Wednesday, March 25, 2009

Dia Mundial do Teatro nos Recreios da Amadora pelo Teatro dos Aloés







Dia 27 de Março -Dia Mundial do Teatro
Espectáculo "Blue" -Recreios da Amadora -Entrada gratuita.
Sujeita a marcações pelos telefones 916648204/218140825

O Teatro dos Aloés
apresenta:

"Blue"
de David Mamet
18 de Março a 5 de Abril nos Recreios da Amadora (Av. Santos Mattos nº 2 -Amadora- Perto da estação de comboios da CP ) . de 3ªª a Sábado 21.30h . Domingos 16.00h

Sinopse

É uma selecção e montagem das “pequenas peças e monólogos”de DAVID MAMET. Produções menores? Não. É o próprio MAMET que afirma: “Estas peças de 3 e 10 minutos são a melhor coisa que eu alguma vez fiz”.

Dificilmente se resumiria aqui a história, ou as histórias: “um homem fala sobre o seu cão, uma mulher fala com um homem mais velho sobre a vida no campo, dois amigos dissertam sobre Deus e as coincidências...”

Na sua espantosa teatralidade estas histórias são uma série variada de vinhetas sobre os Estados Unidos da América.

Ficha Artística
Autor: David Mamet, Tradução e Encenação: João Lagarto, Cenografia e Figurinos: Sara Machado da Graça Música: Afonso Lagarto, Desenho de Luz: João Carlos Marques, Designer Gráfico: Rui Pereira, Produção Executiva: Gislaine Tadwald Produção: Teatro dos Aloés Assistente de Encenação: João Borges Divulgação: Tânia Carvalho Fotografias: Eduardo Amaro

Interpretação: Afonso Lagarto, Joana Bárcia, Jorge Silva, José Peixoto e Sérgio Praia

Classificação etária: maiores de 12 anos
Duração: 1h e 30m
Preço dos Bilhetes: 5 €

Estrutura financiada pelo Ministério da Cultura/ Direcção Geral das Artes/Câmara Municipal da Amadora
Para Mais informações/Reservas: 916648204/ 218140825
e-mail : teatrodosaloes@sapo.pt
Site: www.teatrodosaloes.pt

Dia Mundial do Teatro na Malaposta





Quando a chuva desiste de cair, no lugar de Sembora, a vida se altera: todos se movimentam segundo os seus creres; a nossa tia, reza: Pai Nosso, Cristais no Céu; a mãe culpa os fumos da nova fábrica; o pai fala com o rio; o avô sonha em conhecer o mar e o nosso protagonista [o neto, o filho e o sobrinho] observa e deixa-se afectar pelos mundos que se abrem a sua frente.

A morte de Ntoweni provoca um desequilíbrio na ordem natural da vida, o seu não-falecido esposo deseja com ela se encontrar, entretanto a chuva, que se mantém tão pasmada como o nosso narrador, esquece-se do seu destino.
Da necessidade de retomar a ordem universal, guiados pelo olhar de uma criança, assistimos, no decorrer da peça, à revelação de cada personagem, os seus segredos e os seus sonhos.

Quando o avô inicia a sua viagem, para “conhecer o mar”, o ciclo completa-se e inicia-se o ritual de despedida, ou o encontro solitário do rio com o solo.
E finalmente, em solo africano, chove...


“E de novo gritei e gritei até deixar de me escutar, a voz submersa no remoinhar da corrente. Mas o barquinho foi, se dissolveu no horizonte. A última coisa que vi não foi a canoa mas a cabaça tombando das mãos da primeira Ntoweni. E da cabaça irrompendo, fluviosa, a serpente prateada da água.

Ainda hoje os meus passos se arrastam na travessia do rio, olhar perdido na outra margem. Meus passos se vão tornando líquidos, perdendo matéria, diluindo-se no azul da correnteza. Assim, se cumpre, sem mesmo eu saber, a intenção de meu velho avô: ele queria o rio sobrando da terra, vogando em nosso peito, trazendo diante de nós as nossas vidas de antes de nós. Um rio assim, feito só para existir, sem outra finalidade que riachar, sagradeando o nosso lugar.

Como ele sempre dissera: o rio e o coração, o que os une?
O rio nunca está feito, como não está o coração. Ambos são sempre nascentes, sempre nascendo. Ou como eu hoje escrevo: milagre é o rio não findar mais. Milagre é o coração começar sempre no peito de outra vida.”
Mia Couto (in A chuva Pasmada)

Dia Mundial do Teatro no Teatro das Figuras em Faro







OS SALTIMBANCOS

27 de Março de 2009 às 21H30
Comemorações do Dia Mundial do Teatro

TEATRO Teatro das Figuras
27 [SEX] 28 [DOM] 21H30
Duração: 70 minutos
Classificação etária: maiores de 6 anos

Autores: Chico Buarque e Sérgio Bardotti
Encenação, Figurinos e Direcção Geral: Gabriel Villela
Assistente de Encenação: Miguel Rosas
Cenografia: J. C. Serroni
Direcção Musical e Vocal: Ernani Maletta
Coreografias: Índio Queiroz
Desenho de Luz: Júlio Filipe
Elenco: Ana Machado, Isabel Nogueira, Jacinto Durães, João Melo e Tiago Vouga

Cansado da exploração e maus-tratos do patrão, um jumento abandona a fazenda em que trabalhava, em busca de melhores condições de vida.
No caminho para a cidade, encontra um cachorro e uma galinha que fogem pelo mesmo motivo. Junta-se a eles uma gata, expulsa de casa por passar a noite a cantar. Unidos, decidem formar um conjunto musical, criando belas canções.

Com esta fábula, Chico Buarque criou um texto e canções que nos transportam à magia suprema do espectáculo e ao que a vida tem de encanto.

CO-PRODUÇÃO: Seiva Trupe e Teatro Municipal de Faro, E.M.

Preço: € 12,00 [Com descontos: Maiores de 65 anos: 25%; Menores de 30 anos: € 5,00]

Dia Mundial do Teatro no Teatro Maria Vitória








Dia Mundial do Teatro no Acert







Projecto GoG e Histórias Contadas
Claribombo

Auditório 1
6ª Feira, 27 Mar’09, às 21:30

Um espectáculo para comemorar o Dia Mundial do Teatro com TODA A FAMÍLIA.

“Não custa nada inventar… pois não! Não custa nada inventar palavras, pessoas, brincadeiras, confusões…”

Um espectáculo brincadeira! E foi o que fizemos.
Construímos um espectáculo essencialmente lúdico, onde procuramos estimular o espírito criativo e a construção abstracta como forma de expressão liberta de regras e lógicas impostas por um mundo “adulto”...

Tuesday, March 24, 2009

Dia Mundial do Teatro - Mensagem de Augusto Boal






Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2009
Dia Mundial do Teatro - 27 de Março, 2009

Teatro não pode ser apenas um evento - é forma de vida! Mesmo quando inconscientes, as relações humanas são estruturadas em forma teatral: o uso do espaço, a linguagem do corpo, a escolha das palavras e a modulação das vozes, o confronto de idéias e paixões, tudo que fazemos no palco fazemos sempre em nossas vidas: nós somos teatro!

Não só casamentos e funerais são espetáculos, mas também os rituais cotidianos que, por sua familiaridade, não nos chegam à consciência. Não só pompas, mas também o café da manhã e os bons-dias, tímidos namoros e grandes conflitos passionais, uma sessão do Senado ou uma reunião diplomática – tudo é teatro.

Uma das principais funções da nossa arte é tornar conscientes esses espetáculos da vida diária onde os atores são os próprios espectadores, o palco é a platéia e a platéia, o palco. Somos todos artistas: fazendo teatro, aprendemos a ver aquilo que nos salta aos olhos, mas que somos incapazes de ver, tão habituados estamos apenas a olhar. O que nos é familiar torna-se invisível: fazer teatro, ao contrário, ilumina o palco da nossa vida cotidiana.

Verdade escondida

Em setembro do ano passado fomos surpreendidos por uma revelação teatral: nós, que pensávamos viver em um mundo seguro, apesar das guerras, genocídios, hecatombes e torturas que aconteciam, sim, mas longe de nós, em países distantes e selvagens, nós vivíamos seguros com nosso dinheiro guardado em um banco respeitável ou nas mãos de um honesto corretor da bolsa quando fomos informados de que esse dinheiro não existia, era virtual, feia ficção de alguns economistas que não eram ficção, nem eram seguros, nem respeitáveis. Tudo não passava de mau teatro com triste enredo, onde poucos ganhavam muito e muitos perdiam tudo. Políticos dos países ricos fecharam-se em reuniões secretas e de lá saíram com soluções mágicas. Nós, vítimas de suas decisões, continuamos espectadores sentados na última fila das galerias.

Vinte anos atrás, eu dirigi Fedra de Racine, no Rio de Janeiro. O cenário era pobre: no chão, peles de vaca; em volta, bambus. Antes de começar o espetáculo, eu dizia aos meus atores: "Agora acabou a ficção que fazemos no dia-a-dia. Quando cruzarem esses bambus, lá no palco, nenhum de vocês tem o direito de mentir. Teatro é a Verdade Escondida".

Vendo o mundo além das aparências, vemos opressores e oprimidos em todas as sociedades, etnias, gêneros, classes e castas, vemos o mundo injusto e cruel. Temos a obrigação de inventar outro mundo porque sabemos que outro mundo é possível. Mas cabe a nós construí-lo com nossas mãos entrando em cena, no palco e na vida.

Atores somos todos nós, e cidadão não é aquele que vive em sociedade: é aquele que a transforma!

Augusto Boal

Dia Mundial do Teatro no São Luiz







DIA MUNDIAL DO TEATRO
DIAS DO TEATRO NO S. LUÍZ

No dia Mundial do Teatro, 27 de Março, o Teatro S. Luíz apresenta uma sessão especial dedicada ao Dramaturgo Britânico Harold Pinter. “Recordar Harold Pinter” para ver no Jardim de Inverno, entre as 17h00 e as 22h00. A entrada é livre.

O Teatro S. Luíz, em Lisboa, cria Os Dias do Teatro com diversas acções que vão ter como principal figura de palco O Teatro.
As sessões vão decorrer entre os dias 23 e 30 de Março, no Jardim de Inverno, e, como forma de celebração do Dia Mundial do Teatro, o dia 27 de Março vai receber as participações de Jorge Silva Melo, Graça Lobo e Guardian Michael Billington integradas na sessão “Recordar Harold Pinter”, o dramaturgo britânico que faleceu em 2008 e que foi Prémio Nobel da Literatura.

Para além desta celebração, durante os restantes dias pode assistir às seguintes sessões:

PRÉMIO O DA CRÍTICA
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CRÍTICOS DE
TEATRO
23 MAR
SEGUNDA ÀS 19H00
A Associação Portuguesa de Críticos de Teatro sublinha o que de melhor se fez em 2008 no Teatro em Portugal, com a entrega do Prémio da Crítica.

JORGE LISTOPAD
LANÇAMENTO DO LIVRO DESLIZAMENTO
24 MAR
TERÇA ÀS 19H00
Jorge Listopad lança o seu mais recente livro, Deslizamento, editado pela QuidNovi. O livro será apresentado por Pedro Mexia (crítico literário).

BENNY HALL
26 E 28 MAR
QUINTA E SÁBADO ÀS 22H00 M/6
A vida troca-nos as voltas. As relações depois de terem sido uma hipérbole sexual,
são agora um tubarão morto. Onde falhámos? Quando é que as coisas azedaram?
Quem é que desviou primeiro o olhar? Quem é que parou de ler Richard Bach subitamente? E já agora, quantos gramas perde um actor depois de falhar uma deixa?
Benny Hall é uma paródia voyeurista por jovens meta-críticos.
Este espectáculo é uma reposição, alargada, da apresentação feita em Janeiro
último no Ciclo Novos x9 - Novos Actores.
Interpretação Paulo Lima e Ricardo Vaz Trindade
Piano Joana Gama
Voz Edite Queiroz
Dramaturgia Hélder Wasterlain

DIA MUNDIAL DO TEATRO
RECORDAR HAROLD PINTER
27 MAR
SEXTA A PARTIR DAS 17H00
Dia 27 de Março, Dia Mundial do Teatro, o São Luiz apresenta um programa muito especial, a lembrar o dramaturgo britânico, Prémio Nobel da Literatura,
Harold Pinter (1930-2008). Com a colaboração de Jorge Silva Melo e de Graça Lobo, bem como com a participação do biógrafo do dramaturgo e crítico do Guardian Michael Billington.
PROGRAMA
17H30 Quem quer lê o que quiser de Pinter
19H00 Graça Lobo e Jorge Silva Melo lêem Paisagem
22H00 Graça Lobo e Jorge Silva Melo conversam com Michael Billington sobre a
vida e obra de Harold Pinter.

TEATRO EM LISBOA: QUE ESTRATÉGIAS?
30 MAR SEGUNDA A PARTIR DAS 19H00
Encontro com profissionais do Teatro e com Catarina Vaz Pinto, António Pinto Ribeiro, Nuno Artur Silva e Pedro Costa. Inserido na iniciativa “Estratégias para a Cultura em Lisboa”, promovida pelo Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa.
Organização Dinâmia/ISCTE.

Dia Mundial do Teatro no Teatro Garcia de Resende





À semelhança de anos anteriores o Cendrev – Centro Dramático de Évora junta-se às comemorações do Dia Mundial do Teatro, que se realizam a nível nacional e internacional, convidando a população a deslocar-se ao Teatro Garcia de Resende, onde poderão visitar as instalações do Teatro às 12h30 e às 18h30 (máximo 30 pessoas) e assistir ao espectáculo dos Bonecos de Santo Aleixo, às 21h30.

Estas iniciativas, de entrada gratuita, requerem marcação prévia, até ao dia 26 de Março, para o Cendrev através do número 266 703 112 ou do mail cendrev@mail.evora.net, para a reserva e levantamento dos respectivos ingressos, na bilheteira do Teatro.

Dia 27 de Março, junte-se às comemorações e venha ao Teatro!!!

Dia Mundial do Teatro na Barraca






Dia Mundial do Teatro na Casa Amarela






As comemorações do DIA MUNDIAL DO TEATRO em BEJA são na CASA AMARELA*!

A arte pública propõe, para o dia 27 de Março - dia onde todos os criadores e profissionais das Artes do Palco não querem deixar de assinalar o motivo marcante que orienta as suas vidas, apesar de todas as perplexidades e dificuldades que caracterizam o Estado das Artes, em Portugal, e, muito especialmente, em Beja - três actividades: duas de âmbito formativo e uma de âmbito performativo.

Assim, seguindo a vertente de intervenção pedagógica que tem caracterizado muita da nossa actuação - na Formação e Sensibilização de Públicos e na qualificação profissional de Professores, Animadores e de Agitadores da Leitura - propomos, durante o dia, duas Acções de Formação que pensamos corresponder às necessidades sentidas pelo público-alvo indicado (consultar, em anexo, informação detalhada sobre estas formações).

À noite, convidamos todos a assistirem à nossa mais recente criação, com entrada livre!

consulte o calendário de actuações e outras informaçãoes em http://www.arte-publica.net/
e http//:artepublica2009.blogspot.com

* Rua da Barreira, 9-A, Beja

PROGRAMA de 27 Março 2009
CASA AMARELA Beja

10:00h12:30h
VIVÊNCIAS EXPRESSIVAS EM MOVIMENTO, MÚSICA E DRAMA
workshop

17:00h20:00h
DO CONTO AO OBJECTO DRAMÁTICO
workshop

22:00h
uma actriz confessa-se
seguido de
ADORÁVEL CRIATURA
Teatro

inscrições para os workshops:
através do endereço artepublica@gmail.com

reservas de bilhetes (entrada livre):
96.4781436


VIVÊNCIAS EXPRESSIVAS
EM MOVIMENTO, MÚSICA E DRAMA

Área de intervenção
Expressão pelo Movimento, Dramática e Musical;
Artes do Palco.

Palavras chave
Música, Movimento e Drama; pedagogia das Expressões; dinâmica de grupos.

O que é
Um workshop de 2h onde se procederá à intervenção directa de metodologias e dinâmicas usadas na criatividade com grupos de crianças, no âmbito da expressão pelo movimento, dramática e musical.

Os inscritos no workshop assistirão às dinâmicas que serão trabalhadas com as crianças – algumas delas explicitadas na publicação TANTATROCATINTA.


A quem se dirige
- Aos profissionais que trabalham com crianças e queiram desenvolver as suas competências nos âmbitos atrás referidos:

Professores do 1º ciclo
Educadores de Infância
Bibliotecários
Animadores Culturais
Estudantes Universitários das áreas das Letras e das Ciências da Educação;

- Às crianças do 2º e 3º anos de escolaridade;

Como funciona
Trabalho directo com as crianças.
Os Professores e acompanhantes assistem.
Existirá um momento prévio de apresentação de objectivos e um momento posterior de reflexão e troca de impressões com os/as participantes no workshop.

nota
será distribuído, aos inscritos um exemplar da obra TANTATROCATINTA de Gisela Cañamero e de Joaquim Mariano (livro e cd com propostas de vivências expressivas), ed arte pública, 2002.

inscrição
25€
inscrição nos dois workshops: 40€

DO CONTO AO OBJECTO DRAMÁTICO


Área de intervenção
Dramaturgia


Palavras chave
Análise; síntese; caracterização; escrita; criatividade; público-alvo.

O que é
Um workshop de 3h onde partiremos de contos para a Infância, para a Juventude ou mesmo para o público Adulto. Cada participante poderá trabalhar o seu conto.

Abordar-se-ão as necessidades e potencialidades dramaturgicas destes contos tendo em vista a sua transformação em texto dramático, seguindo orientações específicas em relação às dinâmicas que um objecto desta natureza exige.

A quem se dirige
A todos aqueles que já experimentaram colocar um conto em cena e se viram com dificuldade em eliminar o discurso indirecto. A todos aqueles que desejem experimentar, no âmbito das suas funções, este importante recurso pedagógico que é o Teatro.

Mas, especificamente, particularmente adequado a:

Professores do 1º ciclo;
Professores de Português do 2º e do 3º ciclo;
Educadores de Infância;
Bibliotecários;
Animadores Culturais;
Estudantes Universitários das áreas das Letras e das Ciências da Educação;


Como funciona
Os participantes irão proceder à escrita do texto dramático, sozinhos ou em grupo – como preferirem – seguindo as orientações que lhes serão dadas.

nota
será distribuído, aos inscritos, um dossier com documentação.

inscrição
25€
inscrição nos dois workshops: 40€

Quem dinamiza

Gisela Cañamero
Criadora de espectáculos, encenadora e dramaturga, tem um percurso marcado por intensa actividade enquanto pedagoga.

Destaca, no seu percurso docente, a actividade na Escola Superior de Educação de Beja - na Formação Inicial, Contínua e Complementar de Professores, em Teatro na Educação, Teatro Musical, Movimento e Drama, Didáctica, Prática Pedagógica – na formação de Profissionais em Estudos Teatrais na Universidade de Évora – em Expressão, Comunicação e Criatividade - e na Universidade de Santiago de Compostela, no âmbito do Master Internacional de Criatividade Aplicada Total – em Criação Teatral.

Tem orientado inúmeros workshops e seminários, na formação complementar de diversas áreas profissionais e em Pós Graduações, em Processos Criativos Integrados, Práticas para a Performance e Criatividade - em Portugal (Universidade Moderna, INUAF, Universidade Fernando Pessoa) e em Espanha (Instituto Politécnico de Madrid, Universidade de Salamanca, Universidade de Zamora) bem como proferido dezenas de Comunicações em Encontros.

É neste quadro de sistematização dos conteúdos e das práticas pedagógicas que co-orienta vários Círculos de Estudo no âmbito das Orientações Curriculares para o Pré-Escolar e para o 1º ciclo.

Integra a equipa do Projecto Co-Educação, da Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, tendo dinamizado, pelo país, comunicações e workshops no âmbito da operacionalização das técnicas de incremento à Criatividade para o estudo da construção social de género, conforme consta no caderno de que é co-autora – Criatividade na CoEducação – uma estratégia para a mudança, Lisboa, 1999 – Col. Co-educação, ed CIDM.

Na dinamização comunitária destaca a organização e coordenação dos três Encontros Internacionais de Criatividade em Beja – CRIATIVAs.

Desenvolve actividade artística na Companhia arte pública, sedeada em Beja, na qual exerce a Direcção Artística, dando particular relevo às práticas inovadoras na miscenização de linguagens cénicas, e à atenção na Formação de Públicos e à sensibilização destes para o fenómeno da criação artística.

Neste domínio, coordenou em Beja o Projecto Piloto de Formação de Públicos em Meio Escolar, de iniciativa do Gabinete de Formação do Instituto Português das Artes do Espectáculo, cujas implicações na formação dos indivíduos e de dinâmicas sociais estão publicados em Formação de Públicos em Meio Escolar – Uma Experiência Piloto, ed Instituto das Artes/MC, 2004.

Adepta do Teatro Musical como meio facilitador à sensibilização da fruição do objecto performativo, é autora dos espectáculos NÓS TODOS TRÊS (três digressões nacionais, CCB), OS MÚSICOS DE BRÉMEN ( duas digressões nacionais, Centro Acarte da FCG), VAMOS ADIVINHAR A HISTÒRIA (três digressões nacionais, vocacionadas para Escolas e Bibliotecas) DEBAIXO DO CÉU (Beja, 2004) e UM ESDADIGRÁRIO NO ARMÁRIO (2008).

Autora e coordenadora da intervenção performativa com Pais e Filhos na Biblioteca Municipal de Beja, UM LUGAR IMENSO, TALVEZ. (Fundação Calouste Gulbenkian, 2009).


ADORÁVEL CRIATURA

TRAGICOMÉDIAS
DA VIDA ADULTA

a partir de
NO ALVO
de Thomas Bernhard

e de
O PASSADO E O PRESENTE
UM HOMEM DE SORTE
A SITUAÇÃO DEFINITIVA
CEGOS E ESCRAVOS
de Vicente Sanches

adaptação dramaturgica
Gisela Cañamero

canções

AMADO MÍO
Doris Fisher & Allan Roberts

FUMANDO ESPERO
Villadomat Masanas & Felix Garzó

ACERCATE MÁS
Osvaldo Farrés

Encenação/ interpretação de Gisela Cañamero
Sonoplastia de José Manhita
Luminotecnia de Rafael Del Rio
Produção Executiva de Raul Bule

CASA AMARELA Beja27 Março 22:00h

ADORAVÉL CRIATURA assenta num poderoso texto que expõe as cruéis tragicomédias da vida de uma mulher que tudo sacrifica às suas estratégias de sobrevivência, na demarcação de um território que reclama para si, mesmo se, para tal, provoca a destruição da família. Numa ala de um hospital psiquiátrico, ei-la que se nos apresenta tão lúcida quanto irracional - instalando a dúvida sobre as fronteiras entre os comportamentos que oscilam na máscara do socialmente aceite e mesmo, padronizado, e a bizarria da sua singular perversidade.

Jogámos, na associação improvável destes dois autores de uma mesma época - Thomas Bernhard, Holanda, 1931 e Vicente Sanches, Castelo Branco, 1936 - mas tão separados no espaço e nas raízes estéticas que sustentam as suas obras, com a escrita que reflecte um determinado tipo de vivência social e de perturbação pessoal esvaziada do sentido de humanidade.

Eis, perante nós, a personificação do pior de uma alma burguesa, - alicerçada em pressupostos e convenções de percurso de vida - que tudo seca à sua volta: a incapacidade da dádiva, a não exortação da felicidade, a impossibilidade de partilha dos afectos, do esmagar da criatividade, da desatenção propositada à necessidade do outro – compondo, nas suas sucessivas justificações, a máscara terrível da normalidade.

Dia Mundial do Teatro no Teatro Nacional D. Maria II







O Teatro Nacional D. Maria II assinala, no próximo dia 27 de Março, o Dia Mundial do Teatro com um conjunto de actividades variadas que animarão os vários espaços do Teatro:

Às 11h e às 15h, terá lugar A Visita, um passeio ao interior do Teatro Nacional D. Maria II. No percurso, os visitantes conhecerão a história do teatro, os bastidores e as lembranças de um tempo mais antigo, contadas por quem vive diariamente a magia do teatro.

Às 16h, no Salão Nobre, decorrerá o lançamento das biografias de Vasco Santana e de Amélia Rey-Colaço, numa edição do Círculo de Leitores, coordenada por Joaquim Vieira.

Ainda no Salão Nobre, às 17H30, realizar-se-á o debate Que Teatro Nacional para o Século XXI?, com a presença de Stephen Wilmer (professor do Trinity College e historiador de teatro), Maria João Brilhante (Presidente do Conselho de Administração do TNDM II) e Diogo Infante (Director Artístico do TNDM II). A moderação do debate estará a cargo de Ana Sousa Dias.

À noite, os espectáculos Esta Noite Improvisa-se, de Luigi Pirandello, e A Noite, a partir da obra de Al Berto, prosseguem as suas carreiras, desta vez com entrada livre.

A VISITA M/12
11h e 15h Espaços do TNDM II
texto Abel Neves
coordenação Natália Luíza
intervenção cénica e figurinos Marta Carreiras
com António Banha, João Grosso, José Neves, Lúcia Maria, Maria Amélia Matta, Manuel Coelho, Paula Mora

LANÇAMENTO DE FOTOBIOGRAFIAS DO SÉCULO XX
16h Salão Nobre
Biografias de Vasco Santana, por Luís Trindade, e Amélia Rey-Colaço, por Júlia Leitão Barros (coord. Joaquim Vieira; ed. Círculo de Leitores)

DEBATE
Que Teatro Nacional para o Século XXI?
17h30 Salão Nobre
O debate terá a presença de Stephen Wilmer (Trinity College), Maria João Brilhante (TNDM II) e Diogo Infante (TNDM II).

Moderação de Ana Sousa Dias

ESTA NOITE IMPROVISA-SE M/12
21H30 Sala Garrett
de Luigi Pirandello
encenação Jorge Silva Melo
co-produção Artistas Unidos e TNDM II

A NOITE M/16
21h45 Sala Estúdio
a partir de Al Berto
encenação João Brites
criação Teatro o bando em co-produção com o TNDM II

Dia Mundial do Teatro no Theatro Club






Dia Mundial do Teatro no Teatro Maria matos





Saturday, March 21, 2009

"West Side Story" celebra a 100ª Representação



Convites "West Side Story" - Prazo para respostas acaba Domingo dia 22!


"Lenheiras da Cuca Mucuca" no Museu da Marioneta







Câmara Clara com Ricardo Pais





Câmara Clara com Ricardo Pais
22 de Março, 2009

O QUE DEVE SER UM TEATRO NACIONAL?
CONVIDADOS: RICARDO PAIS
Ricardo Pais, director durante mais de 11 anos do Teatro São João, o mais bem sucedido Teatro Nacional do país, bateu com a porta e explica excatamente porquê. Explica tanbém por que razão, na sua perspectiva, é mais duro ser director de um Teatro Nacional que de uma companhia de teatro independente. Diz o que pensa de Diogo Inante na direcção artística do Teatro Nacional D. Maria II e esclarece a sua afirmação de que o Porto foi muito melhor para a construção de um bom projecto de Teatro Nacional do que teria sido Lisboa. Em vésperas do Dia Mundial do Teatro uma emissão que vai centrar-se na questão: o que deve ser um Teatro Nacional? Uma emissão que lhe traz ainda A Tempestade, de Shakespeare, na Cornucópia - o segundo esectáculo do ciclo que celebra os 35 anos da companhia -, ópera Crioulo, um espectáculo singular no CCB, e uma novidade destacada por Ricardo Saló: Macacos do Chinês, um grupo da linha de Sintra que promete desafiar os Buraka Som Sistema.

fotografia de Nelson Garrido

Workshop de Maquilhagem Para Teatro





WORKSHOP DE MAQUILHAGEM PARA TEATRO
Terça-feira, 14 de Abril de 2009 das 10 às 19 horas
Reitoria, Camarins da Aula Magna

Em 2009, o FATAL - Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa irá proporcionar um programa de formação prática sobre a utilização da maquilhagem, como arte fundamental em qualquer produção de Teatro, abordando: a preparação, processos e utensílios necessários para maquilhagem de palco; efeitos de luz; figurinos e cenário na maquilhagem; a criação de personagens e a caracterização por efeitos especiais. Os produtos e materiais a utilizar são da marca Make Up Forever, a mais recomendada por profissionais das artes e do espectáculo.

O curso orientado para a maquilhagem, elemento indissociável da criação, inovação e experimentação inerentes aos diferentes cenários das artes do palco, funcionará, igualmente, como um meio de expressão artística.

O curso surge, fundamentalmente, com o objectivo de dotar os grupos de teatro universitário, e o público em geral, de novas ferramentas de trabalho que lhes permitam explorar experiências e novas práticas.

Após uma introdução teórica sobre os princípios básicos da maquilhagem, os formandos vão agrupar-se em pares e experimentar, entre eles, as principais técnicas e metodologias utilizadas na caracterização para Teatro.

Formadoras Ana Teresa Santos e Sandra Silva (sócias-gerentes da Divine – Centro de Estética Lda.)

Programa

10h00 – Os Princípios da Maquilhagem; Tipos de Maquilhagem; Ferramentas utilizadas na Maquilhagem de Teatro; A importância das bases, correctores e sombras; Identificação dos vários tipos de rosto.

11h30 – Demonstração de Maquilhagem para Teatro: exemplos sobre maquilhagens de dia e de noite, adequadas a épocas específicas da História e a várias idades.

13h30 – 15h00 - Intervalo

15h00 – Trabalhos práticos com Maquilhagem, em grupos de dois. Escolha e caracterização de diversas personagens para Teatro.

18h00 – Esclarecimento de dúvidas.

*Inscrições até 13 de Abril 30 € por pessoa, limite máximo de 16 pessoas
Tel.: + 351 210 113 406 fatal@reitoria.ul.pt

* A inscrição só é considerada válida após o pagamento na Divisão de Actividades Culturais e Imagem, na Reitoria da Universidade de Lisboa
Apoio Make Up Forever - Lojas York

Mais informações:
http://fatalnosbastidores.blogs.sapo.pt

Organização:
REITORIA – Divisão de Actividades Culturais e Imagem da DSRE
Tel. +351 210 113 406 www.fatal.ul.pt fatal@reitoria.ul.p

“70kg” na Casa Municipal de Juventude de Cacilhas






SINOPSE
Em 2008, no espectáculo de teatro Skaters, coloquei em cena dez jovens skaters do concelho de Almada. O Bastão era um deles. Aos 18 anos teve um brutal acidente de trabalho, enquanto servente da construção civil. Uma barra de ferro de 70kg caiu sobre o seu corpo, nas costas. Ficou em coma. Levaram-no para o hospital. Fazer skate ficou completamente fora de questão na sua vida. Passados vários meses, surpreendendo tudo e todos, voltou a praticar skate no mesmo sítio, com as mesmas pessoas, escondendo debaixo da camisola a enorme cicatriz que tem nas costas - a marca que conta o que aconteceu.
Esta história leva-me a desenvolver uma proposta cénica sobre a relação entre o esforço físico e o dinheiro, entre quem dá e quem leva, entre quem ganha e quem perde, entre quem nasce e quem morre, entre a dor e o prazer, entre a juventude e a morte. Um atentado poético que aborda os desejos, as fragilidades e as torpezas do ser humano – talvez uma temática que nunca acaba.


John Romão

Direcção e espaço cénico: John Romão
Textos: Mickael de Oliveira e John Romão
Interpretação: Bastão (João Martins), a namorada e o cão
Vídeos: André Godinho com John Romão
Desenho de luz: José Álvaro Correia
Desenho de som: Jorge Pina
Produção: Ágata Alencoão e Lara Silveira
Co-produção: Colectivo 84, Murmuriu, Penetrarte
Apoio: Câmara Municipal de Almada
Agradecimento especial: Rómulo Pereira

dia 25 de Março, às 21h30
Casa Municipal de Juventude de Cacilhas
Entrada Livre

Noites de teatro na RTP 1





José Fragoso, director de Programas da RTP 1, anunciou esta quarta-feira, nos estúdios Tobis, no Lumiar, em Lisboa, “o regresso do teatro às emissões regulares da televisão pública”.

Os serões teatrais acontecerão uma ou mais vezes por mês, até ao final do ano. A estreia é no Dia Mundial do Teatro, 27 de Março, às 22h00, com a peça ‘O Casamento da Condessa de Amieira’, de Júlio Dinis. Vítor Norte, Rita Loureiro, Paulo Matos, João Brás, Bruno Martins e Miguel Martins compõem o elenco desta comédia, que decorre em pleno século XIX e retraia os costumes da sociedade portuguesa naquela época.

Este projecto da RTP 1, intitulado ‘Teatro em Casa’, é realizado em parceria com a produtora Valentim de Carvalho e compreende um conjunto de dez peças teatrais produzidas deliberadamente para televisão, com 40 a 50 minutos de duração. Dessas, cinco são adaptadas de obras portuguesas clássicas e contemporâneas, e outras cinco são adaptações de autores estrangeiros..

Filomena Galacho in CM

Teatro da Garagem procura públicos no Interior do país





Companhia lisboeta vai permanecer durante duas semanas em Bragança

O Teatro da Garagem anda em busca do que é ser português e mudou-se de Lisboa para Bragança, onde vai ficar cerca de duas semanas a fazer espectáculos, oficinas e ensaios abertos e a tomar chá com o público.

Esta residência temporária no Interior é fruto de uma cumplicidade que se criou entre a companhia lisboeta e o Teatro Municipal de Bragança, após várias participações do grupo no 27.º Festival Internacional de Teatro.

No âmbito desta colaboração, surgiu também uma co-produção entre as duas entidades, que resultou numa das peças do espectáculo "Odisseia cabisbaixa", um díptico do qual fazem parte "António e Maria" e "Bela e o Menino Jesus", subdivididas em duas partes com textos de Carlos Pessoa, que se inspirou em Bragança, onde esteve durante algumas semanas à procura de "uma paisagem diferente", explicou Maria João Vicente, presidente da Direcção do Teatro da Garagem.

Na peça "Bela e o Menino Jesus", o Teatro da Garagem conta com a participação de 15 jovens actores do Teatro de Estudantes de Bragança.

Ao mesmo tempo, a companhia olha para o país e pergunta sobre o que é isso de "ser português". A essa viagem chamou "Odisseia cabisbaixa, "roubando" o termo ao poeta Alexandre O'Neill.

Este espectáculo vai ser apresentado também no São Luiz, em Lisboa, como forma de assinalar os 20 anos de existência do Teatro da Garagem.

A companhia não quis limitar- -se a apresentar os seus espectáculos em Bragança e decidiu envolver a população na sua actividade. "É muito bom dar a conhecer o nosso trabalho a outros públicos", referiu Maria João Vicente.

A descentralização da actividade e a saída dos grandes centros são um objectivo do Teatro da Garagem, que quer começar a viajar pela rede nacional de teatros, "que tem de ser programada e ter programação, toda a gente tem direito a ver coisas diferentes e a nós ajudam-nos a reflectir sobre o nosso trabalho", frisou.

Glória Lopes in JN

Maia Ao Palco


dia 24 de Março, terça-feira
[ 10.30h ] Biblioteca Municipal Dr. José Vieira de Carvalho
¬ "Brincar ao Teatro" Teatro Art' Imagem » P/ Jardins-de-Infância » (*)

[ 15.00h ] Biblioteca Municipal Doutor José Vieira de Carvalho
¬ "Brincar ao Teatro" Teatro Art' Imagem » P/ Público Sénior » (*)

[ 21.30h ] Grande Auditório do Fórum da Maia
MAIA AO PALCO - Mostra de Teatro de Amadores
¬ "Tudo à Mistura" GRC "Flor de Pedrouços" » M/12 » 80m » 1€

dia 25 de Março, quarta-feira
[ 15.00h ] Biblioteca Municipal Doutor José Vieira de Carvalho
- O Teatro vai ao Cinema - filme:
"A Caixa" » P/ Público Sénior » (*)

[ 21.30h ] Grande Auditório do Fórum da Maia
MAIA AO PALCO - Mostra de Teatro de Amadores
¬ "Sorria está na Maia" ACR "Os Fontineiros da Maia" » M/12 » 75m » 1€

dia 26 de Março, quinta-feira
[ 21.30h ] Grande Auditório do Fórum da Maia
MAIA AO PALCO - Mostra de Teatro de Amadores
¬ "Rapsódia Vicentina" "Pé no Charco" Teatro Oficina » M/12 » 60m » 1€

dia 27 de Março, sexta-feira - Dia Mundial do Teatro
[ 21.30h ] Grande Auditório do Fórum da Maia
MAIA AO PALCO - Mostra de Teatro de Amadores
¬ "A Casa da Bernarda Alba" Grupo de Teatro do Instituto Cultural da Maia » M/12 » 50m » 1€

dia 28 de Março, sábado
[ 21.30h ] Grande Auditório do Fórum da Maia
MAIA AO PALCO - Mostra de Teatro de Amadores
¬ "Concerto de Encerramento do Segundo Período" Conservatório de Música da Maia » M/4 » 90m » Gratuito

dia 29 de Março, domingo
[ 16.00h ] Grande Auditório do Fórum da Maia
MAIA AO PALCO - Mostra de Teatro de Amadores
¬ "Mini-Musical: O Rei Leão" Escola Dramática e Musical de Milheirós Maia » M/4 » 15m » 1€ » (**)

[ 17.00h ] Grande Auditório do Fórum da Maia
MAIA AO PALCO - Mostra de Teatro de Amadores
¬ "O Principezinho" Sancti Martini - Grupo de Teatro da Associação JB » M/4 » 70m » 1€

(*) Marcação Prévia na Biblioteca Municipal Dr. José Vieira de Carvalho.
(**) O Bilhete para este espectáculo dá aceso gratuito ao seguinte.


outras actividades - organização BMDJVC

4 a 28 de Março
[ exposição ] "Dia Mundial Do Teatro - A Nossa Realidade" ¬ Quinta da Caverneira

6 de Março
[ 21.00h ] Biblioteca Municipal Doutor José Vieira de Carvalho
Comunidade de Leitores “IMAGENS & LETRAS”
- O Teatro vai ao Cinema - filme: "A Caixa "

13 de Março
[ 21.00h ] Biblioteca Municipal Doutor José Vieira de Carvalho
Comunidade de Leitores “IMAGENS & LETRAS”
- Reflexão e debate sobre o filme "A Caixa", de Manuel de Oliveira. Apresentação da próxima leitura.

"As Criadas" nas Caldas da Rainha


"A Mãe" na Culturgeste






“A Mãe”, de Bertolt Brecht, com música de Hanns Eisler
Encenação de Gonçalo Amorim.

M/12
Informações e reservas
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

Vamos imaginar uma guerra perpétua entre ricos e pobres. E no meio dessa guerra vamos seguir uma heroína: Pelagea Vlassova: A Mãe que já foi de Gorki e de Brecht, e que agora será nossa – A Mãe agora colocada num futuro próximo. Essa que escolhe de forma violenta lutar por um ideal que embala como se fosse um filho, um ideal mais importante que o próprio filho.
Sendo principalmente uma peça de interiores, A Mãe tem um forte eco do que vem do exterior, das ruas. Nesta encenação este eco é dado pela música e pelo vídeo. O espaço cénico trabalha formas geométricas simples: a linha e o plano. A ideia de chão construído surge por oposição à verticalidade das ideologias materializadas em monumentos e estátuas..
Num mundo de incertezas, esta é uma tentativa de apresentar provocações/soluções outras que nos façam questionar este caminho político único e difuso que, evidentemente, não nos serve. Enquanto artistas vemos A Mãe como uma possibilidade de reflectirmos sobre as ideologias, a família (à luz do “Drama familiar no teatro épico” de que nos fala Benjamin), a loucura, a guerra... Uma possibilidade de começarmos desde já a pensar o futuro.
Gonçalo Amorim

Gonçalo Amorim nasceu em 1976 no Porto. É membro dos Primeiros Sintomas e cooperante do Teatro O Bando, com os quais tem desenvolvido grande parte da sua actividade teatral. Em 2007 ganhou ex-aequo o Prémio da Crítica pela encenação de Foder e ir às compras de Mark Ravenhill.

Título original Die Mutter (1931)
Tradução Lino Marques (Teatro III de Brecht, Livros Cotovia)
Encenação Gonçalo Amorim
Assistência e pesquisa dramatúrgica Ana Bigotte Vieira
Cenografia Rita Abreu
Figurinos e adereços Ana Limpinho e Maria João Castelo
Tradução das canções Pedro Boléo e João Paulo Esteves da Silva
Músico João Paulo Esteves da Silva
Pesquisa e recolha musical Pedro Boléo
Sonoplasta Sérgio Milhano
Movimento Vânia Rovisco
Desenho de luz José Manuel Rodrigues
Construção de cenário Nuno Tomaz e Carlos Caetano
Design gráfico Rosa Baptista
Imagem Frederico Lobo
Produção Mafalda Gouveia
Assistência de Produção Andreia Carneiro
Com Bruno Bravo, Carla Galvão, Carla Maciel, Carloto Cotta, David Pereira Bastos, Mónica Garnel, Paula Diogo, Pedro Carmo, Raquel Castro e Romeu Costa
Co-produção Gonçalo Amorim, Culturgest, Centro Cultural Vila Flor e TEMPO – Teatro Municipal de Portimão
Apoios Fundação Calouste Gulbenkian, Primeiros Sintomas
Projecto financiado por Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes

Câmara pondera construir sala de espectáculos com 2.000 lugares no Parque Mayer





A Câmara de Lisboa está a ponderar construir uma sala de espectáculos com dois mil lugares no Parque Mayer, onde já se prevê reconverter o Teatro Variedades numa sala com 600 a 700 lugares.

Durante a apresentação pública dos termos de referência do Plano de Pormenor da zona, que envolve 14,6 hectares das Freguesias de São José e São Mamede, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, afirmou que a edificação do equipamento é uma hipótese que "vale a pena explorar", apesar de não ser certa.

"Há um determinado tipo de espectáculos que justificaria um espaço deste tipo. Se isso for possível no Parque Mayer seria muito interessante mas há que verificar a sua viabilidade através de vários estudos", referiu o responsável, acrescentando ter estado reunido com promotores de eventos culturais.

Apesar do Município poder participar na construção do edifício, com verbas provenientes do jogo do Casino de Lisboa, Manuel Salgado admitiu que a infra-estrutura poderá custar entre 18 a 24 milhões de euros e que terá de haver o envolvimento e o investimento de empresários no projecto, caso contrário o executivo "não se aventurará a construí-lo".

A proposta surge depois de se ter ponderado duas outras soluções: a de recuperar o Capitólio (obra já contratualizada) e construir um teatro para revista com 600 a 700 lugares e a de por em prática a mesma fórmula mas com um terceiro teatro na zona do Teatro Variedades, obrigando à sua profunda transformação.

"Neste momento, a hipótese que se coloca é a de ter o Capitólio, o novo Variedades e um super teatro com fosso para orquestra", explicou o arquitecto responsável pelo plano, Manuel Mateus, sublinhando que a sala mais importante, mais cara e melhor equipada do Parque Mayer será aquela onde o teatro de revista terá lugar "garantido".

Perante as dúvidas de algum público presente na apresentação sobre a ocupação do equipamento, Manuel Mateus defendeu que o novo espaço poderia ser um "motor" de vida cultural para o Parque Mayer e para a cidade, uma vez que "gera público", à semelhança do Centro Cultural de Belém e outros auditórios, "considerados um exagero" antes da sua construção.

Os termos de referência do Plano de Pormenor do Parque Mayer, aprovados em Janeiro pela Câmara e em fase de participação preventiva até terça-feira, prevêem também um hotel com cem quartos, a expansão da zona museológica gerida pela Universidade de Lisboa (Museus da Politécnica), a extensão do maciço vegetal existente "até ao limite" da área edificada e a criação de espaços comerciais, sobretudo bares e restaurantes.

Pretende-se que o espaço seja exclusivamente dedicado aos veículos não motorizados e aos peões, havendo elevador ou escada rolante nos três a quatro pontos onde a inclinação do piso é superior a seis por cento.

O vereador Manuel Salgado adiantou aos jornalistas que espera ver o projecto já definido e a ser discutido pelo executivo camarário antes do Verão.

Depois da sua aprovação, o plano terá de seguir para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento de Lisboa e Vale do Tejo e de ser posteriormente submetido a debate público.

Terminadas estas fases, o projecto regressará à autarquia, que o submeterá à aprovação final da Assembleia Municipal.

Lusa

"Wok" no Trindade





Actor António Feio sofre de cancro mas continua a actuar






De acordo com a UAU, António Feio, de 54 anos e com quatro filhos, vai iniciar tratamento em breve e a agenda de "A Verdadeira Treta" será ponderada conforme as exigências da terapia. Mas os espectáculos agendados para as datas mais próximas (19, 20 e 21 de Março, no Montijo, Tomar e Guarda, respectivamente) não sofrem qualquer alteração.

"A Verdadeira Treta", que se estreou em sala em Setembro de 2008, é a terceira declinação das personagens Tóni (António Feio) e Zézé (José Pedro Gomes), cujo primeiro espectáculo foi escrito por José Fanha - na TV em 1998 e em sala em 2000. Em 2002, foi a vez de "A Treta Continua", escrita por Eduardo Madeira, Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins, e agora está em digressão "A Verdadeira Treta", novamente com texto de Eduardo Madeira e Filipe Homem Fonseca. A saga também deu origem a um CD, a um filme e a crónicas radiofónicas, além da versão televisiva do espectáculo.

António Feio nasceu em Lourenço Marques a 6 de Dezembro de 1954 e chegou a Lisboa aos sete anos. Acompanhava a mãe nos ensaios da peça "A Casa de Bernarda de Alba", de García Lorca, e foi convidado por Carlos Avilez para integrar a peça "O Mar" de Miguel Torga, que se estreou a 6 Maio de 1966. O trabalho de António Feio passou pela televisão, rádio, teatro, publicidade e cinema. "Zé Gato", "Vila Faia", "Parabéns" são algumas das suas participações televisivas mais conhecidas.

No teatro, fez revista e drama, de "A Ópera dos Três Vinténs" a "O Que Diz Molero". Como encenador, estreou-se com "Pequeno Rebanho Não Desesperes" na Casa da Comédia e destaca "A Partilha", "Bom Dia, Benjamim" ou "Portugal - Uma Comédia Musical".
In Público
foto de Jorge Simão in http://www.antoniofeio.com/

Lisboa precisa de mais uma grande sala de espectáculos?





Lisboa precisa de mais uma sala de espectáculos, qualquer coisa cujas dimensões estejam a meio caminho entre os cinco mil lugares do Coliseu e os pouco mais de mil do Centro Cultural de Belém? O assunto esteve ontem em debate, durante a apresentação dos termos de referência do plano de pormenor do Parque Mayer.

Os termos de referência são as regras pelas quais se vai orientar o planeamento urbanístico daquele pedaço de cidade, que a Câmara de Lisboa quer transformar num pólo lúdico-cultural, com teatros, bares, restaurantes, galerias de arte e um hotel.

Manuel Aires Mateus foi o arquitecto que ganhou o concurso para desenvolver a reabilitação da zona. Foi ele quem, perante várias objecções da assistência sobre a viabilidade de construir um teatro para duas mil pessoas, quando os que existem raramente enchem, explicou as potencialidades da ideia: "Criar novos públicos.

Quando o Centro Cultural de Belém foi projectado, havia a sensação de que quer as áreas de exposição, quer os auditórios tinham dimensões megalómanas. Hoje é pequeno para as necessidades. A grande escala induz procura."

Não que esteja totalmente assente que o futuro Parque Mayer venha, de facto, a ter um equipamento cultural destas dimensões. "Há determinados espectáculos que o justificam, mas há que verificar a viabilidade de uma sala destas", acautelou o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado.

Na realidade, como acabou por explicar aos jornalistas no final do debate, houve já vários promotores de espectáculos que fizeram saber à câmara que alinhariam num projecto deste género, algo que, segundo o vereador, poderá custar entre 18 e 24 milhões de euros, equipamento já incluído. Mas se Aires Mateus se referiu a este novo equipamento como um teatro adaptável a várias funcionalidades, como a ópera, já Salgado vê o futuro recinto mais virado para os espectáculos musicais.

O teatro de revista manter-se-á, assegurou Aires Mateus. Há boas possibilidades de isso acontecer, mas seja como for, os concessionários dos vários equipamentos culturais que a autarquia erguer no recinto, com ajuda das verbas do jogo do Casino de Lisboa, terão de se candidatar ao concurso que o município há-de lançar para o efeito, respondeu Salgado.

Os mais recentes planos da autarquia para o local incluem um hotel e três teatros - o Capitólio, que vai ser reabilitado, o Variedades, feito de novo ou recuperado, e a tal terceira grande sala.

E os carros, senhores?
O facto de o futuro Parque Mayer ser mais um pedaço de cidade com ruas e praças, mas destinado aos peões, devendo ser ali vedada a circulação de carros e restringido o estacionamento, preocupou vários dos intervenientes do debate de ontem - funcionários do Museu de História Natural, arquitectos e moradores da zona.

Mas a câmara não parece disposta a desistir de modificar os hábitos enraizados de quem leva o carro para todo o lado, até porque a zona está bem servida de transportes públicos. ""Eu nunca vi carros em redor da Tate Gallery nem do Museu de História Natural de Londres", observou o vereador Manuel Salgado. "Na maioria dos centros históricos do mundo não circulam carros."
In Público

“Rir Tendo Consciência Da Tragédia” na Casa Conveniente






"RIR TENDO CONSCIÊNCIA DA TRAGÉDIA"
a partir do Universo de Mário Cesariny

20 a 29 de Março
SEX.SAB.DOM.22H

CASA CONVENIENTE
Rua Nova do Carvalho, 11 - Cais do Sodré
www.casaconveniente.pt

Info e Reservas: 962 352 058 / 917 054 550
Bilhete: 6 €

E SE DE REPENTE DISSÉSSEMOS TUDO AQUILO QUE QUISÉSSEMOS?
NO CAOS OS CORPOS DESMANCHAM-SE, DISPARAM TUDO AQUILO QUE JÁ NÃO CONSEGUEM GUARDAR, EXPÕEM-SE ENTRE A IRONIA E O ESPAÇO SEM REDE.
O QUE É QUE FICA? EM VOLTA DESTA PERGUNTA CONSTRUÍMOS POSSIBILIDADES E NÃO RESPOSTAS.
ÁS VEZES DAMOS POR NÓS A RIR DE UM CORPO CANSADO. NÃO. NÃO QUEREMOS SINTETIZAR O CESARINY. NÃO QUEREMOS UM ELOGIO AO MORTO. NÃO QUEREMOS SER DIDÁTICOS. QUEREMOS APENAS UM ENCONTRO INESQUECÍVEL QUE SE PRETENDE FUGAZ E INTENSO. É UM ESPECTÁCULO PARA INOCENTES E CULPADOS, PARA PARVOS E INTELIGENTES. É UMA DANÇA COM UM DELÍRIO CHAMADO CESARINY.

Criação e Interpretação Catarina dos Santos, Miguel Raposo, Lydie Bárbara, Patrícia Couveiro, Rodolfo Teixeira, Sofia Dinger, Sónia Balacó, Tiago Vieira
Atracção Internacional Carlos Justo
Participação Especial David Almeida
Música ao vivo Miguel Raposo
Produção Há.que.dizê.lo

Há.que.dizê.lo
Rodolfo Teixeira
www.haquedizelo.blogspot.com


Há.que.dizê.lo
A associação cultural há.que.dizê.lo surge em 2006 por iniciativa de seis jovens cujos percursos se cruzaram no grupo de teatro 2º a Circular/Tearte (Escola Superior de Comunicação Social). Com formações diferentes (audiovisual, publicidade, jornalismo, teatro, artes do espectáculo) une estes jovens a vontade de criar, experimentar e agir em nome da liberdade de expressão.
No 2º a Circular participaram em:
Quando o jantar bate à porta, em Maio de 2004, no Café Teatro Santiago Alquimista e no Teatro Municipal Maria Matos no âmbito do FATAL 2004 (Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa)
No Exercício-espectáculo, Seremos todos gemas?, a partir de Monty Pyton com a direcção de Ricardo Gageiro e em cena no Cine-Teatro da Covilhã, Teatro Estúdio Mário Viegas e Sociedade de Instrução Guilherme Coussoul (no âmbito da Semana da Juventude organizada pela Câmara Municipal de Lisboa)
No espectáculo (A)Tentados de Martin Crimp, com a direcção de Ricardo Gageiro, em Maio de 2005. Em cena do Centro Cultural Fraciscanos, no Teatro da Politécnica, inserido no FATAL 05 e na 7ª Mostra-te no Teatro Taborda.
Em Maio de 2007 no espectáculo Instantâneos da Morte, uma criação colectiva com encenação da actriz e encenadora Joana Craveiro no Pavilhão 27 do Hospital Júlio de Matos e âmbito do FATAL 07 no Teatro da Politécnica.

A primeira produção do há.que.dizê.lo surgiu em Janeiro de 2006 com Skazinho, que consistiu num vídeo de homenagem a um músico português, Alex Figueira, fundador da banda Contratempos, que foi morar para Amsterdão, trabalhar numa editora World Music e tirar um mestrado em estudos de cânticos africanos. No mesmo mês o grupo participou no workshop Na Rua, ministrado por Miguel Moreira do Teatro Útero, que culminou com uma performance individual de cada um dos elementos do grupo.
A primeira apresentação pública oficial do grupo surge em Março de 2006, no âmbito da semana da juventude de Lisboa com Manifesto, uma desculpa para dormir na casa dos outros, que teve lugar no 3rceiro andar do Chiado.
Em Outubro de 2006 o grupo fez a primeira apresentação na Mostra de Teatro Mostra-Te com o exercício Work in Progress - Cesariny ou o Cavaleiro Andante, que consistiu na apresentação ao público da primeira fase do processo de construção do espectáculo Rir Tendo Consciência da Tragédia a partir do universo de Mário Cesariny. Este espectáculo estreou em Maio de 2008, na Casa Conveniente.