Saturday, March 29, 2008

Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2008 #2

Por iniciativa da Sociedade Portuguesa de Autores

MENSAGEM DO DIA MUNDIAL DO TEATRO DE 2008

Norberto Ávila

A celebração do Dia Mundial do Teatro é – e continuará a ser – ano após ano, uma oportunidade ideal de reflexão sobre as condições sociais, económicas e políticas em que essa arte milenária quotidianamente se produz e se reafirma como um privilegiado índice de civilização.

Ao longo do séculos, é bem verdade, muitos têm sido os entraves postos ao seu natural desenvolvimento. Porém, esbracejando na periódica ondulação de crises miudinhas, o Teatro recupera o gesto amplamente comunicante e projecta ainda mais forte a sua voz quase sempre solidária.

Não queiramos atribuir ao Teatro a primordial função regenerativa da Humanidade. Mas não tenhamos dúvida de que o Teatro – como todas as artes – ajuda a sociedade na superação de insuficiências diversas. Pelo que é de reclamar a sua inclusão nos programas educativos, desde a infância, na prática do ambiente escolar, complementada com a leitura de textos dramáticos e a frequente assistência a espectáculos teatrais. O gosto pelo Teatro será tanto mais forte quanto mais cedo for o acesso ao respectivo conhecimento.

Há certamente países em que a leitura de obras teatrais quase rivaliza com a de obras de ficção narrativa. Infelizmente não é esse o caso português, onde elas são quase sempre relegadas para os sítios mais esconsos das livrarias. E tão-pouco merecem (haverá excepções) a mínima referência nas páginas literárias.

Quem sabe se as companhias profissionais e mesmo os grupos de teatro amador – interessados como deverão estar na criação dum público mais frequente – não poderiam, de quando em quando, realizar uma ou outra leitura-espectáculo, para divulgação de textos menos conhecidos, portugueses ou estrangeiros?

E, referindo agora a Dramaturgia Portuguesa – sem a qual não será legítimo falar de um verdadeiro Teatro Português – há que reivindicar a normal inclusão de autores nacionais nos repertórios das companhias financeiramente mais apoiadas pelo Estado. (Também nesse aspecto queiramos ser europeus!).

Agora, recuperados que foram alguns dos mais importantes espaços cénicos deste País, compete ao Estado – de colaboração com as Autarquias e alguns organismos culturais – incrementar uma real e permanente descentralização, que permita o intercâmbio regular de espectáculos teatrais de várias proveniências.

Entretanto, é muito para lamentar que, dentre tantos canais televisivos existentes em Portugal, não haja um que se digne dispensar uma hora ou duas à realização ou retransmissão de peças teatrais. Até quando?

Estes – no Dia Mundial do Teatro – alguns reparos, alguns votos dum dramaturgo português.
27 de Março de 2008

Thursday, March 27, 2008

Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2008

Robert Lepage, actor, encenador e dramaturgo canadiano é o autor da Mensagem para o Dia Mundial do Teatro 2008.

"Existem várias hipóteses sobre as origens do teatro, mas aquela que me interpela mais tem a forma de uma fábula:

Uma noite, na alvorada dos tempos, um grupo de homens juntou-se numa pedreira para se aquecer em volta de uma fogueira e para contar histórias. De repente, um deles teve a ideia de se levantar e usar a sua sombra para ilustrar o seu conto.

Usando a luz das chamas ele fez aparecer nas paredes da pedreira, personagens maiores que o natural.Deslumbrados, os outros reconheceram por sua vez o forte e o débil, o opressor e o oprimido, o deus e o mortal.Actualmente, a luz dos projectores substituiu a original fogueira ao ar livre, e a maquinaria de cena, as paredes da pedreira.

E com todo o respeito por certos puristas, esta fábula lembra-nos que a tecnologia está presente desde os primórdios do teatro e que não deve ser entendida como uma ameaça, mas sim como um elemento unificador.

A sobrevivência da arte teatral depende da sua capacidade de se reinventar abraçando novos instrumentos e novas linguagens. Senão, como poderá o teatro continuar a ser testemunha das grandes questões da sua época e promover a compreensão entre povos sem ter, em si mesmo, um espírito de abertura? Como poderá ele orgulhar-se de nos oferecer soluções para os problemas da intolerância, da exclusão e do racismo se, na sua própria prática, resistiu a toda a fusão e integração?

Para representar o mundo em toda a sua complexidade, o artista deve propor novas formas e ideias, e confiar na inteligência do espectador, que é capaz de distinguir a silhueta da humanidade neste perpétuo jogo de luz e sombra.
É verdade que a brincar demasiado com o fogo, o homem corre o risco de se queimar, mas ganha igualmente a possibilidade de deslumbrar e iluminar."

Robert Lepage

"A Noite Árabe" na Politecnica



28-02-2008 a 27-04-2008
4ª,5ª,6ª,Sab 21:00/Dom 16:00

Subúrbios de uma grande cidade portuguesa, bairro com muitos imigrantes. Verão: o sistema de água de um conjunto de prédios está avariado. A água chega até ao sétimo andar e depois desaparece. No sétimo vive Francisca, uma jovem mulher que não se lembra de nada. Não se lembra de como era a sua vida antes de ter co-alugado este apartamento com a sua amiga Fátima. Não se lembra de alguma vez ter sido raptada em Istambul ou de ter sido uma princesa árabe. Como todos os serões, volta do trabalho, vai-se esquecendo do que fez no laboratório onde é empregada, toma um banho e adormece no sofá. O vizinho do prédio em frente vê-a no duche e não resiste a procurá-la. Fátima, por seu lado, espera sempre que ela adormeça para chamar o seu amante Kalil. Também o Sr. Joaquim, o porteiro, que desde o início está a procurar a fuga de água, vai ter com Francisca...

Actores: Dinarte Branco, João Grosso, Sara Carinhas, Teresa Sobral, Victor Gonçalves
Autor: Roland Schimmelpfennig
Encenador: Paulo Filipe
Sala: Teatro da Politécnica (Museu Nac. História Natural)
Morada: Rua da Escola Politécnica 56 (Princípe Real), 1250-102 LISBOA
Lisboa
Telefone: 213955209

Wednesday, March 26, 2008

Três estreias na CNB


As Apostas do Viriato

Programação do Teatro Viriato para os próximos meses aposta em entretenimento, descoberta e trabalho com a comunidade

Entretenimento, descoberta e trabalho com a comunidade são estes os principais vectores da programação do Teatro Viriato para Abril, Maio, Junho e Julho. “Todos os projectos que vão passar pelo Teatro Viriato têm em comum o facto de mergulharem profundamente na vida para dela retirar algo que nos deixe bem, mas também nos obrigue a reflectir e a guardar algo que não se esgote no próprio espaço do teatro”, explica o director geral e de programação do Teatro Viriato, Paulo Ribeiro.

Um projecto que alia educação e cultura (Projecto 3008), uma encenação criada a partir de um projecto de escrita criativa (Depois do Agora) e um grupo de jovens que experimenta o teatro, através do PANOS – Palcos Novos, Palavras Novas. Entre Abril e Julho, o Teatro Viriato renova a missão de fomentar a participação da população da cidade de Viseu na actualidade artística. Compromisso assumido há 10 anos atrás, quando foi assinado a 8 de Maio o protocolo de cedência do teatro e financiamento do projecto entre o Centro de Artes do Espectáculo de Viseu, Associação Cultural e Pedagógica, a Câmara Municipal de Viseu e o Ministério da Cultura, que permitiu a reabertura deste espaço a 29 de Janeiro de 1999. No ano em que se assinala esta data, o Teatro Viriato apresenta uma nova linha gráfica, que inclui a mudança do logótipo.

Mais uma vez, a programação do Teatro Viriato privilegia a aposta contínua no aprofundamento da relação deste centro de artes com a comunidade. Em estreia absoluta, o Projecto 3008 (título provisório) reúne em palco perto de 40 alunos das escolas EB 2,3 Infante D. Henrique e a Secundária Emídio Navarro e quatro intérpretes profissionais. Desenvolvido ao longo deste ano lectivo, o principal objectivo foi envolver a comunidade escolar num projecto artístico, construído a partir das referências curriculares e baseado no contributo de todas as disciplinas.

Além dos projectos vocacionados para estimular o envolvimento da comunidade de Viseu numa prática artística constante, o Teatro Viriato apresenta um conjunto de espectáculos, que abarcam as várias disciplinas artísticas e destinados a todos os públicos.

No âmbito da música recebe os concertos de Tenaz e Puny, em mais duas noites Bor Land, Jazz Trio e Camané que apresentará o seu mais recente disco, Sempre de Mim. O palco será também de Katharina Franck e Nuno Rebelo num concerto de spoken word sobre o 25 de Abril, intitulado Nazaré – Não a cidade, a mulher e que inclui a projecção do filme 25 de Abril - Uma aventura para a Demokracya, de Edgar Pêra. Em Junho haverá ainda Joe Fonda e Carlos Zíngaro e um grande espectáculo, no centro da cidade, aberto a toda a população, de acesso gratuito, com Drumming – Grupo de Percussão que, em Janeiro do ano passado brindou a cidade com um percussivo tributo a Frank Zappa. Música de Lixo é o mais recente projecto desta formação, dirigida por um dos mais destacados nomes internacionais da percussão, Miquel Bernat. O concerto, que propõe um percurso pela história do Steel Drum (tambores de aço) está marcado para o Mercado 2 de Maio.

Quanto à dança convém sublinhar a apresentação de Kiosco das almas perdidas, a mais recente coreografia do catalão, Roberto Oliván, que se revela um hino à liberdade, cantado em palco por Mercedes Péon e onde se cruzam a dança, teatro, música ao vivo, ilusionismo, vídeo e animação. Já o coreógrafo, Tiago Guedes regressa ao Teatro Viriato com Coisas Maravilhosas.

No teatro, António Feio, Bruno Nogueira, Jorge Mourato, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme protagonizam Os melhores Sketches dos Monty Python e o Teatro Meridional estará em palco com Contos em Viagem – Cabo Verde. O Teatro Viriato acolhe ainda La Strada e Bucket, projecto de uma promissora companhia de teatro do Porto que se estreia neste centro de artes com esta peça.

No âmbito do Sentido Criativo, destaque para O Primeiro Olhar, oficina de sensibilização à arte do cinema, dirigida a um público-alvo, com idades entre os 12 e os 17 anos e que decorre entre 01 e 07 de Julho. O objectivo é levar os participantes a perceber o cinema como exercício do olhar, por um lado, e como construção sensorial e conceptual, por outro.

E, mais uma vez, no final do seu ano lectivo, o Lugar Presente, espaço da Companhia Paulo Ribeiro mostra no palco do Teatro Viriato o trabalho desenvolvido com a comunidade que frequenta as aulas daquela escola de artes.

Programação

03 Abril, 22h00
Tenaz Café-concerto/Foyer

08 a 12 Abril, 21h30
Os melhores sketches dos Monty Python Teatro

14, 15h00 e 15 Abril, 10h30 e 15h00
No tempo em que os instrumentos falavam Sentido Criativo

25 de Abril, 21h30
Nazaré – não a cidade, a mulher Música

01 a 05 de Maio
ESTREIA ABSOLUTA
Projecto 3008 (título provisório) Sentido Criativo

08 de Maio, 15h30
Local: Escola EB 2, 3 Gomes Teixeira (Armamar)
Depois do Agora Sentido Criativo

09 de Maio, 21h30
Camané Música

16 e 17 de Maio, 21h30
Kiosco das almas perdidas Dança

23 a 25 de Maio
Festival Regional PANOS Teatro
* Mais informação em Maio

30 de Maio, 21h30
La Strada Café-Teatro/Foyer

31 de Maio, 21h30
Contos em Viagem – Cabo Verde Teatro

04 de Junho, 22h30
Jazz Trio Café-Concerto/Foyer

07 de Junho, 21h30
Bucket Teatro

11 de Junho, 22h00
Puny Café-Concerto/Foyer

13 de Junho, 21h30
Coisas Maravilhosas Dança

14 de Junho, 21h30
Local: Mercado 2 de Maio (Viseu)
Música de Lixo Música

18 de Junho, 22h00
Joe Fonda e Carlos Zíngaro Café-Concerto/Foyer

01 a 07 de Julho, das 09h30 às 18h30
O primeiro olhar – oficina de sensibilização à arte do cinema Sentido Criativo

29 de Junho e de 01 a 06 de Julho
Apresentações Lugar Presente Espaço Aberto

Rock 'n' Roll no Aberto

Em Rock ‘n’ Roll, peça estreada em Junho de 2006 no Royal Court Theatre em Londres, os anos de 1968 a 1990, do movimento estudantil à queda do Muro de Berlim, são apresentados de uma dupla perspectiva: a partir de Praga, onde uma banda de rock ‘n’ roll se torna um símbolo de resistência ao regime socialista, e a partir de Cambridge, onde o amor e a morte marcam a vida de três gerações da família de um filósofo marxista.

Autor: Tom Stoppard
Versão: João Lourenço, Vera San Payo de Lemos

Dramaturgia: Vera San Payo de Lemos

Cenário: João Lourenço; Henrique Cayatte

Figurinos: Maria Gonzaga

Luz: João Lourenço, Melim Teixeira
Encenação: João Lourenço
Interpretação: Afonso Pimentel; André Patrício; Beatriz Batarda; Carlos Gomes, Francisco Pestana, Jorge Gonçalves; Kjersti Kaasa; Márcia Leal; Paulo Oom; Paulo Pires; Rui Mendes; Sara Cipriano; Sílvia Rizzo.

Datas: de 27 de Março a 1 de Junho de 2008
Quartas-feiras a Sábados: 21:30h

Domingos: 16:00h.
Normal: € 15,00

Jovens até aos 25 anos e Séniores (Mais de 65 anos): € 12,00
Cartão de Espectador e Espectador Frequente: € 10,50
Grupos de 20 a 49 pessoas, Quartas e Quintas-feiras: € 10,50
Grupos de 20 a 49 pessoas, Sextas-feiras, Sábados e Domingos: € 12,00
Grupos a partir de 50 pessoas e sala completa: € 8,00
Reservas através do TEL. 213 880 089 [até 1 hora antes do início do espectáculo]
Lojas FNAC Lojas ABREU

http://www.ticketline.pt/ TEL. 707 234 234

http://www.plateia.iol.pt/ TEL. 214 346 304 [24 horas]

Tuesday, March 25, 2008

Grandes Sinais na Comuna

Até 6 de Abril, no Teatro da Comuna, em Lisboa, a peça “Grandes Sinais”.

A história pode ser resumida da seguinte forma: a uma determinada hora do seu quotidiano, num dia igual ao anterior, Joaquim, para ajudar a passar o tempo, liga a rádio. Numa altura em que cartomantes, astrólogos, e outros esotéricos, burlões e demais sugam o dinheiro aos desesperados com o intuito de lhes endireitarem a vida, a personagem desta história, Joaquim, também ele, procura ajuda espiritual. Ouve-se em off: “Se deseja realmente mudar de situação, vire a página da sua vida!”


Grandes Sinais
Concepção e Encenação: Rita Calçada Bastos
Elenco: Pedro Gil e Rita Calçada Bastos
Figurinos: Filipe Faísca
Desenho de luz: Jorge Ribeiro
Vídeo: Rui Calçada Bastos
Música: Afonso Pais
Comunicação e Imagem: Joana Arez
Direcção de produção: José Wallenstein

Teatro da Comuna de 20 de Março a 6 de Abril
4ª a Sábado às 21h30, Domingo às 17h
Bilhetes: 10 euros; 7,50 euros (juniores e seniores)
Duração: 60 minutos


Sunday, March 23, 2008

Curso de Teatro Infantil

A Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, na sequência de anteriores iniciativas de formação de públicos e dinamização do seu caractér instrutivo irá brevemente promover um curso de teatro infantil para idades compreendidas entre os 7 e os 11 anos.

Através de jogos e exercícios dramáticos pretende-se estimular a capacidade imaginativa e criativa dos alunos, criando ao mesmo tempo noções de colectivo e de trabalho conjunto.

Metodologia:
História do Teatro — Breve introdução à história do teatro

Jogos dramáticos — Criar situações que motivem a confiança e a liberdade de acção, possibilitando a consciência da sua espontaneidade criativa.

Técnicas de voz — Ensinar como se respira correctamente, colocação de voz e dicção.

Expressão corporal — Realizar uma diversidade de exercícios como: equilíbrios, saltos, posturas, passos, que permitam aperfeiçoar técnicas corporais básicas.

Interpretação de textos infantis — Improvisação com base em contos e lendas.

Representação — Criação de personagens para que aprendam novas vivências.

Mímica – A partir da expressão corporal e facial criar uma comunicação não verbal.

Construção de pequenas peças — Criação de pequenos textos para serem encenados no final do curso

Montagem do Espectáculo — Montagem do espectáculo final para ser apresentado aos pais e amigos.

Professor: José Pecorelli
Horário: Sábados das 11 horas às 13h00
Duração do curso: 3 meses
Ínicio a : 05 de Abril a 28 de Junho
Preço: 60 euros/mês

A primeira aula deverá ter a participação activa dos pais
Número máximo de 13 alunos


Av. D. Carlos I - N.º 61 1º Andar - 1200 Lisboa
Telefone: 213 973 471 Fax: 213 900 317
guilhermecossoul@guilhermecossoul.net

Thursday, March 20, 2008

Audição Teatro

Audição - Teatro Multiculturas - 24 Março 2008 - TEC
Teatro Multiculturas vai realizar uma audição no próximo dia 24 de Março, 2ª feira, às 19h, no Teatro Experimental de Cascais.

Trata-se duma
Produção Cooperativada com o apoio da Câmara Municipal de Cascais.

Perfis procurados:
- Actor - 50/60 anos;
- Actores - 25/40 anos;
- Actrizes - 25/50 anos;
- Actor/Cantor Negro - 25/35 anos.

A audição consistirá numa aula-espectáculo onde serão testadas as capacidades de expressão dramática, expressão corporal, voz e canto dos participantes no contexto da linguagem cénica aplicada no espectáculo.
E terá a duração de duas horas, sendo os resultados divulgados a posteriori.

O projecto será a peça de teatro 'Doce pássaro da juventude' de Tennessee Williams, com encenação de Thiago Justino.

A peça estreará em fins de Abril no Teatro Experimental de Cascais.

Enviar cv com foto para
audicao.doce.passaro@gmail.com

Wednesday, March 19, 2008

Audições Espectáculo Infantil

Audições / Entrevista - Grupo de Teatro de Carnide
GRUPO DE TEATRO DE CARNIDE
AUDIÇÕES / ENTREVISTA
ESPECTÁCULO INFANTIL

3 ACTORES
homens, maiores de 20 anos
produção do Grupo de Teatro de Carnide
projecto não remunerado

DISPONIBILIDADE IMEDIATA
audições dias 21, 22 ou 24 de Março de 2008
das 14 às 19 horas (com marcação prévia)

CALENDARIZAÇÃO
ensaios a partir de 24 de Março de 2008 - 3 vezes/semana, das 21 às 00 horas
os ensaios serão todos os dias nas 2 últimas semanas que antecedem o dia da estreia, das 21 às 00 horas

ESTREIA A 28 DE MAIO DE 2008
espectáculos às sextas (21:30 horas), sábados e domingos (16 horas), até 13 de Julho de 2008

Os interessados deverão enviar o curriculo c/ fotografia o mais breve possivel para:
ricardogageiro@gmail.com
teatro.carnide@gmail.com

Para quaisquer informações deverão contactar para: 962 466 469, 912 043 939 (Ricardo Gageiro) ou 934 496 107 (Teatro de Carnide)
Email: teatro.carnide@gmail.com