Monday, June 24, 2013

Dia 6 estreia na Culturgest um original de Jorge Silva Melo SALA VIP, dirigido por Pedro Gil.



Dia 6 estreia na Culturgest um original de Jorge Silva Melo SALA VIP, dirigido por Pedro Gil.

SALA VIP de Jorge Silva Melo

Com Andreia Bento, Maria João Falcão, Elmano Sancho, António Simão e João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves assistida por Ângela Rocha Construção Thomas Kahrel Música João Aboim Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Assistente de Encenação João Delgado Encenação Pedro Gil Uma produção Pedro Gil/Artistas Unidos/Culturgest M16

Na Culturgest (Festival Almada) de 6 a 9 Julho
RESERVAS | 21 790 51 55 | culturgest.bilheteira@cgd.ptNo Teatro da Politécnica de 4 de Setembro a 19 de Outubro3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
RESERVAS | 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)

Gente que espera, gente que já morreu? São quem? Personagens do mundo lírico, Leonoras, Huskymiller, Azucenas? Esperam - desesperam. Já tudo acabou?

Huskymiller/Dr. House Não funcionam os rins
nem o baço – não funcionam
os pulmões.
Leonora Respiração assistida?
Açucena E a visícula, o apêndice?
O estômago, a laringe?
O diafragma, os intestinos.
Leonora Funciona alguma coisa?
Huskymiller/Dr. House Nem o cérebro.
Não responde.
Karsenty Jr, Não funciona o coração?
Huskymiller/Dr. House Não.

Jorge Silva Melo, Sala VIP

Última semana de CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO de David Greig no Teatro da Politécnica (termina sábado, 29).


Última semana de CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO de David Greig no Teatro da Politécnica (termina sábado, 29).

CANTIGAS DE UMA NOITE DE VERÃO (Uma peça de amores e desencontros) de David Greig e Gordon McIntyre

Tradução Pedro Marques e a colaboração de Miguel Castro Caldas Com Andreia Bento e Pedro Carraca Músico Miguel Fevereiro Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves assistida por Ângela Rocha Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Agradecimentos Américo Silva e Alexandra Viveiros Encenação Franzisca Aarflot M16
Com o apoio do Scottish Arts Council
A estreia foi uma produção Artistas Unidos/Fundação Inatel / Prémio Monstros do Ano 2010 para Teatro.

No Teatro da Politécnica até 29 de Junho
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
RESERVAS| 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)

Gostavas de vir a minha casa fazer sexo selvagem e desbragado comigo?

A Revista regressa ao Politeama!



Este ano o Teatro Politeama vai comemorar 100 anos de existência. Para assinalar este facto, Filipe La Féria estreou “Grande Revista À Portuguesa”.

Vinte anos depois de La Féria do histórico “Passa por mim no Rossio” volta a este género tão querido do público português com um espectáculo que passa em revista toda a actualidade do nosso País com crítica mordaz, humor, música e coreografia que ficarão na memória de todos os portugueses.

“Grande Revista à Portuguesa” tem como principais intérpretes João Baião, Marina Mota, Vanessa, Maria Vieira, Ricardo Castro e Rui Andrade, à frente de um grande elenco de actores, cantores, bailarinos e acrobatas que contará com a participação dos maiores nomes do espectáculo em Portugal.

“Grande Revista à Portuguesa” é uma mega-produção que homenageará o género mais genuíno do nosso Teatro num espectáculo que revisitará o humor e a arte de ser português.

Contando com um texto original de La Féria e figurinos de Costa Reis, convida os espectadores a uma viagem ao Portugal de hoje com todos os seus “heróis”, fantasmas e hilariantes situações e equívocos, proporcionando uma noite de gargalhadas num país deprimido e em crise. Rir das nossas tragédias e rir de nós mesmos.

"Cisnegrama" nos Recreios da Amadora


Cisnegrama
ou exercício num palco imaginado
a partir das obras de Anton Tchekòv
 e Piotr Ilitch Tchaikòvsky

ESTREIA 5 DE JULHO 2013

5, 6 e 7 de Julho 2013
sexta e sábado, 21h30 | domingo, 16h00
m/12 anos
nos Recreios da Amadora

Dramaturgia e encenação | Ricardo Mendes
Concepção coreográfica | Miriam Morais
Interpretação | Ana Martins, Letícia Pinheiro, Mónica Lourenço, Ricardo Mendes, Rita de Brito Martins e Sandra Santos

Sinopse
A partir de diversas obras do dramaturgo russo Anton Tchekòv e da música de "O Lago dos Cisnes", de P.I. Tchaikòvsky, surge um palco (quase) vazio - onde há espaço para uma estória nascer.

"E pronto, aqui está um teatro. Pano, primeiro bastidor, segundo bastidor, e logo o espaço vazio. Cenário não há. Vista directa para o lago e para o horizonte. O pano sobe às oito e meia em ponto, quando a lua se levantar."

Houve um tempo em que o palco se enchia de estórias. Agora não – restam apenas os panos e as luzes difusas. E um som que sabe a lagos enfeitiçados e a viagens para o sul. Um actor e o seu companheiro – uma actriz e a sua bailarina – uma voz e a sua sombra. Uma folha em branco que foi a promessa de algo mais. A promessa do Teatro como se fosse vida.

Bilhete
€ 5,00 (sujeito a descontos)

Reservas e informações
927 565 841 / caixanegra.cc@gmail.com

“Não Há Culpa” no Teatro Rápido em Julho


Após o anúncio do fim do Mundo, Deus e Nossa Senhora, assistem pela televisão ao caos da população em fuga.
Os dois, bem vestidos e sóbrios, respeitáveis e com classe, apresentam-se como um casal político.
Ele, poderoso e omnipresente, não percebe a confusão instaurada.
Ela, assertiva e conscienciosa, culpa-o pelo sucedido.
Está dado o mote para esta comédia, algo conjugal, sobre o uso das palavras e sobre quem detém realmente o poder, o homem, líder inquestionável e figura exemplar ou a mulher, discreta e pacífica que atua na sua sombra?

O espectáculo “Não Há Culpa” estará durante o mês de Julho no Teatro Rápido na Sala 2, de quinta-feira a segunda-feira. Serão realizadas 5 sessões diárias (18h05m, 18h35m, 19h05m, 19h35m e 20h05m) e a entrada custa 3€.

Texto e Encenação
João Ascenso
Estreou-se como ator no ano 2000 no Teatro Cinearte após ter concluído o curso do Instituto de Artes dos Espetáculo.
É membro fundador da Companhia de Actores e colabora regularmente com a produtora Plano 6 para a qual escreveu e encenou alguns musicais para crianças.
É também autor das peças “Prêt-a-porter”, “Vamos sonhar baixinho...” ,“ A noite do choro pequeno” , “Seis... quase meia” e “ Nos dias em que não apetece morrer”.
Encontra-se em cena até 7 de Julho no Teatro Amélia Rey Colaço com o espectáculo “Em cima das árvores”, uma encenação de Tiago Torres da Silva.


Interpretação
Anaísa Raquel
Iniciou a sua formação no Chapitô, com Bruno Schiappa e tem vindo a trabalhar em várias áreas artísticas tais como atriz e assistente de encenação. Fez assistência de encenação para “Fuga”, “Apanhados na Rede”, “Meninos da Mamã”, “Memória da Água” e “Mão na Luva”.
Participou como atriz nos espetáculos “Lobo Mau vs Capuchinho Vermelho”, “Seis... quase meia”, “Cisco e a Espiral do Conhecimento”, “Nico – a crise”, “Trair e Coçar é só começar”, “Nicolau”, “Viver é Raso”, “Espírito da Poesia”, “Perlimpimpim”, “Cenas Suburbanas”, “Estas mulheres”, “Auto da Compadecida”.
Co encenou “Garota portuga procura”.
No cinema deu corpo a Mirita em “Calor e Moscas” e a Jornalista na curta-metragem “Um dia fragmentado”.

Ricardo Lérias
Diretor artístico da produtora da “Janela das Cores”.
Faz parte do grupo de teatro Hipócritas onde, em 2008 e 2009, apresentou “Godot dos Infernos” adaptado e encenado por Alexandre Borges e “Gladiadores” de Alfredo Cortez, respectivamente.
Ainda em 2009 apresentou, no âmbito do ciclo de novos atores no Teatro Municipal São Luís, uma adaptação de “Anjos na América”.
Entre algumas participações televisivas e anúncios destaca a sua participação nas novelas “Doce fugitiva”, “Morangos com Açúcar”, Floribela” e “Chiquititas”.
No cinema destaca a sua participação no “Filme do Desassossego” de João Botelho.
Entre 2011 e 2012 integrou o elenco do musical “ Careta- A tartaruga que defende o planeta” da Plano 6.

Página de facebook: https://www.facebook.com/#!/NaoHaCulpa
Email: naohaculpa@gmail.com

Teatro Rápido
Rua Serpa Pinto, 14, 1200-445 Lisboa (CHIADO - na 1ª à esquerda logo abaixo da Brasileira)
Telefone: 213 479 138
Email: tr@teatrorapido.com

Aniversário do Teatro Experimental do Porto - 60 anos



TEP foi pioneiro no Porto do teatro moderno em Portugal

O Teatro Experimental do Porto (TEP), a comemorar 60 anos de representações, teve na sua primeira década na vanguarda das artes cénicas e contou, ao longo dos anos, com a participação de nomes cruciais do teatro português.
Se a primeira representação da companhia foi em 1953, a história do Círculo de Cultura Teatral -- TEP começou algures numa noite chuvosa de novembro de 1959 em que, por convocatória oral, Manuel Breda Simões, um professor da Escola Comercial Oliveira Martins, conseguiu reunir um conjunto de cidadãos interessados no teatro.

Era uma iniciativa que surgia a par das atividades de outras instituições como o Cine Clube do Porto, a Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto ou o Círculo de Cultura Musical, que através da cultura procuravam alimentar a oposição ao regime fascista.

Os estatutos da nova associação acabaram por ser aprovados em 1951 e, depois de vencidos vários problemas legais, é em 1953 que os dirigentes da associação conseguem convencer António Pedro a aceitar ser professor e encenador dos jovens artistas que militavam no TEP.

"A gota de mel", "Nau Catrineta" e "Um pedido de casamento" foi o tríptico estreado em 18 de junho de 1953, no Teatro Sá da Bandeira, com um sucesso que levou a que o espetáculo fosse levando em digressão.

"Quem a ele assistiu, embora tivesse aderido sem reservas, embora o tivesse aplaudido com entusiasmo, não se terá apercebido, é quase certo, do facto de se tratar de um acontecimento histórico, como foi o caso. Na realidade, o Teatro em Portugal não voltou a ser o mesmo, depois desta estreia", escreveu Carlos Porto na obra "O TEP e o teatro em Portugal".

O TEP nascia numa altura em que o teatro em Portugal se resumia ao teatro comercial e a um D. Maria envelhecido, pelo que Júlio Gago, o atual diretor, não tem dúvidas em afirmar que nele se viveu, nesses anos, "a única revolução estética do teatro português, introduzindo a encenação moderna e o sentido da unidade do espetáculo".

O diretor lembra que o grupo foi "criado quando se começava a falar na Europa dos teatros experimentais, da sua importância, do novo tipo de salas que esses teatros precisavam. Foi logo no início da aventura, nos anos 50, que o TEP teve o primeiro teatro de bolso construído na Península Ibérica". O pequeno teatro na rua do Ateneu Comercial do Porto, que se chegou a chamar teatro António Pedro, acabaria por ser alienado em 1980.

Ao longo da sua história muitos foram os atores e encenadores de relevo que pisaram o palco do TEP como João Guedes, Dalila Rocha, Sinde Filipe, Paulo Renato, Ruy de Carvalho, Rogério Paulo, Carlos Avilez, Fernanda Alves ou Isabel de Castro. O mesmo aconteceu com os artistas que colaboraram com a companhia como José Rodrigues, Ângelo Sousa, Armando Alves ou António Quadros.

Na década 1990, o TEP conheceria muitas dificuldades que levariam à sua transferência para Gaia, mas a prova da sua importância para a história do teatro em Portugal está patente no facto de, "nos últimos dez anos, cerca de 50 teses de mestrado e doutoramento se cruzaram no itinerário do TEP", afirma Júlio Gago. Em outubro vai mesmo realizar-se um colóquio em que participarão alguns destes investigadores e mesas redondas com antigos encenadores e cenógrafos.
in Lusa

"Ensaio ou Café dos Artistas" até dia 30 nos Recreios da Amadora



Ensaio ou Café dos Artistas
de M'Hamed Benguettaf

Até dia 30 de Junho nos Recreios da Amadora
quarta a sábado 21h30 | domingo 16h
(dia 26 Junho não há espetáculo)

Sinopse
Um ator, um músico e um encenador ensaiam incansavelmente, dia após dia, a mesma peça: a história de um simples cidadão perseguido pelos vizinhos notáveis e dignatários do regime. Os ensaios redundam em catástrofe. A companhia vê partir, um a um, todos os seus membros e é sistematicamente posta fora das salas que ocupa por razões de evidente prioridade: encontros políticos, reuniões sindicais, cineclube... Maus tempos para o Teatro! Maus tempos para a esperança também... Porque a história passa-se num país que ensaia sem parar e não chega nunca a fazer uma verdadeira estreia.

Ficha Artística
Autor M' Hamed Benguettaf Tradução Mário Jacques Encenação José Peixoto Interpretação Jorge Silva, Rui Rebelo, Victor Santos Cenário e Figurinos Marta Carreiras Desenho de Luz e Fotografia Aurélio Vasques Música Rui Rebelo Design Gráfico Rui A. Pereira Assistente de Encenação Anna Eremin Produção Executiva Anabela Gonçalves Produção Teatro dos Aloés

"Violência - Fetiche do Homem Bom" estreia no Teatro Nacional dia 28 de Junho


"Acho sempre hipócrita, quando alguém vê um filme (violento) até ao final e depois protesta: não se pode fazer isto (ao espectador)!
E eu pergunto: porque é que ficaste a ver?”
Michael Haneke

"Questiono-me, se a violência é intrinsecamente humana e até que ponto, é uma das nossas características mais paradoxais: primária e sofisticada. Interessa-me explorar a violência mais subterrânea e hardcore, aquilo que considero de fetichização da bondade, que nos foi transmitido através da educamesticação™. Miguel e Gabriel são dois irmãos gémeos, pseudo-filósofos, burgueses, adeptos de junk food e fãs da estrela porno Sasha Grey.”
Cláudia Lucas Chéu

conceção do espetáculo Cláudia Lucas Chéu
com Albano Jerónimo, Rúben Gomes, Solange Freitas e Miguel Raposo

espaço cénico e figurinos Tiago Pinhal Costa
consultor de Tiago Pinhal Costa Tiago Cadete
desenho de luz Rui Monteiro
espaço sonoro Vítor Rua
vídeos Alexandre Azinheira
operação de vídeo Eduardo Cunha
apoio ao movimento Sara Chéu
assistência de encenação Solange Freitas
produção Francisco Leone
coprodução TNDM II, Associação Cultural Teatro Nacional21 (TN21), TNSJ
M/16

Workshop de Dança Contemporânea


A aula tem início no chão, onde o aquecimento articular dá lugar ao alongamento muscular, que progride em sequências de movimento fluido, numa constante transição do peso usando toda a cines fera.
O trabalho em pé desenrola-se através de sequências de movimento ricas em jogos rítmicos, coordenação, uso do espaço e fusão do corpo com o chão, que se desenrola a partir do mesmo movimento fluido, suspenso e contínuo para explorar improvisação, manipulação, transporte e complementaridade de dois corpos em movimento.
1.Técnicas de dança contemporânea
2.Espaço, tempo e dinâmica.
3.Aplicação de uma criação coreográfica através de uma aula técnica.
4.Criação a partir de um tema.
5.Criação a partir do movimento.
6.Construção e Desenvolvimento de movimentações coreográficos.

WORKSHOP- De 8 a 12 de Julho´13 das 20h30 às 21h30
VALOR: 40€ - 35€ até dia 5 de Julho

Círculo de Dança de Lisboa
Rua Adelaide Cabete, nº 6 - Quinta da Luz
Tel. 21 712 06 00
email: info@circulodedancadelisboa.com
www.circulodedancadelisboa.com

“Romancero Gitano”, de Federico Garcia Lorca



“Romancero Gitano”, de Federico Garcia Lorca

Largo da Achada, 4 e 5 de Julho, 21h30, Entrada Livre
Encenação: António Pires

Elenco: Gabriel Gomes, Graciano Dias, João Barbosa, Mitó Mendes, Ricardo Aibéo e Rita Loureiro.       Música: Paulo Abelho e João Eleutério

“Romancero Gitano”, baseado na obra de Federico Garcia Lorca e com encenação de António Pires, volta a Lisboa, pela última vez, nos próximos dias 4 e 5 de Julho. Depois da estreia nas Ruínas do Carmo, em 2009 (sempre com sessões esgotadas) e da digressão ao Brasil em Janeiro deste ano (Parque das Ruínas, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro), esta será a última oportunidade para assistir a esta peça de teatro baseada naquele que é considerado o livro de poemas mais lido e recitado de toda a literatura espanhola. Com produção da Ar de Filmes, estas duas apresentações estão integradas no Programa “Largos da Mouraria” e são oferecidas pela Câmara Municipal de Lisboa / Egeac. A entrada é livre.

"Salto" no Teatro Nacional São João 28-30 Jun


"A Viagem do Elefante" pelo Trigo Limpo



No próximo dia 29 de Junho, o Trigo Limpo estreia a sua nova produção de teatro na rua "A Viagem do Elefante", em Figueira de Castelo Rodrigo.
esta criação do Trigo Limpo Teatro Acert a partir do conto homónimo de José Saramago, tem a coprodução musical de Flor de Jara, e a parceria da Fundação José Saramago.
teatro na rua · 29 junho
sábado, 29 de junho às 22:00 
largo mateus de castro
figueira de castelo rodrigo

*Preço viagem ida e regresso a Tondela:
7,50€ por pessoa sujeito a confirmação, 
mediante o número de pessoas inscritas. 

Informaçõe, inscrições e pagamento 
na secretaria da ACERT 
ou através de e-mail do trigolimpo 
até às 17h do dia 26 de Junho.





Por Londres... "Wallace & Gromit's Musical Marvels"



Já anunciado para Dezembro no Barbican nos dias 22 e 23 "Wallace & Gromit's Musical Marvels"!A mais recente aventura de Wallace e Gromit, transforma o maravilhoso inventor e o seu fiel cão em virtuosos músicos. Com todos os percalços do costume, caos e nova animação, esta é uma óptima maneira para as crianças descobrirem a emoção de uma orquestra ao vivo. Se estiver por Londres na altura do Natal este é um espectáculo a não perder!

Workshop nas Aguncheiras



Pensar através do corpo
Workshop com direcção de Kira O' Reilly
Kira é uma artista que vive no Reino Unido. O seu trabalho pode ser descrito como uma brincadeira interdisciplinar indisciplinada que tem como base a sua formação em artes visuais. Utiliza a performance, a biotecnologia e a escrita como meios especulativos para reconfigurar a percepção do corpo.

Dias 11 e 12 de Julho das 14h às 19h

Local: Espaço das Aguncheiras, N 38.439967, W 9.198785
Estudantes 70€
Publico em geral 130€

INSCRIÇÕES: Cultivamos Cultura - Associação Cultural, culti.culto@gmail.com

Portugal e Galiza vão trocar espectáculos de teatro no final do ano


Quatro companhias portuguesas e outras tantas da Galiza, Espanha, estão a desenvolver um programa de intercâmbio teatral que, a partir de Outubro, vai pôr 32 espectáculos a circular pelos palcos dos dois lados da fronteira.

Troco x Troco é o nome do projecto que envolve as companhias portuguesas A Escola da Noite (Coimbra), o Centro Dramático de Évora, a Companhia de Teatro de Braga e a Seiva Trupe (Porto). Do lado da Galiza, participam a Sarabela Teatro, de Ourense, e três companhias da Corunha: Teatro Atlántico; Teatro do Morcego; e Teatro do Noroeste (este numa co-produção com o Centro Dramático Galego).

A iniciativa tem como objectivo principal aprofundar relações entre as produções dramáticas galega e portuguesa, sejam estas profissionais ou amadoras, e promover a comunicação intercultural entre os dois países.

A ideia do projecto, que começou a ser desenvolvida no início deste ano, partiu da Consellería de Cultura, Educación e Ordanación Universitaria, através da Axencia Galega das Industrias Culturais (Agadic) e do Centro Dramático Galego (CGD), em colaboração com a Cena Lusófona-Associação Portuguesa para o Intercâmbio Teatral.

Na apresentação do programa, que decorreu nesta quinta-feira no Porto, Anxo Lorenzo, secretário Geral de Cultura da Junta da Galiza, defendeu que urge “estreitar os laços entre a Galiza e Portugal”, uma vez que ambos os territórios estão "numa situação económica complicada, que faz com que seja preciso colaborar”.

Júlio Cardoso, fundador e dirigente da Seiva Trupe, sublinhou que o Troco x Troco se distingue de outros projectos semelhantes pelo facto de se tratar de "uma iniciativa mais organizada e sistematizada, envolvendo oito companhias”.

Em Portugal, o ciclo de espectáculos apresentados pelas companhias galegas começa no dia 23 de Outubro, no Teatro Circo, em Braga, e no Teatro Garcia de Resende, em Évora. Termina a 2 de Novembro, com representações no Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra, e no Teatro do Campo Alegre, no Porto.

À Galiza, o teatro português chega a 5 de Outubro, ao Pazo da Cultura, em Narón, Corunha, e despede-se a 24 de Novembro no Teatro Principal, em Ourense. Contudo, ainda haverá espectáculos de companhias nacionais durante o primeiro semestre de 2014, nos quatro palcos galegos que vão acolher este ciclo.
Ana Rocha in Público

Carlos Cardoso vence Internacional Rotary Opera Contest


O tenor Carlos Cardoso, de 27 anos, conquistou o primeiro prémio do Internacional Rotary Opera Contest, um concurso internacional de canto lírico cuja prova final decorreu no Teatro Nacional São Carlos, em Lisboa.

De acordo com a secretaria de Estado da Cultura, parceira neste concurso, Carlos Cardoso ficou em primeiro lugar, conquistando uma bolsa de estudo no valor de 12 mil euros.

Em segundo lugar ficou a soprano coreana Guibee Yang, que receberá uma bolsa de estudo de seis mil euros, e em terceiro a soprano espanhola Paloma Friedhoff Bello, a quem foi entregue o prémio Teatro Nacional de São Carlos.

Carlos Cardoso, natural de Tarouquela, Cinfães do Douro, já foi premiado nos concursos de canto Luisa Todi (2011) e Magda Olivero (2012).

Em 2011 integrou o Estúdio de Ópera do São Carlos e atualmente participa na Academia de Canto do Teatro Alla Scala, em Milão, Itália.

O júri desta edição do concurso integrou Jorge Vaz de Carvalho, Eliene de Kat, Bruno Michel e João Pereira Bastos.

Na prova final, hoje no Teatro Nacional de São Carlos, os finalistas atuaram com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, interpretando árias de óperas de compositores como Rossini, Mozart e Donizetti.

Os prémios foram entregues pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.

O concurso, ao qual se submeteram 24 cantores líricos, dos quais eram portugueses, tem por objetivo «incentivar o aperfeiçoamento artístico de jovens cantores líricos entre os 18 e os 33 anos», refere a tutela em comunicado.

Este concurso de canto lírico aconteceu na véspera da realização, em Lisboa, da 104/a convenção da organização humanitária internacional Rotary, sob o lema «Lisboa Um Porto para a Paz».

in Lusa