextos de estágio e retiro artísticos para actores profissionais, preparação para provas de ingresso na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e Escola Superior de Música e artes do espectáculo do Porto, aulas de enriquecimento curricular a criança/jovens e workshops de interpretação em grupos de teatro amadores.
Como actor trabalhou na Companhia teatral do Chiado no espectáculo As obras completas de William Shakespeare em 97 minutos, no Teatro Nacional D. Maria II no espectáculo A Real caçada ao Sol e na Companhia de Teatro O Sonho em espectáculos teatrais de âmbito escolar.
Teve como mestres na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, João Mota (encenador da Comuna – Teatro de Pesquisa), João Brites (encenador da companhia de teatro O Bando), Filipe Crawford (Director artístico da Casa da Comédia e especialista na técnica da máscara e comédia dell’arte), Madalena Vitorino (Coreógrafa e Directora do Departamento pedagógico do Centro Cultural de Belém), Luca Apprea (Mestre da Técnica de Mimo Corporal Dramático), Carlos Pessoa (encenador do Teatro da Garagem) e as actrizes/professoras Anna Paula e Glória de Matos.

Ana Gil, actriz
Nasceu a 29/03/1986. Transitou para o 2° ano do curso de Teatro/Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema. Realizou em 2006 formação de actores no GTL - Grupo de Teatro de Letras, com Ávila Costa. Em 2007 participou como actriz no Laboratório Teatral P.A.C.T.O (Projecto de Animação Cultural e Teatral de Óbidos) do Teatro Agita. Foi assistente de encenação no Cortejo Histórico em Famalicão nos anos de 2004, 2005, 2006 e 2007 e no espectáculo Adamastor pela Associação Teatro Construção. Como actriz participou: no espectáculo A Missão do Grupo de Teatro de Letras, no espectáculo Queima de Judas – Da Última Ceia ao Enforcamento na Companhia de Teatro Comédias do Minho, na Feira Medieval de Vila Nova de Cerveira e no episódio histórico O Alcaide do Castelo de Cerveira na Companhia de Teatro Comédias do Minho e no espectáculo infantil A Princesa que não sabia no Grupo de Teatro Amacultura, entre outros trabalhos. Figurou na Telenovela Dei-te quase tudo da Fealmar, lda. em 2006. Participou em workshops de formação de actores na Companhia de Teatro Comédias do Minho e realizou um Workshop de Movimento na Associação Teatro Construção.
Teve aulas de canto lírico e aulas de prática de teclado, pelo Conservatório Regional de Música. Foi cantora no grupo musical Pontas Soltas em Vila Nova de Famalicão e participou na Ópera A Arca de Noé na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.
Como docente leccionou aulas de Expressão Musical para 1º ciclo, nos concelhos da Pontinha e de Vila Franca de Xira.

João Duarte Costa, actor
Nasceu a 25/11/1989. Desde Outubro de 2007 a frequentar o curso de Teatro – Ramo Actores, na Escola Superior de Teatro e Cinema; 09.1998 a 07.2002 – Frequência do Conservatório Regional do Baixo Alentejo, no instrumento violino e nas disciplinas de formação musical, música de câmara e voz; 09.2004 a 07.2007 – Frequência de ensino secundário na Escola Secundária de Serpa, obtendo uma média final de 17,4 valores; Participação em cerca de 17 espectáculos, com o grupo de Teatro (EN)Cena, sob direcção de Maria João Brasão; Workshops com Pedro Tochas e BAAL 17; Cinema, cem anos de juventude (Workshop com a realizadora Teresa Garcia); Organização e participação no Festival de Teatro de Portalegre; Workshop de voz com a soprano Ruth Hesse; Workshop de movimento e consciência espacial com Gil Allon; Trabalhos de animação com o Grupo de Teatro Agita, sob direcção de Miguel Fonseca; “Á demain” (Curta metragem com o realizador francês Pièrre Marie Goulet); “Sombra do Passado” e “A Praxe” (Curtas metragens sob direcção geral do Professor Jorge Paixão da Costa).

Nuno Fernandes, actor
Nasceu a 19/01/1989. Transitou para o 2º de teatro, ramo actores na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa; frequenta o 6º grau de trombone na Escola de Música do Conservatório Nacional (inclui a disciplina Coro); participou em “I put a spell on you”, workshop de Ana Borralho e JoãoGalante - 2008; participou em PANOS (palcos novos palavras novas), rojecto de teatro escolar/juvenil da Culturgest – 2007; frequentou o curso de Trombone dirigido pelo Professor Emídio Coutinho, 2003; participou na animação como personagens de acolhimento, Teatro Agita – 2008; participou no Fashion Point II, desfile de moda do Atelier Teresa Capitão, na qualidade de instrumentista – 2008; participou na mostra de teatro amador das escolas, Amadora - 2006 e 2007; participou no concerto no Claustro do Mosteiro dos Jerónimos e no Teatro Camões, Orquestra de Sopros do Conservatório Nacional – 2007; participou no concerto de Natal na Basílica dos Mártires, Coral de trombones do Conservatório Nacional – 2006.

João Figueiredo Dias, produtor
Nasceu a 03/04/1989. Realizou o curso de língua inglesa no Instituto Cambridge – 2004; curso de língua inglesa no Oxford English Institut em Oxford – 2005 e 2006; curso de socorrismo no Hospital Garcia de Orta – 2004; curso de modelação de pastas cerâmicas e moldes de gesso na Escola António Arroio – 2004; curso de modelação e concepção de escultura cerâmica na Escola António Arroio – 2005; curso de pintura cerâmica e rakú na Escola António Arroio – 2005; participação em anúncios publicitários para a marca Silomat e Arena – 2005 e 2006 respectivamente; curso secundário em produção artística – cerâmica na Escola Secundária Artística António Arroio - 2004 a 2007; curso de formação de actores no Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral, I.F.I.C.T., dirigido por Paula Freitas e participação como actor e produtor na apresentação do espectáculo final – 2006/2007; produção e co-produção de alguns eventos relacionados com espectáculos e hotelaria, para a empresa Dia-a-Dia Catering e para o Atelier Teresa Capitão – desde 2007; produção do espectáculo teatral “Guernica” de Fernando Arrabal com encenação de Adolfo Gutkin pelo I.F.I.C.T. – 2008; co-produção do espectáculo teatral “Retábulo das Maravilhas” de Jacques Prévert com encenação de Ávila Costa pelo G.T.L - 2008.; Conclusão do curso de organização e gestão de eventos, iniciação e avançado de 70h – 2008; integra a equipa do Teatro Agita – Associação Cultural Juvenil e do Dragoeiro – Companhia Teatral, como elemento da Produção – desde 2008; frequenta o 2º ano da licenciatura de Teatro – ramo Produção, na Escola Superior de Teatro e Cinema – desde 2007.

João Santos, sonoplasta
Nasceu a 11/08/1979. Possui Licenciatura em Estudos Artísticos, variante de Artes do Espectáculo.
Realizou funções de técnico de áudio, sonoplastia e assistência de montagem de cena no GATEM – Grupo de Animação e Teatro “Espelho Mágico” de 2005 a 2007 e realiza composições e arranjos de música e ambiência sonora para Teatro no GTL – Grupo de teatro de Letras desde 2005.

Vanessa Espadinha, figurinista
Nasceu a 08/03/1984. Possui um curso técnico-profissional de Produção e Marketing de Espectáculos na Restart e um curso Técnico-Profissional de Ofícios do Espectáculo na E.P.A.O.E. – Chapitô, com equivalência ao 12º ano. Participou em workshops de cabelos, ilustração, feltro, esferovite, madeiras, marionetas, esponja e instalação. Como apoio á Direcção de Cena no C.C.B participou em Concertos de Música Clássica e Contemporânea e espectáculos de teatro e dança. Colaborou em vários festivais de rua, em 2004 participou no atelier de Nuno Theias na construção de peças em esponja, para fins publicitários, nesse mesmo ano participou em Roccamontepiano-Chieti, Itália, num intercâmbio promovido pela associação cultural portuguesa “Vertigem” juntamente com a Oficina Cultural Italiana “Arci”. Em 2001 participou como cenógrafa e contra-regra na peça de teatro “ As Sete Portas “, de Botho Strauss (encenada por António Pires) realizada na Gulbenkian / ACARTE, no âmbito do curso de Ofícios do Espectáculo da E.P.A.O.E. – Chapitô.

Fernando Oliveira, luminotécnico
Nasceu a 12/01/1973. Participação em diversas actividades culturais, como actor e assistente de produção na Cegada – Grupo de Teatro. Formação de actores no Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral (I.F.I.C.T.). Participação como actor nas peças “O Gato preto & outros fantasmas” pela Inestética – Companhia Teatral. Direcção Técnica do espectáculo “Pulsar” pela Inestética. Participação como actor em “Viveiros de Loucos” e “ O feitiço de Shakespeare” pela Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul. Participação na novela “Deixa-me Amar”, como actor. Participação como actor em “Á procura de Shakespeare” e outras actividades promovidas pelo Bode Expiatório. Direcção Técnica e assistência técnica na “Metamorfose”, “A casa Imaginária” e “Guernica” respectivamente. Formação em iluminação para Teatro pela Inestética.

Ficha Artístico - Técnica:
Texto: baseado no tríptico "A hora difícil " de Pär Lagerkvist
Direcção, encenação: Miguel Fonseca
Elenco: Ana Gil, João Duarte Costa e Nuno Fernandes
Produção: João Figueiredo Dias
Figurinos: Vanessa Espadinha
Sonoplasta e operação de som: João Santos
Luminotécnico e operação de luz: Fernando Oliveira
Cenografia: criação colectiva
Companhia: Agita – Associação Cultural e Juvenil

SALA ESTÚDIO
21 de Janeiro a 8 de Fevereiro Qua. a Sáb. pelas 22H e Dom. pelas 17H
Classificação: Maiores de 12 Anos
Duração: 70 minutos
Descontos - sócios do INATEL, grupos + 10 pax, Profissionais do Espectáculo, Pin Cultura, jovens com – 25 anos e seniores (+65) terão um desconto de 30%.

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