Thursday, May 28, 2009

Prémios de Teatro Guia dos Teatros 2008






Prémio Carreira
Rui Mendes

Prémio Guia dos Teatros
RTP pelo regresso do Teatro à televisão pública

Prémio Técnico
Mestre Manuel Vitória

Prémio Critica Carlos Porto
Maria Helena Dá Mesquita

Prémio Fernando Amado
Escola de Mulheres

Prémio António Pedro
CENDREV – Centro Dramático de Évora

Prémio Frederico Valério
Sofia Escobar

Prémio Mecenas
Grupo Promosoft

Prémios Votados Pelos Leitores
Melhor Peça
“Platónov”, de Nuno Cardoso – Teatro Nacional São João

Melhor Encenador
João Brites por “Saga - Ópera Extravagante” – O Bando

Melhor Texto Original Português
Carlos J. Pessoa por “On The Road ou a Hora do Arco-Ìris” – Teatro A Garagem

Melhor Adaptação
João Mota por “Berlim” – Teatro A Comuna

Melhor Tradução
Escola de Mulheres por “Diz-me Como a Chuva”

Melhor Espectáculo Solo
Beatriz Batarda por “De Homem para Homem”

Melhor Espectáculo Infantil
“A Estrela” de Filipe La Féria

Melhor Actor
José Raposo em “Um Violino no Telhado” – Teatro Rivoli

Melhor Actriz
Maria João Vicente por “On The Road ou a Hora do Arco-Ìris” - Teatro A Garagem

Melhor Actor num papel Secundário
Tiago Diogo em “West Side Story” – Teatro Politeama

Melhor Actriz num Papel Secundário
Rita Durão em “Don Carlos Infante de Espanha” – Teatro Cornucópia

Melhor Elenco Conjunto
“Piratada à Portuguesa” no Teatro Maria Vitória

Melhor Actor/Actriz Revelação
Cátia Garcia em “West Side Story” e “A Estrela” – Teatro Politeama

Melhor Musical
“West Side Story” – Teatro Politeama

Melhor Musica Original
Luís Tinoco por “Evil Machines” – São Luiz Teatro Municipal

Melhor Direcção Musical
Telmo Lopes por “West Side Story” – Teatro Politeama

Melhor Cenografia
Cristina Reis por “A Floresta” – Teatro Cornucópia

Melhores Figurinos
Bernardo Monteiro por “O Mercador de Veneza” – Teatro Nacional São João

Melhor Coreografia
Inna Lisnniak por “Um Violino no Telhado” – Teatro Rivoli

Melhor Desenho de Luz
Daniel Worm D’Assumpção por “A Floresta” – Teatro Cornucópia

Melhor Desenho de Som
Daniel Cervantes por “On The Road ou a Hora do Arco-Ìris” - Teatro A Garagem

Melhor Equipa de Produção
Irene de Sousa e Carlos Gonçalves – Teatro Rivoli

Melhor Sala de Teatro
Teatro Politeama

Monday, May 4, 2009

Dramaturgo Augusto Boal morre aos 78 anos






Embaixador da UNESCO para o teatro e nomeado em 2008 para o Prémio Nobel da Paz, Boal tinha uma leucemia e morreu de insuficiência respiratória no Hospital Samaritano.

Para os brasileiros e os amantes do teatro e da promoção da igualdade entre os homens, Boal "deixa uma marca que jamais será esquecida", afirmou o presidente brasileiro, Lula da Silva, para quem o dramaturgo era "o exemplo de um companheiro que dedicou a sua vida à transformação social por meio da arte".

Numa das últimas entrevistas que deu - à Carta Capital -, Boal defendia que, "hoje, todas as formas de expressão e comunicação estão nas mãos dos opressores". Na sua opinião, "o que a televisão oferece é um crime estético". Afirmava: "E ainda acham estranho que alguém saia matando quinze pessoas de uma só vez. O cérebro das pessoas está impregnado dessas imagens. As rádios também repetem o mesmo som o tempo todo. Sem falar no tecno, que desregula até marca-passo, e é pior que ouvir gente quebrando tijolo em construção. O que a gente quer, no Teatro do Oprimido, é lutar nestes três campos: palavra, imagem e som."

Augusto Boal nasceu no Rio de Janeiro em Março de 1931, filho de pai português. Formou-se em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na década de 1950, enquanto realizava estudos de doutoramento em Engenharia Química, na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, estudou também dramaturgia na School of Dramatics Arts com John Gassner, professor de Tennessee Williams e de Arthur Miller.

No Teatro de Arena de São Paulo criou o Teatro do Oprimido, que lhe deu reconhecimento internacional por aliar arte dramática e acção social. "Todos os seres humanos são actores - porque actuam - e espectadores - porque observam. Somos todos espect-actores", afirmava. E este conceito ajuda as pessoas a inserirem-se na sociedade, acreditava.

Foi preso e durante a ditadura militar (de 1964 e 1985) esteve exilado em vários países e também em Portugal. Nos anos 70, trabalhou durante dois anos com A Barraca, onde assinou a peça Barraca Conta Tiradentes (1977) e escreveu com Chico Buarque Mulheres de Atenas, uma adaptação de Lisístrata, de Aristófanes.

Quando estava no exílio Chico Buarque dedicou-lhe a canção-carta Meu Caro Amigo ( 1976). "Meu caro amigo eu não pretendo provocar/ Nem atiçar suas saudades/Mas acontece que não posso me furtar/ A lhe contar as novidades/ Aqui na terra 'tão jogando futebol/ Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll/ Uns dias chove, noutros dias bate sol/ Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta" ouviu-se ontem na homenagem que os amigos lhe fizeram.
in Jornal O Público
Morre Augusto Boal, um dos maiores dramaturgos do Brasil
RIO - Morreu na madrugada deste sábado aos 78 anos o diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta Augusto Boal. Expoente do Teatro de Arena de São Paulo (1956 a 1970) e fundador do Teatro do Oprimido (inspirado nas propostas do educador Paulo Freire), ele sofria de leucemia e estava internado na CTI do Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. No final de março, ainda teve forças para marcar presença um uma conferência da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), em Paris, onde recebeu o título de Embaixador Mundial do Teatro. O corpo do dramaturgo será cremado por volta do meio-dia deste domingo, no cemitério do Caju.

A notícia foi enviada aos amigos pelo diretor Aderbal Freire-Filho, que lamentou a grande perda para o teatro brasileiro. O último encontro de Aderbal com o amigo foi na sala de espera do consultório do Dr. Flavio Cure Palheiro, médico que monitorou o desenvolvimento da doença de Boal.

- A gente sempre diz que os mortos são insubstituíveis, mas Boal, de fato, o é. Ele é um dos deuses do arquipélago do teatro, um dos mitos da nossa religião. É uma perda irreparável - lamentou Aderbal.

Augusto Pinto Boal nasceu em 16 de março de 1931, na Penha, bairro da zona Norte do Rio. Suas técnicas e práticas difundiram-se pelo mundo, notadamente nas três últimas décadas do século XX, sendo largamente empregadas não só por aqueles que entendem o teatro como instrumento de emancipação política mas também nas áreas de educação, saúde mental e no sistema prisional. Suas teorias sobre o teatro são estudadas nas principais escolas de teatro do mundo. No jornal inglês The Guardian, já se escreveu que "Boal reinventou o teatro político e é uma figura internacional tão importante quanto Brecht ou Stanislavski".

- Boal nos representa no Brasil e fora dele. Há livros traduzidos em francês, holandês, mais de vinte línguas. O Teatro do Oprimido é estudado em muitos países. Se ele falecesse na França, a repercussão ia ser enorme - comenta Aderbal Freire-Filho.

Ao voltar de uma temporada em Nova York - onde estudou Engenharia Química (Columbia University) e dramaturgia (School of Dramatics Arts) e pôde acompanhar as montagens do Actor's Studio, que utlizava o método de interpretação Stanislavski - em 1956, Boal passa a integrar o Teatro de Arena de São Paulo, que tornou-se uma das mais importantes companhias de teatro brasileiras. Com sua experiência, incentivou a encenação de textos brasileiros, de autores como Gianfrancesco Guarnieri, o que livrou o grupo da falência, na década de 50. Essa retomada do Arena causa uma revolução na cena brasileira, abrindo caminho para uma dramaturgia nacional de nomes como Oduvaldo Vianna Filho.

A enciclopédia do Itaú Cultural traz uma análise do crítico Yan Michalski, um dos mais importantes do teatro brasileiro, sobre Boal:

"Até o golpe de 1964, a atuação de Augusto Boal à frente do Teatro de Arena foi decisiva para forjar o perfil dos mais importantes passos que o teatro brasileiro deu na virada entre as décadas de 1950 e 1960. Uma privilegiada combinação entre profundos conhecimentos especializados e uma visão progressista da função social do teatro conferiu-lhe, nessa fase, uma destacada posição de liderança. Entre o golpe e a sua saída para o exílio, essa liderança transferiu-se para o campo da resistência contra o arbítrio, e foi exercida com coragem e determinação. No exílio, reciclando a sua ação para um terreno intermediário entre teatro e pedagogia, ele lançou teses e métodos que encontraram significativa receptividade pelo mundo afora, e fizeram dele o homem de teatro brasileiro mais conhecido e respeitado fora do seu país".

Com o fechamento do Teatro de Arena, veio o Teatro do Oprimido. Boal dizia que "o Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo. Todos os seres humanos são atores - porque atuam - e espectadores - porque observam. Somos todos 'espect-atores'". Criada no final da década de 60, em São Paulo, sua técnica utiliza a estética teatral para discutir questões políticas e sociais.

Na década de 70, enquanto esteve exilado em Lisboa, durante a ditadura militar no Brasil, Boal difundiu o método na América Latina e Europa. Na época, Chico Buarque compôs "Meu caro amigo", como uma carta em forma de música, em homenagem ao dramaturgo.

Em 2008, foi indicado ao prêmio Nobel da Paz devido ao reconhecimento a seu trabalho com o Teatro do Oprimido. No dia 16 de março do mesmo ano, atores, teatrólogos e militantes da cultura comemoraram pela primeira vez o Dia Mundial do Teatro do Oprimido. A data foi escolhida por ser a mesma do nascimento de Augusto Boal.
in O Globo

Commedia Dell'Arte no FATAL





FATAL 2009
10º Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa
www.fatal2009.ul.pt

MASTERCLASS SOBRE COMMEDIA DELL’ARTE
Com Carlo Boso

18 de Maio de 2009 16h às 20h Reitoria da Universidade de Lisboa
Masterclass com Carlo Boso, dramaturgo, encenador e especialista em Commedia dell’Arte, director da Académie Internationale Des Arts du Spectacle em Paris.

Será apresentada uma abordagem da história da commedia dell’arte enquanto fenómeno social desde o Renascimento até à actualidade. Numa vertente prática, serão realizados exercícios de trabalho de actor na Commedia dell’Arte. Uma oportunidade única!

Carlo Boso nasceu em 1946 em Itália. É um dos mais prestigiados encenadores do Teatro Europeu da actualidade. Licenciado em Teatro pela Escola “Piccolo Teatro di Milano”, participou em cerca de cinquenta espectáculos apresentados nos principais festivais internacionais. Carlo Boso foi igualmente director artístico do Festival de Montmartre, em Paris, do Festival de Carcassone, do Carnaval de Veneza e, também, do Festival Milano Aperta. Dirigiu o Teatro de Veneza – TAG, o Teatro di Porta Romana de Milano e o Teatro do Nordeste, em Treviso.
Enquanto pedagogo, dirigiu mais de cem ateliers internacionais de teatro, nos quais participaram cerca de cinco mil comediantes provenientes dos cinco continentes.
Em 2004 fundou a Académie Internationale Des Arts du Spectacle em Paris, cujo edifício são os antigos estúdios de cinema, criados em 1904, pelo mestre cinematográfico Charles Pathé.

Preço por pessoa: 5 euros
Inscrições Reitoria – Divisão de Actividades Culturais e Imagem da DSRE (DACI) Tel.: +351 210 113 406 fatal@reitoria.ul.pt
As inscrições só são válidas após pagamento na DACI, em numerário, sujeito a preenchimento prévio de ficha de inscrição.
Certificado de participação.

"A Festa" em Lagos






A Associação Teatro Experimental de Lagos estreia a 8 e 9 de Maio de 2009, pelas 21h30, a nova produção teatral "A Festa", na Associação Cultural LAC, em Lagos. Esta nova produção conta com a encenação de Ruben Garcia, espectáculo onde o actor desempenha um papel feminino. A seu lado contracenam Manuel Diogo e Rui Coelho.

SOBRE O ESPECTÁCULO
A peça, uma tragicomédia de Spiro Scimone, natural da Sicília, apresenta-nos uma família simples como tantas outras num dia simples, igual aos dias de tantas famílias. Esta família vive a aproximação de uma festa de aniversário de casamento, perante a indiferença total do pai e do filho. O texto de Spiro Scimone revela as angústias e tensões emotivas de pessoas desiludidas com a vida, que só se ouvem a si mesmas e não conseguem ter sequer uma relação humana activa nos seus próprios lares. As personagens de "A Festa" são como artigos numa vitrina, como se estivessem numa espécie de redoma ou de quarta parede. Tem muito do teatro de Becket, nas contínuas repetições de frases, nos silêncios e, sobretudo, no ritmo.

Local de apresentação / LAC - Associação Cultural, Largo Convento Sr.ª da Glória 8600-660 Lagos (Antiga cadeia de Lagos)
Informações e reservas / Associação Teatro Experimental de Lagos, 96 251 21 33 / 36

"Paisagens em Trânsito" em Aveiro










Paisagens em Trânsito
Projecto Satélite da Circolando com direcção artística de Patrick Murys

Dia 8 de Maio às 22H
Auditório Estúdio PerFormas, Aveiro

Sinopse:
Desenvolvendo as linguagens do teatro de marionetas e do objecto, do teatro físico, a temática do exílio surge neste solo como centro de interrogações.
No átrio de uma estação de comboios imaginária, há um homem carregado de malas. Viajante sem destino com uma história guardada na bagagem.

O comboio não chega. Desesperado o homem vai abrindo uma mala atrás da outra e vai revelando pedaços da sua vida: das malas cai palha, badalos de ovelhas, uma farda de combate, terra e outros objectos. Paisagens da memória aos poucos descobertas no fundo de cada mala.

A linha de comboio une as pontas à história. Começa no mesmo ponto onde termina. Pelo meio atravessa, invisível, o mundo interior do viajante. Será mesmo um viajante? O condutor do comboio? O guarda da estação? Personagens que nos ajudam a construir o nosso próprio comboio e seguir viagem.


Ficha artística:
Criação e interpretação: Patrick Murys
Colaboração na encenação e dramaturgia: André Braga e Cláudia Figueiredo Composição musical: Luís Pedro Madeira e Isabelle Fuchs
Construção: Sandra Neves (adereços, marionetas e figurinos); Carlos Pinheiro com a colaboração de Nuno Guedes (cenografia)
Desenho de luz: Cristóvão Cunha com a colaboração de Pedro Fonseca
Agradecimento especial: Luciano Amarelo (direcção de actor)
Operação luz e som: Pedro Fonseca
Execução de figurinos: Alexandra Barbosa
Produção: Ana Carvalhosa (direcção) e Cláudia Santos
Design gráfico: João Vladimiro
Fotografias: João Vladimiro e Stratos Ntontsis
Agradecimento: Leonor Barata e Léonard
Produção executiva: Corropio
Co-produção: Município do Fundão e Moagem – Cidade do Engenho e das Artes
Apoios: IEFP/CACE Cultural, Association INTI, Mafia, Ócios e Ofícios, O Teatrão
A Circolando é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes
Duração: aprox. 45 min.
Classificação etária: maiores de 8 anos

Circolando
Circolando desenvolve a sua actividade desde 1999. A criação e difusão de espectáculos constituem os objectos nucleares do projecto. De modo complementar, promove também ateliers de formação em diversos campos artísticos. Recentemente, a realização e edição vídeo vêm abrindo novos campos de expressão e experimentação.
Em 2006 surgiu na Circolando a ideia de apoiar projectos da autoria de colaboradores regulares da companhia com quem existe uma profunda identificação artística. Este apoio reflecte-se a nível artístico com o acompanhamento à encenação e à dramaturgia, mas também a nível da produção, promoção e construção plástica. A estes projectos chamamos Projectos-Satélite. Depois de “A Galinha da Minha Vizinha”, damos um novo impulso a esta vertente com o espectáculo “Paisagens em Trânsito” procurando diversificar a oferta de espectáculos em repertório.

Mais informações sobre o espectáculo:
Circolando - 225 189 157 939 482 601 c.santos@circolando.com

Reservas:
PerFormas - 234 192 780 (das 18.00 às 22.00) ou bilheteira@performas.org (até 24 horas antes do espectáculo)
A entrada tem um custo de 3 € (sócios extraordinários) 5 € (sócios efectivos) 10 € (não sócios)

PerFormas
Teatro Avenida, Largo do Mercado, 1
3900-223 Aveiro
foto de João Vladimiro

Programação para Maio do Teatro Académico de Gil Vicente







Teatro Académico de Gil Vicente
Programação Maio 2009

Teatro
Dia 6 de Maio’09
10h30
"O macaco de rabo cortado"
Texto Philippe Leroux
Encenação Oceana Basílio
Interpretação Cristina Areia, Paula Manso, Rita Ruaz, Sérgio Ribeiro
Música original Luís Macedo
Produção Teatro Mínimo

Quatro actores, conhecidos do público de todas as idades, vão deslumbrar os mais pequenos com a magia dos contos tradicionais.
Esta é uma história cheia de personagens engraçadas, que nos transporta para o imaginário das lengalengas portuguesas onde a moral, a conduta e a aprendizagem do pequeno macaquinho são metáforas da vida em sociedade e nos ensinam a crescer, rindo.

Preçário
Preço único 5,00€ [marcações abertas para as escolas/Entrada gratuita para Professores]
Público-alvo dos 3 aos 7 anos
Duração 60’


Dia 19 de Maio’09
21h30
"Onde vamos morar"
Encenação Jorge Silva Melo
Com Andreia Bento, Cecília Henriques, Pedro Carmo, Pedro Gil, Pedro Lacerda, Sérgio Godinho e Sílvia Filipe
Cenografia e figurinos Rita Lopes Alves
Luz Pedro Domingos
Co-produção São Luiz Teatro Municipal e Artistas Unidos

De novo pais e de novo filhos. Américo é o pai, doente e solitário. Vítor, o filho, casado com Gabriela que o deixa para partir em viagem. Patrícia, a irmã de Gabriela, vive na casa da infância, vazia agora que os pais morreram. Gustavo regressou depois de vinte anos fora do país e procura uma casa onde ficar e o pai que já há muito não via. Mas encontra apenas Vânia, a sua meia-irmã, que está ainda no princípio. E por último Mário, que trabalha como estafeta para uma florista incompetente que se engana sucessivamente na morada dos clientes.

Uma peça de José Maria Vieira Mendes, escrita para os Artistas Unidos. Sete personagens deambulam pelas suas histórias e cruzam-se umas com as outras, numa teia irregular e esburacada que a todos une. Gente que entra e sai numa cidade onde muita coisa se esconde ou não se vê, onde as ruas ficam desertas à noite e por onde passa um comboio que não se sabe para onde vai. Desencontros, partidas e abandonos. Uma peça sobre a morte, sim, o escuro, claro, mas também sobre a distância, o regresso, o esquecimento e a procura de uma morada.

Preçário
Preço normal 12,00€
Preço estudante 10,00€
Preço Protocolo de Teatro TAGV e Amigos TAGV 6,00€
M/12


Dias 21 e 22 de Maio’09
21h30
"A verdadeira treta"
Encenação e interpretação António Feio e José Pedro Gomes
Texto Eduardo Madeira e Filipe Homem Fonseca
Música Manuel Faria e Alexandre Manaia
Assistente de encenação Sónia Aragão

Em a “A Verdadeira Treta”, Zezé e Tóni vão levantar dinheiro a uma caixa multibanco e, como conversa puxa conversa, ou melhor, no caso deles, como conversa da treta puxa conversa da treta, passam uma infinidade de tempo a falar de tudo e mais alguma coisa. Desde o preço do petróleo, às operações plásticas, desde a paranóia com a segurança, até à educação, à saúde, passando pelo aumento dos juros, tudo é esmiuçado pela óptica arrevesada e demente destes dois mamíferos da famosa espécie: Chico-Espertus Lusitanus. Uma raça que, infelizmente para uns, e, felizmente para outros, está muito longe da extinção.

Preçário
Preço plateia 17,50€
Preço balcão 15,00€


Dia 26 de Maio’09
10h30
"Quixote: as peripécias de um cavaleiro doido"
Texto adaptação da obra de Miguel de Cervantes, “O engenhoso fidalgo Dom Quixote de la Mancha”
Adaptação e encenação Kelly Varella
Elenco Catarina Marques, Cristina Cardoso, Sérgio Mota, Victor Alves
Música original e direcção musical Rafael Campanile
Figurinos Catarina Marques
Coreografia Susanna Rosas
Fotografia Tiago Xavier
No âmbito do Ciclo de Teatro Arte à Parte

Quatro actores e um músico contam a história do cavaleiro mais famoso de todos os tempos, Dom Quixote de la Mancha. Com onze músicas originais, a peça narra a história de Alonsa Quijada, nobre senhor apaixonado por livros de cavalaria, que rompeu com a realidade mergulhando num mundo repleto de sonhos e fantasia. Num universo cheio de aventuras, batalhas, anseios e muita confusão, Alonso Quijada, intitulado Dom Quixote de la Mancha, e seu fiel escudeiro, Sancho Pança, saem em busca de aventuras. Feiticeiros, gigantes, princesas e castelos povoam seu imaginário. Sua sobrinha, a governanta e o amigo Sansão tentam devolver – lhe a razão. Será que há solução para tanta confusão?

Preçário
Preço crianças 4,00 €
Preço adultos 5,00 €
Preço para grupos superiores a 30 crianças 3,00 € [marcações abertas para as escolas/ Entrada gratuita para professores]
Público-alvo dos 6 aos 12 anos
Duração 50’

Dia 29 de Maio’09
21h30
Refuga
Curso Prática Teatral Contemporânea

Este ano, o curso «Prática Teatral Contemporânea» integra o projecto desenvolvido pela Culturgest, «PANOS – palcos novos palavras novas», que alia o teatro escolar/juvenil às novas dramaturgias, inspirando-se no programa «Connections» do National Theatre de Londres. Todos os anos há peças novas escritas de propósito para serem representadas por grupos escolares ou de teatro juvenil.

Sinopse
Kodjo tem 14 anos mas ninguém acredita nele. Ara vem de Bagdad e ainda ouve as bombas à noite. Chang vem de uma aldeia na China que tem mais de mil anos. Juntos contam a sua história. A história de uma infância perdida, árvores altas e um assassínio em movimento, cometido por uma criança que toda a gente diz que é um homem. Kodjo tem 14 anos mas ninguém acredita nele, é apenas mais um dos que chegam a Londres, abandonados nas suas ruas.


Ficha Artística
Autor Abi Morgan
Tradutor Francisco Frazão
Director de curso e encenador Luís Rodrigues
Interpretes Adriana Baptista, Ana Marina, Alexandra Palrinhas, Ana Rita Reis, Beatriz Mendonça, Carolina Ramalho, Diana Santos, Gualter Arrobas, Jaime Simões, Mafalda Fernandes, Mariana Fernandes, Nuno Gomes, Paulo Bastos, Valentina Carvalho
Produção e montagem TAGV
Parceiros do projecto TAGV – Teatro Académico de Gil Vicente, Ministério da Cultura – Direcção Regional da Cultura do Centro, Ministério da Educação – Delegação Regional de Educação do Centro, A Escola da Noite – Companhia de Teatro, Inatel – Delegação Regional de Coimbra, Culturgest – Panos Novos; Palavras Novas / National Theater Connections 2008 – Londres

Preço único 2,00€


Dia 30 de Maio’09
21h30
"O Trombone"
Texto José Fanha
Produção executiva Miguel Pedra
Elenco Vítor Emanuel e Luís Viegas
Encenação Paulo Matos
Sonoplastia Rui Alves
Desenho de luz Luís Duarte
Figurinos Paulo Mosqueteiro
Cartaz Diogo Moreira

Dois actores recebem o público que vai assistir ao grande espectáculo, «O Trombone». Na hora de começar o espectáculo, os actores descobrem que o Trombone ainda não chegou. Ficam aflitos e, para ajudar a passar o tempo, vão procurando as formas mais delirantes de entreter o público. Conversam com os presentes, desabafam sobre os seus mitos e frustrações, contam histórias mais ou menos despenteadas, fazem malabarismos, contam versões contraditórias da peça a que o público poderá eventualmente assistir, se o Trombone chegar a aparecer, tudo numa sequência cada vez mais ofegante, pois cada vez é mais evidente que o Trombone não vai chegar.

Preçário
Preço normal 12,00€
Preço estudante 10,00€
Espectáculo para M/12

Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República
3000-343 Coimbra
Telefone: +351 239 855630
Fax: +351 239 855637
E-mail: teatro@tagv.uc.pt
http://www.uc.pt/tagv
Blog: http://blogtagv.blogspot.com


Ideias do Levante fazem formação com Vasile Bodrug





A Ideias do Levante - Associação Cultural de Lagoa, promove nos dias 6 e 13 de Junho de 2009, um Laboratório de Teatro, dirigido por Vasile Bodrug.

Esta formação baseia-se na Psicotécnica do Actor de Teatro Dramático de K.S. Stanislavski. Alguns dos objectivos desta formação passam por desenvolver exercícios práticos dando ênfase à psicotécnica do actor e reactivar a experiência vivenciada pelo jogo combinado da "memória afectiva" e da imaginação.

Vasile Bodrug, nasceu na Moldávia no ano 1954. Em 1976, concluiu o curso no Instituto G. Muzicescu da Moldávia com especialização em Actor de Teatro Dramático e de Cinema. Por decisão da Comissão de Exames do Estado da Moldávia, no dia 28 de Junho de 1976, foi-lhe atribuído o titúlo profissional de Actor. Trabalhou como Actor e Encenador de Teatro na Moldávia e, posteriormente, como Director de Teatro para Crianças e adjunto de Director do liceu romeno-francês “Jheorghe Asachi”, e foi Professor na Escola Superior de Teatro na Moldávia. Escreveu vários artigos sobre teatro. Toda a sua vida foi ligada ao mundo do Teatro e da Educação. Actualmente, reside em Portugal e aqui concebeu duas peças de teatro para crianças, nomeadamente: “De tudo um pouco” e “Bons momentos”. Ambas as peças foram baseadas nos plan os da UNICEF para a educação das crianças no Terceiro Milénio. Vasile Bodrug, também trabalhou como Actor na Companhia de Teatro de Algarve (ACTA), no espectáculo “Don Quixote”, numa adaptação de Luis Mourão.

A formação decorrerá na sede da associação em Lagoa e encontra-se aberta a um mínimo de 6 participantes e a um máximo de 14 participantes, com idade superior a 16 anos. A carga horária prevista totaliza as 10 horas distribuídas, por dois dias, das 10h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00. O valor da inscrição é de 30 Euros para não sócios e 20 Euros para sócios. As inscrições poderão ser efectuadas através do site da associação em www.ideiasdolevante.net ou, em alternativa, através do número 282010080, das 18h00 às 20h00, de Segunda a Sexta-feira. Após a realização da formação, os formandos receberão um certificado de participação.

Esta iniciativa conta com o apoio do Município de Lagoa (www.cm-lagoa.pt), da Freguesia da Lagoa (www.flagoa.net), e da Fatamorgana (www.fatamorgana.pt).

IDEIAS DO LEVANTE
associação cultural de lagoa
Trv. Dr. João Grade, 24
8400 Lagoa (Algarve - Portugal)

Horário de atendimento administrativo na sede
Segunda a Sexta-feira, das 18h00 às 20h00

Telf.: +351 282010080

Site..... www.ideiasdolevante.net
Blog.... www.ideiasdolevante.blogspot.com
E-mail.. ideiasdolevante@id3ias.com

Curitiba sedia a Primeira Mostra Brasileira de Stand-up Comedy





O Teatro Regina Vogue (Shopping Estação – Av. Sete de Setembro, 2.775) servirá de palco à Primeira Mostra Brasileira de Stand-up Comedy, realizada diariamente em Curitiba, de 4 a 10 de maio. Serão oito espetáculos, escritos e interpretados por alguns dos melhores humoristas do cenário nacional, encenados sempre a partir das 21 horas (com exceção do de quinta-feira, dia 7, que será apresentado às 22h30).

Na programação da mostra, estão os shows dos comediantes Angela Dip, Bruno Motta, Cláudio Torres Gonzaga, Fábio Lins, Fábio Porchat, Fábio Rabin, Marcelo Mansfield e Nany People. Os ingressos custam R$ 40 e R$ 20 (estudantes, pessoas acima de 65 anos, doadores de sangue e assinantes da Gazeta do Povo na compra de até dois ingressos) e estão à venda na bilheteria do teatro ou pelo site do Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br). Mais informações pelo telefone (41) 2101-8292.

Serviço:
Primeira Mostra Brasileira de Stand-up Comedy
Com Angela Dip, Bruno Motta, Cláudio Torres Gonzaga, Fábio Lins, Fábio Porchat, Fábio Rabin, Marcelo Mansfield e Nany People.
Teatro Regina Vogue (Shopping Estação – Av. Sete de Setembro, 2.775), (41) 2101-8292.
De 4 a 10 de maio, sempre a partir das 21 horas (com exceção do espetáculo do dia 7, que começa às 22h30).
R$ 40 e R$ 20 (estudantes, pessoas acima de 65 anos, doadores de sangue e assinantes da Gazeta do Povo na compra de até dois ingressos).


PROGRAMAÇÃO:

Espetáculos e datas

- FORA DO NORMAL, com Fábio Porchat
Segunda-feira, 4 de maio, às 21 horas.
Uma das grandes revelações do humor brasileiro, o ator Fábio Porchat, paulista radicado no Rio de Janeiro, é integrante do grupo carioca Comédia em Pé. Atualmente, é contratado pela Globo como ator e roteirista do programa Zorra Total. Escreveu e interpretou as peças Infraturas e Dose Dupla e dirigiu o clássico Piquenique no Front, de Fernando Arrabal.

- 100% SALSICHA, com Cláudio Torres Gonzaga
Terça-feira, 5 de maio, às 21 horas.
O humorista carioca extrai a matéria-prima para o seu espetáculo de temas como programas de televisão e noticiários, alimentação, trânsito, relacionamento e esportes, entre outros. Situações pelas quais todo mundo passa ou que todos conhecem, mas filtradas pelo olhar afiado de um grande comediante.

Cláudio Torres Gonzaga é ator e diretor de teatro. Redator da Rede Globo, escreveu para os programas O Belo e as Feras, Escolinha do Professor Raymundo, Malhação, Brava Gente e Sai de Baixo. Foi redator final de Sob Nova Direção e, há quatro anos, comanda a redação de Zorra Total. Dirigiu a peça Enfim Nós, escrita em parceria com Bruno Mazzeo. É criador e comentarista do programa de tevê Paquetá Connection. Integra o grupo carioca Comédia em Pé, ao lado de humoristas como Fábio Porchat, Fernando Caruso e Paulo Carvalho. Atualmente é roteirista de A Grande Família, da Rede Globo.

- LA PUTANESCA, com Angela Dip
Quarta-feira, 6 de maio, às 21 horas.
Gaúcha radicada em São Paulo, a atriz define seu espetáculo como “reflexões rasteiras e inacabadas sobre sexo e comida”. Em um texto descontraído, Angela Dip comenta fatos do cotidiano feminino com humor e elegância. A supervisão é de Patrícia Gasppar.

Humorista e atriz, Angela Dip trabalhou nos programas infantis Ilha Rá-Tim-Bum, Castelo Rá-Tim-Bum e Rá-Tim-Bum, pela TV Cultura. Ainda na tevê, esteve nas novelas Dance Dance Dance (Band), Estrela de Fogo e Sem Limites para Sonhar (Record) e Pérola Negra (SBT). No cinema, atuou nos filmes Castelo Rá-Tim-Bum, de Cao Hambúrguer; Lua Cheia, de Alan Fresnot; Terremoto, de Beto Brant; Quanto Vale ou É por Quilo?, de Sérgio Bianchi; e Bodas de Papel, de André Sturm. No teatro, destacou-se nos espetáculos O Barril, Closer, Hotel Lancaster, Terça Insana e Humor de Quinta. Recentemente, Angela Dip participou da minissérie Maysa, interpretando a mãe da cantora.

- DEU NO QUE DEU, com Nany People
Quinta-feira, 7 de maio, às 22h30.
O show satiriza situações do cotidiano, bem como as diferenças entre os universos masculino e feminino, com total interação com a platéia. Essa diálogo aberto com o seu público é uma marca registrada da atriz e humorista, que por 80 minutos dá uma aula de como encarar a vida de maneira positiva e altruísta.

Nany People é mineira, radicada em São Paulo. Atriz e humorista, formada em Artes Cênicas pela Unicamp. Desde 2004, é mestre de cerimônias do maior festival de humor da América Latina, o Risorama. Projetou-se no cenário nacional, em 1997, como repórter do programa Novo Comando da Madrugada, de Goulart de Andrade, pela extinta Rede Manchete. Ainda na tevê, trabalhou como repórter especial nos programas Flash, de Amaury Junior (Band), Hebe (SBT) e A Praça É Nossa (SBT). Trabalhou como comentarista nos programas Pânico e Zíper, com Jairo Bouer, ambos pela Rádio Jovem Pan, e em Sexo Oral pela 89,1 FM. No cinema, trabalhou com Caio Blat em Cama de Gato, de Alexandre Stokler. Trabalhou por dez anos no Teatro Paiol (em São Paulo), com Paulo Goulart e Nicete Bruno, e atuou ao lado de Marília Pêra e Arlete Salles em Acredite, um Espírito Baixou em Mim, de Ronaldo Ciambrone. Atualmente está em turnê com o espetáculo Nany People Salvou meu Casamento.

- NOCAUTE, com Marcelo Mansfield
Sexta-feira, 8 de maio, às 21 horas.
Primeira incursão do ator e humorista paulista Marcelo Mansfield pela stand-up comedy. O espetáculo – uma crítica ácida e bem-humorada do artista ao cotidiano à sociedade brasileira –, vem rodando o país desde 2008, e rapidamente se tornou grande sucesso de público e de crítica. A supervisão é do também humorista Rafinha Bastos.

Marcelo Mansfield é o mestre de cerimônias do Clube da Comédia, de São Paulo. Viveu o Seu Banana no programa Zorra Total, da Globo, personagem inspirado no Seu Merda, criação de Mansfield para o show de humor Terça Insana, do qual também já fez parte. Na tevê, também se destacou por seu trabalho em novelas, séries e seriados globais como Mulheres de Areia, Chiquinha Gonzaga, Celebridade, Desejos de Mulher, Mulher e Armação Ilimitada. Também participou dos programas infantis Rá-Tim-Bum e X-Tudo, pela TV Cultura. No cinema, pode ser visto em Festa, premiado filme de Ugo Giorgetti, e no cultuado Durval Discos, de Anna Muylaert.

- RÁ... RÁ... RABIN, com Fábio Rabin
Sábado, 9 de maio, às 21 horas
O paulista Fábio Rabin começou a carreira fazendo um show de piadas. Após conhecer o trabalho do Clube da Comédia, em São Paulo, resolveu escrever seus próprios textos de stand-up, há cerca de três anos. Também criou o grupo Comédia ao Vivo, ao lado dos comediantes Luis França, Dani Calabresa, Danilo Gentili e Márcio Ribeiro. Já se apresentou em shows como Trestosterona, Deboshow, Clube da Comédia, Cabaré do Diogo Portugal, Santa Comédia e Comédia em Pé, entre outros. Rabin também já foi integrante do Pânico.

- ATIRA SARRO, com Fábio Lins
Sábado, 9 de maio, à meia-noite
Em Atira Sarro, Fábio Lins, uma das principais promessas do stand-up brasileiro, brinca com diversos fatos do cotidiano e as variadas peculiaridades da sociedade.

Nascido em Brasília e radicado em Curitiba desde a adolescência, Fábio Lins faz parte do elenco do Santa Comédia, primeiro show exclusivo de stand-up comedy criado no Sul, e tem se apresentado regularmente em diversos espetáculos de humor em todo o país. Também já participou do Risorama, uma das maiores mostras de humor do Brasil, realizada durante o Festival de Curitiba.

- !, com Bruno Motta
Domingo, 10 de maio, às 21 horas
O solo de Bruno Motta, !, reúne não apenas os melhores textos do humorista, mas também um material preparado especialmente para o espetáculo, que traz sempre temas atuais e notícias do dia a dia para a pauta do humor. Um dos diferenciais do seu trabalho, que tem como tema principal a mídia e a atualidade, é a sua grande interação com a plateia.

Formado em publicidade com passagem pelos cursos de jornalismo e administração, o mineiro Bruno Motta também é ator. Desde que participou do seu primeiro festival como comediante stand-up, o Prêmio Multishow de Bom Humor, em 1998, não parou mais. Foram vários prêmios, espetáculos e participações na tevê. Em 2002, ganhou o primeiro lugar no Festival Nacional de Novos Humoristas. Já participou do programa Zorra Total, a convite de Chico Anysio, e de programas como Altas Horas, Fantástico, Pânico na TV, Show do Tom, O Melhor o Brasil, Sabadaço e Superpop.

Nume Produções
Durante o último ano, a Nume Produções, comandada pelos empresários Luís Henrique Pellanda e Ítalo Gusso, tem se firmado como uma das produtoras mais ativas do Sul do Brasil, onde produz com exclusividade os espetáculos dos humoristas Rafinha Bastos, Danilo Gentili, Rafael Cortez e Felipe Andreoli.

Também no currículo da empresa estão trabalhos de artistas como Nathalia Timberg, Marco Luque, Lucio Mauro, Lucio Mauro Filho, Graziella Moretto, Fábio Silvestre, Chico Anysio, Mônica Martelli e a trupe Barbixas (representada no Paraná pela Nume), responsável pelo espetáculo de improvisação Improvável. A produtora também está levando espetáculos para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Sergipe e Bahia.

Produção e apoiadores
Idealizada pela Padrok Produções Culturais, a Primeira Mostra Brasileira de Stand-up Comedy conta com a produção local da Nume Produções, com a promoção da Band Curitiba Canal 2 e da Rádio Jovem Pan Curitiba e com o apoio da Porto Seguro Seguros, do Hotel Deville Express, da Fiat Barigui, da Macchina Áudio e dos restaurantes Cantina do Délio, Mercearia Bresser, Notubo e Quintana Café e Restaurante.

"Os Monólogos da Marijuana" agora em Almada!







Para quem já viu, gostou e quer muito repetir, bem como para aqueles que nunca viram, Os Monólogos da Marijuana vão estar o mês TODO de Maio, às sextas e sábados, no Incrível Club, em Almada (antigo cinema Incrível Almadense - Rua Capitão Leitão, Nº1 - Almada).
Hora e meia de gargalhadas imparáveis.
Para quem fuma e para quem não fuma, para quem gosta e para quem não gosta.
Reservas:
963 661 601 ou monologosdamarijuana@gmail.com
Preço único: 6€

PS: Ah!, e o Incrível Club tem bar a funcionar até ao ínicio do espectáculo e no final! Podem consumir durante o espectáculo!

Mito - Mostra Internacional de Teatro de Oeiras







"Black Vox" no Teatro da Trindade






Black Vox
Histórias Negras Em Teatro De Terror

Black Vox - Histórias Negras em Teatro de Terror, muito bem acolhida pelo público e pela imprensa aquando da sua estreia na Casa Conveniente, vai estar na Sala Estúdio do Teatro da Trindade, para uma curta temporada. Um espectáculo do Teatro do Eléctrico, colectivo teatral que assume a sua vocação experimental nas áreas da dramaturgia, da encenação, da representação e na integração de novas tecnologias.

Black Vox – Histórias Negras em Teatro de Terror, é constituído por quatro histórias, que embora criadas separadamente pelos autores/ encenadores Ricardo Neves-Neves, Ana Lázaro e Patrícia Andrade, se cruzaram e articularam no processo de criação, que envolveu também os actores, os músicos e a realização do vídeo. Trata-se da maior produção do recém formado Teatro do Eléctrico, uma companhia criada em 2008 por nove artistas que ao sairem da Escola Superior de Teatro decidiram trabalhar juntos.


Sinopse
Espectáculo de Humor Negro e Horror, numa abordagem que persegue o absurdo, a poesia e a comédia. Quatro histórias, várias perturbações: uma mulher perseguida por sombras num labirinto que forma na sua própria casa uma princesa, não, uma boneca, não, uma menina que assim pequenina queria ser bailarina um trágico truque de um fabuloso, surpreendente e fluorescente ilusionista e avec partner uma Pin Up, que leva os homens a perder – literalmente – as suas cabeças, Bang Bang. Os actores contracenam com vídeos que representam espaços, e as personagens ganham a dimensão de bonecos de animação.


Ficha Técnica
Textos e encenação: Ana Lázaro Patrícia Andrade Ricardo Neves-Neves
Música: Euthymia Hugo Franco Sérgio Delgado
Coreografia: Bernadete Sant'anna
Figurinos e caracterização: Pessoa Jr.
Desenho de luz: Hugo Franco
Vídeo: Dora Carvalhas
Realização da curta metragem de animação: Mário Sousa Solange Santos
Direcção criativa da curta-metragem de animação: Ana Lázaro
Elenco da curta-metragem de animação: João Ascenso Sílvia Figueiredo Solange Santos Vítor Oliveira.
Fotografia e design: Pedro Frois Meneses
Interpretação: Ana Lázaro Ricardo Neves-Neves Sílvia Figueiredo Vítor Oliveira
Produção: Teatro do Eléctrico

SALA ESTÚDIO
29 de Abril a 17 de Maio / 4ª a Sábado 22h00 e Domingo 17h00
Duração 60 Min
Classificação etária M/12
Preço único - 8€
Desconto
30% Beneficiários da INATEL, Grupos + 10 pax, Jovens c/ – 25 anos, Pin Cultura, Profissionais do Espectáculo e Seniores c/+ de 65 anos

II Ciclo de Mulheres Palhaço





II CICLO DE MULHERES PALHAÇO
2 a 31 de Maio de 2009 no Chapitô

Marta Carbayo
Cantaclown
Tenda do Chapitô
Sábado a Terça / De 02 a 05 de Maio / 22h
Bilhetes: 10 euros


Marta Carbayo
Natural do Reino de Espanha, a residir na Dinamarca, Marta Carbayo trabalhou com os Palhaços Sem Fronteiras no Sri Lanka. Mais do que uma Mulher palhaço, Marta Carbayo tem presente no seu trabalho de clown preocupações sociais às quais dá forma através das actividades que desenvolve com um grupo de música constituído por pessoas portadoras de deficiência mental.

" Cantaclwon"
Espectáculo mímico a solo acompanhado por grandes clássicos da música nos seus diferentes géneros: pop, tradicional e clássica.
Cantaclown já correu os mais variados festivais de Circo e Teatro da Europa como Espanha, Noruega, Dinamarca, Suécia, mas também já viajou por outros continentes.

Duração: 55 minutos
Direcção: Marta Carbayo
Interpretação: Marta Carbayo

Charlotte Saliou -L'élégance et la beauté
Tenda do Chapitô
Quinta a Domingo / De 07 a 10 de Maio / 22h
Bilhetes: 10 euros



Charlotte Saliou
Natural de França, Charlotte Saliou estudou Musicologia na Université Paris IV Sorbonne e Canto no Conservatoire Municipal des Lilás, no Conservatoire National de Région d'Aubervilliers - La Courneuve, na École Nationale de Musique de Pantin e na École du Samovar.
Tendo trabalhado com diversas companhias em óperas cómicas, como «Monsieur Chouf leur i» de Jacques Offenbach, «Phi -Phi» de Henri Christiné com a companhia Figaro & Co, «Valses de Vienne» de Johann Strauss, com a companhia Le Renouveau Lyr ique, Charlotte Saliou opta por seguir um percurso profissional ligado ao Circo e às Técnicas de Clown e Construção de Máscaras, construindo, em 2003, a personagem Jackie Star, com a qual tem viajado por todo o mundo, fazendo uma sátira à sociedade contemporânea.

" L'élégance et la beauté"
Depois de um acidente de viação, Jackie Star, uma ex hospedeira de bordo da Força Aérea torna-se conferencista. Agora, ela vai discutir a elegância e a beleza.
Jackie Star deambula entre o riso, a insanidade e a sua dupla personalidade. Perfeita hospedeira de bordo, exausta comediante trágica, desarranjada cantora de ópera ... mas profundamente ligada a nós.

Duração: 60 minutos
Texto original: Charlotte Saliou
Texto adaptado: Charlotte Saliou e Michael Egard
Direcção: Charlotte Saliou
Interpretação: Charlotte Saliou e Delphine Saliou
Público-alvo: A partir dos 8 anos

Nola Rae - Elisabeth's Last Stand
Tenda do Chapitô
Segunda a Quarta / De 11 a 13 de Maio / 22h
Bilhetes: 10 euros

Nola Rae
Natural de Sidney, emigrou para Londres muito nova. Estudou Ballet na Royal School em Londres para, mais tarde, tornar-se actriz mimo e aperfeiçoar as técnicas mímicas estudando em Paris com Marcel Marceau.
Amante de Shakespeare, Nola Rae trabalha com John Mowat, encenador da Companhia Chapitô, diversos textos do autor, transformando tragédias shakespearianas em comédias.
Mas é a partir de 1990, com Elisabeth's Last Stand, que Nola muda radicalmente o seu estilo transformando personagens da comédia dramática em personagens contemporâneos, as quais reflectem os vícios e medos do dia a dia.

Elisabeth's Last Stand
No final da sua vida, quando tinha 70 anos, Isabel I de Inglaterra permaneceu de pé, durante 15 horas, no tribunal, período após o qual, persuadida pelos já exaustos pajens, sentou-se. Receosa, ela nunca mais se voltou a levantar. Esta é a imagem que inspirou o espectáculo e o seu título "Elisabeth's Last Stand".
Em todas as mulheres vive uma Isabel I. Uma mulher que é forte, poderosa, esperta, receosa, apaixonada e controladora. Até mesmo na tímida Betty (personagem baseada na avó paterna de Nola Rae) reside, à espreita, uma rainha.

Duração: 1H30M
Direcção: Simon McBurney
Coreografia: Nola Rae
Música: Peter West
Público-alvo: A partir dos 8 anos


Gardi Hutter - Joana D'Arppo (ou Joana, a Brava)
Tenda do Chapitô
Quinta a Domingo / De 21 a 24 de Maio / 22h
Bilhetes: 10 euros

Gardi Hutter
Natural da Suíça, Gardi Hutter estudou na Academy of Dramatic Arts em Zurique e no CRT - Centro di ricerca per il teatro.
Enquanto actriz cómica representou peças de Aristófanes e como clown conta com mais de 2700 performances exibidas em mais de 22 países.
Também escritora, publicou três obras para crianças e uma para adultos.

Joana D'Arppo (ou Joana, a Brava)
Uma desmazelada lavadeira sonha em tornar-se uma heroína tal como o foi Joana D'Arc, mas na ausência de temíveis inimigos ela transforma a sua lavandaria num grotesco campo de batalha.
Num estilo de comédia trágica, Joana D'Arppo é uma parábola aos dias de hoje pelas mãos de uma desgrenhada, furiosa, suja, louca, tocante a poética mulher-palhaço.
Duração: 80 minutos
Texto original: Gardi Hutter e Ferruccio Cainero
Direcção: Ferruccio Cainero
Interpretação: Gardi Hutter
Público-alvo: A partir dos 8 anos


Laura Herts - A Won Woman Show
Tenda do Chapitô
Quinta a Domingo / De 28 a 31 de Maio / 22h
Bilhetes: 10 euros



Laura Herts
Natural de Washington DC, descendente de uma família de imigrantes judeus da Alemanha, os Marx Brothers, célebres comediantes do período pós-guerra, Laura Herts cresceu entre o humor e o riso.
Cedo iniciou tournées artísticas e aos 19 anos descobre a paixão pela arte mímica promovendo os seus próprios espectáculos pela Europa, Israel e Estados Unidos da América.
Apostada em combinar as Técnicas de Teatro com as Técnicas de Mímica, Laura Herts estou na School of Mime-Theatre Lassaad, na Bélgica, e fez formação em Teatro Físico, Clown com Máscara, Máscara Neutra e Objectos Mímicos para Teatro.
Em 2001 forma a Companhia "The Travelling Laughter Association" com a qual tem viajado por todo o mundo.

A Won Woman Show
Gladys vai ao teatro para ver um filme e depara-se ela mesma em palco, no filme da sua vida. Uma comédia dramática que se apresenta como a história de uma vulgar mulher de meia-idade, porém um pouco excêntrica, que acredita que o marido está presente, ainda que não esteja de facto.
Á medida que Gladys vai caindo na realidade de um mundo difícil para as mulheres, ela consegue gerir e encontrar o verdadeiro sentido da vida por detrás da sua própria condição social, deixando que o destino lhe proporcione a experiência da descoberta da liberdade.

Duração: 1H20 minutos
Texto original: Laura Herts
Direcção: Laura Herts, Jango Edwards e Raffaella Benini
Coreografia: Laura Herts
Interpretação: Laura Herts
Público-alvo: A partir dos 8 anos

"Os Improváveis" Domingo na Casa da Comédia às 21.30h

"A Ronda" no Trindade







"A RONDA" , de Arthur Schnitzler
DE 30 DE ABRIL A 16 DE MAIO
NO CAFÉ-TEATRO DO TRINDADE
Encenação Durval Lucena
Música e Sonoplastia Francisco Sousa
Coordenação Geral Rui Luís Brás
Interpretação: Ana Castanheira, Elícia Baptista, Hugo Nevez , Joaquim Frazão, Joaquina Chicau, Jorge Soares, Pedro Quintas, Rita Variz, Sara Aleixo e Tiago Cidade Pereira
Produção Pequeno Palco de Lisboa
A Ronda descreve a atmosfera de erotismo e melancolia da Viena do fim-de-século através dos encontros furtivos e ilícitos de dez personagens que se interligam numa busca constante pela satisfação amorosa, face à sua solidão, e que são remetidos para um movimento incessante em círculo onde gravitam o prazer e a dor. Ao exercício da sua actividade profissional, médico psiquiatra juntou a sua actividade criativa e isso permitiu a Arthur Schnitzler colocar em cena a libido como elemento propulsor da actividade humana.
Teatro Bar 30 Abril a 16 de Maio/ / 5ª a Sábado 23h00
Classificação etária M/16Duração 60 min
Preço 8 €
30% Sócios do INATEL, Grupos + 10 pax, Jovens c/ – 25 anos, Pin Cultura, Profissionais do Espectáculo e Seniores c/+ de 65 anos

"Listen To Me II" no Trindade






Pequeno Palco de Lisboa apresenta
"LISTEN TO ME II"
Teatro Bar 21 a 23 de Maio/ / 5ª a Sábado 23h00
Classificação etária M/16
Encenação: Rui Luís Brás
Música: Pedro Bargado
Coordenação GeraL: Durval Lucena
Interpretação: Ana Luísa Luz, Andreia Esteves, Bruno Pereira, Ester Gonçalves, Filomena Correia, Gustavo Duarte, Helena Fernandes, Joana Ponte, João André, João Pontes, Mafalda Risques, Marta Gil, Miguel Torres, Patrícia Caeiro e Teresa Franco
Preço 8 €
30% Sócios do INATEL, Grupos + 10 pax, Jovens c/ – 25 anos, Pin Cultura, Profissionais do Espectáculo e Seniores c/+ de 65 anos
Bilhetes à venda : Teatro da Trindade 3ªf a 6ª 14h-19h30. Nos dias de espectáculo das 14h00 até 30 minutos depois do inicio do mesmo; Fnac; Lojas Abreu; http://www.ticketline.sapo.pt/; Bliss; Worten; Bulhosa Livreiros
Informações e reservas : Teatro da Trindade 213420000 Ticket Line 707234234

"Henriqueta Emilia da Conceição" na Junta de Freguesia de S. João











Henriqueta Emília da Conceição é a personagem criada por Mário Cláudio, que empresta o nome ao texto e à volta da qual se passa a acção. Prostituta que se destaca num botequim de finais do século XIX criado pelo autor, exímia na arte de seduzir, com uma técnica imparável para o saque, solitária e ausente de valores afectivos, tem na sua carteira de clientes os homens mais conceituados entre os boémios que procuram os prazeres do sexo. Sem grandes objectivos, as suas convicções sofrem uma reviravolta quando conhece Teresa, jovem debilitada pela tuberculose. Encontra a compaixão, generosidade e amor, transportando-nos quando nada o previa, de um ambiente de solidão e ausência de valores, para a ternura e a grandeza do amor. “ E não será o amor, que uns aos outros nos devemos, o mais importante, entre todos os deveres?”. O texto apresenta-nos uma sociedade nocturna boémia do final do século XIX onde prevalece a “precariedade dos afectos humanos”, patologia social ainda presente e/ou intensificada no nosso século XXI.
João Ferrador


Mário Cláudio
autor
"é um dos melhores e mais escorreitos prosadores portugueses “ Vasco Graça Moura Pseudónimo de escritor de origem portuense, nascido em 1941 , cujo nome é Rui Manuel Pinto Barbot Costa, licenciou-se em Direito e tem desenvolvido a sua escrita a vários níveis tendo feito um trabalho exemplar em obras de ficção,poesia, teatro e ensaio. Ganhou o prémio APE de Romance e Novela em 1984 com a obra Amadeo e tem exercido funções como técnico do Museu Nacional de Literatura e como professor universitário .Foi galardoado com o Prémio Pessoa em 2004 e com o Prémio Vergílio Ferreira em 2008.O seu trabalho a nível dramatúrgico destaca-se em Noites de Anto (1988),A ilha de Oriente (1989),Henriqueta Emília da Conceição (1997) e O Estranho Caso do Trapezista Azul (1998) , Medeia (2008).


"Terra... Noz a não Quebrar" no Camões