Monday, January 28, 2008

TEATRO PRAGA - QUARTETO

Saturday, January 26, 2008

Concurso de Cenografia 4.48 Psicose

As Boas Raparigas... lançam este ano um Concurso de Cenografia, com o objectivo de galardoar o Projecto Cenográfico, com a integração numa das suas produções.
Esta iniciativa destina-se a estimular os cenógrafos, artistas plásticos e aderecistas para teatro, com experiência inferior a 3 anos ou que ainda se encontrem em fase de aprendizagem, assim como a revelar a existência de novos/as autores/as, através da apresentação de trabalhos criativos.
Data Limite de entrega: 22 de Fevereiro de 2008
Consulta de Regulamento: http://estudio0.blogspot.com/
Informações: asboasraparigas@gmail.com / 225373265
As Boas Raparigas...
Estúdio Zero
Rua do Heroísmo, 86
4300 - 254 Porto
Tel. / Fax 225 373 265
Tlm. 961 487 507

informação de coffepast

"The Magic Flute" e "The President´s Holiday" em Londres


"The Vertical Hour" no Royal Court Theatre


"The Vertical Hour", de David Hare
Em resposta ao grande sucesso e procura por bilhetes, haverá mais espectáculos de "The Vertical Hour" em Londres no Royal Court Theatre, que ficará em cena até 1 de Março.

As criticas acabaram de sair:

“If you want a definition of good drama, this is it… a rich, intellectually gripping play.”
Guardian

"Superb, emotionally charged performances.”
Evening Standard

"Jeremy Herrin's beautifully nuanced and well-paced UK premiere."
The Independent

“A triumph of clarity, sensitive, well-judged acting and supple argument propounded with intelligence and passion… this is, undoubtedly, one of Hare’s best plays… ... a wonderful achievement in a major, unmissable theatrical event.”
What’s On Stage

"Miss Varma and Mr Lesser are perfectly matched and deserve the highest praise.”
Daily Mail

"The real power… comes from Hare’s writing, the scope of his ideas, the skill and wit of his one-liners and the support of an outstanding cast."
London Paper

Director Jeremy Herrin
Designer Mike Britton
Lighting Howard Harrison
Music and Sound Nick Powell
Cast Joseph Kloska, Anton Lesser, Wunmi Mosaku, Tom Riley, Indira Varma

Until 1 Marc
Extra Thursday matinees on: 31 Jan, 7, 14, 21, 28 Feb, 3.30pm
Tickets £10, £15, £25 Mondays all seats £10For more information and to book, call 020 7565 5000

Wednesday, January 23, 2008

"Bululú" no Trindade


BULULÚ
Estórias da invenção do mundo

Estreia a 6 de Fevereiro, na Sala Estúdio do Teatro da Trindade às 22h00.

Sinopse
Amadeus e Bartolomeus são dois cómicos tão antigos como o próprio teatro, o que é o mesmo que dizer: tão antigos como a Terra. Dizem que eles têm mais de 400 anos. Acabam de chegar a um lugar onde pensam realizar o seu ofício de cada dia ou seja: representar. Preparam os seus instrumentos, suas roupas e máscaras e decidem contar o famoso romance da Invenção do Mundo, inspirado no “Grande Teatro del Mundo” de D. Pedro Calderon de La barca.
Tudo parece correr bem com a representação onde se recita e ao mesmo tempo se explica e comenta, cada momento da comédia clássica onde Deus, o criador, reparte os papéis para que o mundo se represente. Em determinado momento, tomado pelo espírito da crítica, Bartolomeus questiona as razões do porquê devem eles, comediantes famintos, continuar…Para que servem eles, os cómicos. Para quê as palavras. Para quê os sonhos.
Diante desse conflito, os dois comediantes desafiam-se numa tremenda luta entre a acção da arte e a sua necessidade numa sociedade cada dia menos poética, menos sensível e inevitavelmente consumista. Travam um patético jogo onde se expõem os conflitos entre a razão e o sonho, entre o real e o imaginário.

Teatro da Trindade Sala Estúdio
6 Fevereiro a 2 Março 4ª-feira a sábado às 22h00 domingo 17h00
Lotação limitada a 60 lugares

Preço 8€

Descontos
30% - Jovens c/ - 25 anos, Seniores, Pin Cultura, Grupos + 10 pax e Sócios INATEL

Ficha Técnica
Texto e Encenação Moncho Rodriguez
Cenografia e Desenho de luz Moncho Rodriguez
Figurinos Cristina Cunha e Moncho Rodriguez
Adereços Cristina Cunha e Pedro Giestas
Máscaras Moncho Rodriguez, Acácia Azevedo e Cristina Cunha
Fotografia Pitães
Vídeo Pitães e Bruno Laborinho
Interpretação Cristina Cunha e Pedro Giestas
Produção Teatro Invisível

Duração 70 min
M/12

Sunday, January 20, 2008

Antígona

"A Floresta" na Cornucópia


A FLORESTA de Aleksandr Ostróvski

De 10 de Janeiro a 17 de Fevereiro de 2008
Teatro do Bairro Alto, Lisboa

Tradução Nina e Filipe Guerra
Encenação Luis Miguel Cintra
Cenografia Cristina Reis
Desenho de luz Daniel Worm d’Assumpção
Distribuição António Fonseca, Dinis Gomes, Duarte Guimarães, Márcia Breia, João Pedro Vaz, José Gonçalo Pais, José Manuel Mendes, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Teresa Madruga e Rita Durão

Uma das comédias mais importantes daquele que tem sido chamado o fundador do teatro russo. Escrita em 1871, A Floresta, traça com delicado humor o retrato de um grupo de personagens numa herdade russa do fim do século XIX, as suas relações, os seus anseios, a sua ignorância, as suas insatisfações, o seu mau viver. Tudo gira em torno da tensão entre o dinheiro e a felicidade. Os ricos não conseguem ser felizes com o seu dinheiro. Os pobres não são felizes porque o não conseguem ter. A proprietária, viúva rica e aparentemente virtuosa, vai vendendo talhões da sua floresta a um mujique enriquecido que lhe corta as árvores para aproveitar a madeira, e guarda o dinheiro para os prazeres com que sonha. Impede a alegria dos que a rodeiam, seus criados e protegidos. Dois actores ambulantes chegam um dia à herdade e vêm perturbar este equilíbrio. Esses, os artistas, têm a ilusão de poderem ser felizes sem dinheiro. Geram-se mais desencontros que encontros em divertidas situações que têm tanto de real como de teatral. Considerada habitualmente como uma "comédia de costumes", a obra tem uma qualidade poética que chega a lembrar Shakespeare na sua capacidade para pôr em cena a vida verdadeira sem nunca "moralizar", para entender os seres humanos nas suas pobres contradições.

Saturday, January 12, 2008

"Evil Machines" no São Luiz

EVIL MACHINES
A fantasia musical de Terry Jones e de Luís Tinoco
12 JAN a 3 FEV
TERÇA, QUARTA, SEXTA E SÁBADO ÀS 21H00
DOMINGO ÀS 17H30
Espectáculo em inglês, legendado em português.
Duração aprox: 2 horas

“Num mundo em que as máquinas e os seres humanos podem comunicar entre si e partilhar as mesmas esperanças e aspirações, certas máquinas têm uma agenda diferente. Há um Aspirador que tenta dominar o mundo. Há um Carro que rapta pessoas; há duas Motas que assaltam um banco e um Elevador que leva as pessoas a sítios onde não querem ir; e há um Telefone que diz o que as pessoas gostavam de dizer e não o que realmente dizem – com resultados terríveis para a Sra. Morris, a velhota que o comprou.”

Música original Luís Tinoco
História Terry Jones e Anna Söderström
Libreto Terry Jones
Encenação Terry Jones
Direcção Musical Cesário Costa
Figurinos Vin Burnham
Cenografia Hernâni Saúde
Coreografia Paulo Ribeiro
Desenho de Luz Nuno Meira
Desenho Musical / Sonoplastia José Luís Ferreira
Interpretação Ana Paula Russo, Ana Quintans, Carla Simões, Fernando
Guimarães, João Oliveira, João Martins, João Merino, José Lourenço, Marco
Alves dos Santos, Mário Redondo, Raquel Camarinha, Sara Braga Simões
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Alunos da Orquestra Académica de Lisboa
Maestro Cesário Costa

"A Estrela" no Politeama



Depois dos grandes sucessos “A Menina do Mar” de Sophia Mello Breyner, "Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carroll e “O Principezinho” de Antoine Saint-Exupéry, "A Estrela" O novo espectáculo infanto-juvenil de Filipe La Féria baseado no conto de Vergílio Ferreira.
Filipe La Féria propõe, na abertura deste ano escolar, transformar num maravilhoso e mágico espectáculo musical um dos mais belos contos dedicados à Infância da Literatura Portuguesa: "A Estrela", de Vergílio Ferreira.
O Teatro Politeama tem tido uma enorme importância no Teatro para a infância e juventude em Portugal, tendo já levado à cena “Menina do Mar” ,da grande poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen, “Alice no País das Maravilhas”, do genial Lewis Carroll e “O Principezinho” de Antoine Saint-Exupéry, a que assistiram os alunos de centenas de escolas de todo o nosso País.
A Estrela integra, desde há algum tempo, o elenco de leituras integrais, como narrativa breve para o estudo dos alunos do Ensino Básico. O conto Vergiliano comparece no programa de 7º ano de Língua Portuguesa, na rubrica conto de autor, em contraposição com o conto tradicional, por natureza anónimo, para leitura “metódica”, “orientada” ou “extensiva”, consoante opções de planificação docente. “A Estrela” preenche todos os requisitos para integrar os “núcleos de textualidade canónica” do Programa da Língua portuguesa para o Ensino Básico (3º ciclo), pois indica sumariamente algumas orientações de trabalho estilístico-formal sobre a Língua Portuguesa, avalia significados das principais categorias narrativas que estruturam a escrita de Vergílio Ferreira e sugere algumas perspectivas que informam a dimensão metafísicosimbólica deste belo conto. Estará pois, subjacente ao espectáculo, as inegáveis virtualidades pedagógicas do conto de Vergílio Ferreira como realização linguística, como género narrativo e como espaço simbólico–imaginário, lugar privilegiado da memória e da identidade nacional de um povo e duma cultura.

Tuesday, January 1, 2008