Thursday, October 29, 2009

Demo/Show reel para actores

Saturday, October 24, 2009

Contestação contra a transformação do Teatro Sá da Bandeira em Hotel







Um conjunto de personalidades ligadas ao meio artístico e cultural do Porto tem vindo a contestar a transformação do Teatro Sá da Bandeira em Hotel, tendo mesmo organizado na baixa portuense, uma concentração frente a esse teatro.
"O Teatro Sá da Bandeira, fundado em 1855 e reestruturado em 1877 mantendo ainda os traços arquitectónicos dessa época, é uma das salas mais emblemáticas e históricas do Porto", disse à Lusa Francisco Alves, director do Teatro Plástico, um dos promotores da concentração.
O director e encenador sublinhou que tiveram lugar no Teatro Sá da Bandeira as primeiras apresentações de cinema em Portugal, tendo a sua sala acolhido "toda a história do Teatro português".

“O Bicho Papa-Livros” pelo Pim Teatro






Para não nos perdermos precisamos de marcar, imprimir, escrever um rasto.
Descobrir os livros e descobrir o que está para lá deles, para lá da estante, no ar que se respira, nos sons e nas vozes que se escutam, nos seres que caminham pelo espaço.
Quando as portas se fecham, desliga-se a água e apagam-se as luzes.
Há um silêncio calmo, um silêncio habitado, tenso e imóvel, acendem-se umas luzes pequeninas e ouve-se uma música suave e encantadora...
Num mergulho no mundo de H.C. Andersen, somos levados ao interior de uma Biblioteca, à descoberta de tesouros de conhecimento, no rasto do bicho que come livros... depois, percorrem-se caminhos, desfolham-se livros, sobem-se prateleiras como escadas, comem-se os livros aos bocadinhos e lambem-se as pontas dos dedos.
- Se uma biblioteca é já um mundo dentro do mundo cheios de mundos dentro, pode o teatro habitá-la? O teatro transpõe a realidade física e os limites do espaço, do tempo e do corpo, como quem lê um livro.
O Bicho Papa-Livros” foi criado para habitar bibliotecas. Tem uma estrutura de comunicação pouco convencional. Adapta-se ao espaço introduzindo o mínimo de elementos estranhos.
Impulsiona a relação do público com a biblioteca, contribui para o conhecimento desta enquanto edifício, recursos e formas de organização, e para a promoção da leitura. Este espectáculo surgiu no âmbito das comemorações do bicentenário de H. C. Andersen e da Biblioteca Pública de Évora.
Produção PIM Teatro, Concepção Alexandra Espiridião, Inês de Carvalho e João Sérgio Palma, Dramaturgia Alexandra Espiridião, Interpretação Alexandra Espiridião, Ana Duarte, Diogo Duro, Helena Estanislau, João Sérgio Palma, Paulo Vargues e Rita Leal.

Domingos Lobo vence Prémio Bernardo Santareno






Domingos Lobo foi o vencedor da segunda edição do ”Prémio Nacional de Teatro Bernardo Santareno”, com a peça original “Não deixes que a noite se apague”. A peça passa-se no Ribatejo nos anos 60 e tem como pano de fundo as greves estudantis e conturbadas relações amorosas.
O prémio, no valor de 15 mil euros, vai ser entregue na Grande Gala Bernardo Santareno, que está marcada para o dia 22 de Novembro, na sala de espectáculos do Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, e que contará com a presença do vencedor.
O “Prémio Nacional de Teatro Bernardo Santareno” distinguiu com menções honrosas as obras: “Os Filhos de Teresa”, de Sandra Pinheiro (Oeiras), “A Morte do Soldado”, de Carlos Alberto Machado ( Lajes do Pico/Açores), “Vodka e Cachupa”, de Miguel Real e Filomena Oliveira (Colares/Sintra), “O Sonho de Rosa Damasceno ou Públia Hortênsia, Marinheira Estática”, de Armando Nascimento Rosa (Évora) e ainda “Concerto para Dois Violoncelos”, de Isabel Millet (Lisboa).

Teatro Viriato Procura Jovens para PANOS 2010





Pelo quinto ano consecutivo, o Teatro Viriato participa no PANOS – Palcos Novos Palavras Novas. As inscrições para participar na edição deste ano do projecto, promovido pela Culturgest e no qual o Teatro Viriato participa desde a primeira edição, vão abrir a partir do dia 12 de Outubro até 06 de Novembro. Inspirado no projecto Shell Connections do National Theatre de Londres, PANOS pretende aliar o teatro escolar/juvenil às novas dramaturgias. PANOS parte de uma “encomenda” de peças a dramaturgos para serem representadas por actores com idades entre os 12 e os 18 anos, sem restrições temáticas.
Enquanto participante e antes do início dos ensaios para a montagem da peça de Teatro, com que culmina este projecto, e, que será apresentada em Abril do próximo ano, o Teatro Viriato promove um workshop, durante o qual será feita uma pré-selecção, conduzida pelo encenador Graeme Pulleyn, para a constituição do grupo de jovens que levará à cena a dramaturgia escolhida. O workshop decorrerá entre 16 de Novembro e 21 de Dezembro, à segunda e quarta-feira, das 18h30 às 20h30. Com ou sem experiência em Teatro, qualquer jovem, com idade entre os 12 e os 18 anos pode inscrever-se junto da bilheteira do Teatro Viriato ou através do site www.teatroviriato.com.
Desde 2006, no âmbito desta participação do Teatro Viriato no PANOS perto de 100 jovens já tiveram a oportunidade de experienciar este desejo maior de subir ao palco.
Inscrições abertas de 12 de Outubro a 06 de Novembro na bilheteira ou no site do Teatro Viriato

Thursday, October 8, 2009

"O Feiticeiro de Oz" estreia dia 10 no Teatro Politeama

Pela primeira vez a Metro Goldwin Mayer permitiu que a versão cinematográfica de “O Feiticeiro de Oz” fosse adaptada ao teatro com as suas músicas e diálogos originais.

Filipe La Féria vai estrear no próximo sábado, dia 10 de Outubro, no Teatro Politeama o mais célebre musical de sempre que durante décadas encantou gerações.

O Palco do Teatro Politeama vai transformar-se na grande Estrada dos Tijolos Amarelos por onde Dorothy e os seus amigos irão ter à Cidade Esmeralda onde vive o misterioso Feiticeiro de Oz.

“O Feiticeiro de Oz” conta a história de Dorothy, imortalizada no cinema por Judy Garland que, juntamente com o seu cão Totó, é levada por um tornado para um mundo mágico que fica para além do Arco-íris. A única forma de poder regressar à sua casa, no Kansas, é encontrar o poderoso Feiticeiro de Oz.


Na sua viagem, vão-se-lhe juntar um Espantalho que procura alguém que lhe dê um cérebro, um Homem de Lata que anseia conhecer alguém que lhe dê um coração e um Leão muito medroso que gostava de ter coragem.

“O Feiticeiro de Oz” é uma fábula fantástica, plena de misticismo e psicadelismo. É uma mensagem moral, com simbolismos e crítica social. Se por um lado é uma maravilhosa história de quatro companheiros de viagem que afinal são só um, que se consciencializam dos mais importantes valores da vida, por outro lado é o olhar de uma criança que toma contacto com o mundo industrializado (Homem de Lata), politizado (Leão) e ambiental (Espantalho) e que, para atingir os seus sonhos, tem de percorrer a Estrada dos Tijolos Amarelos, ou seja, o ouro do espírito como caminho da sua própria vida.

“O Feiticeiro de Oz” que é representado todos os dias às 11h e 14h para os estabelecimentos de ensino, será também representado para o público geral às 15h aos sábados e domingos no Teatro Politeama, simultaneamente com o espectáculo “Piaf”.

La Féria apresenta a mais espectacular produção realizada em Portugal dedicada a um público infanto-juvenil, mas que é um grande espectáculo para todas as idades com um elenco de actores, cantores, bailarinos e músicos em que se destacam, entre outros, Cátia Garcia, David Ventura, Helena Montês, Ruben Madureira, Arménio Pimenta, Tiago Isidro, Carla Janeiro à frente de um grande elenco que engloba também acrobatas circenses e um cão extraordinário.

Com coreografia de Inna Lisniak, direcção musical de Telmo Lopes, vídeos e figurinos de Marta Anjos, direcção vocal de Tiago Isidro, La Féria e o Teatro Politeama têm para oferecer ao público de todas as idades, uma maravilhosa e surpreendente prenda de Natal: “O Feiticeiro de Oz”, um espectáculo que ficará para sempre na memória de todas as crianças e adultos que caminharem pela Estrada dos Tijolos Amarelos.