Thursday, January 23, 2014

"Gisberta" no Porto


O espectáculo "GISBERTA", com Rita Ribeiro, estará em cena de 31 de Janeiro a 16 de Fevereiro, no Teatro Rivoli, no Porto. Sextas e Sábados 21h30 e Domingos 18h00. Os bilhetes podem ser adquiridos no próprio teatro ou na FNAC.

"Punk Rock" estreou na Politécnica


PUNK ROCK de Simon Stephens

Tradução Joana Frazão Com Ana Luísa Amaral, António Simão, Íris Macedo, Isac Graça, João Pedro Mamede, Marc Xavier, Pedro Gabriel Marques e Rita Cabaço Cenografia e Figurinos Ângela Rocha Com a colaboração de Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistentes de Encenação Marc Xavier e Isac Graça Produção Executiva João Chicó Encenação Pedro Carraca M16

No Teatro da Politécnica de 22 de Janeiro a 22 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281

BENNET Ficas com um ar estúpido comá merda com esse casaco.
CHADWICK Iá.
BENNET Será que acabaste de concordar comigo?

Simon Stephens, Punk Rock

A biblioteca de um liceu. Sete alunos aguardam o exame para completar o ano antes da Universidade. Uma peça de hoje em dia escrita por Simon Stephens que revelámos com Um Precipício no Mar.

O texto está editado nos Livrinhos de Teatro nº 45.

"Chove em Barcelona" de volta aos palcos!


De 22 de Janeiro a 02 de Fevereiro (Qua. a Sab. 21h30 |Dom. 16h00)
Recreios da Amadora (Av.Santos Mattos, 2 | à estação da Cp)

Ficha artística:
Autor: Pau Miró; Tradução: Anna Eremin; Encenação: Jorge Silva Interpretação: Anna Eremin, João de Brito, Luis Barros; Cenário e Figurinos: Teresa Varela; Desenho de Luz: Jochen Pasternacki; Sonoplastia: Jorge Silva e Rui Rebelo; Design Gráfico: Rui A. Pereira; Fotografia: Eduardo Amaro; Produção Executiva: Anabela Gonçalves, Daniela Sampaio; Produção: Teatro dos Aloés.

Reservas: teatrodosaloes@sapo.pt | 916648204/ 218140825.

Reservas até 6h antes do espetáculo. Sujeito à lotação da sala.
O levantamento dos bilhetes deverá ser realizado até 30 min. antes do início do espetáculo.

Mais info em www.teatrodosaloes.pt / facebook.com/teatro.dosaloes

Ópera Perdida de Rossini no São Carlos




Teatro Nacional de São Carlos leva à cena ópera "perdida" de Rossini.
"Il Viaggio a Reims – L’albergo del giglio d‘oro" esteve desaparecida durante praticamente 160 anos, até 1984. Apenas nesse ano este dramma giocoso em um ato foi encenado e apresentado no Rossini Opera Festival de Pesaro, sob regência do recém-falecido maestro Claudio Abbado. Agora, poderá ser visto e ouvido em Portugal entre 5 e 11 de fevereiro naquela que será uma estreia absoluta no nosso país. A encenação é de Emílio Sagi, com  direção musical de Yi-Chen Lin e produção do Teatro Real de Madrid, em colaboração com o Rossini Opera Festival de Pesaro.

As peripécias em torno de "Il Viaggio a Reims"
Em 1824 Rossini instala-se em Paris onde lhe fora oferecida a direção do Théâtre Italien. Um ano depois, apresenta a sua primeira ópera concebida na capital francesa. Criada especificamente para integrar os festejos da coroação em Reims de Charles X como rei de França em 16 de maio de 1825 (o qual acabaria por abdicar 5 anos depois) "Il Viaggio a Reims" é uma obra de enredo simples, feita para corresponder aos desejos dos amantes do bel canto e pejada de árias para todos os registos - quase sempre seguidas por cabaletas - duetos e conjuntos, separados por recitativos. De acordo com o reputado musicólogo Philip Gossett, esta é na verdade «uma peça para 14 vozes a solo» que foi descrita pelos críticos da época como «um verdadeiro tour de force». Apesar do retumbante sucesso obtido na estreia, tudo indica que Rossini considerava esta sua obra como perecível e criada exclusivamente para aquela circunstância específica, razão pela qual reutilizaria grande parte do material três anos depois em „Le Comte Ory“, datada de 1828. 
Herdada pela segunda mulher de Rossini, Olympe Pelissier, que a ofereceu ao médico do compositor, a partitura desapareceu e foi sendo reconstituída através de pesquisas e buscas em diversas fontes e locais, passando por Paris, Roma, Viena e Nova Iorque. Finalmente, em 1984, foi levada a cena no Rossini Opera Festival, com direção musical de Claudio Abbado e edição crítica de Janet Johnson, sendo considerada o evento singular mais marcante da segunda metade do século XX daquilo a que os italianos se referem como «o renascimento de Rossini». 
Após esse relançamento em 1984 foi ainda descoberto um coro, o qual seria incorporado pela primeira vez em 1992 numa encenação para o Covent Garden. Não há registo de que alguma vez tenha sido levada à cena em Portugal. 

O enredo de „Il Viaggio...“ 
O cenário é a pousada ‚O Lírio de Ouro‘, na localidade termal de La Plombières. Nela descansa temporariamente um grupo heterogéneo composto por viajantes de luxo de diversas nacionalidades, todos eles desejosos de prosseguir caminho para assistir à coroação de Charles X em Reims.
No entanto, uma série de peripécias e acontecimentos que os ultrapassam mantém os hóspedes retidos na pousada dirigida por Madame Cortese. E enquanto esta tudo tenta, embora em vão, para assegurar a ordem e a tranquilidade, os incidentes e as peripécias tragicómicas sucedem-se. Finalmente, sem cavalos que os levem a Reims, o grupo opta por juntar-se antes às celebrações em Paris. Chegados ao número final, cada personagem canta algo iconicamente característico do seu respectivo país de origem. E, contrariando o título da ópera, nenhum deles viaja até Reims. 

Ficha Técnica
IL VIAGGIO A REIMS de Gioachino Rossini
5, 7 e 11 de fevereiro de 2014 — 20h
9 de fevereiro de 2014— 16h

Dramma giocoso em um ato de Luigi Balocchi 
Corinna Eduarda Melo / Marquesa Melibea Marifé Nogales / Condessa de Folleville Carla Caramujo / Madame Cortese Cristiana Oliveira / Cavaleiro Belfiore Dempsey Rivera / Conde de Libenskof Vassilis Kavayas / Lord Sidney Francisco Tójar / Don Profondo Luís Rodrigues / Barão de Trombonok Diogo Oliveira / Don Alvaro João Merino / Don Prudenzio Nuno Dias / Don Luigino João Sebastião / Delia Bárbara Barradas / Maddalena Ana Ferro / Modestina Carolina Figueiredo / Zefirino; Gelsomino Bruno Almeida / Antonio João Oliveira.

Encenação e cenografia Emilio Sagi
Figurinos Pepa Ojanguren
Desenho de luz Eduardo Bravo
Direção musical Yi-Chen Lin

ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA
Maestrina titular Joana Carneiro
Produção do Teatro Real de Madrid em colaboração com o Rossini Opera Festival de Pesaro

Exposição Lucien Donnat


O Teatro Nacional D. Maria II inaugura, numa parceria com o Museu Nacional do Teatro, a exposição Lucien Donnat – um criador rigoroso, com curadoria de Vítor Pavão dos Santos (Teatro) e Rui Afonso Santos (Decoração), que decorrerá nos dias 9 de janeiro, às 18h, no Museu Nacional do Teatro, e 25 de janeiro, às 17h, no Teatro Nacional D. Maria II.

A exposição, que evoca a vida e obra de um dos mais importantes desenhadores do teatro português, ocupa dois espaços distintos. No Museu Nacional do Teatro*, apresenta-se um percurso cronológico do trabalho de Lucien Donnat para o teatro em Portugal. No TNDM II, destaca-se a análise da peça Antígona, espetáculo de estreia da atriz Mariana Rey Monteiro, em abril de 1946, e referencia-se o trabalho de Lucien Donnat como decorador em espaços públicos. 

Simultaneamente, decorrerá no dia 25 de janeiro a apresentação, com a presença dos autores, da monografia Lucien Donnat – um criador rigoroso, uma edição TNDM II em parceria com a Imprensa Nacional-Casa da Moeda. O Teatro Nacional D. Maria II pretende com esta publicação promover o estudo da obra e percurso biográfico de Lucien Donnat (1920-2013). Nesse contexto de estudo alargado enquanto cenógrafo, figurinista e decorador de unidades hoteleiras, a presente obra procura dar a conhecer a vida e a obra do autor, a partir de coleções privadas e de Estado. Vítor Pavão dos Santos e Rui Afonso Santos, escrevem sobre estas duas dimensões da carreira de Lucien Donnat, teatro e decoração. Eunice Azevedo ensaia a nota biográfica do artista, revelando aspetos pouco conhecidos da sua vida, que Margarida Acciaiuoli enquadra no Portugal contemporâneo de Lucien Donnat.

Cenógrafo, figurinista, decorador, músico, compositor, designer e poeta, nasceu em Paris,em junho de 1920. Frequentou o curso de Belas-Artes em França e, em 1941, foi convidado por Amélia Rey Colaço para compor a música e desenhar cenário e figurinos para a peça infantil Maria Rita, da autoria da filha, Mariana Rey Monteiro. Este foi o princípio de uma longa colaboração com o TNDM II, que marcaria todo o Teatro português do Século XX. 

* horário de funcionamento da exposição no Museu Nacional do Teatro: 3.ª a dom – das 10h às 18h

"O Homem Roupeiro" no Teatro Gil Vicente


"Novas Directrizes Em Tempos de Paz" em Coimbra







A Escola da Noite apresenta em Coimbra, entre 30 de Janeiro e 2 de Fevereiro, uma curta temporada do espectáculo “Novas diretrizes em tempos de paz”, de Bosco Brasil. A história do emigrante polaco que tenta entrar no Brasil em 1945 serve de pretexto para dois debates sobre a política de imigração em Portugal e na Europa, organizados em parceria com a Licenciatura em Relações Internacionais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Pelo Teatro da Cerca de São Bernardo passarão investigadores, representantes de associações de imigrantes e deputadas do Parlamento Europeu, nas noites de quinta-feira e sábado.


"Novas diretrizes em tempos de paz", peça do dramaturgo brasileiro Bosco Brasil, passa-se em 1945, quando a II Guerra Mundial está perto do fim. Clausewitz é um emigrante polaco, que tenta recomeçar a sua vida no Brasil. No porto do Rio de Janeiro, depara-se com o oficial da alfândega, Segismundo, que desconfia das suas intenções e se recusa a permitir-lhe a entrada no país.

O espectáculo é a 59ª produção d'A Escola da Noite e estreou em Janeiro de 2013, com a presença do autor. Depois de uma intensa digressão nacional e internacional, que incluiu apresentações no Rio de Janeiro (Brasil) e em Luanda (Angola), o espectáculo apresenta-se em 2014 com um novo elenco: a Igor Lebreaud (Clausewitz) junta-se agora o actor Jorge Loureiro, no papel de Segismundo, sob a direcção de António Augusto Barros.

Antes de voltar “à estrada”, A Escola da Noite quis mostrar esta nova versão ao público de Coimbra, agendando quatro sessões que terão lugar entre 30 de Janeiro e 2 de Fevereiro – de quinta a sábado às 21h30 e no domingo às 16h00. São praticados os preços e as condições habituais – 5 a 10 Euros – e é aconselhável efectuar reserva antecipada de lugares.


A imigração em Portugal e na Europa

Escrito em 2001, o texto tem sido apresentado em vários países do mundo e servido de pretexto para debates e conversas sobre temas relacionados com as migrações. Na primeira temporada do espectáculo, a companhia discutiu a questão dos refugiados, em colaboração com o Comité Português para os Refugiados. Nesta nova temporada, A Escola da Noite quer abordar a política de imigração em Portugal e na Europa.

Numa altura em que às tragédias humanitárias sistematicamente ocorridas na costa mediterrânica se vêm juntar crescentes restrições à permanência de cidadãos europeus noutros países comunitários, parece particularmente oportuno conhecer e discutir a evolução recente das principais tendências migratórias, as leis que vigoram neste domínio e, sobretudo, os impactos sociais e humanos da sua aplicação.

Os debates organizam-se em duas sessões, nas noites de quinta-feira e sábado. Na quinta-feira discutir-se-á a imigração em Portugal, com os contributos de Maria João Guia, autora da tese de doutoramento “Imigração, crime violento e crimigração”, Gustavo Behr, vice-presidente da Casa do Brasil de Lisboa, e José Manuel Pureza, professor universitário e investigador em Relações Internacionais.

No sábado, dia 1 de Fevereiro, terá lugar um debate sobre a política de imigração na Europa com deputados/as do Parlamento Europeu. Estão já confirmadas as presenças de Ana Gomes (PS), Inês Zuber (PCP) e Marisa Matias (BE). A moderação estará a cargo de Ana Cristina Santos, co-coordenadora do Doutoramento em Direitos Humanos nas Sociedades Contemporâneas do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

Os debates começam imediatamente após a apresentação do espectáculo e têm entrada gratuita.



TCSB
Janeiro - Fevereiro/2014


TEATRO
Novas diretrizes em tempos de paz
pel'A Escola da Noite
texto Bosco Brasil encenação António Augusto Barros elenco Igor Lebreaud e Jorge Loureiro
figurinos e imagem gráfica Ana Rosa Assunção luz Danilo Pinto som Zé Diogo

30 de Janeiro a 2 de Fevereiro
quinta a sábado, 21h30; domingo, 16h00
M/16 > 50' > 5 a 10 Euros


DEBATE
A imigração em Portugal
com Maria João Guia (autora da tese “Imigração, crime violento e crimigração”) e Gustavo Behr (Casa do Brasil de Lisboa)
moderação José Manuel Pureza (CES / FEUC)

30 de Janeiro
quinta-feira, 22h30 (após a sessão de “Novas diretrizes em tempos de paz”)
entrada gratuita > ciclo organizado em parceria com a Licenciatura em Relações Internacionais da FEUC



DEBATE
A política de imigração na Europa
com as deputadas no Parlamento Europeu Ana Gomes (PS), Inês Zuber (PCP) e Marisa Matias (BE)
moderação: Ana Cristina Santos (CES)

01 de Fevereiro
sábado, 22h30 (após a sessão de “Novas diretrizes em tempos de paz”)
entrada gratuita > ciclo organizado em parceria com a Licenciatura em Relações Internacionais da FEUC


Informações e reservas: 239 718 238 / 966 302 488 / geral@aescoladanoite.pt

Bolshoi no Cinema


Inspirado nas famosas lojas de jóias da 5ª Avenida em Nova York, este tríptico é uma homenagem às mulheres e às cidades de Paris, Nova York e São Petersburgo. Coreografada em 1967, em Nova York, este ballet com trajes de pedras preciosas imitando jóias, celebra as três cidades e três escolas de dança que forjaram a elegância, estética e estilo do coreógrafo George Balanchine. "Jewels" foi concebida como um tributo poético à escola romântica francesa, Rubis para a tradição americana de musicais da Broadway, enquanto "Jewels" homenageia o virtuosismo dos bailarinos clássicos russos.

"À Espera de Vicente" no Carlos Paredes









“À ESPERA DE VICENTE”

COMÉDIA EM CENA NO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

Dia 24 de Janeiro estreia, em Lisboa, a comédia “À Espera de Vicente”, no Auditório Carlos Paredes. Uma peça divertida que relata as peripécias de uma (má) companhia de teatro que quer levar um espectáculo clássico a cena… Mas tudo acontece, incluindo a ausência de um dos actores.
Imagine que entra num teatro para ver uma peça de teatro, compra o seu bilhete, senta-se no seu lugar e espera que o espectáculo comece, mas o espectáculo não começa! Ao que parece falta um dos actores, o Vicente, mas com o acordo do público, a companhia poderá prosseguir com sucesso e sem mais demoras, mas… será que resulta?

“À Espera de Vicente” apresenta em palco, de forma divertida, as duas dimensões de um espectáculo: o actor em personagem e o actor em processo de criação – e é este processo que dá origem aos momentos mais hilariantes da peça.

Esta companhia de teatro fictícia interpretada por Catarina Mago, Igor Regalla, Pedro Martins e Sofia Ramos, acredita na velha máxima que “The Show Must Go On”, mas será que conseguem continuar? E o Vicente, será que aparece?

Venha descobrir esta “companhia” que se acha suficientemente boa – mesmo sem o elenco completo e as falas decoradas – para interpretar grandes textos da história do teatro nacional, como Gil Vicente.

“À Espera de Vicente”, uma produção Mecanismo Criativo, com texto e encenação de Hugo Barreiros, vai estar em cena de 24 de Janeiro até 2 de Fevereiro, Sextas e Sábados às 21h30 e Domingos às 16h30, em Benfica, no Auditório Carlos Paredes.


À Espera de Vicente
Datas: 24 de Janeiro a 2 de Fevereiro; 6ªs e Sábados: 21h30; Domingos: 16h30
Bilhetes: 5€, à venda no local
Auditório Carlos Paredes - Avenida Gomes Pereira nº 17, Benfica
Apoios: Junta de Freguesia de Benfica; X-Cell Design; Kind of Black Box