Tuesday, June 14, 2016

"Prado de Fundo" no Teatro da Politécnica


PRADO DE FUNDO dos SillySeason Criação e interpretação Ana Sampaio e Maia, Cátia Tomé, Ivo Silva, Ricardo Teixeira e Rita Morais Criação e vídeo João Cristóvão Leitão Luz Sara Garrinhas Comunicação Tiago Mansilha Produção SillySeason Apoio Artistas Unidos, CCVF, O Espaço do Tempo, Rua das Gaivotas6 e Teatro Praga Projeto financiado Direcção-Geral das Artes e Fundação GDA M16

No Teatro da Politécnica de 15 a 25 de Junho
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h00
Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

Comprei uma moldura. E só depois tirei a fotografia.

É uma questão de confiança. Pode confiar-se numa moldura, já numa fotografia…

Prado de Fundo


Partindo do universo d’O Cerejal, de Anton Tchekov, procuramos explorar a fotografia e o seu poder representativo apaziguador que prova desesperadamente a veracidade dos eventos vividos. Mesmo aqueles que não aconteceram.
Prado de Fundo pretende questionar a infalibilidade da memória e da documentação no acto teatral. É a revelação dos cantos da fotografia que ficam escondidos pela moldura. Será algo menos real porque não o vemos?


Fotografia © Alípio Padilha

"Variações, de António" no São Luiz


"... Não quero saber se é na aula magna, se é no coliseu, se não convidarem a Amália, eu não vou e ponto final..."

Variações, de António está a chegar! 24 JUN a 10 JUL.
Reserve o seu lugar: http://bit.ly/1UNsXuO


Lisboa. Anos 80.
António e Amália estão prestes a cantar no mesmo palco. Faltam poucas horas. Será um dos momentos mais importantes na vida do cantor, barbeiro, esteta, lisboeta minhoto e minhoto universal, que nunca foi uma coisa só, mas sim um homem de muitas variações com nome de santo. Faltam poucas horas para o espectáculo. Repetimos. E nestas poucas horas, uma vida inteira regressa ao primeiro anoitecer em Fiscal, onde todas as sombras eram feitas de medo e a infância fazia-se a cantar.
Texto, encenação e cenografia: Vicente Alves Do Ó
Interpretação: Sérgio Praia
Desenho de luz: Paulo Santos
Direcção de produção: Ruy Malheiro
Assistente de produção: André de La Rua




Actor Português, João Rei Villar, em super produção em York!






João Rei Villar, o actor, autor e encenador português, está actualmente em cena a contracenar com Phillip McGinley (Anguy - Guerra dos Tronos), nas York Mystery Plays, uma super-produção patrocinada pelo Príncipe André, Duque de York, e dirigida por Phillip Breen, encenador da Royal Shakespeare Company.

O conjunto de peças bíblicas que formam as York Mystery Plays, será o mais importante evento cultural do ano no Reino Unido, esperando-se mais de quarenta mil espectadores vindos de todo o mundo para assistir à produção em cena de 26 de Maio a 30 de Junho, e que tem como palco a Catedral (Minster) da Cidade de York. João Rei Villar tem participado em diversas produções teatrais como actor e como encenador, desde que se estabeleceu no Reino Unido. Em Portugal, na SP Televisão, foi um dos autores de Laços de Sangue, galardoada com um Emmy em 2011.

Mais informação no site oficial: https://yorkminster.org/mysteryplays2016/home.html

"MULHERES QUE VOAM" na Barraca


MULHERES QUE VOAM
Sinopse
De todas as Artes, aquela que mais lutou pela emancipação da Mulher, foi o Teatro. No decorrer da História, inúmeras peças comoveram audiências e invadiram consciências  com histórias de coragem, historias de mulheres belas, histórias de mulheres leais, que muitas vezes esqueceram as suas qualidades e o seu poder , ou o usaram, em prol dos outros. Para um grupo maioritariamente formado por essas belas criaturas, escolhemos uma peça , composta por quatro textos que na nossa visão refletem mulheres fortes e com caráter que merecem ser chamadas de tal. Percorremos a História da Mulher no Teatro e procurámos que todas fossem diferentes na sua força, mas que toda essa força convergisse  num único objetivo: fazê-las voar.

Ficha Artística:
Textos de:  Aristófanes, Molière, Goldoni e Dario Fo
Extraídos das comédias Lisístrata, Escola de Mulheres, A Estalajadeira e Alice no Pais sem Maravilhas

Encenação e Dramaturgia: Maria do Céu Guerra
Assistente de Encenação: Rita Soares

Interpretado pelos alunos do Curso de Artes do Espectáculo e Interpretação das escolas
IDS - Instituto de Desenvolvimento Social e D. Pedro V

Adeneize Neto - Mulher Grega / Polícares
Alexandre de Castro - Velho / Filho do Cinésias / Hilário
Ana Silva - Mirrina / Alice
Beatriz Gonçalves - Cleonice / Dejanira
Bruno Monteiro - Velho / Arnolfo / Coelho
Bruno Robalo - Cinésias / Conde de Albafiorita / Pai da Alice / Macaco
Diogo Varela - Velho / Marquês de Fornipópoli
Gonçalo Santos - Velho / Fabrício / Horácio / Gato
Joana Fonseca - Velha / Mulher Grega / Alice
Joana Marta - Inês / Alice
Jorge Barata - Magistrado / Cavaleiro / Marido da Alice / Porco
Kateryna Petreanu - Lâmpito / Alice / Hortência
Margarida Fernandes - Lisístrata / Alice
Margarida Santos - Velha / Mulher Grega / Professora da Alice
Natália Pires - Estratílis / Alice
Patrícia Martins - Velha / Mulher Grega / Mirandolina / Alice
Raquel Silva - Velha / Mulher Grega / Mãe da Alice
Rita Barros  - Velha / Mulher Grega / Alice
Susana Balegas - Velha / Georgina /  Alice

Ficha técnica:
Som: Ricardo Santos
Luz: Fernando Belo e Paulo Vargues
Figurinos: Barraca
Cartaz: Alexandre de Castro, Cláudio Fialho, Joana Marta Sotomaior e Rita Barros
Produção: Natália Pires, Rita Barros, Margarida Santos, Ana Silva, Margarida Fernandes, Inês Costa e Paula Coelho

Agradecimentos:
Miguel Gago
Zélia Santos
Barraca
Sérgio Moras
Ana Maria Carvalho
Adérito Lopes
Mariana Abrunheiro

14 a 18 de Junho às 21h30 - 19 de Junho às 16h00

Entrada Livre
Reservas: 213965360 |213965275 | bilheteira@abarraca.com

"OLGA" | Teatro Ibérico


OLGA é o último espetáculo do tríptico Três Irmãs, a partir de Tchekhov, que começou com Irina, de Luísa Monteiro, em Dezembro de 2015 na Lx Factory e Macha, de Valério Romão, em Março de 2016, no Teatro Ibérico.

Olga, a professora primária, a irmã mais velha, a que veste azul. Olga, escrita por Rui Pina Coelho, segue a vida que lhe ensinaram no Colégio em que agora dá aulas, espartilhando ambições entre palavras, sufocando pelo tédio de que a vida passe sem nunca a poder agarrar. O pensamento de Olga sabe ser silêncio e riso. É sábio e cínico. Olga, a Santa, sacrificando os dias em orfandade em prol do futuro belo que virá. Tripalium! Nem Irina chegou a ir para a fábrica, nem Macha se desfez do teatro. Mas Olga, fechada no Colégio, de cansaço em cansaço, acabou por viver o infinito.  Se ela soubesse...

Texto: Rui Pina Coelho | Criação: Cátia Terrinca e Francisco Salgado | Imagem e Desenho: Luz João P. Nunes | Apoio à Cenografia: Suzana Alves de Almeida | Interpretação Cátia Terrinca | Apoio à Criação Jesús Manuel | Produção Ana Pestana | Comunicação Ruy Malheiro
#11 Projeto UMCOLETIVO

Lojas Humana | LUZEIRO | PortTravel | Associação Iuri Gagarin | Centro Estudos | Eslavos | Junta de Freguesia da Ajuda

OLGA
Escola Básica No60
Rua Coronel Pereira da Silva No18, Ajuda
20 a 26 de Junho de 2016, às 22h
geral.umcoletivo@gmail.com
937 680 953
www.umcoletivo.pt

"Vaijantes Solitários" de Joana Craveiro | Fábrica Braço de Prata


VIAJANTES SOLITÁRIOS
de Joana Craveiro
 
De 16 a 26 de junho, o Teatro Nacional D. Maria II apresenta, na Fábrica do Braço de Prata, Viajantes solitários. Um espetáculo de Joana Craveiro, construído a partir de uma extensiva recolha de histórias de vida e de ‘estrada’ de camionistas.

Um espetáculo intimista — apresentado dentro de um camião — que explora as possibilidades poéticas dessas vidas de permanente deslocação, vidas também de quilómetros de solidão, de distâncias físicas das famílias, de passagens, de noites fugazes, de um conhecimento geográfico de autoestradas, estradas nacionais, restaurantes de beira de estrada, hotéis.

Em que pensam estes homens durante todos aqueles quilómetros?

Viajantes Solitários é uma espécie de manual de um viajante singular, sem deixar de estabelecer relações com uma inquietação portuguesa que bem conhecemos — a de partir; e, estando lá fora, a vontade de regressar.